História City Girl - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii! Mais um cap, pra ninguém além de mim. Duas visualizações, ambas minhas. Eba!

Capítulo 2 - Fazenda Aguiar


Fanfic / Fanfiction City Girl - Capítulo 2 - Fazenda Aguiar

Anteriormente…

 

Eu peguei minha mala e fui chorando até o carro, coloquei a mala no porta-malas. Dei uma última olhada para Thaís e meu pai e assim, parti.

 

Nanda POV

 

Eu fui ouvindo música o caminho todo, me concentrando apenas na direção e a cantar pra não chorar o caminho todo, me perdi um pouco, eu tenho um péssimo senso de direção, mas cheguei em 1h30min, cheguei lá ao som de Hey there Delilah- Plain White T’s (A/Recomendo, muito boa música). Assim que cheguei, vi um casal na varanda da casa. Era muito bonito o lugar, admito. O casal veio até mim e me cumprimentou.

Olá Fernanda, você está muito parecida com sua mãe. Alice teria muito

orgulho de ter criado uma menina tão linda. - A mulher disse me abraçando e sorrindo, ela parecia uma fada de tão doce. - Você não deve se lembrar de mim, sou Ester, amiga de seus pais. Te vi pela última vez quando ainda era uma criança. - Eu tenho uma vaga lembrança de vocês. - Eu olhei para o homem que apenas me observava. - Você é o retrato de sua mãe. - Obrigada, Marcos certo?- Ele assentiu

Eles me ajudaram a tirar as minhas coisas do carro e Ester viu me violão e meu ukulele e sorriu pra mim. - Ah, Alice, você criou uma bela menina- Ela sussurrou, mas eu ouvi e sorri de canto. Já dentro de casa, tinham 6 jovens me olhando atentamente. Eram 3 homens e 3 mulheres, todos me cumprimentaram.  Eram todos bem bonitos, assumi que eram irmãos.

Caio- era o mais velho de todos, era bem mais alto que eu, deva ter uns 1,83m de altura. Era bem bonito. Sua pele era bronzeada, ele tinha os olhos azuis-esverdeados, uma barba meio por fazer. Era uma beleza natural. Ele era um ano mais velho que eu. Eu lembrava de quando eu era mais nova de correr com um menino pela grama. Era ele. Era Caio quem corria comigo. Seu olhar parecia me acanhar, me olhava tão profundamente, como se estivesse me analisando.

Alexandre- Ele era 1 ano mais novo que eu, era alto também. Parecia um pouco mais com seu pai. Olhos castanhos e claros, assim como seus cabelos que eram iguais aos de Caio. Ele me olhava com dúvida como se não confiasse em mim. Todos eram fortes e aparentavam ter uma boa genética porque olha… Que homens que essa família tem.

Gabriel- Era o mais novo dos homens, era 2 anos mais novo que eu, era mais baixo que Alex, mas ainda sim mais alto que eu (o que não aparentava ser muito difícil naquela família, me sentia uma anã). Ele era doce, e meigo. Me olhava como se me conhecesse há anos, o que diga-se de passagem, me tranquilizou.

Camila- Tinha minha idade, era uns 2 cm menor que eu, tinha os cabelos negros, curtos e ondulados, os olhos azuis como o encontro do mar e do céu, o rosto dela era lindíssimo, como de um anjo. Ela era linda. Me olhava com ternura e compaixão, abriu um sorriso lindíssimo pra mim e me abraçou como se fosse minha irmã.

Lydia- era a irmã do meio, 2 anos mais nova que eu e gêmea de Gabriel, tinha cabelos longos e castanhos, quase brilhosos. Era também mais baixa que eu mas tinha um belo corpo. Seus olhos cor-de-mel me olhavam com receio, talvez um pouco de desinteresse. Não irei julgá-la. Ela era bem bonita, me lembrava um pouco Thaís, só que um pouquinho mais alta. Bem pouco mesmo.

Larissa- Era a caçula da família, 3 anos mais nova. Estava no seu último ano do colegial, parecia uma menina. Foi gentil comigo e me olhava da mesma forma que Gabriel. Era bem pequenina, mas muito fofa. Queria colocar ela em um potinho pra ninguém conseguir machucar. Era como se ela merecesse o mundo mas o mundo não merecesse ela.

Ester era uma bela mulher, nos seus 45 anos, ela parecia ter 35. Era alta, tinha longos cabelos castanhos, era uma deusa. Um amor de pessoa. Me tratava como sua própria filha. Me mostrou a grande casa toda na maior boa vontade e quando chegamos numa sala com um lindo piano de cauda preto, duas guitarras, um violino, um violão e um ukulele.

- A senhora todos esses instrumentos? - Perguntei impressionada.- Não, na verdade não toco nenhum deles, Caio toca. Seu favorito é o piano. Se quiser, pode deixar seus instrumentos aqui.

- Agradeço, mas prefiro mantê-los perto de mim, estou sempre tocando então.

- Ah, entendo. Caio dizia a mesma  coisa mas quando a quantidade de instrumentos aumentou, nós fizemos esta sala. Mas como os seus são apenas dois, podem ficar em seu quarto sem problema algum.- Ela disse compreensiva. Continuamos pela casa e o último cômodo é o meu quarto que ficava no fim do corredor do segundo andar. Era bem bonito e simples. Uma cama de casal, um armário de uma porta, uma cômoda de roupas e uma escrivaninha ocupavam o quarto, era quase todo branco, Ester disse que eu poderia decorá-lo como quisesse assim que me acomodasse. Ela havia peço pra um de seus filhos para que trouxesse minha mala e me mostrasse o exterior da fazenda e as minhas tarefas. E assim foi feito. Caio trouxe minhas coisas.

- Aqui estão, deixei seu violão e seu ukulele na sala de música, se incomoda?

- Eu trago pra cá depois, não se preocupe.

- Posso trazer se quiser.

- Não precisa, eu mesma vou. Obrigada.

- Por nada- Ele sorriu de canto e maldito seja esse sorriso…

- Camila vai passar aqui logo pra te explicar suas tarefas. Tchau Fernanda.

- Pode me chamar de Nanda.

- Nanda será então.

- Tchau Caio.

- Tchau.

Eu arrumei minhas coisas bem rápido e assim que terminei ouvi alguém batendo na porta. Era Camila, ela entrou.

Oi Nanda, posso te chamar assim?

Oi Camila, pode claro

Vamos? Vou te levar pra conhecer lá fora

Vamos

Nós fomos pro lado de fora da casa, vimos os animais, a casa de hóspedes, o lago, a horta.

Nós não matamos nenhum de nossos animais, apenas os criamos e os vendemos para outros fazendeiros.

Que bom, não teria coragem de matar nenhum bicho. - Eu estava aliviada, não como nada de carne.

Você morava em San Francisco, tinha algum namorado ou namorada lá?- Ela perguntou curiosa.

Eu nunca fui muito de namorar, tive alguns namorados mas foram bem poucos. O mais recente é o Vitor, mas já terminamos há algum tempo já. E você?

Eu namoro fazem uns 2 anos com o Lucas, ele é sensacional, você vai conhecê-lo logo.- Ela disse suspirando, apaixonada.

Alguém mais namora dos seus irmãos? - Eu perguntei um pouco receosa

Você quer saber se o Caio namora. Não. Ele é solteiro.

Não t-tava falando do Caio. Tava falando de todos eles. - Tenho certeza de que corei com o comentário dela, afinal, ela tava certa.

Aham, sei. Vou fingir que acredito. O Alex namora uma tal de Nayara mas faz pouco tempo. Por mais que ele não admita, o Gabriel tá apaixonadinho pela melhor amiga dele, a Juliana. Ambas são legais mas a Nayara não fala muito.- Ela parecia realmente preocupada pelos seus irmãos.

E a Lydia e a Larissa? - Perguntei totalmente inocente

Curiosa você, não? - Ela me perguntou divertida.

Ai Camila, que desagradável que você é.- Respondi brincalhona

Rimos e conversamos bastante. Parecíamos amigas há anos. Gostei dela.

Bom, as suas tarefas não são difíceis mas requerem trabalho. - Eu assenti e ela continuou.

Você vai: cuidar da horta, tirar leite das vacas, cuidar do pomar, fazer geléia, vamos pra cidade levar as mercadorias pro vendedor e por fim limpar os cavalos e suas respectivas coxias. Conforme os dias e suas habilidades, vamos mudando e nos adaptando. Ok?

Só tem uma pequena questão. Eu não sei fazer nada disso!

Calma, me deixa terminar Nanda. Lydia vai te ajudar na horta, eu com o leite, Alex no pomar, minha mãe com a geléia, meu pai, Lydia e Gabriel com as mercadorias e um de nós nos estábulos. Você não irá fazer nada sozinha amanhã. todos temos tarefas mas nos organizamos pra poder te ensinar a fazer as coisas. Não se preocupe. - Ela disse tudo isso da forma mais doce que podia, eu realmente estava com medo do dia seguinte mas Cami acalmou um pouco os meus nervos. Ela me mostrou o resto dos lugares e fomos pra casa, ela disse também que me acordaria as 5h da manhã e eu chiei. Eu acordava as 8h não as 5h. Eu ajudei a Ester a fazer o almoço já que eram 11h da manhã e assim que terminamos de almoçar, eu fui pro meu quarto e liguei pro meu pai.

Oi pai

Oi filha, chegou bem?

Sim, já arrumei minhas coisas e conheci o pessoal.

Que bom filha, fico feliz.

Eu já vou pai, fica bem tá?

Vou tentar filha.

beijo, te amo.

também te amo filha.

Eu desliguei e liguei pra Thaís, contei tudo pra ela, dos irmãos, da casa, das tarefas, do Caio, da Ester, de tudo. TUDO MESMO. Ela ficou feliz por mim e disse que vai me ligar amanhã á noite, eu concordei e me despedi. Peguei meu violão e comecei a compor, toquei bastante. Assim que saí, vi Caio na porta, prestes a bater.

Vou jantar, você vem?- Ele parecia preocupado, não sei porque.

Sim, claro. Estão todos lá?- perguntei

Não, já jantaram. Acharam que você tava dormindo.- Ele conversava olhando nos olhos, enquanto andávamos até a mesa.

Ah… Eu devo ter perdido a hora.

A propósito, você canta bem. - ele sorriu e eu senti minhas pernas bambas. O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? ELE SÓ SORRIU!

Obrigada.- Naquele momento, eu desisti. Dane-se o auto-controle! Eu corei sim e que se foda.

Conversamos o jantar inteiro, parecia que o tempo parava só pra gente conversar. Era ótimo, o assunto nunca nos faltava. Acabamos indo dormir às 23h. Ótimo, vou acordar como uma zumbi. Eu tomei uma ducha rápida antes de dormir. Dormi como um bebê. Acordei com alguém batendo uma colher de pau numa panela em todos os quartos. As 5h da manhã.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, se achar algum erro, comente.


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