História Clarinas - o amor vence o preconceito - Capítulo 1


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Categorias Em Família
Personagens Clara Fernandes, Marina Meirelles
Visualizações 138
Palavras 2.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, LGBT
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Convivência


Fanfic / Fanfiction Clarinas - o amor vence o preconceito - Capítulo 1 - Capítulo 1 - Convivência

Capitulo 01 – Convivência

São Paulo....

Marina Meirelles , cabelos longos cumpridos e ondulados, olhos castanhos, magra, 1,65 de altura, pele branca rosto angelical e uma carisma de encantar qualquer um que está a sua frente.
Profissão: Policial

Fazia parte de um grupo de policiais que trabalhavam a procura de bandidos em crimes durante todo o dia. Era o que ela mais amava.

Status de relacionamento: Solteira e a procura de alguém que a prenda de vez.

V – Marina o chefe está a sua procura
 - Vanessa, ruiva, 1,60 de altura, pele branca e muito bonita. Trabalhava no batalhão de polícia auxiliando Marina em tudo o que ela fazia, mantia ela a par de tudo o que estava acontecendo ao seu redor.

M – Muito obrigada Vanessinha – Pisca o olho e sai em direção a porta.
M – Mandou me chamar Pai?

D – Sim minha filha.

- Diogo Meirelles , alto, cabelos grisalho e muito bonito, chefe, Delegado da Policia e Pai de Marina. Era o protetor da filha e um pai muito orgulhoso por ela exercer a sua mesma profissão.

M – E então o que deseja?

D – Filha você sabe que há anos estamos trabalhando juntos nessa delegacia e sei que você ama tudo isso, mas tenho uma proposta pra você.

M – E que proposta seria essa?

D – Um grande amigo meu de infância também delegado de polícia está precisando de agentes competentes, bom de mira e de muita experiência em seu batalhão, ele me ligou e perguntou se eu não conhecia alguém e eu indiquei você filha.

M – Como me indicou? Quer que eu te abandone Pai?
D – Calma filha é só uma proposta que estou fazendo a você. Vice não vai me abandonar e nem eu irei abandonar você filha. Só estou querendo Algo melhor pra você e sei que isso será muito bom pra sua carreira meu amor!

M – E onde fica ?

D – Rio de Janeiro

M – Rio de Janeiro pai? – Levanta-se da cadeira e anda pela sala.

D – Você sempre gostou de lá filha, pensei que iria adorar!

M – É mas me pegou de surpresa pai

D – Assim como foi a primeira vez em que você saiu pra se formar fora do Brasil minha filha. Você foi sem planos e acabou gostando de lá. Voltou uma nova pessoa, uma nova mulher, uma profissional.

M – Pai, e tudo isso aqui que eu vivo? Vou ter que deixar pra trás?

D – Tudo isso filha vai continuar aqui, sempre que quiser voltar você será bem vinda. Todos aqui te amam. – Se olham por alguns segundo em um silencio – Olha – Segura nas mãos da filha – Não estou te obrigando a nada, só estou dizendo isso porque a proposta é boa, vai melhorar sua vida e você pode quem sabe até ser mais feliz do que já é aqui. Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa, mas a decisão é sua. – Diogo da um beijo na testa da filha e sai da sala a deixando sozinha juntos com seus pensamentos.
 Marina começa a pensar em tudo, se fica ou se vai, conversa com Vanessa que é sua mão direita em tudo e que acha a ideia sensacional.

V - Marina pensa direito é uma proposta muito boa, mas porém tem um problema.
M - E qual é esse problema?
V- Eu né meu bem, vai me deixar sozinha, rolada no chão, solitária, triste.
M-Ai van não exagera! Eu sempre vou esta disponível pro que você precisar. Sempre que quiser me liga a qualquer hora. E preciso que fique aqui cuidando do meu velho pra mim. Co fio em você mais do que em qualquer outra pessoa.
V - Tá Falando assim então você já está decidida em ir?
M - Ainda vou pensar Vanessa. Preciso saber direito ao certo como funciona tudo por lá.
V - Tá certo
Marina da um beijo demorado na bochecha de Vanessa e sai em direção a sua sala.

Rio de Janeiro ...

 

Clara Fernandes , 1,67 de altura, cabelos pretos e longos, franja acima dos olhos, rosto meigo e angelical

Profissão: Especialista em analise Médica
Status de relacionamento: Enrolada
- Ela trabalha no laboratório de análise da base da polícia, investiga impressões digitais e outras coisas a mais em casos mais intensos. Alfredo, seu pai também é o chefe e delegado do local, ele tem Clara como seu maior tesouro.

C – Olá pai, alguma tarefa hoje?

A – Oi filha, por enquanto não, ei espera...

C – O que foi?

A – Vamos sair pra gente jantar hoje a noite? O que acha? Não fazemos isso desde que.. .
C - Desde que a mamãe se foi né pai?
A- É filha...
C - Pai, não pense que Acho ruim nossa convivência sem a mamãe com a gente. O problema é que o trabalho não nos dá um tempo para fazermos os que fazíamos antes, mas quero que saiba que só o simples fato de ficar o dia todo do seu lado, tá te vendo sabe, já é o suficiente pra mim.
A - Você é meu orgulho de vida filha - Se abraçam
A - Mas é a minha resposta?

C – Ah... pai... olha.. desculpas eu tenho um compromisso

A – Compromisso é? Huuum, namorado?

C – Não pai, é só um amigo.

A – Amigo é? Sei.

C – Para com isso pai.

A – Ah filha só quero te ver feliz e eu quero conhecer ele ta.
C - Paaai! - Eles riem quando o telefone do delegado toca.

A- Delegacia bom dia!

M – Bom dia! Senhor Alfredo?

A – Eu mesmo quem é?

M – Marina Meirelles filha de Diogo Meirelles

A – Ah! Senhorita Marina que bom que ligou.

M – Meu pai me falou da sua proposta de trabalhar com você ai no Rio De Janeiro.
A – Sim e você o que me diz?

M – Primeiro gostaria que me explicasse como funciona tudo por ai e o que exatamente vou fazer em que lugar vou ficar. ..

A – Bom...
Alfredo explica tudo para Marina enquanto Clara sentada a frente de seu pai escuta toda a conversa curiosa já pelo o que o pai estava dizendo, pois não sabia de nada daquela história.
Ao sair do telefone Clara curiosa já faz um monte de perguntas para o pai.

C – Quem é essa tal de Marina Meirelles?
A – Minha mais nova policial.

C – E onde ela mora?

A – Em São Paulo, mas virá morar no Rio. C – E o que faz de tão importante essa mulher para que se interesse tanto por ela assim?

A – Filha ela é a filha de um grande amigo meu e também delegado, ela não apenas policial ela é A POLICIAL, sabe aquelas que se você jogar uma maçã pra cima e ela atirar de olhos fechados ela acerta?- Faz gestos com as mãos
C – Nossa se for isso mesmo ela é demais! Mas não acredito que realmente ela acertaria essa maçã rsrsrs

A – A filha, só estou dando um exemplo.

C – Eu entendi pai, estou Apenas brincando. E quando essa super mulher chega aqui?

A – Logo filha, logo.
Clara segue para sua sala não mais muito curiosa pela novidade, pois imaginava Marina outra pessoa.

 

São Paulo ...

 

M – Pai? – Entra na sala e Diogo

D – Oi filha?

M – Vim aqui dizer que estou partindo para o Rio de Janeiro!

D – Aceitou a proposta de Alfredo?

M – Ele me convenceu, mas sabe pai ainda estou triste porque vou sair daqui. D – Você jamais vai sair daqui já disse. As portas sempre estarão abertas pra você, vai atrás dos seus sonhos filha, vai crescer mais ainda vai, é o que você sempre quis. Eu sempre estarei aqui pra o que você precisar.

M – Eu sei pai – Se abraçam.

- Passam-se dois dias, Marina prepara tudo para a viagem, se despede de todos e vai para o Rio de Janeiro.
Ela agora morará com sua tia Juliana, irmã de seu pai que morava sozinha em um apartamento em Santa Teresa. Juliana era dona de uma loja muito famosa nas redondezas.

J – Marina como você cresceu e está tão bonita, jovem – Dar-lhe um beijo em suas duas bochechas.

M - Obrigada tia, seu apartamento é lindo. Vem cá, você mora sozinha mesmo aqui?

J – Moro

M – E os boy tia? Não tem nenhum?

J – Os boy como você diz não estão aparecendo pra mim – Elas riem

M – Sei sei sei

J – Mas e você hein mocinha como está esse coração ai?

M – Parado tia, sem ninguém pra amar no momento

J – O que aconteceu com a ultima que você namorava?

M – Ela me abandonou tia sem motivos nenhum. Eu até falei que nunca mais confiava em mulher nenhuma

J – Vai apareceu a pessoa certa pra você filha

M – Vai sim tia mas duvido muito que esse coração aqui se prensa a alguém tão cedo
J- Não fale assi, nunca sabemos o nosso destino.
M - É né - Se olham sorridente

J – Vem vou te levar até seu quarto, me da aqui te ajudo com essas coisas – Juliana ajuda Marina com algumas malas e outros objetos que ela levava consigo.

M – Cuidado com isso!

J – Desde quando toca violão?

M – Desde sempre!

J – Nunca vi.

M – Eu nunca mostro pra ninguém tia, é algo que só guardo pra mim sabe

j – Acho que sim, mas esse talento deve ser mostrado.

M – Mostro pra você um dia se quiser – Risos

J – Além de policial ainda é música. Quero ver.. Ta valendo Hein (risos)
- Elas passam um tempo arrumando o quarto em que Marina ficara conversando muito sobre tudo o que aconteceu na vida delas, pois a anos não se viam.

J – Você está ansiosa pro seu novo trabalho?

M - Nervosa até. Vou conhecer pessoas novas, tudo novo sabe é estranho.

J – Mas tenho certeza que todos vão amar você filha, você é tão encantadora, conquista as pessoas fácil fácil, e quem sabe até arranja um amor por lá.

M – Tiiiia! – Elas riem
No dia seguinte.. ..
Marina acorda muito cedo e já toma um banho e vai para a cozinha. Sua tia já se encontrava lá preparando o café da manhã.
M- Tia? Acordada tão cedo?

J- É que eu também acordo essa hora para ir trabalhar.

M- Ah é muito bem.

J- Ansiosa Filha?

M - Nervosa tia, muito nervosa.

J- Vai dar tudo certo.
M- Beijos Tia
- Marina segue para o endereço do lugar que seria seu novo início de vida. Ela estava bastante ansiosa. Era totalmente diferente de onde trabalhava com seu pai em São Paulo. Era um prédio de quase 10 andares onde Marina adentra sem saber ao certo pra onde ir quando decide pedir informação em um dos balcões.
M - com licença onde posso falar com o senhor Alfredo?
Balconista - Senhorita Meirelles?
M- Eu mesma.
Balconista - Ele está aguardando a senhorita em sua sala, fica naquele corredor na sala de número 04 - Aponta com o dedo em direção ao destino de Marina.
M- Obrigada! - Marina então segue para o local. Lá Ela conversa com ele E deixam tudo em pratos limpos. Agora sim... Aquele era o novo trabalho de Marina. Alfredo explicará como funciona o local todo para ela mostrando sala por sala até que mostra a sala onde seria a de Marina.
A - O que você achou de sua sala?
M - Está excelente Senhor!
A- Que bom que gostou, quero que se sinta a vontade. Espero que permaneça muito tempo conosco. Bom qualquer coisa estarei em minha sala.
M - Muito obrigado por tudo!
A - É uma honra ter você aquu. Com licença.
Marina então observa toda a sua sala, senta-se em sua mesa e começa a rir muito feliz por esta ali. Liga Para seu pai contando tudo para ele.
O dia passa rápido pois não ocorreu nenhum trabalho para ela nesse dia entao retorna para casa. Conta tudo para sua tia que tica feliz por ver a felicidade da sobrinha estampada em seu lindo rosto. Marina prepara-se para um novo dia de trabalho e ao chegar já tem uma missão para fazer. Havia um crime em um bairro próximo dali.... Tudo foi resolvido e muitos elogios foram dados a ela Pela sua copetencia. Alfredo parabenizou a jovem que agradeceu bastante por tudo.
M - Bom eu irei pra minha sala qualquer coisa só chamar.
A - Tudo bem.
Marina segue para o elevador... Ao entrar antes da porta fechar ela ouve gritos
C - ESPERA! SEGURA A PORTA PRA MIM! - marina então rapidamente segura a porta do elevador e observa a moça entrar desesperada com Muitos papéis na mão. Marina se encantou por ela e não disfarçava. Era uma mulher tão linda que seus olhos não conseguiam desviar da mesma.
C- É.... Você já pode deixar a porta fechar. - Ela rir
M - Ah... Desculpe rs.. . Quer ajuda?
C - Não, tudo bem não pre... - Sem querer ela deixa tudo cair no chão toda sem jeito.
M - Acho que agora sim você precisa de uma ajudinha não é?
C - Acertou - Ela rir dela mesmo.
M- Que foi?
C - Nada é que sou uma desastrada. - Marina entrega os papéis nas mãos de Clara encarando-a bem dentro dos olhos por alguns segundos.
C - Clara
M - Hã?
C - Meu nome é Clara, Clara Fernandes
M - Aah perdão, meu nome é Marina, Marina Meireles
C - Então você é a famosa policial que meu pai tanto fala?
M- Você é filha do Senhor Alfredo?
C - Acertou de novo!
M - Nossa que otimo! Muito prazer senhorita Clara. - Estica a mão para cumprimentá-la
C - Ah Que isso, nada de senhorita, somente Clara tá bom?
M - Tudo bem. Clara - Elas apertam as mãos e se olham profundamente quando são interrompidas pela chegada do elevador no andar desejado.
C - Você fica aqui mesmo?
M- Minha sala é aqui nesse andar.
C - Olha só que legal! A minha também.
M - Você trabalha pro seu pai?
C - Acertou outra vez (Risos)
M - O que você faz? É policial?
C - Bom eu já tentei da uns tiros ao alvo mas não é a minha especialidade não... Eu trabalho no laboratório de análise daqui.
M - Hum é médica...
C - Tento desvendar alguns mistérios
M - Muito interessante.
C - Que bom que iremos trabalhar juntas. Gostei de você. A gente se vê por aí Marina.
M - A gente se ver Clara.
Clara sai direção a sua sala e Marina fica parada olhando aquela beleza de mulher e segue para a sua sala. Ao entrar, senta-se e sem que ao menos insista pensa em Clara Em um rápido fashback.
M- Não é possível! - Marina levanta-se de sua cadeira e coloca as mais sobre a cabeça confusa pois já conhecia aqueles sentimentos, ela sabia que algo havia mexido com seus sentidos, sabia que não estava normal como estava antes, sabia que Clara havia mexido com seu coração.
Clara chega em sua sala e sem querer novamente deixa cair uns papéis no chão quando lembra-se do episódio do elevador, começa a lembrar do olhar sedutor de Marina e fica pensativa.
C - Que mulher misteriosa - Algo em Marina chamou atenção em Clara ela só não sabia bem ao certo o que era. Na verdade, nenhuma das duas sabiam ao certo o que estava acontecendo com seus sentimentos....

Não percam o próximo capítulo de Clarinas



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