História CINQUENTA TONS DE CINZA (Adaptação - Camren) - Capítulo 16


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Palavras 631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Ela me deseja


Fanfic / Fanfiction CINQUENTA TONS DE CINZA (Adaptação - Camren) - Capítulo 16 - Ela me deseja

— Não. — Responde-me movendo a cabeça e franzindo o cenho, como se acabasse de recordar algo desagradável. — Sinceramente, só dormir com uma mulher. 

Agarra o jornal e segue lendo. O que significa isso? Alguma vez dormiu com uma mulher? É virgem? Duvido, de verdade. Fico olhando-a sem acreditar nisso. É a pessoa mais enigmática que já conheci.  Dei-me conta de que dormi com Lauren Jauregui. Quanto teria dado para estar consciente e vê-la dormir? Vê-la vulnerável. Custa-me imaginá-la assim. Bom, supõe-se que a descobrirei esta mesma noite. 

Já no quarto, procuro em uma cômoda e encontro o secador. Seco o cabelo como posso, lhe dando forma com os dedos. Quando terminei, vou ao banheiro. Quero escovar os dentes. Vejo a escova de Lauren. Seria como colocar ela na boca. Mmm... Olho rapidamente para a porta do banheiro... me sentindo culpada. Está úmida. Deve tê-la utilizado. Agarro-a a toda pressa, coloco pasta de dente e me escovo rapidamente. Sinto-me como uma garota má. Resultado muito emocionante. Recolho a camiseta, o sutiã e a calcinha de ontem, meto-os na bolsa que Jeffrey me trouxe  e volto para a sala de estar à procura da bolsa e da jaqueta. Para minha grande alegria, tenho um elástico de cabelo na bolsa.

Lauren  me observa com expressão impenetrável enquanto me arrumo. Noto como seus olhos me seguem enquanto espera que eu termine. Está falando com alguém no seu celular.

— Querem dois...? Quanto vai custar...? Bem, e que medidas de segurança temos ali...? Irã pelo Suez...? Ben Suam é seguro...? E quando a Darfur...? De acordo, adiante. Mantenha-me informada de como vão às coisas. Está pronta? — Ela pergunta-me.

Confirmo. Pergunto-me sobre o que era a conversa. Ela pega uma jaqueta azul marinho, agarra as chaves do carro e se dirige à porta.

— Você primeiro, senhorita Cabello. — Murmura abrindo a porta para mim. Tem um aspecto elegante, embora informal. Fico olhando-a por um segundo, pensando que dormi com ela esta noite e que mesmo com as tequilas e o vômito, ela continua aqui. Não só isso, ela ainda quer me levar a Seattle. Por que eu? Não a entendo. Cruzo a porta recordando suas palavras: "Há algo em ti...". Bom, o sentimento é mútuo, senhora Jauregui, e quero descobrir qual é seu segredo. Percorremos o caminho em silêncio até o elevador. Enquanto esperamos, levanto um instante a cabeça para olhá-la, que está me olhando de volta.

Sorrio e ela franze os lábios.

Chega o elevador e entramos. Estamos sozinhas. De repente, por alguma inexplicável razão, provavelmente por estar tão perto em um lugar tão reduzido, a atmosfera entre nós muda e se carrega de elétrica e excitante antecipação. Minha respiração acelera e o coração dispara. Ela olha um pouco para mim, com olhos totalmente impenetráveis. Olha-me o lábio.

— Dane-se a papelada. — Encosta-se em mim e me empurra contra a parede do elevador. Antes que me dê conta, segura os meus dois pulsos com uma mão, levanta-os acima da minha cabeça, me imobilizando contra a parede com os quadris. 

Jesus. 

Com a outra mão me agarra pelo cabelo, puxa-o para baixo para me levantar o rosto e cola seus lábios aos meus. Quase me faz mal. Gemo, o que lhe permite aproveitar a ocasião para colocar a língua e me percorrer a boca com maestria. Nunca me beijaram assim. Minha língua acaricia timidamente a sua e se une a uma lenta e erótica dança de sensações, de sacudidas e empurradas. Ela levanta a mão e agarra a minha mandíbula para que eu não me mova. Estou indefesa, com as mãos unidas acima da cabeça, o rosto preso e seus quadris me imobilizando.

Sinto sua ereção contra meu ventre. Meu Deus... Ela me deseja.

Lauren Jauregui, a personificação de Afrodite, deseja-me, e eu a desejo, aqui... Agora, no elevador.



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