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História Clandestino (MarkHyuck-NCT) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Ia sair antes, mas minha net caiu e só voltou agora,mas aqui está ^-^

Boa leitura ♥

Capítulo 6 - Virgin


Fanfic / Fanfiction Clandestino (MarkHyuck-NCT) - Capítulo 6 - Virgin


           ㅡ Capítulo 06 ㅡ

                   Virgin


LEE DONGHYUCK pov's:


   - Senhor... Senhor, acorde. - Sentia fracos solavancos enquanto ouvia a voz mansa de Madeline em meu ouvido.

- Huh? - Murmurei sonolento.

- Senhor, o Senhor Lee está o esperando na sala. - Ela falou e despertei me sentando na cama.

- O que ele quer? - Provavelmente soei irritado, mas era só sono e ela sabia disso.

- O médico, vocês têm médico hoje. - Ela me lembrou.

- Ah é. - Concordei fazendo um bico - Vou me arrumar, avise a ele. - Me arrastei até o banheiro.

Tomei um banho frio rápido o suficiente para me considerar limpo, fiz o restante de minha higiene e saí procurando uma roupa adequada para a ocasião e naquele momento senti falta de Jungwoo, mas como não o tinha como conselheiro, optei por uma calça jeans escura e um pouco justa e uma camisa de botões xadrez, arrumei meu cabelo e desci encontrando Mark sentado no sofá mexendo em seu celular, mantendo uma concentração invejável para àquele horário.

- Bom dia. - Disse preguiçoso, bocejando.

- Muito cedo, não? - Ele riu de canto enfiando o celular no bolso do sobretudo que vestia - Quando retornarmos você volta a dormir. - Disse atencioso.

Eu deveria começar a me acostumar com a dualidade do canadense.

- Por que marcou uma consulta tão cedo? - Franzi o cenho o acompanhando para fora da mansão.

- Vou passar o dia ocupado, é o único horário livre. - Deu de ombros destravando um dos inúmeros carros na garagem.

- São todos seus? - Estava boquiaberto.

- Sim. - Deu de ombros como se fosse a maior normalidade do mundo ter uns vinte carros na garagem.

- Deve ser bom dirigir, né? - Perguntei praticamente falando comigo mesmo, o fazendo sorrir pelo nariz.

- Um dia eu te ensino. - Ele me olhou por cima dos ombros, indicando com o topete loiro para que adentrasse o carro e assim eu fiz - Eu te ajudo. - Ele colocou o cinto de segurança em mim e deu partida após se acomodar em seu assento.

O caminho era traçado em silêncio, nem mesmo o rádio ele ligou.

- No que trabalha? - Perguntei e ele riu de canto.

- Você não consegue ficar quieto, não é? - Comentou risonho.

- Não parece constrangedor pra você? - Não contive um riso e ele deu de ombros.

- Administro uma agência de viagens com rede de hotéis própria. - Falou simplista.

- Você tipo... Monta a viagem pro cliente? - Franzi o cenho afim de entender melhor.

- Mais ou menos, talvez mais burocrático, mas é nesse caminho. - Ele sorriu ladino, atento a estrada.

- Você costuma viajar muito? - Perguntei curioso.

- Um pouco, normalmente a trabalho. - Balançou os ombros.

- No contrato diz que eu deveria te acompanhar em viagens. - Comentei me recordando.

- Se quiser. - Falou em sua defesa como se aquilo fosse ruim.

- Eu queria ir a um lugar de praia, sempre quis conhecer o mar. - Falei sorridente, viajando mentalmente e me contendo quando peguei Mark me encarando.

- Nunca esteve numa praia? - Franziu o cenho voltando a encarar o caminho, estranhamente tímido.

- Nunca sequer saí da vila que eu morava, talvez a primeira vez foi quando te encontrei. - Disse envergonhado.

- Vou tentar arrumar um tempo para viajarmos. - Ele disse e então parou o carro em frente a um gigantesco prédio branco.

- Nada de injeções, não é? - Estremeci ao imaginar a consulta.

- Não, Donghyuck. - Rolou os olhos e riu, puxando-me pela mão.

- Senhor Lee! - Uma recepcionista peituda o cumprimentou, ignorando minha presença ao lado do loiro.

- Teea! - Ele acenou para ela, chamando o elevador que por sorte chegou rápido.

- Ela não sabe que você é gay? - Rolei os olhos e ele mantinha um sorrisinho presunçoso no canto da boca.

- Está com ciúme já, Donghyuck? - Alargou a expressão alegre.

- Não seja ridículo, Mark. - Bufei.

- Sabe. - Ele disse saindo do elevador e o acompanhei.

- Mark! - Um baixinho de cabelos castanhos o cumprimentou.

Seu jaleco branco ia abaixo dos joelhos e uma prancheta estava em suas mãos junto a uma caneta.

- Lee Donghyuck? - Perguntou quase afirmando.

- Bom dia. - Me curvei para ele.

- Moon Taeil. - Estendeu a mão para mim que a apertei sorrindo cerrado.

- Podemos, hyung? Não tenho muito tempo. - Mark falou checando seu relógio.

- É claro, vamos. - Nos guiou para dentro de um consultório - Sente aqui, Donghyuck, fique a vontade. - Me indicou uma maca.

- Não preciso tirar a roupa, não é? - Perguntei e se entreolhando os dois soltaram uma risada.

- Não. - Mark falou grosso, quase me advertindo.

- Ele é o mais bem humorado dos seus garotos, Lee. - Comentou sorrindo - Vou tirar seu sangue, será uma coleta rápida, tudo bem? - Disse e eu assenti.

Moon amarrou uma espécie de corda de borracha em meu braço e enfiou uma gigantesca agulha em minha veia, tirando um tubo satisfatório de sangue de mim.

- Espero que isso não me faça falta. - Disse gélido.

- Não vai. - Ele ainda ria.

- Você não vai se consultar, senhor? - Olhei Mark por cima dos ombros do doutor.

- Ele passa por isso mensalmente. - Moon respondeu pelo loiro que estava indiferente ao assunto.

- Por que tantos exames? - Iniciei uma conversa com o doutor.

- Vocês vão se relacionar, é bom que esteja tudo bem com ambos. - Ele explicou e me senti envergonhado.

- Sei. - Me limitei a falar, vendo o mais velho tirar suas luvas de borracha.

- Donghyuck, preciso que me responda algumas perguntas, pode ser? - Perguntou puxando uma folha de sua mesa.

- Sim. - Assenti.

- Com quantas pessoas já se relacionou antes de Mark? - Disparou a pergunta e senti o olhar do Lee se erguer até mim.

- Com nenhuma. - Falei quase inaudível.

- Você nunca transou com ninguém? - Ele perguntou desacreditado.

- Não. - Neguei e um brilho diferente se apossou dos olhos do homem mais distante.

- Beijos? - Formulou uma nova pergunta.

- Nunca me relacionei de maneira alguma com ninguém. Nunca beijei e nunca mantive nenhum contato mais íntimo. - Falei sem jeito.

- Você é virgem, Donghyuck? - Mark se pôs de pé e caminhou até mim.

- Sou. - Falei sem encará-lo.

- Hyung, pode nos dar licença alguns minutos? - Mark perguntou ao Moon sem tirar os olhos de mim.

- É claro, vou pegar um café. - Moon nos deixou a sós.

- Eu sei que não é o que estava querendo, provavelmente estava atrás de alguém com alguma experiência... - Falei e o homem se encaixou entre minhas pernas tomando meu rosto entre as mãos grandes.

- Por que não me contou? Poderíamos ter evitado esse constrangimento. - Ele comentou fechando por alguns segundos os olhos.

- Faz parte dos seus métodos, não seria justo. - Argumentei.

- Pelos céus, Lee. - Ele riu pelo nariz, jogando a cabeça para trás - Você é puro, eu jamais insistiria. - Completou.

- Não quero que me trate como se fosse especial se vou ter a mesma função que qualquer outro que já esteve com o senhor. - Dei de ombros.

- Você já é especial. - Ele disse e sem qualquer aviso o loiro juntou seus lábios nos meus.

Não se abriram, mas se mantiveram unidos por mais de dez segundos. Meu ar estava preso e eu só consegui me afastar, buscando pelo mesmo.

- Podemos ir? - Franzi o cenho, sem jeito para o encarar.

- Podemos. - Ele assentiu atordoado, abrindo a porta e nos tirando dali - Me envie os resultados pelo e-mail. - Falou ao homem que sorriu assentindo.

- Tchau pra vocês. - Acenou para nós e me limitei a me curvar, adentrando o elevador com Mark.

- Desculpe por ter te beijado, foi impulso. - Se justificava.

- Tudo bem, aquilo nem foi um beijo. - Dei de ombros tentando não me mostrar mexido.

- Se nunca se relacionou com ninguém, como sabe que gosta de homens? - Franziu o cenho.

- Eu nunca gostei de ninguém, mas me atraio pelo senhor. - Confessei e o vi sorrir de lado.

- Você me deixa louco. - Sua mão repousou em meu quadril e apertou a área, sussurrando em meu ouvido causando-me um arrepio enquanto a porta da estrutura de aço se abria nos dispensando.

- Tchau, Mark! - A mesma garota de antes falou e eu então segurei o maxilar do loiro e depositei um selinho ali, olhando torto para a mulher que se esquivou.

- Ciumento. - Ele comentou e eu apenas me afastei quando saímos do prédio, adentrando o carro assim que ele destravou o mesmo.

- Ela é muito oferecida! - Ralhei.

- Teea Simpson já transou com mais da metade dos empresários de Seoul. - Ele contou.

- Bom pra ela, porque com você ela não vai transar. - Cruzei os braços e o vi rir cheio de intenções - É o contrato, nada de relações fora, lembra? - Ergui uma sobrancelha - Se vale para mim, vale para o senhor. - Desviei o olhar para fora do carro.

- Vale sim. - Ele deu partida no carro - Vou te deixar em casa e em seguida vou para a empresa. - Comunicou.

- Não vai tomar café? - Perguntei ainda sem o encarar.

- Não tenho tempo. - Negou.

- Deve começar a se organizar. - Falei e ele apenas deu de ombros sem realmente ligar - Posso chamar Jungwoo para almoçar comigo? - Franzi o cenho.

- Não acha que está passando tempo demais com o Kim? - Perguntou um tanto emburrado.

- Ciúmes, senhor? - Sorri de canto.

- Ele é meu amigo, não seja ridículo. - Rolou os olhos.

- Ele não faz o meu tipo. - Sorri contidamente - Prefiro o senhor. - Deixei no ar.

- Para um virgem você é bem abusado. - Comentou risonho.

- Sou virgem, não inocente, senhor. - Praticamente sibilei para ele que assentiu sorrindo.

- Está entregue. - Parou o carro em frente a sua mansão.

- Obrigado. - Agradeci - Bom trabalho. - Deixei um selinho rápido em seus lábios e saí do carro - Que horas o senhor volta? - Me debrucei na janela.

- Mais ou menos umas oito. - Ele estipulou.

- Até mais tarde então. - Bati meus dedos na base da janela e o deixei partir, adentrando a mansão outra vez.

[...]


MARK LEE pov's:


   Estranhamente eu estava mais feliz naquela manhã que estaria monótona e chata em quanto assinava papéis e ouvia Jaehyun falar sem parar sobre nossos compromissos para dias futuros se não estivesse com Donghyuck na cabeça.

Aquele garoto era tudo o que eu jamais imaginei encontrar. Era espontâneo, sincero e intocado, eu seria o primeiro a tocá-lo, mas não posso fazer isso mediante o contrato, até porque as práticas impostas naquele só serviam para pessoas com algum tipo de experiência, então eu teria que agir como um namorado paciente, o que não soava nada mal.

O que ele está fazendo comigo?

- Mark! - Jaehyun esbravejou chacoalhando alguns papéis na frente de meu rosto.

- Fala, cara. - Fechei a expressão antes possivelmente embasbacada.

- No que estava pensando? - Ele sorriu malicioso - No seu novo garoto?

- Como...? - Ameacei perguntar mas eu sabia perfeitamente de quem se tratava - Jungwoo. - Concluí e meu amigo concordou - Taeyong sabe que ainda conversam? - Ergui uma sobrancelha.

- Não muda de assunto. - Semicerrou os olhos para mim - Somos amigos de qualquer maneira. - Deu de ombros.

- Ele é virgem, Jae. - Contei quase rasgando a face de tanto sorrir.

- Uau. - Sibilou franzindo o nariz - E quando você vai mudar isso? - Sorriu malicioso.

- Eu nunca tirei a virgindade de ninguém, será a primeira vez pra mim também. - Falei pensativo.

- Por favor, Mark, não seja tão romântico, se lembra o que rolou comigo e com Jungwoo quando envolvemos essa porra de romance? - Ele rolou os olhos numa má nostalgia.

- Você gostava do Jungwoo. - Comentei rindo um pouco enquanto analisava alguns papéis.

- Ele queria mais do que eu podia oferecer. - Deu de ombros estalando os lábios.

- E como é com Taeyong? - Franzi o cenho.

- Yong é um bom garoto, é livre demais, não constrói esse tipo de apego. - Negou sorrindo monótono.

- Gosta dele? - Ergui uma sobrancelha para meu amigo.

- Sentimento é a última alternativa em casos como os nossos. - Ele riu pelo nariz e tive de concordar, mesmo sabendo que eu era uma excessão naquele caso própriamente.

Eu nunca tratei nenhum de meus submissos mal, nem mesmo Jaemin, aquele diabo.

- Yong vai comemorar o aniversário dele lá em casa, John vai com Ten, deveria levar seu garoto. - Ele disse se pondo de pé e ajeitando a gravata - Fim de semana. - Completou e saiu da sala.

[...]

   Terminei de tomar meu banho, não encontrando Donghyuck na casa, ele esteve fora com Jungwoo o dia todo, mas ao descer a escada encontrei o menor na cozinha sem a companhia de meu amigo.

- Jungwoo não quis entrar? - Perguntei indo até ele.

- Não. - Sorriu - Ele estava com dor de cabeça.

- Você aprontou muito com ele? - Fui até a geladeira e peguei uma garrafa de água, me dirigindo para o balcão.

- Engraçadinho. - Semicerrou os olhos para mim.

- O que está fazendo? - Perguntei antes de beber a água.

- Uma massa árabe, acho que você vai gostar. - Ele sorria virando as massas na frigideira com certa habilidade.

- Foi isso que foi comprar com Jungwoo? - Franzi o cenho e ele assentiu - Por que não me pediu dinheiro?

- Ele disse que de qualquer maneira você quem pagou, você paga o salário dele. - Riu ao dizer e eu me aproximei do mais novo.

- Você é meu agora, Donghyuck, tudo o que é meu é seu. - Eu disse indo até o bolso de meu blazer deixado no sofá, pegando um cartão - Aqui, não tem limites, fique a vontade. - Lhe estendi o cartão prata.

- Não precisa. - Negou envergonhado, apagando o fogo da frigideira e dispersando as massas numa travessa.

- Você vai querer comprar muitas coisas e eu faço questão de pagar todas. - Sorri apelativo e deu certo já que o moreno o pegou.

- Eu vou economizar, prometo. - Ele o guardou em sua bolsa e eu assenti rodopiando os olhos para a humildade excessiva do menor.

- Estou faminto. - Comentei olhando a comida sendo posta na mesa.

- Eu só vou pegar o suco e podemos comer. - Ele foi até a cozinha pegando a jarra e copos.

- Onde estão Sue e Madeline? - Perguntei olhando pela casa.

- Nos quartos. - Deu de ombros - Quis comandar a cozinha. - Se sentou ao meu lado.

- Uma surpresa? - Franzi o cenho não contendo o riso.

- Se dissesse que não estaria mentindo. - Ele assentiu pondo carnes em um círculo de massa e enrolando, levando-o até minha boca - Você tem que comer, está muito magro, senhor.

Mastiguei a comida e ao engolir pude sentir a comida deliciosa preparada pelo garoto.

- Uau, eu não sabia que cozinhava tão bem. - Comentei limpando a boca com um guardanapo.

- Aprendi quando cuidava dos meus avós. - Ele começou daquela vez preparando o seu - Minha mãe ia trabalhar e eu cuidava deles, e como meu avô não andava e minha avó enxerga bem pouco eu fiquei responsável pela cozinha. - Ele contou com os olhinhos marejados.

- Eu já estou tomando conta delas, ok? - Aproximei minha cadeira da dele e o segurei pela cintura - Elas vão ficar seguras. - Beijei seu ombro.

- Obrigado, senhor. - Ele sorriu de canto e mirou meus olhos roçando a pontinha de seu nariz no meu.

- Você sabe que não precisa cozinhar, não é? - Falei comendo mais.

- Eu gosto, não é nenhum trabalho para mim. - Ele negou e eu assenti, não iria contrariá-lo.

- Você iria a uma festa comigo? - Franzi o cenho, me afastando um pouco para enxergar seu rosto.

- Festa? - Pareceu surpreso.

- Sim, é do namorado, na verdade submisso de um amigo meu. - Falei coçando a nuca um pouco sem jeito.

- Existem outros? - Ele provavelmente referia-se ao termo "submisso".

- Você não faz ideia. - Enfatizei e ele riu.

- Não tenho roupa para este tipo de ocasião. - Comentou comendo.

- Você tem um cartão sem limites e Jungwoo a sua disposição. - Ri e ele fez o mesmo - Vamos, por favor. - Fiz um biquinho e ele me deu um selinho assentindo.

- O Woo hyung vai também? - Franziu o cenho.

- Não. - Neguei de imediato.

- Por que não? - Franziu o cenho.

- Ele e meu amigo não têm um bom passado juntos. - Deu de ombros.

- Ex-namorados? - Chutou e não vi problema em contar a verdade.

- Jungwoo já foi submisso do Jung. - Comecei - Mas o Kim é muito romântico e Jaehyun não é bom com estas coisas, até porque romance é a última opção nestas relações. - Falei e só depois me dei conta que o assustei - Mas isso não se aplica com a gente, eu nunca vou te machucar e nem te fazer mal, eu juro. - Segurei sua mão por baixo da mesa e ainda assustado ele assentiu.

Qual o seu problema, Mark Lee?

- Você topa ir à festa comigo? - Perguntei - Será uma reunião íntima. - Acrescentei.

- Sim. - Forçou um sorriso.

Estava nítido o incômodo e o pânico em Donghyuck, ele provavelmente não acredita no meu romantismo e preciso provar que sou diferente, mas a questão é... Como?


Notas Finais


Espero que tenham gostado ♥

Até o próximo BunniesBoos >•<


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