História City of Mobsters - Capítulo 13


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Categorias Cameron Dallas, David Guetta, Justin Bieber, Nicky Romero, Sara Sampaio
Personagens Cameron Dallas, David Guetta, Justin Bieber, Nicky Romero, Personagens Originais, Sara Sampaio
Tags Ação, Cameron Dallas, Drama, Justin Bieber, Máfia, Mistério, Romance, Violencia
Visualizações 82
Palavras 1.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, meus amores. Espero que curtam.

Capítulo 13 - Londres - Parte 3


Fanfic / Fanfiction City of Mobsters - Capítulo 13 - Londres - Parte 3

— Justin, preciso de ajuda — peço nervosa ao abrir a porta de seu quarto violentamente.

— Que que foi, mina? — pergunta rude, sem me olhar. Coloca um pouco de whisky em seu copo e vira-se para porta em seguida. Sua expressão muda quando seus olhos encontram os meus. — Laya, o que houve? — ele solta o copo, vem em minha direção e segura meu rosto com as mãos.

— Eu preciso te contar algo, mas prometa que vai me entender e não vai gritar comigo — mexo o nariz, sentindo algumas lágrimas bobas pedirem para cair e ele assente. — Promete.

— Está bem. Prometo — e me puxa para sua cama pela mão. Sento de frente para ele e começo.

— Bem, a merda toda teve início na noite em que houve aquele incidente que me causou essas marcas — aponto para meu rosto e braços. — Leon estava no barzinho em que eu fui para pegar água, se eu me lembro bem, para me refrescar e ele me chamou para sair; o que é um pouco engraçado já que eu era cunhada dele; mas eu disse que não e ele obviamente não sabia quem eu era, mas adivinha onde eu acabei de ver o desgraçado? NA PISCINA! Ele me reconheceu à alguns minutos e acho que ele achou suspeito me ver em dois lugares, tipo, do nada, nunca tendo me visto antes. Para provar que não tenho nada a esconder e só estou onde aparecem mais clientes, já que eu disse que sou prostituta, irei ter um encontro com ele HOJE! Justin, eu preciso de ajuda. É claro que não posso me encontrar com esse psicopata. O que eu faço? — desabafo afobada e começo a chorar. — Eu só atraio desgraça — choramingo e balanço a cabeça negativamente esperando a bronca, os gritos, surtos…

— Se acalma — Justin diz de forma serena e eu congelo. — Quer uma água?

— O que? Você… Não está louco para me matar?

— Sinceramente? Você é um íman de merda e no momento precisamos pensar em algo que te livre de contato com o pau no cu do Leon, ou você pode simplesmente jantar com ele e acabar com isso. Estou com uma puta preguiça de brigar, infelizmente, mas quem sabe isso passe? — ele leva o olhar até a garrafa de whisky e sorri de lado.

— É sério… O que vam…

— Hey, Drew, seu filho da puta! Você subiu rápido demais — Chris interrompe minha pergunta ao entrar no quarto as quedas. — Interrompo? — ele estreita os olhos ao reparar em mim e eu levanto rapidamente.

— Não, não! Eu já estava de saída — abro um sorrisinho amarelo e enxugo os vestígios de mínimas lágrimas que molhavam meu rosto à alguns segundos. — Até mais, rapazes — lanço um último olhar de socorro para Justin e saio do quarto em silêncio.

P.O.V JUSTIN

— Mermão… se o Ian sonha que você está traçando a…

— Ficou maluco, filho da puta? — corto a fala de Chris e fecho a porta rapidamente. — Se alguém escuta isso e pensa que estou mesmo transamos com a Laya, eu me fodo.

— Se não estava, por que ela estava aqui com você? — ele coça a cabeça e eu bufo.

— Preciso da sua ajuda, nerdzinho buceta.

— Manda aí então, cacete.

— E não é porque eu estava a sós com ela que você tem que pensar isso — replico e começo a contar o meu plano.

[…]

— Beleza, hora do show! — Chris grita animado e eu coloco a escuta.

— Então... Não sei como se coloca isso — Laya aparece saindo de dentro do banheiro, deslumbrante. — Gente?! — ela balança a escuta na nossa frente e assim eu e os caras saímos do transe.

— Você está perfeita… — Ryan diz quase babando. Não muito diferente de mim.

— Deixa que eu ajudo — Chaz diz indo em sua direção e começa a ligar a escuta em seu ouvido, depois a cobre com o cabelo.

— Papai e mamãe já saíram? — ela pergunta arrumando o decote e eu realmente estou ficando maluco. Essa mulher é linda demais.

— Já fizemos os coroas irem passear — respondo indiferente. — Tudo irá acontecer muito, muito rápido.

— Ainda não sei se é melhor esconder esse planinho deles… E para que a escuta? Precisava ser tão extravagante?

— Precaução. E você tinha que aceitar.

— Relaxa! — Cameron grita ao entrar na sala. — Você está linda — ele diz sorrindo e ela retribui abertamente.

— Está bem, vamos começar — aviso mandão, saindo da sala.

Fico no pé da escada observando cada um dos caras descerem e por último, vejo Laya descer as escadas devagar. Um passo atrás do outro…

— Você está quase babando, cara — Chaz soca meu ombro e eu dou risada. As vezes esse cara percebe coisas que nem eu mesmo me dou conta que estava fazendo.

— É, até que ela não é de se jogar fora…

— Fala sério. Ela é gostosa. Por que não investe?

— Ela é a filha do nosso chefe. Ele a guarda a sete chaves, mano.

— Se você não pegar… O Cameron pega — ele diz debochado e eu abro um sorrisinho sacana.

— Para que se preocupar? Não estou apaixonado por ela, Chaz. Na verdade, creio que nunca vou me apaixonar. Não há motivos para investir em nada aqui. Tu ainda não percebeu isso, pau no cu?

— Claro que já, irmão. Mas vocês dois poderiam se dar bem — ele pisca e coloca o dedo indicador na boca como se estivesse sensualizando e eu mostro o dedo do meio, dando risada. Idiota.

— Estão me ouvindo? — a voz de Ryan soa gritando na minha escuta e eu coloco a mão no ouvido rapidamente.

— Ficou maluco, Ryan? Essa porra está alta demais — resmungo irritado.

— Foi mal, caras — ele diz rindo mas logo muda seu tom. — Bem, vamos andar logo que eu quero curtir a noite. Todos posicionados?

— Sim — todos respondemos em uníssono.

Vejo de longe, Laya chegando à mesa em que Leon se encontra. Ele a recebe com um beijo na mão.

P.O.V LAYA

Porra, o arrependimento está começando a bater na minha porta. Era melhor ter fugido mesmo; mas por outro lado, Leon iria me caçar. São coincidências demais para uma pessoa só. Ele não parece ser burro.

— Então você veio… — ele abre um sorrisão largo e eu abro um sorrisinho forçado.

— Claro. Por que achou que não? — pergunto de forma irônica, sentando-me à sua frente.

— Por que será? — ele pergunta também ironicamente e eu jogo um sorriso amarelo.

Onde será que estão vocês?

Olho em volta, de forma sutil e encontro Chris e Justin. Graças a Deus.

— O que o casal irá querer esta noite? — o garçom pergunta gentilmente e antes que eu abrisse a boca, Leon se pronuncia.

— Traga o melhor vinho da casa. Por hora — diz de forma sedutora - até parece que é mesmo - e volta o olhar para mim. Bebo o copo de água inteiro. Que nervosismo. — Você está maravilhosa — sua voz soa encantadora e por um minuto eu esqueço quem ele é. 

— Muito obrigada.

— Laya? Está ouvindo? — a voz de Ryan soa baixinha no meu ouvido. — Se sim, dá uma tossidinha; se não, dá duas — dou uma tossida de leve. — Ok. Já avisamos aos seguranças que temos penetras no hotel. É questão de minutos. Só tem um pequeno detalhe… Não é nada demais é só que…

— Eric? — cuspo toda a água que eu havia colocado na boca e começo a tossir sem parar quando seu olhar dá de frente contra o meu. — Ai meu Deus! — coloco a mão no peito dando leves batidinhas tentando recuperar o ar e Leon me olha perplexo.

— Parece que você acabou de ver o nosso pequeno detalhe — a voz de Ryan soa novamente e eu tento me controlar para não xinga-lo — mas não se preocupa, ele vai ser levado junto.

— Está tudo bem? Toma esse lenço — Leon estende um lenço cor-de-rosa bem claro. — Você viu algum fantasma? — ele pergunta rindo mas assim que minha mão toca seu lenço, homens armados invadem o restaurante. Puta que pariu, são eles? Oh Glória, cacete!

Levanto da mesa com as mãos para cima e Leon me olha confuso. Os seguranças o cercam por trás e colocam suas mãos em algemas.

— Penetra aqui não tem vez, pirralho — um dos caras diz puxando-o brutalmente.

— Le… — Simon tenta gritar pelo irmão mas Chris o soca bem no rosto.

— Outro penetra aqui! — Justin avisa e Simon também é algemado.

Por um momento, meu coração sente pena. Opa, eu estaria morta se ele soubesse de quem eu sou filha. Que pena o que, garota?

— O que está acontecendo? — me faço de desentendida quando eles vão se distanciando. Os dois me lançam olhares de ajuda e eu faço cara de perdida mas assim que me viro, um sorriso diabólico brota em meu rosto. Agora vocês vão ser chutados para longe de mim, otários. Volto-me à Justin e Chris e jogo uma piscadela. — Ryan, o que você quis dizer com "Se sim, dá uma tossidinha; se não, dá duas"? Se eu não estivesse ouvindo, não faria nada — interrogo pela escuta.

— Foi um teste  de atenção — ele diz em tom risonho e eu rio junto. Agora irá ficar tudo bem.

P.O.V LEON

— Por que o Chris te socou? — pergunto a Simon entredentes tentando me livrar das mãos desse pau no cu que me algemou.

— Porquê eles nos odeiam?!

— Nunca mais vou ter um encontro com essa mina, caralho. Foi muita sorte encontrar ela aqui e agora já era! Não foi fácil que ela aceitasse — esbravejo.

— Talvez não fosse dar certo — Simon diz um pouco calmo demais para o meu gosto.

— Não fosse? Não deu — digo baixo e entredentes, calculando meu próximo plano. — Não se preocupe, Isabelly. Vamos nos encontrar novamente.



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