História Cinta Manis - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Malec
Visualizações 346
Palavras 1.135
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Cinta Manis - Capítulo 2 - Capítulo 1

 

Capítulo 1

Perjumpaan manis

 

Ao abrir as cortinas de seu loft, Magnus agraciou a mãe natureza pelo barulho das motos e daquela música ensurdecedora... Era óbvio que ele precisava arrumar um jeito de isolar o loft.

Magnus Bane era um homem do mundo, um homem da natureza.

Com a sua pele dourada e definido, de altura considerável, cabelos negros e liso, olhos verdes-amarelados e traços asiáticos. É filho de Asmodeus e Cahaya, um casal que se conheceu em Jacarta, Indonésia e que permaneceu lá até que o pai de Asmodeus, que o havia renegado, morrer e deixar todo o seu dinheiro para o filho.

Fazendo a vida da família girar em trezentos e sessenta graus... Eles que sempre viveram simplesmente se viram obrigados a tomar conta dos negócios da família, fazendo-os se mudar para a Inglaterra quando Magnus tinha doze anos, transformando tudo a volta deles.

Magnus que sempre quis fazer gastronomia acabou indo para Paris, formando-se lá e tendo alguns poucos relacionamentos... Para logo em seguida começar a viajar o mundo, conhecer novas culturas, novas pessoas... E Magnus se encantou com o esoterismo em modo geral.

Quando chegou aos EUA, Magnus começou a trabalhar como segundo cozinheiro num restaurante franceses com um dono inglês chamado Woolsey Scott, o emprego durou menos de seis meses, mas não havia dado certo... Woolsey é um porco.

Hoje aos trinta e dois anos, Magnus tinha um pequeno restaurante de comida natural... Vegana, vegetariana, fitness... Estava cada dia prosperando cada dia mais e a horta do seu loft não estava mais suportando a demanda, fazendo-o fazer negócio com hortas que não utilizam nenhum tipo de agrotóxicos.

Se há dois anos alguém lhe dissesse que ele deixaria de ser chefe, souschef, confeiteiro, auxiliar da confeitaria, cozinheiro um e dois, auxiliar de cozinha e steward para ser somente chefe... Ele não acreditaria.

Magnus pega o seu chá de camomila, analisando a rua... Há duas semanas um pub abriu naquela rua, tirando a sua paz e a sua tranquilidade, logo ele que comprou aquele prédio em uma área de armazéns para que não houvesse tanto barulho.

Nem mesmo as suas meditações estavam conseguindo-o deixar calmo, nem mesmo o seu abraço matutino em sua azaleia o acalmava tamanha era os barulhos vindo do lugar... Há duas semanas ele não conseguia dormi direito!

Não com o barulho das motos, não com o barulho da música, não com o barulho das pessoas entrando e saindo, tanto para a oficina de motos, tanto para o estúdio de tatuagem.

Ele ouve Presidente Miau arranhando a porta e logo em seguida abre a porta, encontrando-o roxo.

-Isso já está ficando enlouquecedor! –Afirma, pegando o seu casaco, deixando a sua xicará de chá em cima da mesa e marchou em direção ao bar, encontrando um homem vomitando na esquina, dois brutamontes subindo em uma moto barulhenta e um loiro, de olhos dourados, cheio de tatuagens e piercing  que quase o atropela com um monstro que também pode ser considerado uma moto.

-Hei! –Resmunga, quando vira-se em direção a Magnus.

-Quem é o dono desse estabelecimento? –Pergunta, irritado, vendo o loiro soltar uma risada sarcástica.

-Sou um dos donos. –Responde, abaixando o capacete.

-Eu sou seu vizinho, não chamo a policia pela sua barulheira, não reclamo de porcaria nenhuma, mas as coisas já saíram do controle! –Afirma, irritado, vendo-o rir. –E desliga essa moto! A natureza agradece e ninguém tem que saber que você está exibindo testosterona com esse barulho dos infernos e essa fumaça que pode criar um buraco na camada de ozônio! –Grita, irritado.

-E... Já vi que é um dos hippies! –Resmunga, revirando os olhos. –O que foi que acontece? Desplantaram a sua plantinha? –Pergunta, maldosamente.

-Olha aqui, seu comedor de carne e amante da poluição sonora e respiratória... Eu estou aqui porque pintaram o meu gato de roxo! –Grita, irritado. –Ele poderia ter ficado cego, eu não importuno, eu não faço absolutamente nada enquanto é comigo, mas com o meu gato não! –Afirma, gritando, observando-o tender o corpo para trás e colocar uma expressão assustada no rosto. –Ele é um animal indefeso! –Lembra, nervosamente.

-O que está acontecendo aqui? –Pergunta uma voz grossa, que estava saltando de uma moto maior do que a do loiro, chamando a atenção de Magnus, que quase se perdeu naquela visão.

Um homem alto, não tão alto quanto ele, de olhos azuis, piercing no lábio, nariz, supercilio, orelhas, alargadores nas orelhas, pele alva, cheias de tatuagens, corpo definido, cabelos bagunçados negros, barba e bigode por fazer, que estava totalmente de preto.

Um tremendo pedaço de mau caminho, que estava roubando a gravidade de Magnus.

-Esse doido quer me matar! Diz que é morador e que alguém aqui pintou o gato dele de roxo... Dá para tirar ele de cima de mim? –Pergunta o loiro, nervosamente e o moreno junta as sobrancelhas.

-Jace, quando compramos eles garantiram que não havia nenhuma residência aqui. –Afirma, aproximando-se de Magnus, que se amaldiçoa por não ter se arrumado adequadamente para esganar aquele loiro.

-Pois tem... Eu! –Afirma Magnus, levantando o dedo.

-Merda, Jace! –Resmunga, irritado.

-Eu não tenho culpa... Eu não posso controlar todos os nossos clientes, não posso vigiar gatos que eu nem... –Interrompe-se, quando ele solta um rosnado. –Ok, tudo bem, você resolve. –Diz, saltando da moto e correndo para o lado de dentro.

Magnus volta-se em direção ao homem, que o estava analisando com bastante atenção, deixando-o de pernas bambas.

-Sou Alexander, Alec. –Apresenta-se, esticando a mão em direção a Magnus.

-Magnus. –Apresenta-se, apertando a sua mão.

-Que merda os meus irmãos andam fazendo? –Pergunta, tirando o casaco de couro, deixando as suas tatuagens amostra e encostando-se na moto e cruzando os braços, analisando-o com atenção.

Magnus teve que se concentrar para não pular em cima dele e concentrar-se no que tinha de fazer.

-Fora o barulho? Problemas de bêbados inconvenientes e os meus pulmões poderem ficar pretos a qualquer momento? Bom... Pintaram o meu gato de roxo! –Revela, nervosamente. –O pobrezinho já é pequeno, agora cheio de toxinas pode nem se desenvolver direito.  –Resmunga, suspirando.

-Ok, vou controlar o barulho, vou controlar os bêbados e se o seu gato passar por aqui ele vai ganhar peixe e não tinta. –Revela, aproximando-se mais de Magnus, que engole em seco.

-Obrigado. –Agradece, afastando-se dele e sentindo os olhos azuis em suas costas, sentindo um arrepio se formar em toda a sua pele.

-Aonde mora? –Pergunta, atraindo a atenção de Magnus, que vira-se em direção ao motoqueiro.

-No cento e vinte... Por quê? –Pergunta, engolindo em seco.

-Para caso eu precise de açúcar ou devolver o seu gato. –Responde, passando a língua em seus lábios e o analisando com malícia.

E com aquilo Magnus se foi, mas não antes de anotar a placa da moto de Alec... Afinal de contas, ele precisava de informações!

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...