História City Lights - The perfect life. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Tags Aventura, Drama, Personagens Originais, Suspense
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Palavras 494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Annelise.


Meu relógio mental apitava e apitava. Estava tendo um sonho tão incrível que não queria mais acordar para a vida no crime, mas uma voz distante me fez acordar instantaneamente de meu coma profundo, o qual caio toda noite.
- Caramba, você dorme em ruivinha! - era Caleb, meu melhor amigo, provavelmente me chamando para mais um dia no crime. - Fazem exatos... - Ele olha seu relógio imaginário e se volta para mim - 15 minutos que estou a lhe chamar. Vista-se, tenho novidades. 
- Bom dia para você também Caleb. E como pode ver, - dei um pulo do chão que costumava chamar de cama - já estou vestida. O que temos pra hoje? Grandioso, mediano ou pequeno? - Perguntei, enquanto dobrava o pouquinho de coberta que tinha.
 - E seu eu lhe dissesse que você nunca mais terá de roubar? 
             Caleb jogou em minha frente, no chão, vários papéis, uns com foto de um relógio de ouro, que parece caríssimo, outros com de um homem, aparentemente velho, uns 70 anos, e outros com fotos do velho usando o relógio.
- O que é isso? - Me abaixei, peguei todos os papéis e os olhei com tamanha atenção.
- Este é Callum Villaneuve. Simplesmente o pai de...
- Catherine Villaneuve, a rainha. - O interrompi, estreitando os olhos para enxergar melhor. - Não está insinuando que vam..
- Roubá-lo? É, vamos. - Foi a vez dele me interromper. - Esse relógio vale mais que minha vida, a sua, a de meu pai, a de seus pais juntas, Anne. Diga sim, diga!
- Ah... - Fiz menção de recusar, mas a adrenalina nos olhos de Caleb era contagiante. - Sim. Vamos fazer isso. Mas então nunca mais roubaremos, ok?
- Ok ruivinha, nunca mais. - Caleb me envolveu em seus braços em um abraço tão forte que quase senti pena do mesmo. Parecia que ele dependia de mim para roubar, como se eu fosse sua inspiração. Isso não era bom. 
             Caleb tinha minha idade, 18, mas eu era 3 meses mais nova. Tinha 1,80 de altura, era forte e grande. Seu cabelo era escuro e comprido até sua bochechas. Tinha um belo sorriso que derretia até o mais frio dos corações.Seus olhos eram verdes como a grama no anoitecer. Estava na cara que não precisava de mim para nada, mas fazia questão de deixar claro que precisava.
             Eu era baixa perto dele, mas a outros olhos, eu era alta. Tinha 1,71, cabelo ruivo, comprido e liso escorrido em minha pele branca. Como a minoria, eu não tinha sardinhas, mas não me achava feia por isso. Tinha olhos castanhos. Era completamente magra, desnutrida, era triste me olhar no espelho, mas também, não me achava feia por isso. Me achava feia pelo que eu fazia, pelos roubos. 
- Quando faremos o roubo Cal? - Seu apelido.
- Hoje mesmo Anne, agora mesmo. - E então sorriu, o sorriso que eu era incapaz de dizer não.


Notas Finais


Gente, desculpa se tiver algum erro de português, quando uso o computador, que não tem corretor, fica difícil.


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