História Cinquenta Tons de Esdeath - Capítulo 41


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Categorias Akame ga Kill!
Personagens Esdeath
Tags Akame, Esdeath, Tatsumi
Visualizações 176
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, mais um capítulo. esses capitulos estão sendo mais de conversa e coisa e tal porque eu quero mudar o cenáriod a história pra desenvolver relações novas- Eu não sei se eu conseguiria alguma coisa interessante de casais já formados, acho que ficaria muito mais do mesmo- Então, aí está

Capítulo 41 - Esdeath


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Esdeath - Capítulo 41 - Esdeath

-Acredita em destino, meu bom Wave?- perguntou Esdeath, enquanto limpava o suor do rosto depois de um duro dia treinando tropas.

-Acreditava- respondeu Wave- Mas depois de alguns acontecimentos, acredito que o destino seja apenas, coincidências indesejadas.

Wave estava em pé, com o tronco nu e coberto de fuligem, havia estado em uma forja por todo o dia, forjando uma espada do tamanho de um homem, havia acabado seu trabalho e agora estava tomando banho ao lado de um poço. As roupas sujas estavam jogadas ao lado, e Esdeath observou-o enquanto ele derramava sobre o corpo um balde cheio de agua. Os músculos de Wave eram bem definidos, e ele era um sonho de donzela; quando terminou de limpar a sujeira do corpo, Esdeath segurou-o pelo braço, e congelou cada partícula de agua que havia sob sua pele, e as pequenas lascas de gelo correram pela sua pele e se quebraram no chão.

-Sente saudade de Kurome? Não sente?

-Ela ao menos poderia ter se despedido- Wave se sentou na beirada do poço- Antes de sumir na noite.

-Run foi com ela- replicou Esdeath, apanhando um pouco de agua e lavando o rosto- Ela estará segura.

-Até porque ela prefere fazer suas missões com outras pessoas do que comigo- Wave suspirou- Disse-me que ela está em busca de Tatsumi e de uma tal de Chelsea. Eu poderia tê-la ajudado.

-Ela talvez queira apenas protege-lo- respondeu Esdeath em um tom calmo.

-Eu não preciso de proteção- cuspiu Wave- Grand Chariot é impenetrável.

-Confia muito em sua armadura- Esdeath sorriu- Imagino que ela seja mesmo.

Wave estava frustrado, e de coração partido.

-Eu não saí do lado dela durante a recuperação, e no final de tudo... Ela me deixou- fingiu rir- Isso não chega a ser cômico?

-Eu sei como se sente- disse Esdeath, mas não demonstrava a tristeza que sentia- Ambos fomos rejeitados, mas isso não é o fim de tudo, não, no fim das contas, amar é se ferir- lembrou-se de sua conversa com Craster- Os deuses podem direcionar duas pessoas para se encontrarem, mesmo que esse direcionamento os leve à escuridão ou a ruína, e você pode chamar isso de destino; o amor é uma piada dos deuses, e quando eu reuni meus homens, meus Jaegers, não imaginava que uma relação entre dois deles pudesse nascer em meio à guerra. Não acredito que sei o que é o amor, mas... - tocou o próprio peito- O que eu sinto aqui dentro, é real, e isso dói tanto- de costas, Esdeath permitiu que uma lágrima escorresse de seu olho direito, depois a secou- Acho que deveria lutar pelo seu amor, Wave.

Wave queria consolar Esdeath de alguma forma, mas ele próprio precisava de consolo, e ele se limitou apenas a um sorriso de canto de boca.

-Lutar por Kurome?

-Vá atrás dela, sei que você consegue rastrear o percurso de Run.

-Eu não posso deixa-la sozinha, minha senhora. Tem coisas aqui que devem ser feitas, soldados para treinar, armas para forjar.

-Sua lealdade é admirável- Esdeath sorriu- Mas eu não estou sozinha, estou no meio de mil camaradas e de dez mil inimigos- E ainda assim, pensou, sentia-se sozinha- Estamos em paz agora, e eu tenho meus próprios negócios a tratar. Tem minha permissão para ir, Wave.

-Senhora... - Wave caiu sobre um joelho- Eu agradeço por tudo...

-Eu mesma não ficarei aqui por muito tempo, estarei partindo.

-Buscar Tatsumi?

-Uma ultima vez.

Wave sabia da dualidade de Tatsumi, e se preocupou que estivesse agora, com Mine.

-E se não gostar do que encontrar?

-Então eu transformarei esse mundo em um túmulo gelado para traidores.

Esdeath sorriu e passou a mão pelos cabelos de Wave, os desarrumando, depois deu de ombros e vagou em direção à sua casa. Havia conversado com Najenda, e a proposta de abandonar o império lhe era tentadora, não porque seus ideais se alinhavam aos deles, mas porque o império lhe parecia um cadáver ambulante, e os nobres assemelhavam-se a tumores na sociedade. Tatsumi tinha razão, no final das contas, os poderosos se alimentavam das camadas inferiores da população, e quando foi dado aos nobres uma chance de lutar, foram todos dizimados por um mero homem do norte, entretanto, Esdeath odiava a Night Raid mais do que tudo, e não suportaria lutar ao lado daqueles assassinos e covardes. Tal perspectiva dividia seu coração.

A general olhou para a lua que ascendia ao seu lugar de direito nos céus, e se perguntou se Tatsumi estava olhando para aquela mesma lua.

 

A lua cheia iluminava a noite, e Tatsumi a observava com uma mochila nas costas.

‘’Prometeu que não se meteria em perigo novamente- lhe disse Mine- E agora vai se atirar novamente na batalha, eu ainda estou coxeando por causa do ferimento, mas... Mas... Eu não sou uma inválida! Leve-me com você... ’’

‘’Kurome lhe feriu muito, Mine, e se você fizer muito esforço agora, talvez você fique aleijada para o resto da vida, eu não posso permitir isso- respondeu Tatsumi, e a beijou- E eu não posso permitir que isso aconteça’’

‘’Se sair da segurança desse lugar, Esdeath o encontrará com certeza- lhe aconselhou Najenda- Vocês dois se meteram em um problema grande demais’’

Tatsumi havia passado um bom tempo com Mine, mas havia chegado a hora de deixa-la. Tatsumi havia pensado muito em Esdeath nos dias em que esteve impossibilitado de andar, sobre onde ela estava, sobre o que ela estava fazendo, e sobre se a encontraria outra vez, e ele sabia que sim. De uma forma ou de outra, Esdeath sempre o encontrava.

E ele estava pronto para pagar pelos seus erros. Prometeu a Najenda que o faria.

Preparou-se para ativar Incursio, quando ouviu passos lentos em sua direção. Quando olhou para trás, Tatsumi viu a figura de Akame se aproximar, pálida, alta e esguia. Ele não via Akame desde que haviam trocado informações, e agora ela estava ali outra vez, e não parecia ter envelhecido um só dia.

-Tatsumi- disse ela, com sua voz doce.

-Akame- Tatsumi não conseguiu sorrir com o reencontro- O que faz aqui?

-Planejava partir sem ao menos me dar um olá?- fingiu sorrir- Que falta de consideração.

Akame não era acostumada a fingir simpatia, e aquilo soava extremamente forçado à Tatsumi.

-Mine a enviou- concluiu.

-Mine me enviou- Akame suspirou- Ela tentou segui-lo no momento em que a deixou, mas a sua perna voltou a sagrar e ela caiu no chão, tive que consertar os pontos e ela me implorou que fosse com você.

-E por que ela faria uma coisa dessas?

-Porque sabe que você não é muito bom em tomar decisões- Akame aprumou-se a Tatsumi- Você vai do altruísmo extremo a um supremo ato de burrice em segundos.

-Não é bem assim.

-É bem assim- disse Akame- Ou se esqueceu que ainda era um agente do império quando me deu as informações?

-Não gosto de lembrar dessa época.

-Mas ela aconteceu, você gostando ou não. Estarei ao seu lado, Tatsumi, onde quer que você vá.

-Não precisa mentir para mim, Akame. Por que você está aqui?

-Estou investigando- confessou- Uma facção criminosa do Imperador que age nas cidades ao redor da capital, cometendo crimes de todo tipo, e eu preciso de sua ajuda.

-Minha ajuda?

-Você conhece pessoas, mais do que eu ou de que qualquer um, Tatsumi, você esteve ao lado do imperador por muito tempo e durante muitos acontecimentos, você deve saber alguma coisa sobre Dorothea.

O nome não era estranho para Tatsumi.

-Eu a conheci no tempo em que... Em que lutamos na Torre do Oeste. Tive pouco contato com ela, porque Esdeath a considerou perigosa demais para participar de nosso bando. Dorothea... Ela era um pouco... Estranha.

-Estranha como?

-Ela bebia sangue humano, isso é estranho o suficiente?- sorriu.

Akame arregalou os olhos.

-Bebia sangue?

-E se masturbava sobre os cadáveres- Tatsumi fez uma careta- Pensando bem, acho que eu deveria tê-la mandado para as masmorras.

-Você teve essa chance?

-Algumas vezes.

-Deveria tê-lo feito- disse Akame- Ela matou mais de duzentos homens nas cidades em volta do império, e os nobres parecem que acobertam as ações dela. Agora ela está nas terras do Leste, creio eu.

-Leone já está por lá.

-Está, mas a missão dela não é confrontar Dorothea, é angariar a ajuda da realeza de lá.

-eu adoraria ajuda-la, mas... Eu preciso ir para o outro lado.

-Voltar para os braços de sua senhora Esdeath?

Não, aquele não era o motivo, mas Tatsumi não estava com animo para sustentar aquela discussão.

-E se for?

Akame sacou Murasame, a lâmina amaldiçoada ficou a centímetros da garganta dele.

-Então eu o matarei aqui mesmo, e pela ordem de Najenda, lhe considero um traidor!

-Traidor?- Tatsumi sorriu- Trai muita coisa nesses últimos tempos, trair a Night Raid não seria assim tão inesperado, vindo de um homem como eu, mas- com cuidado, Tatsumi baixou a ponta da espada -Tudo está se dirigindo para o Leste, não está? Como no norte, há meses atrás.

-Pode interpretar dessa forma.

Então, talvez Esdeath estivesse nas terras do Leste, de uma forma ou de outra. Não! ela estaria lá. No meio daquela base, seria impossível para Esdeath rastrear seu paradeiro, mas ele sabia que, quando voltasse ao mundo, Esdeath com certeza o encontraria, e era bom que Mine estivesse presa à sua cama, porque Esdeath talvez soubesse dos dois, de forma que ela a mataria assim que a visse.

-Vou segui-la, então. Sabe por onde começar?

-A grande capital de Albion- Akame guardou a arma- Ouvi sobre massacres acontecendo lá.

-Muito bem, então para Albion. Akame...

-Sim?

-Conhece uma tal de Chelsea?

-Fim algumas missões ao lado dela. Por quê?

-Por nada- deu de ombros- Por nada.


Notas Finais


A fic tá com mais de 3 000 visualizações, eu sinceramente não sei se isso é muito, ou pouco, é a primeira coisa que eu escrevo nessa comunidade, mas isso me deixa extremamente feliz, porque eu nem consigo imaginar 3000 coisas lado a lado, nem meu salário é tão grande rsrs


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