História City Lights. - Capítulo 22


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Categorias Fall Out Boy, My Chemical Romance, Panic! At The Disco
Personagens Andy Hurley, Brendon Urie, Brent Wilson, Dallon Weekes, Frank Iero, Gerard Way, Jon Walker, Mikey Way, Patrick Stump, Personagens Originais, Pete Wentz, Ray Toro, Ryan Ross, Spencer Smith
Visualizações 12
Palavras 3.050
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aí essa vida

Não foi dessa vez Brasil mas VAI CROÁCIA!

Boa leitura galere :3 Hue. Espero que gostem e olha, eu sei. Esse cap tá um pouco diferente auhsushs pelo menos eu acho.

Mas tudo vai fazer sentido uma hora xyhxhxhxhd

Capítulo 22 - Vinte e dois.


(Brendon)


Isso foi tão assustador, que acho que acabei piorando tudo.

Fiquei com tanto medo de que fosse morrer…

Eu lembro que parecia que eu ia perder a minha consciência a qualquer minuto, por que parecia que cada vez mais ficava difícil pensar.

Lembro do Adam também, falando para todo mundo que eu precisava de um médico e que ele estava me levando para um hospital. Acho que ele entendeu que eu não queria que chamassem ninguém ali nem nada disso....

- Aguenta ai cara

Meu corpo estava ficando cada vez mais entorpecido quase como quando eu era criança.

Isso tava me assustando para poha.

Chegamos no hospital, e eu estava cada vez mais enxergando preto e não respirando, e se isso não parasse logo, eu ia começar a chorar.

Isso parecia morrer. Mas eu não podia morrer. E o Ryan, e os outros… Queria que a Julie ou ele estivessem aqui, que segurasse minha mão como minha vó costumava fazer quando eu ficava no hospital, mas eu não tinha força nem fôlego para falar.

Eles deram alguma coisa para mim, uma injeção e doeu para caralho, por que foi no meu peito. Quase como naquelas cenas de filmes, que a pessoa está tendo uma parada cardiáca, e eles metem uma injão no peito dela e começam a fazer aquela coisa pro coração bater de novo.

Não funcionou no começo. Agora, estava ficando melhor. Eu acho que eu vi um enfermeiro conversando com o Adam, e eu lembro deles falando alguma coisa para mim e perguntando, mas eu estava muito assustado e não conseguia responder ainda.

Acho que não sei se eu podia fazer essas coisas. Quer dizer, eu tinha… um histórico médico cardíaco meio fodido.

Mas acho que eles viram a cicatriz gigante que eu tinha no peito. Agora já dava para ouvir melhor, e eles estavam falando sobre isso.

Um tempo depois, eu estava respirando de novo. A dor ainda era insuportável, mas, estava valendo.

Disse tudo para eles que eu sabia, e eles falaram que eu ia ter que fazer uns testes.

- Você vai ficar bem se eu for Brendon? O Chefe não achou mais ninguém para cobrir a gente.

- Vou, pode ir… Obrigado Adam.

- Poha, você quase fez eu borrar minhas calças… meu Deus. Qualquer coisa me avise, ok?

- Pode deixar. Obrigado de novo.

E nem de longe parecia que o Adam tinha 21 anos.

- Seu amigo disse que foi do nada - A médica disse - então, como eu estava dizendo, vamos ter que fazer uns exames…

- Eu estou bem agora…

- Mas alguma coisa causou isso…

- Mas tudo bem, acho que não precisa…

- Você tem 16 certo? Preciso ligar para alguém ou para o seus pais… precisamos resolver isso.

- Ah, não, não meus pais não… é… não tem que ser alguém maior de idade, certo?

- Na teoria, sim. Você já tem 16 então pode responder por você, mas só podem ter pessoas desacompanhadas apatir dos 18. Não quer que seus pais saibam? Seu amigo disse sobre um bar…

- É por que a gente trabalha lá… olha, mesmo, obrigada. Eu já estou melhor… não precisa chamar ninguém, nem fazer testes…

- Não posso te dar alta sem fazer nada…

- Me diz que não vai demorar…

- Isso eu não sei… Talvez demore um pouco… Por que? Tem algo importante?

- Nada, é só… prova na escola…

- Bom, tenha certeza que a escola não é prioridade nesse caso… é a sua saúde. Você pega um atestado, qualquer coisa. Sem problemas. Pode fazer sua prova depois. Agora, eu realmente preciso de o telefone de alguém que possa ficar com você…

Eu odiava isso. Odiava ter 16 anos. Por que eu já era grande o suficiente, mas na lei, alguém ainda tinha que estar comigo para tudo.

Como se eu não fizesse isso.

E tudo o que eu precisava agora era hospital e despesas com hospitais. Sério, que maravilha. Definitivamente, tudo o que eu precisava. Não era como se eu trabalhasse, nem como se tivesse que ir para casa arrumar e levar meus irmãos para escola, nem nada disso. Claramente.

Mas acho que o pior de tudo, foi que eu não tinha para quem ligar. Tinha, mas, tinha que ser alguém que pudesse ficar ali.

Minhas opções eram o Adam, que não podia ficar ali, senão teria ficado. Meu chefe, até que nós éramos amigos, mas não é como se ele não estivesse ocupado agora, e eu não era nada dele nem coisa do tipo.

Então… infelizmente… só sobrava o Ryan.

Ele séria a última pessoa que eu queria chamar ali. Eu estava tentando esconder que eu estava com essa dor estranha fazia tempo dele, simplesmente por que eu não queria que ele se preocupasse. Não deveria ser nada. Isso não devia ser nada.

Não queria ser um estorvo para ninguém…

Só que eu não tinha escolha. Até que a médica foi muito boazinha comigo, mas, ela só estava fazendo o trabalho dela.

- O que ele é seu?

- A-migo.

- Tem certeza que não quer ligar para os seus pais? Eles podem ficar preocupados…

- Não, tudo bem.

- Certo… Vou ligar só para ele então. E mais uma coisa… Eu… conheço esse sobrenome… Boyd Urie… você conhece algum Frances Boyd Urie?

- Ele era meu avô…

- Sabia que você não me era estranho! Bom, só aguarde agora, que eu volto logo.

Ryan provavelmente ia ficar louco preocupado comigo, mas pensando bem agora, eu… queria ele ali.

Desde que tudo aconteceu, essa era primeira vez que eu estava sozinho.

E estava lá, a maca do hospital toda desconfortável, cortininhas fechando os dois lados para que ninguém visse o que acontecia...

Até que o hospital estava vazio, mas às poucas pessoas que tinham ali, tinham uma expressão tão triste….

E eu não queria estar ali, não deveria estar ali… Eu no fundo sabia que podia ser algo sério por que na verdade não foi do nada, mas eu não queria que fosse. Não podia ficar doente, tinha coisas para fazer… Não queria ficar ali de novo, ter que fazer outras cirurgias ou qualquer coisa desse tipo… mas deu tanto medo… achei que de verdade, dessa vez, eu ia acabar morrendo.

Isso do nada caiu sobre meus ombros, e veio forte, com tudo. Mas forte mesmo.

E eu só queria chorar essa poha toda, só para ver se passava.

Eu estava com tanto medo…

‘Por favor, chega logo Ryan. Chega logo…’ era tudo o que eu conseguia pensar para me acalmar.

Pouco tempo depois, eu infelizmente não estava mais sozinho. A médica tinha voltado.

- Você está bem?

- Estou, esto-u… - limpo meu rosto

- Está se sentido melhor?

- Bastante. - Não era exatamente verdade. Eu exagerei.

Ela fez aqueles exames que todos os médicos fazem, luzinhas na sua cara, respira fundo e solta… blablabla…

Eu só queria ficar sozinho de novo, e chorar em paz.

- Não podemos dizer nada com certa sem fazer alguns exames,mas você vai ficar bem. Não se preocupe, tá?

- Obrigado…

- Por que você não me fala mais sobre seu histórico médico, só para montarmos uma ficha e não corrermos riscos… pode ser arriscado já que você fez cirurgia antes se não fizermos…

Então eu disse tudo o que eu lembrava e sabia para ela, e ela pareceu satisfeita.

- Bom, acho que já temos o suficiente… mas… olhe para mim um segundo.

E é isso que eu fiz.

- Olha, agora, eu estou falando mais como médica de rotina ok? Talvez, seja bom você conversar com alguém da área da terapia daqui…

- Que?! Por que?

- Eu não estou dizendo que você precise de terapia, mas, acho que seria bom, em alguns momentos. Suas pálpebras estão se tremendo toda hora e você nem se dá conta, você está impaciente, suas mãos estão tremendo e só de encostar em você, dá para ver o quão tenso seus músculos estão. Eu sei que você deve ter passado uma coisa bem assustadora agora pouco, mas acho que tudo isso que eu disse, é sintoma de estresse. Acho que você está a beira de um colapso nervoso. E eu sei que você deve estar bem agora, mas o estresse muda completamente seu corpo, e ele afeta os músculos cardíacos, então acho que seria uma boa, como medida paliativa. E eu sei que pode ser normal nessas horas, mas, talvez você falar com um terapeuta te ajude com o choro também… eu sei que é angustiante. E pode te ajudar a sair daqui mais rápido.

Merda.

Ela não pode fazer isso, ela não pode me descobrir assim.

E apesar disso, ela fez. Droga.

Não tinha muito o que fazer. Tinha que aceitar.

Ela disse que não ia demorar muito, e a última coisa que eu queria nessa vida era perder tempo com sessão de terapia, mas, tudo o que ela disse era verdade, e isso me assustou.

Não percebi o quão eu estava fisicamente mal. Ela estava certa. Não podia ficar assim… só ia me matar mais rápido.

Eu me senti tão estranho fazendo isso, mas fiz. E não demorou muito mesmo. Ele só me irritou, por que sabia quando eu estava mentindo. Então fui obrigado a contar tudo para ele, sem citar nomes.

No fim, acabei ouvindo que seria difícil mas eu teria que conciliar eu e todos os meus problemas, por que me tirar da jogada era o que estava fazendo isso comigo.

O terapeuta disse que talvez eu devesse ver ele de novo. Ser um paciente.

Como se eu tivesse tempo para esse luxo.



***



(Ryan)


Não surta Ryan. Não surta.

Tão mais fácil falar…

A questão era que eu tentei dirigir o mais seguro que deu, mas, dá para imaginar o que fez com a minha cabeça receber uma ligação às 1h da manhã falando que o Brendon, que acontecia de ser meu namorado, estava no hospital?

E eles nem me deixaram falar com ele!

É essa merda que o Ryan2 fala. É isso que ele sempre tá gritando na minha cabeça. Todo mundo diz que é besteira, que eu devo ignorar ele, mas agora, dá vontade pegar esse filho da puta e esfregar na cara de todo mundo gritando “tá vendo, tá vendo!? Se eu tivesse ouvido ele, eu estaria melhor!”

Mas, não surta Ryan. Não surta.

E é só um hospital. Seu corte está bem fechado. É só um hospital e o Brendon está lá. Você ama ele. Ele precisa de você.

Faça.

Certeza que o machucado está fechado?

É certeza.

Imagina quantas pessoas não tem doenças ali…. imagina o quanto você não pode ficar doente.

Cala a boca, eu tenho que ir

Não tocaria no Brendon se fosse você. Aliás, não tocaria em nada, ainda mais com essa mão machucada. Olha, parece que o curativo tá sujo… hahah nem entrou, e já deve estar com uma infecção.

Cala a poha dessa boca.

Mas olha, não está sujo

E merda, e se estivesse sujo.

- Posso ajudar? - eu provavelmente fiquei muito tempo parado na porta do carro, e o segurança veio ver se estava tudo bem.

- É é… eu, vim acompanhar uma pessoa.

- Ah, certo.

Não entraria lá se fosse você

Eu preciso

Você vai ficar tão doente..

Não, é só um hospital… pessoas trabalham aqui todo dia.

Pessoas que não estão com um machucado aberto

Não está aberto.

Vai precisar de álcool.

Tem álcool de sobra aqui. ótimo, ótimo. álcool. álcool é bom.

Deveria passar bastante.

Tá, tá bom, você tá certo. Cala a boca, e me deixa em paz. Vou fazer isso.

E foi tão bom fazer isso.

Ótimo, ótimo. Ele calou a boca.

- Oi… é - digo- Eu estou procurando o Brendon Urie…

- Nome?

- Ryan. Ross.

- Certo. No fim do corredor, passa a porta, terceira entrada. Ele veio pela Emergência.

- Obrigado.

Sabia, eu acabei de lembrar

Caralho de novo, cala a boca.

Seu machucado está molhado

É, de álcool. O que é bom.

Você destruiu a barreira entre ele e o ambiente. Agora o álcool vai facilitar às coisas entrarem ai, por que ele absorve tudo.

Mas ele mata bastante bactérias, deve dar conta…

Qual era a porcentagem do álcool, você sabe que o álcool só é eficiente se for de 50-70% não é?

Eu não sei a porcentagem de álcool, não é como se isso tivesse escrito!

Cara, você tá tão doente… tá sentindo seu corpo recebendo a infecção?

Cala a boca, cala a boca, cala a boca!

Tento achar o banheiro mais próximo de mim e eu estava suando, mas suando mesmo.

Merda, merda merda, merda.

Péssima escolha. Banheiro de hospital? Sério? Você é suicida?

Merda merda merda merda

Ok, Ryan, calma. Respira. Conte uma história para você mesmo. Lembra das histórias que sua mãe contava? Então, isso, conta ela para vocês.

Você vai precisar tomar remédios de novo… e viu, você nunca sabe quando pode acontecer alguma coisa com alguém que você ama.

Não ouve ele, não ouve ele.

Enxuga seu rosto e sua mão e sai.

Vai encontrar o Brendon.

E finge que o Ryan2 não está falando com você.

Emergência, emergência… meu deus, como ficava longe.

Mas foi tão bom ver o Brendon…

Eu vi um homem saindo pouco antes de mim, mas, não parecia nada de mais.

Eu praticamente pulo em cima dele o abraçando forte, por que eu fiquei tão assustado..

Você vai pegar uma infecção e provavelmente morrer por causa disso.

- Tô tão feliz que você chegou Ry…

- O que aconteceu? Meu deus eu.. fiquei tão preocupado, o que eles disseram?

Ele me disse tudo, mas não sei, algo ali não me parecia bem. Brendon estava um pouco diferente, estranho, e eu não sabia se era bom ou ruim.

Você deveria sair daqui. E se ele morrer? E se ele morrer nos seus braços? Isso pode acontecer, sabia? Você não vai querer que isso aconteça. Então deveria sair.

- Tudo vai ficar bem ok? - eu disse - merda o que será que aconteceu…

- Eu fiquei tão assustado… - ele me abraçou de novo.

Me concentrei no fato de que talvez fosse isso. Por isso ele me parecia diferente.

Mas mesmo assim, eu não conseguia deixar de amá-lo.

Talvez ele tenha câncer sabe… e você vai ver ele morrer e ter que enterrar ele. Larga tudo isso Ryan, vai embora. Você não vai querer ver isso.

- Eu acho que… eu preciso te contar uma coisa  - Brendon começa - se eles não descobrirem provavelmente eu vou ter que falar, e agora já não tem ponto nenhum em esconder mesmo.

- Tá me assustando Brendon. O que foi?

- Eu...estava sentido umas dores. Faz tempo. Mas elas foram piorando sabe…

- Dores na onde?

- No peito, e nas costas. E ficava mais chato para respirar com elas, parando para pensar agora…

- Você não foi atrás disso?! Bren, você deveria ter me falado…!

- Eu sei, é que eu não achei que fosse alguma coisa… ainda acho que não é…

- Claro que deveria ser alguma coisa…!

- Ah, não sei. Vai saber. Achei que era estresse por causa das provas, e tudo mais…

- Bom, ah, tudo bem. Mas nunca mais faça isso, meu Deus Brendon, você estava louco?

- Não é como se eu tivesse tempo para isso… eu tenho mais coisas para fazer… não dá para ficar perdendo tempo…

- Se você não ‘perder esse tempo’ você nem tempo vai ter! Vai acabar se matando! Tá, olha, isso tá fora de questão. Cem por cento fora de questão. Sei que é complicado, mas agora, você tem a mim. A gente dá um jeito. Eu ajudo você com seus irmãos, sei lá. Só enfia isso na sua cabeça, entendeu?

- Vou tentar, juro.

- Não faz isso comigo.

- Não vou ok. - ele olha ao redor e não tinha ninguém, então, ele me beija - eu te amo.

- Eu te amo também.

- Só espero que isso vá logo agora, por que senão, eu não vou conseguir levar meus irmãos para escola.

- A gente dá um jeito nisso, não se preocupa..

- Obrigado meu amor…

Acho que eu corei, por que nós ainda não tínhamos chegado nesse nível. Não que eu ligasse para isso, mas eu gostava. Só não fazia por que ele não fazia, então pensava que ele podia não gostar.

Eu acho que ele está morrendo. Você não acha? Olha para ele.

Os testes e os exames demoraram, na verdade, bastante tempo. Podia ter sido mais demorado, mas na verdade, já foi agoniante como foi…

Brendon sempre estava segurando minha mão ou me abraçando quando não tinha ninguém vendo, e acho que ele só não queria demonstrar, mas ele estava com medo.

E bem, eu também.

Depois de passar tanto tempo no hospital, o próximo a entrar aqui vai ser você, e você não vai sair. E o Brendon está precisando de você. Você acha que está sendo o suficiente? O que é que você está fazendo além de ficar ai parado ao lado dele com essa cara de babaca? Você acha que tá sendo suficiente? Ele está precisando de você e você está deixando ele na mão.

Quando já tinham o resultado de tudo, a médica chamou a gente. Na verdade, o Brendon. Mas claro que eu ia nessa junto. Sem chance de não ir.

Eles já tinham conversado pelo jeito, claro, mas ele contou mais algumas coisas. Às dores e tudo mais.

Ela disse que não era nada incurável, mas, que isso tudo era culpa dele. Fumar e beber tinham agravado a situação que ele já tinha, e tudo aquilo que ele passou foi alteração de pressão junto com o problema agravado dele junto o fato de que cigarros na verdade faziam 50x mais mal para ele do que para mim, por exemplo.

Passou uns remédios para fazer às coisas voltarem ao normal, mas ela falou que se ele continuasse com isso, só ia piorar, e provavelmente, na terceira, quarta vez que acontecesse, não ia ter volta.

Falou sobre estresse e coisas assim, que aparentemente eles tinham falado sobre antes de eu chegar.

Eu estava aliviado por não ser nada sério, mas eu queria socar a fussa do Brendon por me assustar desse jeito, por não me contar sobre às dores (que ela disse que se ele tivesse corrido atrás antes ele não teria quase morrido como aconteceu)... e ao mesmo tempo, só queria pegar ele, levar para minha casa e nunca mais soltar.

Queria ele e eu, sexo, tardes juntos olhando a neve…

Ele precisava de férias, e eu estava cansado de dividir ele, mesmo não nenhum de nós podendo fazer muita coisa sobre isso.

Só não queria perdê-lo. Nunca. Eu estava tão feliz com ele… não posso perder ele. Eu já perdi a minha mãe, não era justo…. não seria justo se todos que eu amassem morressem.

Mas ele vai morrer um dia, sabia? E ninguém sabe como nem quando. Pode ser daqui 40 segundos, Ryan.



Notas Finais


NHA NHA NHAAAAAAAAA

ESPERO QUE TENHA SIDO LEGAAAAL

Falem comigo gnt <3. Amo vcs :3


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