História Clarita - Capítulo 16


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Categorias Histórias Originais
Tags Original
Visualizações 28
Palavras 603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorei mais cheguei kkkk

Capítulo 16 - Seu corpo emana luxúria


Fanfic / Fanfiction Clarita - Capítulo 16 - Seu corpo emana luxúria

"Seu corpo emana luxúria, e minhas pulpilas dilata sempre quando a vejo dançar deste modo"


Eu poderia dizer que a minha história depois daquele abraço mudou para algo diferente. Mas não. Mesmo com aquele incomodo que estava na minha casa, com meu pai me abraçando do nada, agindo que se importava comigo, agindo como se fosse um pai super maravilhoso, eu sabia que nada tinha mudado. Minha mãe não estava em casa, e meu pai parecia não estar bêbado, muito estranho. Depois de uma dose de tempo, saí correndo para o quarto, eu não era Obrigada a me importar com aquele cena "falsa", não mesmo!

-O que houve?-- Nícolas pergunta,  mas não consigo dizer nada, eu estava a mil por horas. Meu coração parecia que seria sugado por um buraco negro, era tão doloroso.

-Eii. - Escuto uma voz com tom de calma me chamar. Oliver me abraça.-- Vai ficar tudo bem, tá? -- Depois cola sua boca em minhas bochechas, posso sentir o calor do olhar de Nícolas em nós, mas tento ignora - los.

-Seus pais estão aí?-- O garoto de cabelo negros pergunta, mas balanço apenas a cabeça em sinal de positivo. Como um toque em minha mente, me lembro que
Oliver não podia ver o que eu havia  feito.

--Sim, só meu pai na verdade.


-E ele deixa nós ficar aqui? --Assim que escuto a voz curiosa de Nícolas, me lembro que se meu pai pegasse algum garoto, acho que na verdade, qualquer pessoa em casa, eu estaria morta. Arregalo meus olhos, e quase que um sussurro digo:

-Acho que nem viva eu estaria mais.


                            [...]
 
   
     A luz da lua iluminando o quarto escuro era radiante, sobre um feixe de seu brilho que se sobressaltava das cortinas, poderia facilmente ser levada nem que em sonhos, para mais perto de si. Era já tarde, muito tarde para ser mais sensata. Oliver e Nícolas estavam comigo, predominados  pela escuridão. Tive que deixar a luz apagada para que ninguém nos  incomodassem.  Todos nós estávamos na minha cama, deitados sobre a mesma na horizontal. Eu estava no meio deles.

-Era pra eu ter trazido vinho.-- Oliver deixa soar no local. Subitamente virei para encaralo, mesmo estando escuro no cômodo que estávamos,  eu pude ver seu semblante demonstrar palavras verdadeiras.

-Eu também acho que você deveria trazer.- Falo, ele dá de ombros.

-Quero dançar.- O garoto do cabelo cor de mel fala,  antes mesmo de eu reagir, sinto sua mão macia percorrer até a minha e me puxar para ficar de pé na escuridão.

-Eu não sei dançar. - Falo rindo.

-Nem eu.- Diz ele como se fosse a verdade. Talvez fosse, por causa que a gente só ficou pulando e fazendo umas coisas estranhas com o corpo. E mesmo contra o meu bom senso, eu entro no ritmo da música inexistente.

-Olá?.- a voz de Oliver encoa no local, mas não há respostas de mim e de Nícolas. Porque eu tentava responde - lo, porém, dificilmente conseguiria por conta dos risos.   -Acho que esqueceram de me contar que teria festa aqui. - Olho para Oliver e o vejo emburrado. Ando em passos largos, seguro sua mão e puxo - o para dançar com a gente.


Durante os 10 minutos seguintes, o meu quarto estava radiante de risos e sei la, alegria eu acho.  Os três, pulando e fazendo umas coisas com as mãos para tentar ficar parecendo estilosos ou dançarinos. Meu coração acelera no milésimo seguinte, depois que uma boca quente vai até meu pescoço e cola um beijo lá. Eu tremo, e a voz dessa pessoa sussurra em meu ouvido:

-Quer namorar comigo?



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