História Cinza é a Cor Mais Quente - Capítulo 23


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Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Personagens Aki Kino, Edgar Valtinas, Endou Mamoru, Fideo Ardena, Fudou Akio, Fuyuka Kudou, Haruna Otonashi, Ichinose Kazuya, Kia Hiroto, Kidou Yuuto, Midorikawa Ryuuji, Natsumi Endo, Reina Yagami (Ulvida), Shirou Fubuki, Shuuya Goenji, Tachimukai Yuuki, Tobitaka Seiya, Tsunami Jousuke, Utsunomiya Toramaru
Tags Aki Kino, Aki X Haruna, Akio Fudo, Ardena Fideo, Endo X Tachimukai, Entachim, Fideo X Handa, Fubuki X Goenji, Fudo X Kido, Fuyuka Kudo, Fuyuka X Natsumi, Goenbuki, Goenfubu, Goufubu, Handeo, Haruna Otonashi, Hiromido, Hiroto Kiyama, Hiroto X Midorikawa, Ichinose X Lika, Josuke Tsunami, Kazuya Ichinose, Lika Urabe, Natsufuyu, Natsumi Raimon, Ryuji Midorikawa, Satoru Endo, Seiya Tobitaka, Shinishi Handa, Shiro Fubuki, Shuya Goenji, Tobimaru, Tobitaka X Toramaru, Tobitora, Toko X Tsunami, Toko Zaizen, Toramaru Utsunomiya, Toratobi, Tsutoko, Yuki Tachimukai, Yuto Kido
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Palavras 5.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo anterior, Lika superou seu passado! Ela finalmente mostrou que Ichinose conseguiu conquistar seu coração... Que coisa mais linda gente. Rolou até beijo! Lika está apaixonada! E o Ichinose tem chance de sair da cadeia!

Como um dos leitores do capítulo anterior disse: "Aos poucos as coisas começam a se acertar"
Além de Ichinose e Lika. Os pais de Fudo foram ótimos dando uma lição em muitos pais horríveis por aí que não aceitam a sexualidade de seus filhos... Mas além da rosa, tbm temos os espinhos, com o pai do Kido q ainda tentou separar eles, mas os pais do Fudo negaram a ajudá-lo e aceitaram o filho por quem ele era... Como eu queria que todas as pessoas do mundo fossem assim.

Após uma quente transa em uma jaula, Goenji e Fubuki não dormiram a noite inteira apenas fazendo sexo... Ninguém ficou admirado. Mas a tensão deles veio quando Hijikata mandou uma mensagem para o Goenji e Fubuki viu, e depois fodeu (não nesse sentido. No sentido, SE LASCOU, SE LASCOU, SE LASCOU).

Haruna e Aki ainda estão indecisas sobre a relação delas, mas isso pode ser por pouco tempo, já que teve uma proposta um tanto indecente para irem para uma boate LGBT...

Pra finalizar o capítulo com aquele pensamento: "Fodeu de com força!". Tivemos Kudo dizendo que nunca terá Handa como ele o ama, pois ele ainda é apaixonado pelo Fideo. Em uma tentativa de lhe acalmar, Handa beijou o pai da Fuyuka, na hora que ela chegou e viu a cena...

Descanse em Paz, Handa.

⬆ Tô brincando! Agora leiam! Vejo vcs lá embaixo ⬇

Capítulo 23 - Não Há Mais Lágrimas Pra Chorar


Fanfic / Fanfiction Cinza é a Cor Mais Quente - Capítulo 23 - Não Há Mais Lágrimas Pra Chorar

Fuyuka POV

Handa e papai estavam visivelmente assustados ao me verem. Eu estava chocada com aquilo, meu pai e meu amigo estavam se pegando, escondidos de todos?!

"O que estava acontecendo aqui?" Perguntei um tanto chocada e um envelope que estava na minha mão caiu enquanto eu encarava os dois.

Handa me olhava com uma cara de assustado, meu pai me olhava de um jeito normal, sério, sem dar importância, o que não era de se admirar.

"Desculpe por interrompê-los" Foi o que eu disse antes de sair correndo envergonhada dali.

"Fuyuka, espere!" Handa gritou mas eu continuei correndo.

***

"Não brinca! Handa e seu pai estavam transando?" Natsumi perguntou sorrindo.

Ela estava deitada de bruços em sua cama enquanto apoiava o rosto nas mãos, e me olhava com uma cara de pervertida... Não consigo pensar direito com ela ali, daquela maneira... Natsumi estava apenas de calcinha e sutiã pretos com detalhes florais... Concentre-se!

"Sim, eles estavam aos beijos! Mas dava pra ver que haviam transado, eu notei um pacote de camisinha rasgado na mesa, se eu não tivesse chegado, era capaz dos dois voltarem a transar!" Falei estressada dando voltas pelo quarto enquanto Natsumi permanecia da mesma maneira.

"Eu não sabia que você era assim, qual é o problema de dois caras enfiando a língua na boca um do outro? Que eu saiba, seu pai te aceitou muito bem quando você disse gostar de garotas".

"Não estou sendo preconceituosa, a maioria dos meus amigos são gays. Eu fui uma das primeiras pessoas que apoiou o Handa quando ele se assumiu. Eu também apoiei meu pai quando ele se assumiu gay. O que me deixa incomodada é o fato do papai estar transando com meu amigo!" Falei incrédula.

"Pra mim eles estão namorando, e só não revelam isso para nós porque vai ficar estranho aqui na universidade essa relação entre professor e aluno" Natsumi disse tranquilamente e eu a encaro e ela devolve o olhar firme.

"Eu sou a quinta mais inteligente da nossa área, isso foi só um chute, e bem dado por sinal" Ela falou no mesmo tom de voz. Eu a olho com desdém e ela me encara normalmente.

"Já disse, não tenho preconceito. O que eu me recuso a aceitar é o fato do meu pai se pegar com um dos meus amigos" Falei.

"É, entendi seu ponto de vista" Ela falou.

"E o que vai fazer agora? Acabar com o relacionamento do Kudo e do Handa? Seria muito baixo de sua parte. Seu pai é bem gostoso e é jovem, não estou admirada pelo Handa estar se envolvendo com ele".

"Como você se sentiria se uma amiga sua se envolvesse com seu pai?" Pergunta em um tom de deboche.

"Normal! Papai já namorou por um tempo uma moça de 20 anos que é minha amiga, quando eu tinha 19 e ele 40. Meu pai está em forma para um cara de quase 50 anos" Ela disse me olhando de uma forma sarcástica.

"Talvez seja porque você e ela não tem o mesmo laço de amizade que eu tenho com vocês da área 8" Falei e ela pareceu se dar por vencida.

"Para de ser chata. Eu sei que seu pai teve um relacionamento conturbado com um rapaz que o traiu. O mesmo aconteceu com o Handa, deixe eles, em seu lugar, eu estaria feliz por duas pessoas que eu amo estarem seguindo a vida" Natsumi falou.

"Não é fácil pra mim aceitar isso. E se alguém descobrir? Eu não quero que meu pai seja demitido" Disse sentando na cama.

Fiquei pensativa, o pensamento de uma possível demissão do papai pela relação com o Handa, martelava na minha cabeça... De súbito fui puxada pra trás, Natsumi abraçou meu corpo e eu cai deitada de costas pra ela.

"Eu ouvi sua conversa chata por quase 10 minutos, até minha pressão subiu te ouvindo falar, e acho que você não devia se preocupar com isso, e eu estou com uma calcinha e um sutiã bem sexys e você falando sobre o Handa ou o Kudo, apenas me faz não querer fazer o que eu quero com você" Natsumi falou e eu virei de frente pra ela.

"Então por que não mostra pra mim o que quer fazer?" Perguntei de um jeito safado e ela sorri.

"É uma boa ideia" Natsumi falou me eu me sento ao seu lado. Natsumi se posiciona em minha frente e antes de qualquer coisa, Natsumi retirou minha blusa preta deixando à mostra meu sutiã rosa.

Natsumi começou a retirar meu short jeans deixando minha calcinha agora sendo a minha única peça de roupa cobrindo minhas partes íntimas. Diferente da maioria das vezes, ela está mais... O termo mais correto a dizer seria: Esfomeada.

Natsumi ficou em cima de mim e sentou sob minha calcinha. Sinto minha vagina se abrindo e endurencendo a pele ao redor, enquanto sinto meu corpo lubrificando por dentro, é uma sensação indescritível de tão boa que é.

Natsumi inclina o rosto em minha direção e me beija sem nenhum pudor. Diferente da maioria das vezes em que nossos lábios se encontravam, dessa vez, foi algo bem mais selvagem, cheio de luxúria e intensidade... Ela tem um... Fogo...

Sua boca movia a minha, ela me guiava abrindo e fechando nossos lábios. Seguimos nos beijando por um delicioso e longo tempo, não estávamos preparadas para a falta de ar que veio, obrigando nós duas a nos separar.

Ficamos nos olhando enquanto recuperávamos o ar gasto no beijo. Ela corou me encarando e eu sorri ajeitando seus cabelos castanhos que caíram pra frente.

"Fazia um bom tempo que não faziamos isso" Natsumi falou soltando o feixe do meu sutiã.

"Ultimamente anda acontecendo tanta coisa que nem sobra tempo pra sexo" Falei e ela sorriu.

"Então seria bom recuperarmos o tempo perdido" Natsumi falou de um jeito sensual e tirou o sutiã de mim após um breve esforço.

Natsumi fez o mesmo e retirou seu sutiã, deixando seus seios à mostra também. Agora a calcinha é a única peça de roupa que nos separa de fazer sexo... Não por muito tempo.

Natsumi aproveitou que eu estava deitada de barriga pra cima e com as mãos nas laterais da minha roupa íntima, ela puxou minha calcinha calmamente com as pontas dos dedos. Ela cheirou e depois jogou na outra cama.

Natsumi se inclinou e sem dizer qualquer palavra, senti sua boca se chocar contra minha vagina e eu arqueei a coluna. Natsumi lambia minha genitália arrancando meus gemidos altos e não duvido que aquilo apenas tenha lhe excitado... Por que até eu gostei me ouvir gemendo por sua causa.

Natsumi aumentou os ritmos das chupadas, senti sua língua massagear minha clitóris, ela massageava também usando os dedos, acariciando minha região íntima.

Natsumi POV

Era uma loucura ouvir Fuyuka gemer enquanto eu fazia um oral nela. Aproveitei para apenas usar a boca em sua vagina enquanto passava as mãos por suas pernas, massageando-a.

Suas pernas eram tão macias, a cor levemente rosada lhe caiam bem. Mas eu dava atenção principal para o que fazia antes. Lhe proporcionar prazer.

Continuei fazendo movimentos em sua vagina, eu sentia seu líquido que escorria na minha língua e quando eu menos esperava, Fuyuka gozou na minha boca sujando um pouco meu rosto.

Lambi sua virilha e tudo ao redor até remover o pré-gozo, ao terminar, lhe encarei e sorri maliciosamente.

"Vamos logo acabar com isso" Fuyuka falou ofegante e eu segurei seu queixo, fazendo ela abrir a boca.

"Calma, amor. Quero chegar ao ápice não com oral..." Disse maliciosa e Fuyuka ficou corada, em seguida depositei um selinho em seus lábios.

"E como você quer chegar?" Ela perguntou pervertida enquanto sorria.

"Você vai ver".

Fiquei em pé na cama, segurei as laterais da minha calcinha e fui descendo cautelosamente sua roupa íntima. Aos poucos ela via meu corpo cada vez mais, ela já podia ver minha genitália, a calcinha descia suavemente por minha perna até eu retirar a calcinha de vez mostrar meu corpo nu como o seu.

Eu me livrei da calcinha e deitei meu corpo sob o seu, nossos seios se encostaram um no outro, da mesma maneira aconteceu com nossas vaginas. Enquanto o restante do nosso corpo se chocou um com o outro. Avancei na boca de Fuyuka, enquanto eu sentia nossas genitálias se chocarem uma na outra.

Começamos a aproveitar cada vez mais daquele casto beijo. Eu lhe beijava cada vez mais e passava as mãos por seu corpo, por vezes ela se movia e arqueava seu corpo durante o beijo.

Passei a me mover suavemente indo pra frente pra trás fazendo movimentos em nossas vaginas. Fuyuka começa a gemer alto e arfar, separando a gente, mesmo assim, eu continuo me movimentando.

A pele ao redor de minha parte íntima está dura enquanto está levemente aberta. Sinto o pré-gozo escorrendo violentamente e fluindo dentro de mim, era só uma questão de tempo até eu chegar ao ápice.

Continuamos nos esfregando por vários longos minutos. Nossas vaginas estavam bastante lubrificadas tanto por dentro, quanto por fora, mas isso tudo era da minha neko, eu ainda não cheguei ao ponto.

Continuamos nos movimentando frenéticas, enquanto trocávamos beijos, lambidas, mordidas, chupões e algumas carícias. Apesar de ser de alma, muitas vezes o que fazíamos era mais por corpo.

Não demorou muito para que após um tempo apenas daquele jeito, nós chegássemos ao ápice, eu na primeira e ela na segunda vez. Nosso gozo apenas deixou aquilo ainda mais intenso. Continuamos nos beijando por longos minutos e só então eu saio de cima dela.

"Eu te amo" Sussurrei acariciando seu rosto.

"Também te amo" Ela respondeu me dando um selinho...

Fubuki POV

Já se passaram dois dias desde que eu mexi no celular de Goenji, tento evitá-lo ao máximo e naquele dia ele apenas não me puniu porque o pai dele lhe telefonou e tivemos que sair.

Mas com esse pouco tempo juntos, eu sei que Goenji não leva desaforo. Ele vai se vingar... É o jeito estar preparado...

"Fubuki. A Toko e eu iremos juntos. Vai querer carona?" Tachimukai perguntou sorridente acompanhado pela rosada.

Estávamos na frente do hospital, exastos por um cansativo dia de trabalho.

"Claro" Respondi sorrindo. Toko se dirigiu para o estacionamento para pegar o carro e eu junto de Tachimukai seguimos atrás dela. Minha relação com ele anda melhorando bastante, mas eu ainda não recuperei sua confiança, sendo assim, eu ainda durmo com o Fideo.

"Você vem comigo".

Goenji apareceu do nada, falando em um tom de voz ameaçador, segurando meu ombro, fazendo eu me arrepiar por completo. Tachimukai se virou e encarou ele, enquanto eu permaneci paralizado.

"Olá, Goenji" Tachimukai disse e Goenji lhe saudou.

"Diz pra Toko que eu e o Shiro vamos sair juntos" Goenji disse e Tachimukai se retirou calmamente. Maldito! Ele foi mesmo!

"Olhe pra mim" Goenji ordenou tirando a mão do meu ombro. Eu levantei a cabeça quando me virei e encarei seu olhar duro.

Notei que além do Goenji e eu, haviam poucas pessoas ali, elas nem nos davam importância, apenas seguiam seus rumos... Goenji fez um sinal com a mão e eu o segui indo em direção do seu belo carro carro preto.

Quando a porta do carro fechou e ele deu partida, soube na hora que não havia mais como fugir dali...

***

Estamos do quarto vermelho... Eu estou completamente nu, ajoelhado no chão do centro do quarto de jogos. Goenji está em qualquer canto do quarto e me ordenou a ficar dessa maneira.

Mordo o lábio e belisco forte minhas coxas onde apoio as mãos e espero Goenji vir com sua punição. Ouço passos vindo em minha direção que aumentam gradativamente a medida que ele se aproxima de mim.

"Estenda a mão" Ele ordenou e mesmo nervoso, levantei a mão para o alto. Goenji posicionou minha mão corretamente, deixando meu braço igual a um garçom carregando bandejas.

"Por que você ainda ousa me desobedecer? Você não deve se intrometer em meus assuntos. Quanto mais eu acho que você aprendeu a lição, você vai e me desafia" Goenji falou em um tom sério.

Senti uma ponta de fita de couro encostar em minha nuca. Arrepiei com medo, meu coração acelerou, minha respiração estava pesada... No canto do olho, percebi que era uma espécie de vara com uma ponta de cinto...

O tal objeto passeava por meu ombro e meu braço, seguindo até minha mão. Fechei os olhos e me preparei... Goenji deu um forte açoite na minha mão. Não chegou a doer, mas não era algo confortante...

"Doeu?" Ele perguntou.

"Não" Respondi quase que num sussurro.

"Às vezes a dor pode estar na sua cabeça" Ele murmurou.

"Mas às vezes... Não!" Ele falava mudando o tom e em poucos segundos eu sinto uma maldita sensação de fogo e queimadura na mão.

"AAAAAAAAHHH! Caralho!" Gritei segurando o pulso.

Goenji deu um açoite ainda mais forte na minha mão, sentia queimar, ardia bastante... Sacudi a mão enquanto tentava fazer aquela ardência passar... Que merda!

"Levante-se" Ele falou e eu o obedeci, ainda virado de costas.

"Olhe" Ele disse estendendo um rolo de fita de cetim preta na minha frente... Engoli o seco.

***

Goenji havia me posto sentado em uma cadeira enquanto ele fazia seu trabalho sujo. A fita estava bem amarrada, apertava todo meu corpo, Goenji passou mais de meia-hora dando voltas com a fita ao redor de meu tronco e meus braços, assim ficando todos presos.

Ele me amarrou bem forte, não o suficiente para prender meu sangue, mas o suficiente para me impedir de movimentar qualquer uma parte da cintura pra cima, que não fosse a cabeça.

Já não bastando isso, Goenji amarrou meus tornozelos bem forte. Além de eu estar com os pulsos presos pra trás amarrados pela mesma fita que amarrou meu tronco. Ele ainda amarrou meus tornozelos, impossibilitando que eu abrisse as pernas.

"Abra a boca" Ele falou e eu obedeci. Goenji desenrolou mais uns centímetros de fita, dando voltas ao redor da minha cabeça, enrolando a fita por minha nunca, minhas bochechas... Minha boca.

Goenji usou uma tesoura e cortou um pedaço da fita e por fim deu um nó ao terminar de enrolar. Parecia uma coleira, só que amarrada na minha boca, invés do pescoço, além disso, havia sobrado uns 30 centímetros de fita solta da que estava na minha nuca... Parecia mesmo uma coleira...

Sem dizer alguma palavra, Goenji me carregou até a cama do quarto vermelho e me colocou. Eu quase fiquei de quatro, mas meu tronco e meu rosto afundavam na cama já que meus braços estavam contidos.

Goenji aproveitou para retirar sua boxer vermelha, que era a única peça de roupa que ele tinha até aquele momento. Mas o calor do momento lhe impedia de continuar com aquilo, ele não tardou para retirar a cueca e apenas para me provocar, jogou a cueca bem perto do meu rosto.

Eu não resisti, aproximei a cara perto daquela roupa íntima e inalei seu odor. Tinha um cheiro intoxicante de sêmen... Algo que me alucina.

Goenji se posicionou atrás de mim, ele teve que abrir as pernas pois não podia afastar as minhas. Olhei pra trás e vi Goenji chupava e lambia seus dedos de um jeito sensual.

Goenji terminou de lamber seus dedos, aquilo me deixava alucinado. Virei o rosto me preparando por mais. Era a melhor punição que eu já tive.

Goenji introduziu os três dedos de uma só vez dentro de mim. Empinei a bunda arqueando a coluna de dor, além de ter gemido alto, mas por causa da fita, meus ruídos saíam abafados. Goenji continuou introduzindo os dedos dentro de mim. Ele movia e explorava todos os cantos da minha entrada.

Eu rebolava enquanto seus dedos se moviam dentro de mim. Por vezes as paredes do ânus se contraiam apertando seus dedos. Aquilo excitava bastante, minha respiração falhava...

"O contrato deixa claro que você deve aceitar qualquer das punições. E no momento, você está muito relutante para o meu gosto!".

De repente, senti uma forte pressão, minha cabeça foi puxada pra trás. Goenji usou a fita para me puxar, da mesma maneira que usam rédeas para domar um cavalo.

Sentia meu pênis duro roçar contra minhas nádegas. Goenji retirou os dedos de dentro de mim após longos minutos movendo dentro de mim.

Eu gemi muito contragosto ao sentir ele sair de dentro de mim. Porém, como era de se esperar, Goenji nem ligou, ainda eu agradeci por não sentir mais dor, a ardência passou aos poucos mas eu ainda sentia meu ânus esfolado e a sensação de estar maior. Ele apenas firmou o punho e continuou puxando a fita me fazendo arquear a coluna.

Goenji desferiu forte tapa na minha nádega direita e meu grito sai abafado por causa do cetim preto. Goenji me empurra violentamente e fico com o tronco e a cabeça apoiados na cama.

Ele abre bem minhas nádegas contemplando minha entrada anal, que por acaso está bastante lubrificada pela sua saliva.

Ele cospe em minha entrada deixando sua saliva umedecendo e lubrificando ainda mais o local. Goenji pressiona a ponta de seu pênis na minha entrada...

Ele passa a pressionar cada vez mais o pênis em mim, a lubrificação não ajudava muito, seria mais doloroso se eu não estivesse acostumado com essa dor, fico imaginando que desde que conheci o Goenji, me tornei cada vez mais masoquista...

Saio de meus pensamentos gemendo alto de dor quando Goenji cansado de ir calmo, resolve ir com força, ele pressiona a glande de seu pênis bem na minha entrada, e dá uma estocada forte o suficiente para penetrar de vez em mim.

Agora ele estava dentro de mim, e eu lutava para conter sem sucesso aquela dor. Era inútil, eu já estava chorando, mas Goenji nem se importa. Pelo contrário, Goenji começa a dar estocadas ainda mais fortes dentro de mim enquanto me puxa pela fita.

Era doloroso, mas provando o quanto Goenji me transformou em masoquista. A dor agonizante que me dilacerava por dentro, também parecia ser pouco, de alguma maneira, eu queria mais e mais.

Goenji continua dando estocadas furiosas que esfolavam dentro de mim. Eu gemia de dor e prazer, com o tempo foi o prazer que falou mais alto, tão alto... Alto o suficiente para que eu não pudesse mais aguentar mais aquilo, eu gozei violentamente na cama.

Meu ânus apertava o pênis de Goenji à medida que jatos de esperma eram lançados fora de mim. Goenji continuou me puxando firme e forte, além de seguir estocando violentamente em mim.

Goenji seguiu assim por mais longos minutos, até que ele se desfez dentro de mim e preencheu minha entrada com seu sêmen.

Goenji e eu estavámos ofegantes depois tudo aquilo, ele saiu de dentro mim um tanto cansativo. Eu também não resisti e me joguei de vez, fiquei deitado de lado na cama, eu ainda estava com braços, pernas, troncos e boca amarrados.

Goenji deitou-se de lado, de frente pra mim. Ele usou a mão direita para dar a volta por minha nuca e só usando esta mão, ele soltou o laço e retirou a fita deixando cair em volta de meu pescoço.

"Foi intenso" Murmurei um pouco dolorido...

"Você merece apanhar mais, você deve sentir mais dor.. Mas algo me impede de fazer isso!" Goenji falou indiferente em um tom de voz incomodado.

"E o que te impede? Quer me bater? Me bata. Não era esse o combinado?" Perguntei corado, engoli o seco e me arrepiei por completo com medo de seu olhar sádico... De súbito e ele se mostrou pensativo...

"Por que você está indeciso? Sente que deve me bater mas não quer fazer isso, por quê?" Perguntei ainda desconfiado com sua repentina mudança de humor.

"Porque eu acho que amo você".

Hiroto POV

"Ei, Mido. Abra a porta" Falei batendo na porta do meu quarto, acho que estamos apenas nós dois aqui. A maioria do pessoal foi para uma boate LGBT com a Haruna, ela convidou o pessoal pra comemorar algo que ela não especificou bem o que era, mas acho que alguns devem estar meio ocupados no momento. Fubuki deve estar com Goenji, Lika talvez esteja em mais outro emprego e já Toramaru deve estar no restaurante com a mãe, e eu acho que Tobitaka está com ele. Mido não foi por ter um relatório para entregar e eu não fui porque estava sem vontade, ainda estou.

Eu convidei Midorikawa pra me acompanhar no meu quarto já que estamos sozinhos aqui, ele estava fazendo um trabalho de aula quando eu saí por um momento e a porta travou. Essa porta está com problemas faz um tempo.

Ouvi pisadas e do nada a porta estalou e abriu, eu entrei no quarto que dividia com o Tsunami, Midorikawa voltou para a cama do Tsunami, onde ele fazia seu trabalho. Enquanto que eu me joguei na minha apenas relaxando.

Eu estava apenas de cueca branca enquanto que ele estava todo vestido, algumas vezes eu o pegava olhando pra mim de relance. Eu me aproveitava daquilo, contudo, não dizia ou fazia nada, por vezes o que ele mais olhava pra mim era meu pênis e aquilo fazia meu tesão aumentar... Preciso de controlar.

Fiquei mexendo no meu celular, sem ter o que fazer enquanto que Midorikawa continuou digitando em seu computador, sentado na cama do Tsu enquanto achava uma posição melhor pra ele.

"Você não desgruda os olhos do computador nem ao menos para olhar pro livro" Observei deitado de bruços enquanto mexia no meu celular.

"Eu apenas colo e copio, e não posso me distrair, tenho que entregar o relatório amanhã, se eu não entregar, ficar" Ele falou olhando fixamente para a tela do computador que estava em seu colo.

"Eu disse pra você fazer antes" Lhe adverti, nós dois fazemos engenharia juntos, e diferente dele, eu não deixei meu trabalho pra última hora.

"Chega, eu estou cansado..." Ele falou exausto fechando o computador.

"Não vai terminar?" Perguntei.

"É pra entregar na aula da tarde de amanhã. Vou acordar cedo e vou passar o tempo livre fazendo, faltam ainda três páginas mas acho que irei terminar até lá" Ele disse deixando seus pertences na mesa do Tsunami e veio até mim, em seguida sentou ao meu lado na cama.

"Boa sorte com isso" Respondi seco.

"O que é isso? Já esqueceu o Fubuki? Eu não esperava que você iria estar desesperado para procurar namorados pela internet" Ele comentou olhando vários perfis de garotos no meu celular, eu corei e desliguei o mesmo.

"Bom, eu estava, e sim, já esqueci o Fubuki" Falei sorrindo corado.

"Cuidado com essa gente da internet. Uma vez conheci uma cara que era bonito, mas era chato pra caralho. Brigamos feio e ele me bloqueou e depois eu bloqueei ele" Mido falou sorrindo enquanto eu o encaro.

"Isso me parece uma linda história de amor" Brinquei e ele sorriu. Ficamos alguns segundos rindo até que o silêncio fosse o único som que ouvissemos.

"Eu já superei o Fubuki, mas e você?" Perguntei sorrindo.

"Eu nunca fiquei afim do Fubuki. Diferente de você e do Fideo, eu não brinco com o perigo, ele é do Goenji. E o Goenji não é o tipo de pessoa que deixa as coisas passarem" Ele disse.

"Estou falando de nós dois... Você ainda se sente atraído por mim?".

"Não" Ele respondeu sorrindo.

"Que bom, porque eu realmente não sentia nada por você. E ficar atrás de mim enquanto eu o ignorava, doía. Eu não queria te fazer sofrer, não é que eu te odeie, eu apenas não sentia atração por você" Falei e ele sorriu.

"Emocional não, sexual talvez".

"Do que está falando?".

"Acha que eu não notei quando você se aproximava de mim com o pau duro... Eu não vou mentir, estou precisando de uma distração" Mido comentou e eu sorri maliciosamente.

À essa altura, meu pau já estava uma bomba dentro da cueca, eu me virei de lado na cama e apertei o pênis coberto pela minha roupa íntima. Não sei o que deu em mim, mas aquela conversa estava me deixando cada vez mais excitado...

"Lembra de quando eu enfiei dentro de você?" Perguntei puxando a frente da cueca, exibindo meu grosso pênis cheio de veias, estava com uma leve umidade na glande, pulsava muito enquanto esperava Mido agir.

"Eu estou falando sério. Eu já superei" Mido falou dando um beijo na minha testa, foi em direção de seus materiais e se retirou do quarto.

"Boa noite" Ele falou lá de fora e eu fiquei ali parado incrédulo.

Aki POV

A boate era como qualquer outra, com exceção de que haviam homens e mulheres dançando sensuais fazendo pole dance. Atraído pessoas de sexos iguais em suas direções.

"Não acredito que concordamos em vir pra cá" Natsumi reclamou.

"Não é tão ruim assim!" Kido falou alto por causa da música.

"Ei, bonitão" Um rapaz de cabelos loiros quase castanhos e de olhos verdes falou para Fideo.

"Tem acompanhante?" O rapaz perguntou e Fideo negou com a cabeça. Em seguida ambos se retiraram.

"O Handa perdeu a vez" Fudo disse zombando assim que Fideo sumiu de nossas vistas em meio ao pessoal na pista de dança.

"Eu não sei vocês, mas eu vou dançar um pouco" Toko disse arrastando Tsunami junto dela enquanto nós riamos, afinal, ele parecia relutante.

Aos poucos fomos nos retirando até sobrar Endo e eu, fomos para o bar. Sentamos na bancada e pedimos duas bebidas.

"Essa noite está péssima" Endo observou e eu segui seu olhar. Ele olhava fixamente Tachimukai na pista de dança, ele estava dançando alegremente com um rapaz desconhecido, olhei para o Endo desolado como se seu olhar dissesse: Tem uma pessoa no lugar que deveria ser meu.

Coitado dele...

"Suas bebidas" O barman falou depositando nossas bebidas na bancada e mal ele colocou, Endo pegou um dos copos.

"Endo... Como foi que você se descobriu gay?" Perguntei. Endo que estava bebendo, depositou o copo na mesa e encarou o vazio com os olhos nublados.

"Beijei o Kazemaru numa brincadeira uma vez... A partir de lá, percebi o que eu queria na verdade... Por que a pergunta?".

Eu corei imediatamente mas vi que não ganharia escondendo nada dele mesmo...

"Acho que estou ficando a fim de uma garota" Respondi.

"Por que não diz logo pra Haruna como se sente?".

"Hein?! Como você sabe disso?! Eu não falei nada! Muito menos que era a Haruna!" Gritei assustada.

"Sempre que está perto dela você fica toda nervosa. Assim como o Fubuki ficava em relação ao Goenji e o Tachimukai quando estava gostando de mim" Ele respondeu calmamente virando mais um copo na boca.

"Ela me trouxe até aqui para eu me descobrir, e até agora nada aconteceu, eu ainda não sei se gosto de homens ou de mulheres" Falei e Endo estendeu o copo, fazendo isso ele foi servido novamente.

"Melhor você tentar ir direto ao assunto. Ou vai ficar que nem eu" Ele foi enfático.

"Concordo" Olhamos para o lado esquerdo e só então notamos que Fideo estava lá conosco, assim fiquei sentada entre ele e o Endo. Fideo pediu um copo de whisky e Endo pediu mais bebida. Já eu me contetei com apenas um copo.

"Como foi com aquele cara gato?" Perguntei.

"Ele só me convidou pra fazer um grupal junto do namorado dele" Fideo suspirou pesadamente, em seguida ele e Endo receberam suas bebidas.

"Deve ter sido difícil" Comentei.

"Em circunstâncias normais eu até aceitaria. Mas não estou com cabeça pra novos relacionamentos" Ele falou cabisbaixo enquanto balançava o gelo dentro do copo com bebida.

"Ainda está apaixonado pelo Handa, não é?" Perguntei de um jeito fastio e ele afirmou com a cabeça.

"Não reclama. Meu namorado perdeu a memória e até agora não lembra que estávamos juntos" Endo retorquiu.

"Ok. Já vi que falar de suas vidas não é algo bom a se fazer. Mas o que me recomendam?".

"Melhor não perder a vez" Endo comentou cabisbaixo.

"Ou vai ficar encalhada feito a gente" Fideo falou e Endo lhe fuzilou com o olhar.

"Que foi? Eu apenas falei a verdade. Melhor a Aki ir atrás da Haruna ou de quem quer que seja. Estar solteiro quando que o motivo disso é você mesmo, é uma merda. Se eu não tivesse traído o Handa, nós estaríamos juntos ainda" Fideo retrucou secamente.

"Ok. Eu vou, tentem não se agarrar" Falei me levantando.

"Do jeito que estamos, é bem capaz disso acontecer" Fideo retorquiu piscando pra Endo.

 Fui rumo a pista de dança, onde não foi difícil de encontrar Haruna.

"Oi!" Falei alto.

"Olá! E aí, já conseguiu algum menino ou uma menina?" Ela perguntou esboçando um largo sorriso enquanto dançava animada na pista de dança.

"Não" Admiti corada, por sorte, ela não notou. As luzes da boate piscavam em diversas direções, evitando que ela visse como eu estava na verdade. Acho que devo agradecer por isso.

"Por que você..." Haruna falava mas foi impedida quando um cara que dançava, esbarrou nela e Haruna foi empurrada. Por sorte, ou azar, ela se apoiou em meus braços e ficou me encarando.

Seu rosto estava bem na frente dos meus peitos, aquilo me deixou enveegonhada, ela levantou a cabeça e nós duas trocamos olhares, seus olhos azuis são tão belos, pele clara e cabelos azuis marinhos...

Estávamos poucos centímetros dos rostos uma da outra e à medida que nos encaravámos, mais próximos nossos rostos ficavam... Até que quando nossos lábios iriam se encostar, eu fiz uma burrice...

Eu corri envergonhada, deixando Haruna ali sozinha... Meu deus, o que aconteceu comigo?!

Handa POV

Fiquei até tarde esperando Kudo. São quase 23:00 horas e Kudo ainda está corrigindo alguns trabalhos. Eu estou sentado na arquibancada enquanto o encaro.

Sua fisionomia é séria, ele corrige as atividades sem tirar o olhar dos papéis fazendo seu habitual olhar duro e frio.

Fiquei batucando os dedos na bancada enquanto esperava que ele terminasse logo seu trabalho. Fiquei entendiado... Alguns minutos se passaram até que ele por fim levantasse da cadeira e arrumasse os papéis.

"Tenha uma boa noite, Handa" Ele disse sério e eu saí da arquibancada num salto em seguida fui até ele.

"Só isso?! Você não era um mala!" Reclamei.

"Eu estou cansado e amanhã nós dois temos dias cheios" Ele falou.

"Você não me engana, estou acostumado com isso, sei muito bem quando as pessoas escondem coisas ou mentem pra mim!" Falei ríspido e ele suspirou pesadamente enquanto ajeitava uma pasta com papéis .

"Quer a verdade? A Fuyuka não aceitou nossa relação".

"Pode até ser verdade. Hoje quando ela me viu, ela virou a cara. Mas isso não justifica nada, se você se importasse com o que ela pensa, você já teria terminado comigo, invés de ficar me ignorando" Respondi seguindo ele andando até a porta, ele seguia com pressa tentando me evitar, que nem teve tempo de ajeitar a pasta e do nada, quando ele passava pela porta, a pasta abriu jogando todo aquele monte de papel no chão.

"Puta merda" Ele praguejou se abaixando enquanto recolhia os papéis e eu me abaixei também.

"Ainda sei que você está mentindo" Murmurei irritado.

"Não sei do que está falando" Ele retorquiu seco enquanto eu pegava os papeis ajudando ele.

 Um dos que eu recolhi me chamou atenção, era um envelope, para ser mais preciso, era o mesmo que Fuyuka carregava junto dela quando nos pegou nos beijando aqui na sala.

Era uma pasta laranja de papel e havia o remetente de lá de Okinawa...

"Me dá isso" Ele vociferou arrancando a pasta da minha mão, em seguida em silêncio, ele arrumou tudo rápido e se retirou, ele nem ao menos deu boa noite ou me beijou... O que está acontecendo com você Kudo?

Toramaru POV

Já passavam da meia-noite, mamãe e eu estávamos terminando de arrumar o restaurante, eu estava na cozinha arrumando os utensílios enquanto que ela estava no restaurante limpando.

Tobitaka estava sentado numa cadeira me esperando.

"Não demora, temos que estar na universidade daqui uns 30 minutos" Ele reclamou enquanto que eu apenas calmamente lavava as louças.

"Calma, é preciso lavar bem os pratos e os talheres. Tudo é preciso estar limpo e arrumado, na cozinha não se pode cometer erros, o principal é a perfeição" Falei calmamente enquanto lavava as louças.

"Que seja, anda logo com isso, é capaz de fecharem o portão quando nós chegarmos lá" Tobitaka retorquiu secamente.

"Se você me ajudasse, seria mais rápido".

"Não me interessa, e mesmo sendo seu namorado... Não estou com vontade. Apenas termine logo isso".

"Eu já vou terminar, para de ser chato... Mas e você... Gostou de ter jantado aqui?" Perguntei alegremente.

"Sim, mas não me serviram sobremesa" Ele falou e eu fico indiferente por alguns segundos.

"Mas não temos sobremesa" Disse continuando a lavar as louças.

"Tem razão. Mas isso não te impede de dar o que eu quero comer" Ele disse e sem que eu percebesse, ele veio até minha direção e só fui notar sua presença quando suas mãos grossas agarraram minha cintura e me puxaram um pouco para si. Deixei escapar um gemido...

Um barulho estrondoso veio de lá da frente do restaurante. Parecia uma coisa caindo. Tobitaka soltou seu corpo do meu e foi junto a mim ver o que havia acontecido.

Abrimos a porta e chegando no salão, descobrimos o que havia acontecido...

"Mãe!" Gritei indo em direção de mamãe que estava caída desacordada no chão do restaurante com uma vassoura em mãos...


Notas Finais


Lemon e Orange no mesmo capítulo!

Vimos que assim como a maioria dos leitores, Fuyuka também não está aceitando bem a relação do pai com Handa. Mas a raiva dela passou com uma ajudinha, valeu Natsumi!

Depois tivemos Goenji, mostrando que é bem criativo na hora de punir Fubuki. Além da açoitada e da fita, Goenji fodeu Fubuki com força... Quem aí abriu a boca quando Goenji disse que acha que ama o Shiro? Já é meio caminho andado.

E agora será que foi uma troca? Hiroto não gostava do Midorikawa e Midorikawa era apaixonado por ele. Agora Midorikawa nem quer saber do Hiroto mas o Hiroto está interessado por ele?! Quem aí pode explicar isso? Nem eu entendo!

Kudo está dando um gelo no Handa?
Calma, não tirem conclusões precipitadas, ainda tem muito desses dois pela frente.

Meu deus! O que será que aconteceu cm a mãe do Toramaru? Nem sei pq eu pergunto isso, eu sei. Vcs não, mas fica meio besta eu perguntar sabendo o q significa, né?

Foi mal ter parado a festa ali, mas o Handa e o Toramaru tinham q aparecer. E gente... Enquanto Fideo e Endo ficam bêbados tentando esquecer de Handa e Tachimukai (em vão), eles aconselham Aki a deixar logo de enrolação, por fim Haruna e Aki quase se beijaram na pista de dança... O que será que deu na Aki? Em breve as respostas. Descubram no próximo capítulo.

COMENTEM, FAVORITEM, AVALIEM e até breve!


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