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História Ciúmes (série contos eróticos 1) - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Ciúmes (série contos eróticos 1) - Capítulo 2 - Capítulo 2

O beijo veio como uma avalanche trazendo de volta tudo o que ela viveu nos braços de Henry. Como um analgésico para aliviar uma dor e com elas os momentos ruins. A mão em suas costas nuas a sustentava enquanto a que puxava levemente sua nuca era possessiva. Lhe dando a promessa de que seu marido era tão receptivo ao sexo como fora quando estavam no auge de uma paixão avassaladora. Podia quase sentir os olhos lacrimejarem pela forte emoção que aquele simples contato era capaz de exercer.

O beijo termina cedo demais para ambos, mas Henry sabia que não poderia se prolongar, por mais que estivesse quase disposto a arrastar sua feiticeira russa teimosa para o cômodo mais próximo e faze-la lembrar do porque ambos se davam também.

-Desculpa atrapalhar. - Interrompe Helena Megales sem esconder o descontentamento ao ver como o filho caia aos pés de alguém tão vulgar quanto sua nora – Mas o governador do estado acaba de chegar com a família e quer vê-lo.

Assim como a matriarca da família, Henry podia ser tão cruel quanto ao dirigir a mãe um olhar autoritário, fazendo a Senhora força um sorriso a esposa.

-Karoline. Que bom vê-la novamente.

Lhe dando um sorriso mais doce Staianov diz:

-Obrigada Henela. - A russa enfatiza o nome da sogra pois sabia o quanto a mesma odiava ser chamada pelo primeiro nome.

Em famílias gregas antigas da aristocracia Ateniense as noras e netos tinham de se dirigir a mulher pelo sobrenome.

-Eu já volto. - Ele diz se despedindo com um beijo na testa de Karoline a pegando de surpresa pelo ato carinhoso.

Assim que ele se afasta deixando ambas sozinhas Helena não perde tempo em se voltar a outra:

-E muita cara de pau sua aparecer aqui depois do que fez ao meu filho. - Mesmo sentindo o estomago se revirar pelo o olhar da sogra Karoline se mantem inabalável por fora, quantas vezes ao ficar sozinha com Helena era tratada de forma hostil e agressiva. - Se acha que pode engana-lo novamente como a prostituta que é esta muito enganada.

Um sorriso despontava dos lábios da Staianov, assim quem olhasse diria que ambas estavam apenas conversando enquanto elas passaram a andar de braços dados.

-Sabe de uma coisa Helena durante o tempo em que convive com você, eu jamais entendi o porquê dessa sua aversão a minha pessoa. E por diversas vezes eu tentei entender, mas hoje. Eu percebi que pessoas amargas tende a ferir os outros seja por inveja, ciúmes ou até mesmo maldade. - Mas foi no olhar castanho de Helena que fez a matriarca dá um passo para trás. - Vamos deixar as coisas claras entre nós minha querida sogra. Se tentar pisar em mim ou cruzar o meu caminho tenha a certeza que eu não vou pensar duas vezes antes de atropelar você. - O sorriso falso some de ambas – Fique no seu canto que do meu cuido eu, se não quer que abra a minha boca pra dizer quem Helena Megales e de verdade. Vamos ver o que essa sua aristocracia de merda vai falar quando descobri o que você fez com a nora gravida.

Karoline percebe com desgosto a sogra empalidecer. Após um tempo a mulher achou a voz:

-Não faço ideia do que está falando.

-Não adianta fugir. Eu sou medica, deveria ter passado nessa sua cabeça que eu descobria... mas como eu disse. Não se meta no meu caminho e tudo ficará bem.

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Um pouco mais de uma hora se passara quando Henry enfim conseguiu se livrar dos investidores e acionistas. Rodará pelo salão inteiro em busca de sua russa, começava a pensar que ela houvesse ido embora, quando enfim a encontra numa das sacadas.

Estava debruçada sobre o parapeito observando atentamente as luzes da cidade colina abaixo.

Esse era um dos motivos de ter escolhido montar o hotel sob aquela colina. Avista que se tinha de Atenas era incrivelmente bonita.

Com as mãos nos bolsos se aproxima fazendo os sapatos italianos fazerem sons com seus passos.

Sem nem ao menos olha-lo Karoline diz sentindo sua aproximação:

- Eu costumava amar esse lugar. – Ele para atrás dela e observa atentamente a bela mulher a sua frente – Pensava em como esse lugar era romântico e encantador. Em como as pessoas era alegres e felizes... pensei que teria tudo isso quando aceitei me casar com você. Achei que construiríamos uma linda família, que terminaria meus estudos e então pudesse exercer minha profissão aqui.

E lá estava novamente aquele gosto amargo ao ter de lembrar o que levou o casamento de ambos ao fracasso.

- Eu sei que eu não disse isso naquela época, mas eu sinto muito Karol. – Sua mão pousa em suas costas correndo como uma carícia até sua nuca fazendo a pele morena se arrepiar. – Eu não fui um bom marido e você era teimosa demais. Mas eu deveria ter ficado do seu lado quando... quando você perdeu o bebê.

Ela agradece por estar de costas e ele não poder ver as lágrimas silenciosas que caiem daqueles avelãs tão cheios de dor. Se casará tão nova, não tinha paciência para o trabalho do marido na empresa e tentava fazer o possível para ser aceita na família. Quando soubera que estava gravida, pensar que enfim a sorte estava mudando, que Henry ficaria feliz com o filho que teriam juntos, mas assim que contará ficará surpresa ao perceber que o marido não queria filhos tão cedo alegando “Que eram jovens demais para ser pais e que tinha uma empresa que dependia dele e uma criança seria um problema.”

Após isso Karol não sabia mais o que fazer. O marido quase não ficava em casa e quando vinha estava cansado demais, passara a viver reclusa dentro de casa e só saindo quando a família dele a convidava. Fora num jantar dado pelas famílias Megales e Zabat, duas semanas após lhe contar a gravidez, que ela escutara que o marido estava arrependido de ter se caso com um estrangeira e que vivia cada vez mais infeliz. Logo após isso Karoline sofrera um aborto dando fim aos seus sonhos de construir uma família.

-Eu costumo pensar que a males que vêm para o bem. Não estávamos prontos.

- Não Karoline. Eu não estava pronto. Fui um imbecil que deveria ter ficado do seu lado. Deixei que a morte de meu pai afeta-se nossas vidas e só percebi isso depois que você partiu.

Ele a faz se virar para si e só então percebe a enorme dor que ela suportará sozinha. Como pudera pensar que aquela mulher era sua inimiga? Pelos Deuses!

- Não chore agápi. – diz ao limpar suas lágrimas com os dedos. – Não suporto vê-la chorando.

Seus braços a envolvem de uma forma protetora como se pudesse a esconder do mundo e de todos. Mas quando na verdade fora ele o único que causará aquele sofrimento a ela.

- Eu quero ir embora.

- Tudo bem. Eu te levo.

Ainda apoiada no corpo forte do marido eles saiem pelos fundos. Juntos caminham pelo estacionamento subterrâneo em silêncio. A lamborguine amarela estacionada era chamativa diante dos outros carros. Karoline não ligava muito para marcas de carro, não era algo que lhe chamava a atenção e não disse nada pelo novo carro do marido.

Assim que ambos se acomodam dentro do carro, Henry da a partida e o carro ronrona baixo.

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-Chegamos.

Karoline percebe que havia pego no sono em algum momento. Observa o marido que olha atento o lugar lá fora e só então percebi que não estava enfrente ao hotel onde se hospedara. E sim na mansão em que eles moravam.

O lugar estava tão lindo quanto se lembrava, o jardim muito bem cuidado.

-Por que viemos para cá?

-Porque essa é a nossa casa. – E com isso ele sai do automóvel o contornando e abrindo a porta para ela. -Vamos?

Aceitando a mão que lhe fora oferecida eles entram na casa. Ao passar pela porta ela percebe que tinha algo faltando, mesmo estando impecável, com uma decoração de catálogos de revistas. O lugar parecia estranho.

-Você mudou alguma coisa? – pergunta olhando em volta. Os saltos ecoando pelo chão polido.

- Não. Na verdade ela está desocupada desde que você foi embora. – aqui surpreendeu ainda mais Karoline e isso não passou despercebido pelo marido. – Eu mando alguém vir aqui toda semana mantê-la limpa. – Henry não estava pronto para dizer que assim que ela partirá ele não ficará melhor e acabará por se mudar para o Hotel onde trabalhava assim poderia mergulhar de vez no trabalho. – Vou ver se tem algo na cozinha para preparar.

- Eu gostaria de usar o banheiro. – assim que avisa sobe as escadas quase correndo. Entra no seu antigo quarto e vai para o banheiro da suíte.

Assim que para de frente ao espelho percebe o quanto está abatida e cansada. A maquilagem deixará círculos escuros em volta de seus olhos e o batom estava fraco. A pele de seus braços estavam suadas. Precisava de um banho. O enorme box de ladrilhos escuros era convidativo assim como o chuveiro metalizado que ela sabia que tinha a melhor ducha que já usará.

Henry estava lá em baixo ela poderia tomar um banho rapidinho. Se livra rapidamente das roupas e adentra o box sentindo a água morna cair sobre sua pele. Como sentirá falta desse chuveiro.

Karoline estava tão maravilhada com aquela água que não perceberá que não estava sozinha no banheiro. Mãos fortes a abraçam por trás a pegando desprevenida.

-Caramba! Você quase me matou de susto. – diz se sentindo um tanto quanto desconcertada por estar nua após tantos anos ao lado de um homem.

Afastando a cabeleira escura pro lado Henry diz ao roçar sua orelha:

- Vim ver se não precisa de ajuda com o banho.

- Eu... não preciso. – responde ao buscar forças para se conter. Estava apavorada em como tudo o que havia planejado no dia anterior havia ruído água abaixo pelo simples toque dele.

-Tem certeza? -pergunta rouco se divertindo ao passar as mãos em saboadas sobe a clavícula de modo provocador, deixando que elas percorresse o vale dos seios fartos para logo apertar ao acariciar a auréola rosada. – Não sabe quantas vezes sonhei com isso. – ele segui dizendo em tom rouco fazendo com que ela sentisse a ereção cutucar suas costas.

A mão direita de Henry desce por seu abdômen a fazendo tremer por antecipação. Suas unhas compridas se agarravam a seu braço de uma forma quase desesperada. Com dedos hábeis ele passa a brincar com seu clitóris a fazendo morder os lábios em agonia.

-Henry...- diz necessitada.

Mesmo de olhos fechados podia sentir o sorriso que ele fazia roçando o rosto no seu cabelo.

- Vai me deixar te provar agápi?- pergunta ao chegar próximo de sua entrada. Passa a penetra-la com o dois dedos sentindo a carne rosa o comprimir pela invasão. – quero passar a minha língua bem aqui...- diz ao indicar o lugar com o polegar a fazendo gemer alto.

-Humm...

-Sente como me deixa. – diz roçando seu pau nas nadegas firmes e fartas.

Ele para de masturbá-la para virar seu corpo de frente, e então se abaixando fazendo Karoline ofegar ao ser uma das pernas erguidas, apoiada em seu ombro e a língua do marido explorar sua intimidade com desejo. Ela iria a loucura se continuasse daquela forma.

-Henry... por favor...- diz puxando seus cabelos negros – Eu preciso de você.

-Mas você já me tem. – diz divertido.

- Não assim... eu quero... você... dentro de mim.

Sem poder negar ou querer se conter ele se põem de pé a virando de costas novamente.

-Ponha as mãos na parede. – diz segurando a cintura.

Ela o obedece prontamente. Ele para apenas para admirar aquela bunda deliciosa.

Introduz seu membro rígido sentindo o quanto ela era apertada. A ver ofegar pelo tamanho e a sensação de ser invadida deixando ele extremamente excitado.

-Empina essa bunda pra mim vai. – diz enroscando os cabelos húmidos em seu punho. Desfere um tapa a fazendo gemer. – Não faz ideia de como me deixa louco Skyla.

-Oohh... Não para!. – diz deixando ser penetrada com força.

Outro tapa e seguindo demais um puxão de cabelo.

-Parar? Estou longe disso. – diz autoritário ao morder seu ouvido.

As estocadas são selvagens, os gemidos passam a ser altos. Se tinha uma coisa que amava em seu marido era como ele trepava. Gostava dessa dominação que ele tentava exercer sobre ela na hora do sexo.

- Eu tô quase... – avisa mais para sua raiva ele sai de dentro dela. -Henry!

-Quieta.

Só percebe que ele se ajoelhou ao ter aquela língua lhe explorando de forma possessiva sua entrada de trás. A deixando sem fala. Seus dedos voltam a procurar seu clitóris.

Pelos Deuses! Ela quase podia ver estrelas.

Um tempo depois ele volta a ficar de pé. E passa a introduzir seu pau onde sua língua estivera.

Leva um tempo até que ela consiga recebe-lo por completo.

Henry segura sua cintura e passa a se movimentar com rapidez. Sua mão volta a estimular e sem que ela pudesse se conter o orgasmo a atinge de uma forma longa, a fazendo estremecer.

Henry apenas sai dela para que a pudesse virar de frente a sustentando. Suas pernas torneadas envolvem sua cintura para recebe-lo novamente.

-Porrah você é tão gostosa... – diz ao beijar-lhe a boca com luxuria.

Mais alguns movimento e o orgasmo atinge assim como nela. Suas pernas tremem.

Leva um tempo para que ambos voltem a realidade. Como um gatinho sua esposa se agarra ao seu corpo.

Eles teriam muito o que trabalhar nesse casamento mas se eles se mantivessem assim. Agarrados como se um dependesse do outro para respirar poderia dar certo.

-Eu prometo que vou mudar. Não quero que aja segredos entre nós – ele diz sem solta-la. – quero você de volta, quero o nosso casamento de volta Karoline. Mas para isso preciso saber se ainda quer o mesmo.

Sem desviar seus olhos dos deles ela diz:

-Podemos tentar fazer as coisas derem certo Henry. Mas eu preciso que você se abra comigo quando tiver problemas. Sou sua esposa e ainda te amo, estou aqui para apoia-lo. Mas também preciso sentir isso de você.

Ela era a criatura mais linda que ele já vira e estava nos seus braços dizendo que o amava e daria uma chance para eles novamente.

- Eu prometo que vou mudar isso.

O beijo ardente dessa vez parte dela.

Sim. Eles dariam certo. Porque um sem o outro não se sentiam completos como agora.

Ela precisava dele, assim como ele dela. Podiam ter suas brigas e discussões, mas sempre voltavam. Porque amor não é para ser entendido e sim sentido.

FIM.


Notas Finais


Espero que você Karol e os leitores também tenham curtido esse conto. Pq eu amei escreve-lo .

Obrigada pelo apoio que venho recebendo também.

Vocês são demais.


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