História City Of Stars - Capítulo 2


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Categorias NOW UNITED
Personagens Any Gabrielly, Bailey May, Diarra Sylla, Heyoon Jeong, Hina Yoshihara, Joalin Loukamaa, Josh Beauchamp, Krystian Wang, Lamar Morris, Noah Urrea, Personagens Originais, Sabina Hidalgo, Shivani Paliwal, Sina Deinert, Sofya Plotnikova
Tags Beauany, Joaley, Noart, Now United
Visualizações 23
Palavras 1.905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEEEEEEEY! Eu disse que voltava, não disse?
Então, vamos lá a mais um capítulo! Esse está... digamos... um pouco mais emocionante do que o passado - que foi mais uma real apresentação do universo que criei.
Como o título é autoexplicativo vou deixar que vocês leiam e tirem suas próprias conclusões...
Por sinal Us do James Bay vai tocar em um determinado momento da leitura, então se vocês procurem a versão acústica dele vão encontrar, deixarei o link nas notas finais.
PS: Se liguem no que a pessoinha está cantando para a outra pessoinha ;)
Enjoy!

Capítulo 2 - Capítulo 2: Um pouco de confusão nunca é o suficiente


- Cala a boca, Sina! Você não deveria estar com esse vestido! Olha pra você, eu já disse inúmeras vezes que namorada minha não se veste feito puta!

Tais palavras me chamam atenção assim que chegam aos meus ouvidos, arregalo os olhos e me viro para trás, onde havia uma loira quase platinada aos prantos com um garoto alto e de cabelos castanhos esvoaçantes berrando. Que cena.

Trato de analisar a roupa da garota por essa ser a pauta do assunto: um vestido branco com um leve decote no busto e comprimento no meio das coxas. Nada mais comum para uma adolescente.

E naquela garota a fazia parecer uma princesa. Qual o problema nisso?

- Você já me mandou trocar de roupa inúmeras vezes, no final eu não tinha mais opções, sabia?! – a garota para de chorar assim que expõe as palavras, porém logo o ambiente fica em silêncio. Um abraço abafado é o bastante para o choro da loira ser tampado. E por vários motivos aquela cena que anteriormente me assustara agora me causa repulsa.

Consigo sair de fininho sem que a cadeira de balanço ranja e dou passadas largas quando percebo que o casal ainda se abraçava sem notar minha presença. Preciso chegar rápido ao meu bloco. Contudo, logo percebo várias dúzias de garotos saindo do Bloco D indo em minha direção, pelo visto a festa de boas-vindas a qual foi relatada ia em colisão com minha rota contrária. Em razão desse fato apresso ainda mais os meus passos, afinal: eu tinha que me arrumar.

Era meu primeiro dia naquele local, eu tinha que pelo menos parecer apresentável nem que fosse por alguns instantes na primeira noite e por incrível que pareça a conversa com Olivia despertou em mim uma constatação muito óbvia: eu necessito me enturmar e nesse quesito eu esperançosamente preciso contar com as minhas novas colegas de quarto.

Assim que paro de contar com o meu vans para caminhar entro no dormitório avisto Joalin com um conjunto preto de saia e camisa; e Sabina com uma calça rasgada e um camisão transparente. Ambas bem estilosas.

Okay, então se essa é a proposta... Primeira noite Any, fique ao menos apresentável.

Logo me arrumo e decido vestir um shorts de cintura alta com uma blusa vermelha no estilo ombro a ombro, faço um coque e decido não depositar tanta maquiagem em meu rosto. Eu também não queria exagerar. Ao final, retiro um all star branco da mala e partimos para o local das apresentações.

Quando chegamos ao lugar, o diretor já está fazendo seu discurso como o predestinado, encaro os arredores e acabo por avistar um grande gramado com uma fogueira voltada para a direita e paralelamente uma espécie de capela gigante decorada com luzes.

Sou tirada dos meus devaneios quando Joalin puxa meu braço repentinamente e sou levada a um grupo de garotas que param de conversar ao redor da fogueira quando me veem, assim pude notar a real falta de novatos naquele ano. Eu era uma novidade pelo que aparentava.

Talvez os pais não cogitassem colocar seus filhos logo no último ano nesse colégio, o que explica a surpresa de Sabina quando revelei que era uma Senior mais cedo.  

Maravilha! Aquilo facilitava muito a minha situação.

- Any, essas são a Sofya, a Diarra – Sabina aponta para uma garota com expressões meigas e logo após para outra com olhos marcantes. Ambas acenam para mim com certa timidez e eu retribuo com o mesmo sentimento – e a Sina. - Deparo-me com a loira platinada que a pouco estava em prantos pelo campus, seus olhos apresentavam bolsas, fato sinalizador do que eu havia presenciado a instantes atrás. Solto um sorriso levemente triste ao qual é devolvido a mim. Também não passa despercebido pela minha pessoa o fato de o vestido branco não estar mais em seu corpo, este agora era vestido por um moletom que batia em seus joelhos e uma calça reta.

Ela estava desconfortável por vestir um moletom e não um vestido... Que ironia.

- Atenção galera! – um cara brota do outro lado da fogueira, ocasionalmente me assustando, quando paro para analisar a persona percebo seus cabelos loiros que parecem estar em chamas pelo reflexo da luz proveniente do fogo. Estonteantemente bonito. – Vamos ao show! - Olho em volta e noto o fato de que ao meu redor havia dez vezes mais pessoas do que quando cheguei naquele local, procuro avistar as redondezas onde o diretor discursava entre o amontoado de pessoas: agora vazia.

- Vamos apreciar o espetáculo. – Sina solta aquela frase com um misto de raiva e deboche e eu posso apostar que ela não desejava que ninguém escutasse o que acabou de dizer. Bem, eu escutei. Talvez pela proximidade a que fomos submetidas após dar uns passos para lá e para cá por conseguinte da superlotação naquele local do gramado.

- Noah Urrea, meus queridos! – o loiro anuncia o garoto ao seu lado que segura um violão e sorri, ação a qual faz com que seus olhos se tornem pequeninos, dando um charme a si mesmo, fator notado por muitas garotas ali que pareciam se derreter em apenas encarar o garoto. Pela minha visão periférica percebo de novo o revirar de olhos dado pela loira de moletom ao meu lado.

- Então pessoal, eu sei que é o último ano de muitos de vocês aqui. – O músico de cabelos castanhos ajusta o violão e afina as cordas rapidamente enquanto continua a se pronunciar – É o meu, pelo menos. E todos sabemos como o Senior Year é decisivo nas nossas vidas. Tanto podemos fazer tudo certo, conseguir ir bem nas provas finais, ganhar o campeonato estadual de futebol, certo Bailey? – uma gargalhada massiva é realizada e um garoto forte de olhos puxados dá na brincadeira um empurrão repreensivo no garoto que discursa – Certo, certo. Você vai conseguir esse ano. – Mais alguns risos. Um silêncio é instaurado quando Noah para de falar por alguns segundos e começa a encarar o chão. – Mas nós também podemos nos arrepender de não ter feito algo por um causa, ou por um alguém. Afinal, esse é o nosso último ano juntos, alguns laços vão se romper e outros vão se manter. E nós temos o dever de tentar manter os daqueles os quais nos importa.

O silêncio apenas acabou de se firmar com suas palavras finais. Era como se estivéssemos dentro de um vácuo, e por mais clichê que tivessem sido aquelas palavras até em mim que não tinha o mínimo de relação como ele, ou sabia o real significado de suas palavras tinha sido socada por sua honestidade e facilmente as enquadrei na minha própria realidade.

Mas tinha algo ali que tornava todas aquelas palavras ainda mais massacrantes.

Eu sei que não tenho a capacidade de compreender a áurea pesada daquele local. E talvez fosse melhor assim, porém algo me alertava para o fato ao qual Sina o encarava com as pupilas dilatas juntamente em um cenário onde todos direcionavam os olhares para eles dois que se encontravam em lados opostos na fogueira, ambos se olhavam sem redirecionar o olhar.

Noah começa realizando os acordes do violão e se prontifica a cantar no tempo da música, cutuco Sabina que estava do meu lado e sussurro para que Sina não consiga ouvir:

- Qual é a deles?

Tell me how to be in this world

(Diga-me como viver neste mundo)

- É uma história complicada.

Tell me how to breathe in and feel no hurt
Tell me how 'cause I believe in something

(Diga-me como respirar e não sentir dor
Diga-me, porque eu acredito em algo)

- Eles eram muito amigos. – Continua Sabina – Em suma, eles brigaram quando a Sina começou a namorar com o Jake. Pelo que parece, tem muito mais coisa por trás dessa história entre os três, eu não pergunto nada porque toda vez que tocamos no assunto a Sina se retrai. O Jake tem muito ciúmes da Sina, principalmente em relação ao Noah.

I believe in us

(Eu acredito em nós)

Gritos e burburinhos são ouvidos quando subitamente a música para de tocar. O mesmo cara que estava discutindo com Sina mais cedo reaparece puxando Noah pela camisa, poucas pessoas vão atrás dos dois.

Instintivamente sigo o grupo de garotas que correm atrás de Sina, esta que vai se encontro com os dois garotos, assim como o loiro que anunciou a apresentação de Noah.

Um soco é destinado a face do cantor que cai com impacto em consequência a forma desajeitada que estava sendo puxado, suas costas não conseguem atingir o chão em razão do seu violão amortecer sua queda, fazendo-o ficar estraçalhado. Rapidamente outro soco é realizado, mas dessa vez é o loiro que parte pra cima do namorado da Sina.

- Para de cena, Jake! – grita o garoto enquanto tenta ajudar o amigo a se levantar. No entanto, o tal Jake parte para cima da dupla que insiste em sair rapidamente daquela cena, mas sem sucesso, pelo que era visível Noah não consegui nem andar direito pela dor nas costas.

- O que eu digo pro treinador de basquete? Que o capitão do time anda causando brigas?  - Diarra corta o caminho de Jake em direção aos garotos. Me impressiono com sua atitude e finalmente olho para as meninas que me acompanham, Sina se encaminha para ajudar os garotos e o resto do grupo, assim como eu observa o cenário com expressão de espanto.

- Você não faria isso. Ele não acreditaria.

- Você contra todo mundo ali? – Diarra aponta para onde ficava a fogueira, agora bem afastada da confusão, onde as pessoas provavelmente estavam entretidas com algo, mas com pensamentos no que ocorria aqui. Estranho a conclusão de que eu esperava que houvesse alguém para apartar a briga ou mais plateia. Contudo, aquilo só sinalizava o contexto ao qual eu vi mais cedo. Poucas pessoas cruzavam o caminho desse cara sem aranhões. – Você já foi mais inteligente, Jake. Só porque está com uma crise de ciúmes não quer dizer que não pense. Seu pai ficaria muito desapontado. O filho perfeito causando confusão? Que feio.

Ele se aproxima agressivamente de Diarra que continua o encarando de forma raivosa. Aquilo não ia acabar bem.

- Acho melhor você ir embora. – Me volto para a garota a puxando levemente pela blusa, uma tentativa de sinalizar que aquilo não sairia barato. Algo que ela mesma deveria saber.

Logo eu, me metendo em confusão sem ter passado nem doze horas nesse local.

- E quem é você? – seus olhos verdes me perfuram como adagas, mas decido ignorar. Que babaca.

- Sério, Jake. Vai embora. – Sofya se pronuncia pela primeira vez e me espanta a maneira incisiva a qual ela põe na voz, o que faz o garoto relaxar os ombros e respirar fundo enquanto revira os olhos.

- Você vem comigo Sina? – aquelas palavras são ditas de forma cansada com intuito de passar ordem. Não era uma pergunta.

A loira que estava de costas para nós endireita sua postura, soltando Noah que volta apenas a se apoiar no amigo, esse conseguia dar alguns passos mais largos.

Sina se volta com cabeça baixa e se põe ao lado do namorado.

Aquilo estava tão errado.

- Sina, não. – Joalin repreende.

- Você volta pro dormitório com a gente. – Sofya se preocupa e segura o pulso de Sina, este que logo é desprendido em razão do casal de namorados nos terem dado as costas.


Notas Finais


... DON'T KILL ME PLEASE!
Eu sei, eu sei. Os nossos babys não merecem nada disso, mas... ainda tem muita coisa pra rolar nessa história!
Então, fiquem ligados nos próximos dias, que mais conteúdo vem por aí!
Desde já agradeço a quem comentar e favoritar, já que de qualquer forma é um estímulo para eu continuar a escrever <3
Podem dar suas apostas, seus comentários de ódio e amores... Que comecem os Jogos Vorazes... brincadeira kkkkk'.
Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=xtuypOug04s
Até logo!
KISSES!


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