História Ciquenta tons Azul esverdeado - Capítulo 14


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Categorias 50 Tons de Cinza, Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Sabine Cheng, Sabrina, Tom Dupain
Visualizações 115
Palavras 2.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa qualquer erro de ortografia '

Capítulo 14 - Cap : XIV


— Onde está Alya? — Eu gritei pra levi por cima do barulho. Minha cabeça havia começado a latejar no mesmo compasso da música.

— Dançando. — ele gritou, e eu podia dizer que ele estava zangado.

Ele  olhava Adrien  com suspeita. Eu luto com meu casaco preto e coloco minha bolsa pequena pela cabeça e ela fica de lado, nos meus quadris. Estou pronta para ir, assim que eu achar Alya.

— Ela está na pista de dança. — Eu toco no braço de Adrien , fico na ponta dos pés e grito em seu ouvido, acariciando seu cabelo com meu nariz, sentindo seu cheiro limpo e fresco. Ai Meu Deus! Todos esses proibidos, não familiares sentimentos que eu tentei esconder vieram à tona e correram por meu corpo drenado. Enrubesci e em algum lugar dentro, bem dentro de mim meus músculos estalaram deliciosamente.

Ele revirou seus olhos para mim e pegou minha mão, levando-me para o bar. Ele foi servido imediatamente. Nada de espera para o senhor do controle  Dr. Agreste . Será que tudo vem tão facilmente assim para ele? Eu não consigo ouvir o que ele pediu. Ele me entrega um copo grande de água com gelo.

— Beba. — Ele grita sua ordem para mim.

As luzes se movem, se torcem e piscam para mim no mesmo ritmo da música, conjurando um estranho jogo de luzes e sombras por todo o bar e clientela. Elas se alternam em verde, azul, branco e um endemoniado vermelho. Ele me olha intensamente. Eu tento respirar.

— Todo ele. — Grita.

Ele é tão arrogante. Ele passa uma mão pelos cabelos despenteados. Ele parece frustrado, zangado. Qual é o problema? Tirando uma garota boba e bêbada ligando para ele no meio da noite, que o faz pensar que ela precisa ser resgatada. E acontece que ela realmente acaba precisando ser resgatada de seu amigo amoroso. Então vê-la vomitar violentamente aos seus pés.

 Oh Mari ....será que você desceu  tão baixo? Meu subconsciente está figurativamente com as mãos para cima, como um egípcio e olhando para mim através de óculos com formato de meia lua. Eu balanço levemente, e ele coloca sua mão nos meus ombros, me firmando. Eu faço como me foi mandado e bebo o copo inteiro de água. Eu me sinto enjoada. Tirando o copo de mim, ele o coloca no bar. Eu noto através da névoa da bebida que ele está usando uma blusa branca solta, jeans confortável, all-star preto e uma jaqueta. Sua blusa está desabotoada em cima e eu consigo ver o começo dos pelos de seu peito. No meu estado grogue, ele parece delicioso.

Ele pega minha mão mais uma vez. Puta merda! Ele está me levando para a pista de dança. Merda. Eu não danço. Ele pode sentir minha relutância e sobre as luzes coloridas ele parece divertido, sorrindo sardonicamente. Ele aperta e me puxa pela mão e eu estou em seus braços novamente, então ele começa a se mexer, me levando com ele. Cara, ele sabe dançar. E eu não consigo acreditar que eu o estou seguindo passo por passo.

Talvez seja porque eu estou bêbada. Ele me segura apertado contra ele, seu corpo colado ao meu... se ele não estivesse me segurando tão apertado, eu estou certa de que eu já teria caído. No fundo da minha mente, o mantra de minha mãe ressoa: nunca confie em um homem que sabe dançar.

Ele nos leva através da pista lotada até o outro lado, perto de Alya  e Nino, o irmão dele. A música é um martelar constante, alta e ardilosa, dentro e fora da minha cabeça. Eu suspiro. Alya está se movendo. Ela está dançando loucamente e ela apenas faz isso quando ela realmente gosta de alguém. Realmente gosta de alguém. Isso significa que amanhã haverá três de nós para o café da manhã. Alya !

Adrien se reclina e grita nos ouvidos de Nino . Eu não consigo ouvir o que ele diz. Nino é alto, com ombros largos, cabelos pretos  Lisos , um sorriso aberto e olhos brincalhões. Eu não consigo saber de que cor eles são por causa das luzes. Nino concorda e puxa Alya para seus braços, onde ela vai muito contente.

Alya! Até mesmo no meu estado inebriado eu fico chocada. Ela acabou de conhecê-lo. Ela concorda com o que quer que Nino tenha dito, olha para mim e acena. Adrien nos impulsiona para fora da pista de dança rapidamente. Mas eu não consegui falar com ela. Será que está bem? Eu posso ver que as coisas estão indo bem para os dois. Eu preciso ler sobre como fazer sexo seguro. No fundo da minha mente, eu espero que ela tenha lido um dos posters do banheiro. Meus pensamentos colidem pelo meu cérebro, brigando com meu estado ébrio e confuso. Está tão quente aqui, tão barulhento, tão colorido – muito brilhante. Minha cabeça começa a rodas, ai, não...e eu consigo sentir o chão subindo para encontrar o meu rosto, quando eu caio.

A última coisa de que me lembro antes de desmaiar nos braços de Adrien Agreste  é o sonoro epíteto:

— Porra!  

Tudo está em silêncio, as luzes estão apagadas. Estou muito cômoda e aquecida nesta cama. Que bom... Abro meus olhos, por um momento estou tranquila e serena, desfrutando do ambiente, que não conheço. 

Não tenho nenhuma ideia de onde estou. O travesseiro da cama tem a forma de um sol enorme. Parece-me estranhamente familiar. O quarto é grande e está luxuosamente decorado em tons marrons, dourados e bege. Já vi isso antes. Onde? Meu ofuscado cérebro procura entre suas lembranças recentes. Droga! Estou no hotel, Le Royal Monceau ... em uma suíte. 

Estive em uma parecida junto com Kate. Esta parece maior. Oh, droga. Estou na suíte de Adrien Agreste . Como cheguei até aqui?Pouco a pouco, as imagens fragmentadas da noite começam a me torturar. A bebedeira. — OH, não, a bebedeira. A ligação. —OH, não, a ligação, meu vômito. — OH, não, eu vomitei... Nath e depois Adrien . OH, não. 

Morro de vergonha. Não recordo como cheguei aqui. Estou vestindo uma camiseta, o sutiã e a calcinha. Sem as meias três quartos e nem o jeans. Droga.

Observo uma mesinha do quarto. Há um copo de suco de laranja e dois comprimidos. Ibuprofeno. Sua obsessão por controle está em todos os lugares. Levanto-me da cama e tomo os comprimidos. A verdade é que não me sinto tão mal, certamente estou muito melhor do que mereço.

 O suco delaranja está delicioso. Tira-me a sede e me refresca. Ouço uns golpes na porta. Meu coração bate tão forte e minha voz quase não sai por minha boca, mas mesmo assim, Adrien abre a porta e entra.

Ah, ele estava fazendo exercício. Veste uma calça de moletom cinza que lhe cai ligeiramente sobre os quadris e uma camiseta cinza de ginástica, empapada de suor, assim como seu cabelo.

 Adrien Agreste  estava suado. A ideia me parece estranha. Eu respiro profundamente e fecho os olhos. Sinto-me como uma menina de dois anos.

— Bom dia, Marinette . Como se sente?

— Melhor do que mereço — eu murmuro.

Levanto o olhar para ele. Ele larga uma bolsa grande, de uma loja de roupas, em um divã e pega ambos os extremos da toalha que tem ao redor dos ombros. Seus impenetráveis olhos Verdes  me olham fixamente. Não tenho nem ideia do que está pensando, como sempre. Ele sabe esconder o que pensa e o que sente.

— Como cheguei até aqui? — pergunto-lhe em voz baixa, constrangida.

Ele senta-se num lado da cama. Está tão perto de mim que poderia tocá-lo, poderia cheirá-lo. Minha nossa... Suor, gel e Adrien . Um coquetel embriagador, muito melhor que as margaritas, agora sei por experiência.

— Depois que você desmaiou não quis pôr em perigo o tapete de pele de meu carro te levando para a sua casa, assim te trouxe para este local. — Respondeu-me sem se alterar.

— Você me colocou na cama?

— Sim. — ele respondeu-me impassível.

— Voltei a vomitar? — pergunto-lhe em voz mais baixa.

— Não.

— Tirou-me a roupa? — eu sussurro.

— Sim. — Ele olha-me elevando uma sobrancelha e me ponho mais vermelha que nunca.

— Não fizemos...? — Eu sussurro, com a boca seca, de vergonha, mas não posso terminar a frase. Eu olho para as minhas mãos.

— Marinette , você estava quase em coma. Necrofilia não é a minha área. Eu gosto que minhas mulheres estejam conscientes e sejam receptivas,— ele me responde secamente.

— Sinto muito.

Seus lábios esboçam um sorriso zombador.

— Foi uma noite muito divertida. Demorarei para esquecê-la.

Eu também... OH, ele estava rindo de mim, e muito... Eu não lhe pedi que viesse me buscar. Não entendo por que tenho que acabar me sentindo como a vilã do filme.

— Não tinha por que seguir meu rastro, com algum equipamento pertencente ao James Bond, que está desenvolvendo em sua companhia, — eu digo bruscamente.

Ele me olha fixamente, surpreso e, se eu não me equivoco, um pouco ofendido.

— Em primeiro lugar, a tecnologia para localizar celulares está disponível na internet. Em segundo lugar, minha empresa não investe em nenhum aparelho de vigilância, nem os fabrica. E em terceiro lugar, se não tivesse ido te buscar, certamente você teria despertado na cama do fotógrafo e, se não estou esquecido, você não estava muito entusiasmada com os métodos dele de te cortejar. — Ele disse de forma mordaz.

Métodos de me cortejar! Levanto o olhar para Adrien , que me olha fixamente com olhos brilhantes, ofendidos. Eu tento morder meus lábios, mas não consigo reprimir a risada.

— De que texto medieval você tirou isso? Parece um cavaleiro andante.

Vejo que seu aborrecimento se vai. Seus olhos se adoçam, sua expressão se torna mais cálida e em seus lábios parece esboçar um sorriso.

— Não acho, Marinette . Um cavaleiro negro, possivelmente. — Ele me diz com um sorriso zombador. — Jantou ontem?

Seu tom é acusador. Nego com a cabeça. Que grande pecado cometi agora? Ele tem a mandíbula tensa, mas seu rosto segue impassível.

— Tem que comer. Por isso você passou mal. De verdade, é a primeira norma quando se bebe. 

Passa a mão pelo cabelo, mas agora está muito nervoso.

— Vai seguir brigando?

— Estou brigando?

— Acredito que sim.

— Tem sorte que só estou falando.

— O que quer dizer?

— Bom, se fosse minha, depois do que fez ontem, não sentaria durante uma semana. Não jantou, embebedou-se e se pôs em perigo.

Ele fecha os olhos. Por um instante o terror se reflete em seu rosto e ele estremece. Quando abre os olhos, me olha fixamente.

— Não quero nem pensar no que poderia ter acontecido.

Eu o fito com uma expressão carrancuda. O que lhe passa? Porque se importa? Se eu fosse dele... Bem, não sou. Embora possivelmente eu gostaria de Ser . A ideia abre caminho entre meu aborrecimento por suas palavras arrogantes. Ruborizo-me por culpa de meu caprichoso subconsciente, que dá saltos de alegria com uma saia havaiana vermelha, só de pensar que poderia ser dele.

— Não teria me acontecido nada. Estava com Alya.

— E o fotógrafo? — pergunta-me bruscamente.

Mmm... Nath. Em algum momento terei que conversar com ele.

— Nath simplesmente passou da conta.

Encolho meus ombros.

— Bem, na próxima vez que ele passar da conta, alguém deveria lhe ensinar algumas maneiras.

— É muito partidário da disciplina. — digo-lhe entre dentes.

— OH, Marinette , não sabe o quanto. Fecha um pouco os olhos e ri perversamente.

Deixa-me desarmada. De repente, estou confusa e zangada, e ao mesmo tempo estou contemplando seu precioso sorriso. Uau... Estou encantada, porque eu não estou acostumada ao seu sorriso. Quase esqueço o que está me dizendo.

— Vou tomar banho. Se você não preferir tomar banho primeiro...

Ele inclina a cabeça, ainda sorrindo. Meu coração bate acelerado e o cérebro se nega a fazer as conexões oportunas para que eu respire. Seu sorriso se faz mais amplo. Aproxima-se de mim, inclina-se e me passa o polegar pelo rosto e pelo lábio inferior.

— Respire, Marinette , — sussurra. E logo se levanta e se afasta.

—Em quinze minutos trarão o café da manhã. Deve estar morta de fome. Ele entra no banheiro e fecha a porta.

Solto o ar que estava segurando. Por que é tão alucinantemente atraente? Agora mesmo, me meteria na ducha com ele. Nunca havia sentido.


Notas Finais


Bem isso até o próximo bjj ..


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