História City of bones (Taekook, Baekmin e Namjin) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Bleach, EXO
Personagens Baekhyun, Isshin Kurosaki, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Masaki Kurosaki, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Baekmin, Instrumentos Mortais, Namjin, Taekook
Visualizações 11
Palavras 420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Open city of bones♡

Capítulo 2 - Pandemônio pt.2


Fanfic / Fanfiction City of bones (Taekook, Baekmin e Namjin) - Capítulo 2 - Pandemônio pt.2

Lá dentro, a boate estava cheia de fumaça de gelo-seco. Luzes coloridas enfeitavam a pista de dança, transformando-a em um multicolorido reino de azul, verde, rosa-shocking e dourado.

  O menino da jaqueta vermelha passou a lâmina afiada na mão, com um sorriso indolente nos lábios. Havia sido tão fácil _ algum encantamento na lâmina, para fazer com que parecesse inofensiva. Outro encanto em seus olhos e, assim que o segurança o encarou, ele entrou. Evidentemente, ele poderia ter passado sem toda comoção, mas aquilo fazia parte da diversão _ enganar os mundanos, descaradamente, na frente deles, curtir olhares vazios naqueles rostos que tanto lembravam ovelhinhas de rebanho.

  Não que os humanos não tivessem utilidade. Os olhos verdes do menino examinaram a pista de dança, onde braços vestidos em peças de seda e couro preto apareciam e desapareciam nas colunas giratórias de fumaça enquanto os mundanos dançavam. Garotas mexiam em seus cabelos longos, garotos balançavam os quadris vestidos de couro e peles nuas brilhavam com suor. Vitalidade simplesmente transbordava deles, ondas de energia que os enchiam de uma tontura inebriante. O lábio do menino se contraiu. Eles não sabiam a sorte que tinham. Desconheciam o que era prolongar a vida em um mundo morto, no qual o sol se pendurava vacilante no céu como uma brasa queimada. Tinham vidas que flamejavam tão brilhantes quanto chamas de velas _ e eram igualmente fáceis de ser apagadas.

  A mão do menino apertou a lâmina que carregava. Havia começado a adentrar a pista de dança quando uma menino surgiu da multidão de dançarinos e começou a caminhar em sua direção. Ele o encarou. Ele era lindo, para um humano _ cabelos quase exatamente da cor de tinta preta, olhos como carvão. Usava regata preta com um casaco da mesma cor, calça jeans rasgada. O garoto sorriu, passando por ele, acenando com os olhos. Ele se virou para seguir o garoto, sentindo nos lábios o doce sabor de sua morte eminente.

O menino foi até o garoto, sentindo a pele pinicar com a proximidade do garoto. De perto, ele não era tão perfeito: dava para ver o excesso de maquiagem sob os olhos. Te peguei, pensou o menino.

  Um sorriso descontraído curvou os lábios do garoto. Ele foi para o lado, estava se apoiando em uma porta fechada. ENTRADA PROIBIDA-DEPÓSITO estava escrito em tinta vermelha. O garoto entrou. Deu uma olhada para trás _ninguém estava olhando. Muito melhor se ele quisesse privacidade.

  O menino entrou na sala depois do garoto, sem perceber que estava sendo seguido.


Notas Finais


End♥


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