História City Lights. - Capítulo 25


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Categorias Fall Out Boy, My Chemical Romance, Panic! At The Disco
Personagens Andy Hurley, Brendon Urie, Brent Wilson, Dallon Weekes, Frank Iero, Gerard Way, Jon Walker, Mikey Way, Patrick Stump, Personagens Originais, Pete Wentz, Ray Toro, Ryan Ross, Spencer Smith
Visualizações 13
Palavras 6.105
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui estamos

Boa leitura <3 espero que gostem meus bbs

Capítulo 25 - Vinte e Cinco.



Então era isso que ele estava falando? Essa era surpresa dele?

Poha, que demais!

- Eu disse que algum dia eu vinha para cá te visitar,não disse?

- Cara, quanto tempo!

Nós nos abraçamos, e eu não acho que ele sabia que meu pai sabia do segredo dele. Isso parecia fazer às coisas muito mais fáceis.

- Eu tenho uma conferência aqui de qualquer maneira, então pensei por que não trazer o Tyler comigo? - meu pai falou.

- Wow, meu, isso é demais!

- Vou ir deixando às coisas. Vocês dois, ponham o papo em dia.

E foi isso que ele fez mesmo.

- Cara, não acredito, você já está de férias? Como seus pais deixaram você vir?!

- Aah, sabe como é… eu fui bem na escola e meus pais sempre ficam enchendo meu saco que eu tenho que ter amigos e tals… e tem você.

- Tô feliz que você tenha vindo.

- É, eu to super animado! Nunca sai de perto de Los Angeles.

- Olha, ainda não tive tempo de conhecer muita coisa por aqui, mas cara, tem uns lugares que você tem que conhecer!

No começo só pareceu uma surpresa boa mesmo, mas depois, eu comecei a pensar que talvez, não ia ser tão legal pro Tyler, por causa do Brendon. E nem pro Brendon, por causa do Tyler.

Eu estava meio receoso que o Brendon ficasse enciumado com ele por que afinal, acho que ele ia juntar os pontos e ele sabia da história toda, e estava com um certo medo de acabar sendo babaca e desnecessariamente acabar fazendo o clima ficar uma bosta por que o Tyler ainda podia gostar de mim, e é, eu estava namorando um cara, e ele não fazia nem idéia de que eu sequer podia me sentir atraído por homens.

Os dois vão odiar você. Você tá fodido.

Isso ia ser bem estranho.

'anh, é então Tyler… você ainda gosta de mim ou…’

Não tinha maneira não constrangedora de fazer isso. Bom, pelo menos era uma coisa boa… Não menti quando disse que estava feliz por ele estar aqui.

Você não percebe que ele vai descobrir tudo? Que você tá diferente? E não esqueça do seu pai, ele ainda te odeia, e se você não tomar cuidado, ele vai acabar descobrindo a mariquinha que você é.

Eu precisava falar com o Brendon.

“Ei, tá ai?”

Mas ele demorou demais para responder.

Eu queria sair com o Tyler mas não queria que nada disso pegasse mal para ninguém, então estava enrolando até ele responder.

- Acho que vamos ter que ir no supermercado depois, Ryan - meu pai diz

- A gente vai… é que eu tava cheio de coisa… já era para ido.

- Wow, eu to totalmente animado para isso! To me sentindo como uma criancinha num parque de diversões. Quer dizer, aqui parece tão legal!

- Espera até você sair de noite, e ver todas às luzes e os chafarizes iluminados e cara, é de apaixonar qualquer um.

“Agora tô aqui.” Brendon respondeu “o que foi, aconteceu alguma coisa?”

“Não exatamente. Deu tudo certo com meu pai, e você não vai acreditar amor. Ele trouxe meu amigo com ele”

“Wow, espera. Aquele seu amigo que você me contou?”

“É… ele mesmo. o Tyler.”

“Bom… acho que isso é legal, não é?”

“É, é demais… Senti falta dele.”

“Aproveita então amor”

“Você ligaria se eu saísse com ele sem você?”

“... um pouco”

“Tava pensando em ir ai no bar…”

“E trazer ele??”

“É… quer dizer… talvez ele arranje alguém. Ia me sentir menos culpado”

“E se ele já achou alguém? Perguntou para ele?”

“Não… e como é que se pergunta isso?”

“Ah, não sei amor… mas você quem sabe. Eu vou estar aqui de qualquer jeito, então… acho que não tem tanto problema”

“Você tá com ciúmes?”

“E se ele gostar de você ainda… eu só não quero te perder... você não pode simplesmente entrar na minha vida e sair assim.”

“Não to julgando… mas você sabe que não tem com o que se preocupar né? Ele é só meu amigo. Só consigo ver ele assim”

“Eu confio em você. Mas se ele ainda gosta de você, nem culpa dele é. Queria estar ai.”

“Eu também queria que você estivesse aqui… mas, não se preocupe tá bom? Não vai rolar nada.”

“Me mantenha informado”

“Tá certo. Te amo amor.”

“Também te amo Ry”

- Com quem você tava conversando Ry? - meu pai perguntou

Era só o que faltava. Ele na minha cola.

Ele viu a conversa. Ele sabe. Tá te dando uma chance para confessar

- N-ninguém não… Só um dos meninos da escola. E já vai se preparando Tyler, vamos sair hoje a noite.

- Hoje?! Eu ainda tô de Jet Lag, vou morrer.

- Vai nada… uma vez na vida não faz mal dar a louca.

- Vai chamar aquele seu amigo também Ry? Que você saiu da última vez?

- O Troye? Talvez, não sei… para, pai.

Talvez fosse uma boa idéia chamar o Troye também… se bem que, né, ele estava namorando. Acho que ele e o Jacob tinham muitos altos e baixos, mas até onde eu sabia, eles estavam bem.

Pelo  menos o Troye deveria conhecer algumas pessoas legais, e tal…

Eu queria arranjar alguém para fazer companhia pro Tyler. Não sei, ao mesmo tempo que eu queria falar para ele do Brendon, perguntar se ele tinha arranjado alguém, eu não queria que às coisas ficassem estranhas entre a gente.

Tyler é uma das únicas pessoas que sabem tudo sobre mim. Tudo mesmo. Ou melhor, acho que uns 99.9%.

Ele me conheceu nunca época boa.

- Bom, eu acho é que eu tenho que ir dormir. Você não se importa, né Ryan?

- Não, vai lá… No seu relógio biológico deve ser umas 23h agora.

- Pois é, to um caco… sem contar a viagem.

- Já vai preparado para acordar e sair.

- Pode deixar.

Eu achava demais como Tyler meu pai e eu éramos tão acostumados um com o outro, que nem ficava aquele clima de ‘sou visita’ ou ‘temos visita’. Era muito demais.

- Então era isso que você estava falando… - eu disse.

- Pois é, deu certo de encaixar às datas das férias e tudo mais…

- Valeu pai, foi bem legal…

- Eu só queria fazer algo para provar que estava tudo bem…

- Valeu…

Nós conversamos um pouco sobre como estavam às coisas lá em casa, minha madrasta e tudo mais, minha prima…

Todo mundo estava animado por que ia ter mais dois bebês na família. Acho que eu nunca ia entender isso.

Quer dizer, tem tanta crianças em orfanatos todos os dias…

Eu sei que você sabe que você quer contar às coisas para ele, contar sobre mim, mas agora, você também sabe que não vai poder. Esse bebê vai foder sua vida, bem como seu irmão fez.

- Como tá a escola?

- Ah, tá indo… eu… acho que vou começar a jogar futebol e fazer aulas de artes avançada… para conseguir créditos.

- Nossa, isso é bom RyRo!

Eu não estava muito numa situação boa ali, por que eu estava morrendo de medo de cometer algum deslize. Falar alguma coisa. Qualquer coisa que pudesse, sabe, fazer meu pai suspeitar de mim de novo ou saber que eu provavelmente estava pirando.

Quer dizer não estava, mas… só por que eu estou ignorando isso.

Para minha sorte, ele foi dormir logo depois também.

Graças a Deus a viagem cansava.

Eu estava preocupado que parecesse suspeito eu ficar muito no celular, então aproveitei para ficar conversando com o Brendon enquanto “assistia tv”

Ele quase não tinha muito trabalho de tarde, ainda bem.

Aproveitei para falar com o Troye também, expliquei tudo e ele disse que provavelmente, ia dar para ele ir. Ele, o Jacob, e uma galera de sempre.

Menos mal.

Você vai fuder tudo. Sabe que vai.



***



Nós saímos pouco depois do meu pai, que ia ter uma conferência sobre os procedimentos de amanhã.

Era cedo, o que era bom, por que eu tinha planejado dar uma relaxa antes, uma andada por ai… não simplesmente levar ele direito pro furacão, sabe.

- Então… - você vai foder tudo  - e-é, como ficaram às coisas depois que eu fui embora? Sabe.. n-a escola.

- Ah, do mesmo jeito, eu acho. Só ficaram mais tediosas…

- Você fez algum outro amigo ou… não sei… arrumou… algum namorado…?

- Hm, não na verdade… Tem essa menina, Izzy… ela tá fazendo aula de Álgebra Avançada comigo… Ela é bem legal. Acho que só. E depois que você foi embora… bem, eu vi um cara ou dois por ai, mas nada sério.

- E você tá vendo alguém agora?

- Ah… não é nada. Só estávamos saindo mesmo. Eu conheci ele na aula de inglês e… sei lá, a gente só fez um trabalho junto e meio que deu certo. Mas não é como se fosse alguma coisa. E você..?

- É… meio complicado. Mas, nada muito fora do normal também… Só tava perguntando por que… talvez a gente conheça umas pessoas legais, saca?

- Wow, isso… pode ser legal…

- O que acontece no bar fica no bar, né?

- Opa, claro.

- Mas to planejando da gente andar por ai primeiro.

Eu achava demais como sempre às coisas no centro da cidade fechavam tarde aqui, então deu tempo da gente andar e andar por ai até dizer chega.

Ainda não tinha falado que nós não iamos sozinhos pro Tyler, mas acho que ele não ia se importar.

Nós fomos comer, depois passamos num “shopping” que tinha por ali, e só ficamos vendo vitrines.

- Wow, aqui realmente é muito lindo.

- Nem me diga. É demais não é!

Estávamos ficando cansados praticamente só com fazer isso.

Voltamos pro carro e pegamos nosso caminho, e eu estava certo quando achei que ele não ia ligar.

Tyler estava diferente, eu acho. Tinha algo diferente, que ao mesmo tempo era ruim e bom, o que acabava equilibrado às coisas e deixando ele apenas diferente.

Nós nunca gostamos muito disso. Não em grupo. Nós sempre nos sentimos um saco quando tínhamos que nos socializar.

Eu estava fazendo isso por causa dele, do Troye, e claro, do Brendon. Eu queria ver ele. Ele era meu namorado, caralho. Agora o Tyler? O Tyler ou estava fazendo isso por que ele estava tentando ser legal comigo, ou por que depois que eu fui, ele acabou mudando um pouco.

De qualquer forma, não parecia ser algo muito ruim. Parecia bem equilibrado como eu disse.

- Eu fico feliz que você tenha se dado bem aqui Ry. De verdade. Eu me preocupei na verdade… eu sei o quanto tudo o que você tinha ali era importante… sua mãe, e tudo mais…

- Não vou dizer que não sinto falta de casa, mas… ao mesmo tempo, foi bom… foi chato no começo por que… eu só me senti tão… não sei, errado, apegado, abandonado… não sei…

- Da próxima vez, você quem vai para lá. Abriram várias lojas músicas e videogames e reformaram às quadras…

Oh, sentia falta disso… não conseguia nem lembrar mais como era ser essa pessoa. Sempre assombrada pelas coisas sem conseguir evitar, sempre pensando nas consequências do que às pessoas iam pensar sobre mim...

- Eu totalmente vou ir para lá nessas férias… ainda mais agora que minha madrasta e minha prima estão grávidas… dá para usar isso como desculpa.  Aliás, você tem visto a Maya?

- É, eu vejo ela no refeitório… Ela está na mesma, sempre está...Pelo menos ela cumpriu a promessa dela. Depois do que ela fez com você, eu não imaginei que ela ia fazer isso por muito tempo…

E, e nem eu.

A festa já tinha começado quando nós entramos no bar, e Troye e o pessoal estavam esperando a gente na fila.

Troye não foi nada tão explícito, mas cara, claro que ele ficou todo com aquele olhar malicioso de eu disse, eu disse, eu disse. De tipo, meu deus, eu paguei para ver vocês dois juntos e deu certo. Ele sabia de mim e do Brendon a algum tempo agora, mais ainda não tínhamos nos encontrado.

Todo mundo se apresentou e todo aquele papo de começo de role, e por isso que eu gostava do Troye. Ele tinha trazido um cara mais, Dylan, que estava sem ninguém. Por isso que eu gostava dele. Ele sempre fazia às coisas do jeito que era certo.

Tyler era bonito. Se ele quisesse, ele podia pegar qualquer pessoa dali, inclusive o Dylan.

Eles até combinavam de certa forma. Tyler tinha olhos azuis claro, cabelo preto. Dylan era  mesma coisa, mas com o cabelo mais claro, só que não fazia diferença por que assim como eu quando cheguei, Tyler perto de qualquer pessoa daqui fica parecendo um daqueles surfistas havaianos dourados.

Isso era ainda melhor para ele. Todo mundo, admitindo ou não, tem uma quedinha por pele bronzeada.

- Ei… antes da gente entrar… - eu começo - quero te dizer uma coisa - trago o Tyler para mais perto de mim.

Ele vai ficar tão magoado com você… vai, faça isso. estrague a noite e o resto dos dias que vocês tem.

Eu tenho que fazer, esse foi o que eu e o Brendon combinamos…

- Eu… - continuo - to ficando com um cara… ele vai estar aqui.

- Não!

- Você não liga, não é?

- Pera, você tá… saindo com um cara? Ry, desde de quando?!

- Faz pouco tempo… - menti - umas duas semanas…

- Podia ter me falado…

- É que… eu não queria sabe… que você pensasse algo errado. Eu amo você só… não do jeito que eu deveria…

- Fico feliz por você na verdade…. mas wow, por essa eu não estava esperando…

- Por favor, não me diz que você está puto comigo.

- Não… tá tudo bem… eu queria ter tido uma chance mas, eu sei que no fim, eu não ia acabar podendo te fazer feliz… por causa dos meus pais, e tals. Não seria o como eu gostaria de ter feito às coisas. Tive muito tempo para pensar sobre isso depois que você veio para cá… Então foi aquilo que eu falei… fico feliz por você. Se é isso que te faz bem…

- Só não quero que às coisas fiquem estranhas entre a gente…

- Não vão…

Isso foi um alívio para mim. E um muito grande.

Eu acho que agora só o que faltava para eu dizer que estava tudo certo, era o Brendon e o Tyler se darem bem. Mas eles provavelmente iam.

Seria bom ter uma pessoa para me entender. Para poder conversar. E agora, era bom que ele sabia que podia contar comigo também.

A única coisa foi que eu achei melhor, e o Brendon concordou, não falarmos que estávamos namorando direto. Sabe, só… como se fosse uma coisa casual. Vinha aqui, ficávamos juntos e era isso.

Só por que também, eu não queria forçar a barra. Tyler e eu tínhamos anos de amizade. Brendon e eu nos conhecíamos a menos de um ano.

Eu conhecia o Tyler o suficiente para saber que ele ia ficar mal se eu já entrasse no ‘estou namorando’ direto. Sem falar que ia ficar estranho, ele ia provavelmente ficar meio afastado de mim por causa do Brendon, com medo de fazer ele ficar com ciúmes ou coisa assim. E eu era a única pessoa que ele conhecia ali.

“Estamos aqui perto do palco. Já pode sair” Mandei mensagem

“Daqui 15 minutos. Espere ai amor.”

Logo ele apareceu e para minha surpresas, Brendon me comprimentou com um selinho em público. Tipo, um selinho mesmo. Na frente de todo mundo.

Nós nunca tínhamos feito isso.

Me senti muito bem, como se finalmente eu tivesse alguma esperança disso tudo não ser tão ruim, mas ao mesmo tempo, me pegou desprevenido.

-Brendon esse é o Tyler. Tyler, Brendon.

E não é que eles se deram bem!

- Vou pegar uma bebida para gente.

E eu não queria exatamente beber mas, Troye estava animando todo mundo e essa era a noite do Tyler, quer dizer, isso tinha que ser marcante. Não é como se ele tivesse feito alguma coisa assim, eu sei por que antes de vir para cá eu também não tinha, e ele era como eu. Se alguém não empurrasse, não conseguia se divertir.

Eu só esqueci pela milionésima vez, quer beber fodia com a minha cabeça.


*FLASHBACK ON*


- Onde você pensa que está indo, Ryan?

- Eu vou sair com o Tyler! Nós vamos para casa da tia Lily. Eu ele e a Maya vamos sair.

- Você não vai.

- Eu vou sim!

- Ryan, você tá sendo um pirralho! Para com isso ok? Para. Já deu.

- Como se você se importasse. Você foi quem de relaxo comigo, você que estragou tudo!

- Já faz meses ok? meses que eu estou com a Grace. Você precisa me ajudar, e parar com essa graça! Você já tem 13 anos, e tá agindo como se tivesse 5!

- Talvez você devia aceitar o fato de que nada nunca vai poder ser igual entre a gente, e que você quebrou a sua promessa. Eu não quero mais ficar com você, e é isso, supere

- É isso que você quer que eu faça? Você é uma criança Ryan. Uma CRIANÇA. Não era para ser, mas o jeito como você tá agindo, prova que é! Então se isso que você quer, faz. Por que todo mundo está tentando ser legal. Eu estou, Grace está... Todo mundo tem sido legal com você, mas você não para de ser um bebezão! Isso cansa sabia? Então se quiser, faça. Vá sair por ai, mas não vem voltar com seu drama para cima de mim de novo, ou contar comigo para qualquer coisa.

- Ótimo. E é se convença de que todo mundo é bonzinho, vai,faz, se isso te faz se sentir melhor. Mas você não cansa não é, você fica brincando de família feliz com a Grace, vocês vão até ter um bebê! Depois de todas às promessas, isso não é ser legal. E eu não gosto disso, não quero isso. Você não pode me obrigar. Então é, eu to indo!

E sai mesmo, por que o que ele esperava?

Eu odiava isso. Odiava. Isso não é o que ‘tudo vai dar certo’ significa. Não queria ficar nessa, jogar esse joguinho.

A única pessoa que me entendia, era a Maya. Ela era quase como eu, ela sabia como era. Tyler era meu amigo e eu era grato por ele sempre estar por ai sempre, mas ele não entendia exatamente.

Nós se encontramos na casa dele, e fomos para casa da Maya esperar ela se arrumar.

Na verdade a gente foi lá para ficar até quando desse.

- Ryan…você sabe que seu pai me ligou, não sabe?

- Não quero saber tia Lily. Esquece.

- Você não deveria ir, e não deveria ficar aqui também.

- Mãe, deixa o Ryan…- Maya falou -  o que ele tá fazendo de errado? Ele já vive aqui mesmo…

- Mas a questão é que ele está indo contra o pai dele.

- Ah, e ele não faz isso comigo? - respondo.

- Eu sei que você não gosta de tudo isso, mas ele tenta sabe Ryan? Ele e a sua mãe sempre fizeram tudo por você…

- É, você tá certa. Mas ele não entende que não vai adiantar nada não é, fingir que eu tenho outra mãe ou que ele tem outra mulher, não vai mudar nada.

- Mãe, só deixa ele…

- Maya, isso é coisa de adulto…

- É, e coisa de adulto também fez você e o papai se separarem e ficam jogando eu de um lado pro outro. Para de fazer isso com o Ryan, é a mesma coisa de você me convencer a ir morar com o meu pai por que é bom, mesmo sabendo que não é!

- Vocês dois juntos são impossíveis, meu Deus…!

- Só não liga pro meu pai, por favor tia Lily...  

- Eu não vou, só por que eu acho que você precisa de um tempo, e por que eu sei o quão difícil foi para você perder a sua mãe. Eu estava lá, e eu sou a única presença feminina na família e eu sei que você precisa de uma. Mas não pense que eu acho isso certo. Vocês dois saiam do limite um pouquinho, e já era. Ok? Eu to sempre tentando entender vocês, mas não abusem da minha boa vontade. E isso vale pros dois.

- Pode deixar. Nós seguramos um ao outro. Obrigado tia Lily.

Isso não seria difícil. Tipo, qual é. Maya e eu sempre estivemos um do lado outro, por que a gente se entendia. Não tinha nada demais. Todas às noites em claro quando éramos menores, todas às brincadeiras….

Enquanto todo mundo estava fazendo qualquer merda que se convenceram que tinham que fazer, éramos a única companhia um do outro.

E nós fizemos uma promessa, que era a gente contra o mundo. Nós sempre teremos um ao outro.

- Você não vai dar uma de merda nessa festa né? - pergunto

- Para Ryan! - Maya disse

- Você é tão chata-certinha, que tava até duvidando que fosse nessa festa.

- Eu só queria sair, não faz mal de vez em quando.

- É, sua mamãezinha deixou né

- Ai Ryan, você está chato hein. Tava legal até agora, que bicho te mordeu?!

- Vocês dois podem por fazer o favor de parar de briga-briga?

Maya mostrou o caminho para gente até a casa da amiga dela, e tinha tanta gente lá já.  

Adorei.

Eu finalmente descobri o por que da Maya ter ido nessa festa, e o bom, foi que esse motivo fez ela sumir por ai. Era o namoradinho dela lá, que capaz que estava achando que já eram casados. Nunca vi, gruda gruda dos infernos que esses dois tinham...

Nós dois, eu e o Tyler, fomos por ai, brincar e jogar jogos de bebidas.

- Você tá bem?

- Puffft, claro - eu rio.

- Tem certeza? Você geralmente não bebe tanto...

- Cala a boca e toma isso isso - pego um copo de vodka qualquer que estava por ali perto e entrego para ele.

Eu sei que não estou bêbado ou talvez estou, mas não importa.

Nós fizemos um jogo de bebida e estava demais, sério.

Tyler não pegava ninguém, mas eu tava fudendo-se para quem eu pegava ou não. Mas eu não só peguei uma ou duas garotas.

- Então vocês continuam, eu já volto…

Eu só queria dar uma passeada por ai, beber uma água e não sei, lavar meu rosto, e não estava planejando fazer nada de especial por muito tempo.

Parecia que eu estava de pohe já.

Procurei a Maya por ai, e ela só para variar ainda estava grudada naquele boyzinho dela, mas eu não me importei exatamente.

- Eu disse que eu ia voltar com você não é?

- Que?

- Eu tô quase morando com você e a tia Lily mesmo… que diferença vai fazer.

- Ryan, você sempre fala isso mas você sempre acaba voltando pro seu pai.

- Eu não vou dessa vez! Tô falando

- Você tá bêbado.

- É, você também.

- Mas tanto faz,igual você falou…. você é quase como meu irmão, tanto faz.

- Só tava avisando que que eu vou voltar com você...

- Mas você tá sabendo que é bem capaz da minha mãe fofocar e tals, e seu pai vai ir atrás você.

- Acho que dai eu vou dar meu jeito ou você me ajuda. Mas eu não vou voltar dessa vez.

- Tanto faz Ry, eu gosto de você… só que sabe que não depende de mim só.

- A gente dá um jeito…

Eu deixei ela sozinha lá “curtindo” com o “namorido” dela,  sério, que merdas ela tinha na cabeça para ser tão certinha.

Era isso que igreja fazia com às pessoas? Meu deus...

Eu só ria com o pensamento e queria achar uma cama para me despejar, e eu achei.

Nem me importava de quem era ou sei lá, eu só precisava deitar.

Depois eu fui ficar por aí.

Foi legal a festa e eu sabia que eu ia passar mal, mas quem sabe importa.

Já tinha quase acabado tudo quando a gente foi embora. Eu e o Tyler fomos na frente, eu tentando andar o mais reto possível, enquanto o Tyler me me ajudava.

Maya tinha ficado para se despedir do boyzinho ou sei lá o que esses frufrus faziam.

-Sabe eu… acho melhor a gente esperar ela aqui senão vai ficar muito longe, e ela não vai achar a gente.

-Tem razão…

-Tá se sentindo melhor?

-Bêbado. - eu ri

-Você não deveria ter bebido tanto… você sabe que isso faz mal. Achei que você ia parar, você parou de fumar.

-Ah eu parei por que meu pai não deixa mais eu sair com o Madson. E ele é meu fornecedor de cigarros, portanto…Mas nem preocupe, você sabe que eu sei o que tô fazendo.

-É, vai… Tudo bem.

-E você bebeu também.

-Mas bem pouco seu doido. Apesar de eu estar um pouco mais solto que o normal.

Eu ri, por que era a coisa mais engraçada ver o Tyler falando assim.

-Ah qua é, é verdade. E nem tem tanta graça.

-Tem um pouco. Sei lá, sabe como é, deveria se soltar mais.

-E isso, é engraçado.

-Viu.

-Hm, eu…

-O que?

-Eu só queria que pudesse ser de uma forma diferente mas acho que eu não teria coragem…

-O que você não teria coragem?

-Posso fazer uma coisa?

-Pode, ué.

Eu sabia que provavelmente não seria algo muito normal por que né, mas nem de longe eu estava esperando que ele me beijasse.

Mas lá estávamos a gente, nos beijando.

-Olha eu, sinto muito, mas só não fica bravo comigo.

-Wow, anh.. eu não estou bravo.

-Menos mal

-Você… é.. gay?

-Eh eu.. acho que sim.

-Olha tá tudo bem… Não ligo pra isso. Ainda gosto de você.

-Sobre isso… é… E se..

Mas ele foi cortado antes de tentar terminar, e nem eu nem ele percebemos a Maya chegando.

-Vocês estavam se beijando?!

-N-ão.

-E? Foi só um beijo, que que tem?- respondo ao mesmo no tempo que o Tyler.

-Que que tem?! Ryan!

-O que foi?

- Não dá para acreditar que vocês são duas mulherzinhas!

-Que? A qual é Maya, para de graça.

-Arg, não dá para acreditar, que nojo!

-Ah, qual é… Para de graça, já disse. Vem, vamos para casa.

Eu acho que estava um pouco bêbado demais para me importar na verdade, mas a Maya não se aproximou mais da gente.

Desci umas duas ruas para baixo, para ir com o Tyler na casa dele igual a gente sempre fazia.

-Ah meu, sério, desculpa se eu criei problemas para você.

-Isso da Maya? Quem liga, ela só faz graça mesmo.

-Sério?

-É…

-Tá menos bêbado?

-Não.

-Você não vai mudar de ideia quando estiver sóbrio não é? Tipo aqueles babacas que dizem que é tudo culpa do álcool

-Não, relaxa - ri - tá de boas. O que você ia me falar aquela hora? Antes da Maya fazer gracinha.

-Eu… te falo depois. Pode ser?

-Claro.

-Beleza….bom, tchau Ry.

-Tchau cara

Voltei para casa e não sabia exatamente no que estava acontecendo, mas acho que já tinham ido dormir.

Ainda bem por que minha tia ia encher meu saco.

Pensei que a Maya estava dormindo, mas não.

-Você sabe que não dá para levar isso na via, né?

-Ah Maya, qualé de. Foi só um beijo, quem liga

-É errado é nojento, quer dizer, você nunca leu a Bíblia não?

-Ah. Sério?! Pelo amor de Deus. Para.

-Eu não posso tipo, deixar você fazer isso com você mesmo. Quer dizer, Ryan, eu não quero nenhum viadinho que vai pro inferno do meu lado.

-Meu Deus, puta que pariu. Foi só um beijo, Maya. Só fica na sua e não enche, Maya.

-Se você não parar de andar com ele, eu vou ter que falar para mamãe. E você não vai poder ficar aqui.

-Você precisa é calar a boca e sei lá, estudar um pouco?

-Eu to falando sério.

-E eu também.

-É só você me prometer que nunca mais vai andar com essa gente e nunca mais vai fazer isso de beijar que eu não conto.

-Você não vai contar por que você vai foder minha vida. E você saber sabe disso. Você não pode falar.

-Isso é tão nojento, que eu não tenho escolha. Isso é errado, Ryan. Vai fazer ir para o inferno.



*FLASHBACK OFF*


Merda, merda, merda.

Eu estava tão mal.

- Ryan, eu acho melhor você ir para casa…

- Brenny, eu tô bem… só tô de pohe…

- Eu vou ver se alguém tem algum remédio para você… às vezes os caras do bar tem.

- Que tipo de remédios?

- Remédios de ressaca, Ryan. Se bem que eu acho que você ainda não pode chamar isso de ressaca…. por que você bebeu tanto?

- Eu queria aproveitar.

- Tudo bem mas… acho que você precisa de um remédio agora.

- OKk, ok. Vai lá ver se alguém tem…

Eu acho que tudo o que eu tinha comido nos últimos anos saiu de mim, e meu Deus… como eu podia estar passando tão mal assim tão rápido?

Eu deveria ter bebido muito.

Sai do banheiro, e fui me juntar com o pessoal, por que eu sabia que o Brendon ia me achar lá.

Ele apareceu logo depois, com uns dois remédios para mim que eu nem quis saber para que era. Só tomei mesmo.

- Seu amigo é bonito para poha Ryan. Isso você não me disse… ele com certeza vai pegar alguém aqui… Se eu não tivesse com o Jacob, eu pegaria ele…

Brendon estava conversando com os caras e rindo com a prima do Troye. Eu só estava encostado lá, esperando o remédio fazer efeito, e o Troye ficou por perto.

- É, eu espero que sim.

- Você disse para ele do Brendon?

- Disse…

- Bom, que bom que deu tudo certo.

- Né…

Você realmente acha que ele não ficou magoado com você?

Tyler falaria. Tenho certeza que sim

Você não conhece ele agora. Não pode ter certeza.

Posso sim.

Eu não teria se fosse você. Até por que, você sabe que seu pai pode descobrir tudo a qualquer momento.

Cala a boca

Não deveria ter vindo aqui… você vai ter acabar falando das pessoas e você vai acabar deixando escapar do Brendon.

Você não sabe disso.

A estupidez é nascença ou…?

Cala a boca.

Vai, me ignorar de novo. Você só me ignora, por que sabe que eu estou certo.

- Ry - Brendon fala perto do meu ouvido, por causa da música alta - você melhorou?

- Um pouco.

- Sabe o que eu estava pensando…. Posso ir dormir na sua casa hoje, se você quiser.

- Sério?! Bren… isso é demais! O que aconteceu?

- Minha irmã tá sendo chata de novo sobre o namorado dela, e eu sei que minha mãe não vai estar em casa…. bom, eles vão ficar bem. Eu só quero dar um motivo para ela não dormir na casa de um garoto de 14 anos, sabe? Eu já tive 14 anos… não é legal. E digamos que ela está na fase apaixonada de ‘vou morrer se ficar sem ele por mais de um dia’...

Dou risada

- Bom amor, eu não tenho nada contra… na verdade, vou até gostar se você for.

- Seu pai vai estar lá?

- Vai, mas… ele não enche muito o saco.

- Se você está dizendo…

Ele me beija e nós ficamos ali a toa por um tempo, até eu me animar de novo.

Quando a gente voltou para pista de dança, eu vi o Tyler pouco depois ficando com um rapaz que eu já tinha visto por ali antes, mas… nunca vi ele dando bola para ninguém. Deveria ser uma boa pessoa.

Eu praticamente fiquei bêbado de novo,e como posso dizer, na verdade, todo mundo estava se divertindo como eu pensei que iria.

Antes de embora nós pedimos mini pizzas, e agora todo mundo estava acompanhado.

Brendon no meu colo, e todo mundo rindo e bebendo (menos o Brendon, que na verdade só dava um gole aqui e ali por que “ah, é difícil resistir, e não vai fazer mal”) como se nada no mundo fosse ruim

Fomos para casa e eu nem liguei de deixar o Brendon dirigir o carro mesmo ele não tendo carteira de motorista. Eu sabia que eu não ia poder dirigir e o Tyler também não, e se ele sabia dirigir pelo menos… qual era o mal. Ninguém ia parar a gente, muito provavelmente.

Não foi de propósito, na verdade acho que é uma coisa que todo mundo faz no automático quando chega em casa de madrugada, mas não fizemos barulho.

Mesmo assim, meu pai acordou. Ele tinha isso. Se uma pena caísse no chão, ele acordava.

- Vocês se divertiram?

- Wow, foi demais Sr. Ross.

- É, foi demais. Adoro esse lugar. E ah, esse é o Brendon pai… meu amigo. Ele veio dirigindo.

Não era como se isso fosse estranho, eu acho.

Você deve ser realmente doente de estúpido para trazer seu namorado enquanto seu pai está aqui. Não é como se não tivesse um outdoor GAY piscando entre vocês, sabe né? Vocês são óbvios. Sem contar que se um de vocês disser ‘amor’ sem querer, já era.

Depois de todas às apresentações e tudo mais, fomos fazer um lanche da madrugada por que meu Deus, íamos morrer amanha se não fizessemos, e fomos dormir.

- Ry, posso dormir com você? Sabe no… seu quarto? - Brendon sussurrou na minha orelha.

- Pode eu acho. Ninguém vai ligar.

Tyler e meu pai tinham ficado com o quarto de hóspedes, e acho que não ia ter problema. Eu só joguei um colchão no chão e coloquei umas coisas bagunçadas, para parecer que ele tinha dormido lá, mesmo eu achando que ninguém ia se importar em ficar curioso sobre isso.

Isso é o que você acha.

Não vai acontecer nada. Tyler não tinha motivos para fussar nisso por que ele já sabia e tinha tido a noite dele, e realmente, eu achei que ele realmente falou a verdade quando disse que estava bem com isso.

Meu pai não ia ser tão filho da outra assim agora que ele estava tentando ser legal.



***



Os dias passaram mais rápido do que eu podia contar, e quando dei por mim, já estava quase na hora do Tyler e do meu pai voltarem.

Estávamos passando umas coisas boas demais juntos. Fora quando eu tinha que estudar, tudo o que a gente fazia era se divertir.

Brendon voltou a não sair muito, alguma coisa ainda sobre a irmã dele, e tudo mais. Mesmo assim, agora ele confiava no Tyler. Isso me fazia bem.

Os outros caras conheceram ele também, mesmo sem saber da história. E eles se deram bem. Nós jogávamos a maioria do tempo, saímos, fomos às lojas de músicas e até no boliche.

Sem contar que o Tyler nunca tinha comido KFC, e ele não podia ir embora sem fazer isso.

- Não é que eu nunca quis… é só que não é o tipo de coisa que eu estou acostumado. Minha família nunca teve muito dinheiro… mas é bom demais!

- Melhor lanche né?!

- Até agora sim.

Tyler iria embora amanhã, depois que eu entrasse para escola, então estávamos aproveitando.

Meu pai tinha pedido nossa ajuda para sair por ai comprar lembranças para dar pro pessoal quando chegasse, e praticamente perdemos a tarde toda e boa parte da noite nisso.

Acordei no outro dia e Brendon tinha respondido minha mensagem dizendo que estava bem antes mesmo de eu terminar meu café da manhã.

Como o pessoal ia pro aeroporto de qualquer forma, peguei carona com meu pai e com o Tyler.

- Bom eu vou comprar umas coisas ali naquela padaria para comer no avião… já volto.

Meu pai tinha parado o carro não tão perto do portão da escola, então eu e Tyler descemos.

- Cara, eu vou sentir falta daqui…

- Não se preocupe… agora que deu tudo certo, toda vez que meu pai vir, você vem também. E nessas férias, eu vou acabar indo para lá com certeza.

- Eu espero. Dá saudades de você lá às vezes.

- Eu vou… não posso prometer, mas vou…

- Tchau Ryan… - ele me abraça, e eu o abraço de volta. - foi bem legal, de verdade. Obrigado.

- Ah, eu fico feliz que você tenha gostado…

Eu não estava esperando por isso nem em um milhão de anos, mas Tyler acabou encostando seus lábios nos meus, mesmo depois de tanto tempo.

Não foi como se tivesse sido um beijo, ou mesmo um selinho. Foi… apenas algo.

- Espero poder voltar logo…

E vamos só fingir que isso nunca aconteceu, por que não é como se tivesse sido alguma coisa.

- Ah, agora que você já sabe como é…

- Mudança de planos meninos… - meu pai volta - eu vou ter ficar por aqui mais alguns dias. Parece que um dos meus pacientes vai ter que fazer uma cirurgia de urgência… Tyler, eu liguei para sua mãe, e ela disse que infelizmente, ela vai precisar de você… então te deixo no aeroporto. Ela vai pegar você lá.

Não é como se a gente tivesse que se preocupar. Meu pai não viu o ‘beijo’

Tem certeza?

- Ah, tudo bem senhor Ross… Acho que minha mãe quer que eu vá para ajudar na mudança do meu tio…

- Bom, eu tenho que ir. - digo. - Te vejo depois então, né pai?

- É, vou ficar no apartamento provavelmente.

- Até mais Tyler - nos abraçamos de novo, e eu entro correndo ouvindo o sinal tocando.

Eu achei que ia ser mais um dia normal, mas antes mesmo de chegar do intervalo, eu sabia que não seria.

Alguém tinha visto eu e o Tyler. E aparentemente, todos estavam falando sobre isso.

Puta merda, se isso chegasse errado nos ouvidos do Brendon…


Notas Finais


Aiai

Uiui

Essa vida. Bom galera, comentem ai <3

Sabem que eu amo vocês e até a próximaaaa

(Ps: me adicionem no Instagram e no Twitter plis :. @dwrperlman)

Bjsss


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