História Clarity - Capítulo 4


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Categorias Alisson Becker, Cristiano Ronaldo, James Rodríguez, Lionel Messi, Marcelo Vieira, Neymar, Philippe Coutinho, Thiago Silva, Toni Kroos
Personagens Cristiano Ronaldo, Marcelo Vieira
Tags Cbf, Criscelo, Criselo, Futebol!, Gay, Krodríguez, Neytinho, Thialisson, Vampiro, Yaoi
Visualizações 408
Palavras 2.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MEUS AMORES TUTUPOM? Admito que senti saudade. Tô aproveitando muito meu finalzinho de férias para escrever, porque semana que vem começa o meu último semestre. LELOIAS.

Os capítulos estão saindo enoorrmeees, me perdoem, mas não posso evitar. São muitas coisas p acontecerem, e uma coisa leva a outra, tudo tem uma ligação e nada passa despercebido, futuramente vocês entenderão.

Como sempre: SEM REVISÃO. Sou preguiçosa e fim.
Sem mais delongas, nos vemos nas notas finais.

Capítulo 4 - 4. Minha Estratégia



Marcelo achava a coisa mais linda a pose que Messi mantinha.

De todos os príncipes, com certeza, Messi era o mais amável e humilde. Era ele que tinha contato direto com os plebeus e a classe clerical. Ele tratava de assuntos da burguesia, da clero e de todos. Porque ele era a favor da paz, e do povo. 

Marcelo e Coutinho – como sempre, apelidando os príncipes em secreto – chamava o príncipe de Capitão América.

Messi era completamente a favor da paz e contra a guerra. Era ele o equilíbrio entre os príncipes, e, por incrível que pareça, até Cristiano o obedecia.

Estavam em reunião, o que Marcelo achava um saco. Os guardiões, juntamente com os príncipes e a guarda real – guerreiros que serviam ao castelo e consumiam sangue de vampiro há eras – discutiam sobre a segurança do Castelo.

O Castelo estava sendo atacado  demais ultimamente, não que os resistentes conseguissem ultrapassar o portão primário, pois eles não conseguiam. Mas a audácia da resistência era deveras irritante. Irritante até mesmo para Messi.

“Isso é uma merda.” James mordia a ponta da caneta, o pug – outro apelido de Marcelo e Philippe – anotava em seu caderninho os pontos principais da reunião. Mesmo que tivesse quem o fazer, o guardião preferia ele mesmo. James era muito inteligente e desenvolvia diversas técnicas. “Muito dos nossos estão morrendo. Precisamos fortalecer o primeiro portão.”

“Eu me ofereço para ir cuidar pessoalmente do primeiro portão.” Cristiano era muito exibido. Marcelo revirou os olhos.

“Meu príncipe, me perdoe pela intromissão.” O chefe da guarda levantou a mão. Cristiano balançou a cabeça, o autorizando a continuar. “Creio que não se faça necessário. É nosso prazer cuidar e proteger o castelo, isso aqui é uma fortaleza e eles nunca conseguirão ultrapassar o primeiro portão.”

Neymar olhou para Marcelo. Ambos sabiam que aquilo era mentira, existia dois traidores ali, dentro do castelo, convivendo com eles e envenenando os príncipes. Cristiano percebeu o olhar de cumplicidade e enciumou-se, puxando Marcelo – que estava em pé ao seu lado – para o seu colo. Marcelo nem se abalou, era normal esses surtos e já estava acostumado. Fora a vergonha inicial. 

“Depois quero saber que olhares foram esses.” Sussurrou no ouvido de Marcelo. Neymar gargalhou. Marcelo sabia que todos os príncipes ouviram, eram vampiros, afinal de contas. Coutinho fitou Neymar, sem entender o motivo das risadas.

“Prosseguindo” Kroos coçou a garganta. “É irredutível a necessidade de mais proteção, arrisco a opinar a permanência de todos os príncipes no castelo.” Messi torceu a boca, em discordância. Kroos permaneceu impassível. “Até mesmo você, Messi. Não queremos arriscar o seu bem-estar.”

“O meu bem-estar é no meio do meu povo.” Sorriu, Suarez respirou fundo, Messi encarou o guardião. “Eu não sou inválido, vocês sabem.”

“Não queremos dizer que és inválido, é um dos três maiores, o mais velho. É indiscutível a sua força e poder. O povo precisa de você, mas pense em si próprio. Os maiores resistentes vieram do meio dos plebeus.” Kroos rebateu, Suarez respirou fundo. Foi a primeira vez que a sua presença foi notada – por Marcelo – naquele tempo que estavam ali, enfurnados naquela sala. Suarez estava num canto mais escuro, calado até aquele momento, longe do seu príncipe.

Era como um cavaleiro das sombras. Favorecia a habilidade do seu senhor.

“Não há quem ataque Messi.” Suarez opinou. “Todavia, iremos permanecer no castelo por algum tempo. O meu senhor está passando por uma fase difícil em adaptação, que não vem ao caso agora. Peço, entretanto, que algum príncipe cuide pessoalmente do interesse de todos do Reino, ou isso aqui desanda.”

“Capaz,” Coutinho riu, atraindo atenção de todos. Não era aquilo que queria, não queria nem ao menos ter falado em voz alta. Seu rosto corou, buscou Neymar com os olhos, o príncipe também o encarava. “Qual é, gente! O único que vive, praticamente, no meio do povo é o Messi. Se a guerra se expandir, vocês acham que os humanos ficará do lado de quem? De quem mais os beneficiar! Há séculos é assim, há séculos vocês vivem, liguem uma coisa a outra. A resistência está crescendo, não oferecem muito perigo a vocês agora, mas não sabemos do amanhã.” Neymar aplaudiu e assobiou, deixando o rosto do guardião ainda mais vermelho.

“É pão e circo que eles querem? Vamos oferecer!” Neymar sibilou. “Quanto a proteção,” Dirigiu-se ao chefe da guarda. “Não explique e nem pergunte o porquê, mas eu quero guaritas próximo aos cômodos dos guardiões. Quero que seja reforçada a segurança no centro de treinamento dos mesmo e que o sangue de Thiago passe por inspeções.”

Thiago não estava na sala, sentia-se indisposto, a sua parte humana facilitava a adesão de qualquer doença. Vampiros não adoeciam, mas Thiago sim. Mesmo que não o matasse, mas ele ficava doente. A diferença dele para um humano normal era que:

1. Thiago não morria

2. Se curava facilmente, quando doente só se sentia um pouco indisposto. Nada que o afetasse muito.

3. Bebia sangue

4. Pode até parecer que não, mas Thiago era muito poderoso.

Sem contar na vantagem – pelo menos, Marcelo assim considerava – de ter Alisson como o seu guardião. O cara mais parecia uma muralha, não deixava nada passar e sempre estava ao redor do vampiro.

Marcelo já havia presenciado Thiago irritado, e consequentemente Alisson também, e não é algo que ele possa dizer que apreciou. Sentia arrepios no corpo só em recordar a cena.

Alisson coçou a garganta, “Thiago não bebe mais o sangue oferecido,” A expressão de Alisson era imperturbável, como se dissesse algo simples como – ei, enquanto vocês veem com o caju eu já comi as castanhas. “Quanto a segurança do meu senhor, não há com o que se preocupar.”

Cristiano riu. “Você está brincando? Não há como um vampiro viver sem sangue. Mesmo com a parte humana, ele precisa de sangue, ou ele seca e morre. E aí, dono da razão, você escolhe.”

Alisson permaneceu impassível, sem expressão. O sarcasmo de Cristiano pareceu não abalar nem um pouco o guardião. Era um ponto a se discutir: Thiago não sobreviveria nem dois meses sem sangue. Alisson sorriu de lado, frio e sem expressar os seus reais sentimentos. Removeu o cachecol negro que usava, inclinando o pescoço.

Marcas de mordidas.

Alisson estava alimentando Thiago. E não tinha vergonha de mostrar isso.


💎


“Foda,” Neymar murmurou. Estava tentando abraçar Coutinho, mas o mesmo não permitia. “Você pode falar ao menos o que eu fiz? Foi dormir sozinho ontem e...”

“Você jura que eu dormi sozinho? Porque eu tenho a impressão que alguém me abraçou e cheirou o meu pescoço a noite inteira.”

“Eu sabia que você estava acordado, danadinho.” Neymar riu, apertando o corpo do menor ao seu. “Suas técnicas em fingir que está dormindo já foram melhores.”

“Vá se alimentar das suas vagabundas, vai.” Sibilou, tentando empurrar Neymar pelos ombros. Mas o vampiro não se afastou.

“Então é isso?” Neymar riu, suas presas cresceram e Philippe salivou. Neymar pôde cheirar a excitação do seu guardião. “Eu tô louco para arrancar as suas roupas, te jogar na cama e te foder por horas, só para matar a saudade. E, por fim, quando você estiver gozando, afundar as minhas presas no seu pescoço. Você gosta, não é? Quando eu mordo bem aqui...” Estragou as presas no pescoço do guardião, que engoliu em seco. Os batimentos cardíacos de Philippe aceleraram, tentou falar mas sabia que sua voz o entregaria. Mais ainda. Não ficaria por baixo! Engoliu em seco e se pronunciou.

“Eu...” Droga, gaguejou.

“Você quer, meu amor?” Philippe olhou nos olhos de Neymar. Os olhos verdes estavam vermelhos. As pernas de Coutinho falharam.

“Eu te odeio.” Na sua velocidade sobre humana, Neymar jogou o corpo de Coutinho na cama, subindo em cima do guardião, já sem camisa.

Coutinho não tinha palavras para expressar o quanto aquela cena era sexy e o deixava excitado. Neymar com os olhos vermelhos, presas saltadas, sem camisa e em cima de si. Era demais para a sua sanidade. Coutinho arrancou a sua própria camisa de frio.

“Eu sou seu.” Neymar cheirou o abdômen leitoso do mais novo. Coutinho suspirou. “Não duvides de mim.”

E passaram a noite trocando juras de amor.


💎


Marcelo estava na banheira de Cristiano, olhos fechados, quando escutou a porta do banheiro ser aberta. Riu, permanecendo de olhos fechados. Sabia quem era. Em questão de segundos Cristiano já estava dentro da banheira, deitado em cima do seu guardião, cheirando o pescoço do menor.

Marcelo percebeu que o príncipe já estava excitado. O que causou a sua própria excitação.

“Cris...” Murmurou, mordendo os lábios. Tombou o pescoço para o lado, percebendo logo após que as presas do príncipe saltaram e pressionaram o local. Uma das mãos de Cristiano apertaram a cintura de Marcelo, o trazendo mais para cima, questão de segundos até o guardião ser penetrado.  Que as preliminares ficassem para mais tarde. Marcelo mordeu os lábios com força, abrindo mais as pernas, dando espaço para o seu amado.

Era uma mistura de sentimentos. De sensações. A presa de Cristiano arranhava o pescoço do guardião, mas não chegava a tirar sangue. A penetração era suave, calma, como se o vampiro quisesse aproveitar cada segundo. E ele queria. Estava, sim, sedento pelo seu amor. Seus olhos avermelharam-se, as veias do seu pescoço saltaram, sua garganta secou.

Cristiano olhou nos olhos de Marcelo. Os olhos do guardião estavam fechados, os lábios inchados e entreabertos. As pernas de Marcelo prenderam a cintura de Cristiano, os olhos do guardião abrindo-se minimamente. E, naquele momento, Cristiano tomou os lábios do menor.

Só não contava que Marcelo tivesse tirado sangue do mesmo.


💎


Marcelo estava adormecido sobre a cama. Cristiano admirava o corpo nu do seu amado, coberto apenas por lençóis de seda.

O vampiro se martirizava, queria arrancar o seu próprio pescoço. Mais cedo, havia desgastado o seu próprio auto controle para não afundar as suas presas no pescoço do menor. Quase. Por pouquíssimo. Nunca, até aquela noite, havia provado uma gota do sangue do Marcelo, e não queria aquilo! Já havia visto guardiões ficarem loucos por causa da mordida do seu senhor.

Mas havia, também, visto o seu pai definhar por causa do sangue do seu guardião. E aquilo o levou a ruína.

Não queria aquilo, não desejava a ninguém. Entretanto, havia provado o sangue de Marcelo. Um pouco, o suficiente para já ter a certeza em seu íntimo que estava viciado.

Observou o guardião. Deitado, dormindo, respirando tranquilamente. O coração bombeando o sangue... As veias de Cristiano saltaram, juntamente com as suas presas.

Um descuido. Um descuido que iria o arruinar.

Cristiano subiu sobre o menor, cheirando o pescoço do mesmo, como um viciado. Marcelo suspirou, inconsciente, logo dando visibilidade ao seu pescoço. Sem nenhuma marca, imaculado.

Cristiano chorou. Rapidamente deixou o quarto, já no corredor, afundou as suas presas no seu próprio braço.

O que mais temia aconteceu.

Kroos saiu do seu próprio quarto, abraçando o irmão.


💎


James estava no laboratório, pesquisando possíveis antídotos para a Canalis. Kroos achava extremamente sexy o seu guardião com aquele jaleco branco, que o deixava ainda mais fofo. Marcelo e Coutinho também estavam lá, rindo da cara de abobado que o vampiro fazia.

“Algum avanço?” Coutinho perguntou, James respirou fundo. Fora o sangue de vampiro – que não era muito viável para um guardião – Não havia tido avanços. James negou com a cabeça.

Marcelo e Philippe trocaram olhares cúmplices. Encararam Kroos, que permanecia na sala, um pouco mais afastado.

O vampiro, realmente, não largava James.

Marcelo pegou o caderno de James e uma caneta, e escreveu: temos algo a te contar.

James leu, olhou para Kroos que os encarava com a sobrancelha franzida. Deu de ombros e escreveu: sobre?

Foi a vez de Philippe escrever: resistência. Descobrimos algo. Da um jeito de tirar Kroos daqui.

E James leu. Rapidamente enfiou um estilete em sua mão, causando o derramamento de um pouco de sangue. “Aaau.” Gemeu, levantando a mão. Não precisou olhar para Kroos para saber a reação do vampiro.

As veias saltaram, as presas apareceram. Philippe e Marcelo se assustaram, nunca haviam visto o vampiro assim. O vampiro saiu rapidamente da sala. James levou o corte até a boca, chupando o mesmo.

“Melhor ir conferir se ele realmente se foi...?” Philippe sussurrou, com medo que o vampiro ainda estivesse por perto. James gargalhou.

“Acredite, ele não está.”

“Ok,” Marcelo estranhou a reação de Kroos. Sabia que James alimentava o príncipe, mas aquela reação foi muito estranha. “Sabemos quem está passando as informações do Castelo para a resistência. Temos um plano e precisamos de você.”


💎


“Aonde o meu leãozinho pensa que vai?” Cristiano estava encostado no batente da janela, assustando a Marcelo que tentava sair do quarto do príncipe na pontinha do pé. Sabia que se entregaria no momento que o seu coração bateu acelerado contra o peito, evidenciando o seu nervosismo. Marcelo abriu a boca para responder, mas Cristiano o barrou. “Sem mentiras, Marcelo. São onze horas da noite, você deveria estar dormindo.”

“É que você passou o dia inteiro fora, como eu iria imaginar que chegaria uma hora dessas?”

Cristiano riu. “Eu não sai do castelo, passei o dia inteiro aqui.”

“Eu não te vi.” Marcelo apertou os lábios. “Pensei que estivesse por aí...”

“Pensou errado.” Desencostou-se da janela. “Vá onde quer ir. Volte antes do amanhecer, sem um fio de cabelo fora do lugar, ou então...”

“Você irá matar todo mundo.”

Cristiano sorriu, a contra gosto.

“Só não saia do Castelo.” Sentenciou. Aproximou-se de Marcelo, que sorria. “Qualquer coisa, eu estarei lá. Saberei quando estiver em perigo.” E beijou a ponta do nariz do guardião, que sorriu aliviado.

Estranhamente, foi mais fácil do que imaginava.


💎


“Cadê Neymar?” James perguntava pela milésima vez. “Sério, isso não vai da certo.”

“Você já pode ir embora, se quiser.” Marcelo tentava tranquilizar o amigo.

“E deixar vocês aqui sozinhos? Em um lugar cheio de Canalis? Nem a pau! Sem contar que o Philippe é a isca pra aquela vagabunda.” James rosnou. “Mesmo sem Neymar, nós vamos conseguir.”

“Você fez tudo direitinho? Chamou ela e...”

“Sim. Ela pensa que também quero destruir o Philippe, dei um antídoto a ela que a fará perder as forças, se a nossa teoria estiver correta e ela for uma loba.” James apertou os lábios. “O que é bem provável. Hoje vi ela tomando alguma porção, não era Canalis. Mas era algo que ocultava o seu cheiro, a sua loba. Recolhi o frasco, já está em nosso laboratório, irei pesquisar. Isso pode ser perigoso, Neymar já se alimentou da vadia e não percebeu o que ela era.”

Coutinho estava deitado sobre a cama, amarrado. Tinha Canalis ao seu redor. Marcelo estava com James, escondidos. O plano era Vene achar que estava sozinha, tentar pegar Coutinho, isso despertaria a fúria de Neymar e ele a mataria.

Não, sem essa última parte. Ele iria ameaçar a loba até descobrir onde a resistência estava se escondendo. O resto ficaria mais fácil.

Marcelo se preocupou, viu a respiração de Coutinho pesar. O corpo do guardião já não aguentava mais.

“Ela é uma vadia.” Antes que Marcelo pudesse concluir, Vene entrou no quarto, sozinha. Olavo não apareceu com ela. A mulher nem se preocupou em saber se estava realmente sozinha, correu até a cama, sorridente, analisando Coutinho.

“Que pena,” Gargalhou. “Então quer dizer que o rato de laboratório realmente te entregou? De bandeja, que maravilha.”

Philippe suspirou, já cansado. “Então você é realmente da resistência?” Tossiu, sangue a escorrer do seu nariz. “Apenas me desamarre e vamos resolver as nossas diferenças.”

“Você sabe o quão poderoso eu posso deixar o Neymar?” A mulher se jogou ao pé da cama, pegando algumas folhas de Canalis na mão e jogando sobre o corpo do guardião, que gemeu de dor. “Um vampiro que é alimentado do sangue de uma loba pura, fica infinitamente mais poderoso. Ele poderá até destruir os outros príncipes.”

“Eu não entendo...” Philippe lutou contra a inconsciência. Precisava ser forte, precisava daquelas informações. “Pra que a resistência iria querer isso?”

“Em seu leito de morte, acho que te devo essa explicação.” A mulher continuava gargalhando diante ao sofrimento do guardião, deliciava-se com a cena. “Não trabalho apenas para a resistência, mas defendo os interesses da minha própria alcateia, como filha do alfa, é o meu dever fazer o bem para os meus, que quase estão extintos.”

“Você quer...”

“Não. Eu não quero matar o Ney, meus planos são outros. Maiores.” Amassou algumas folhas, jogando o seu pó no rosto do guardião. “Nossa intenção é unir as espécies, híbridos reais.”

 

💎


Em algum lugar do reino;

“Capitão, iremos atacar na próxima lua cheia. Olavo nos garantiu que as passagens estarão em déficit.” Um dos soldados, o mais querido, lhe dava a notícia que esperava há dias.

Olavo era inútil o suficiente para não conseguir trazer Marcelo até o acampamento da resistência, mas o capitão iria o buscar. Onde quer que fosse.

“Mataremos todos!” Outro soldado reforçou, o capitão riu.

“O nosso foco é Marcelo, não esqueçam disso. Precisamos enfraquecer o ceifador, precisamos da nossa vingança contra o maldito Cristiano.” O capitão rangeu. “Ele vai se arrepender de tudo que me fez.” Colocou a mão sobre o pescoço, sobre a marca da mordida, alisando o local.

“Não podemos usar da sua magia para colocar os guardas para dormirem?”

“Você é insensato.” O capitão se estressou. “Não vê que não estou na minha melhor performance? Já dou o meu melhor para esconder o acampamento, preciso recuperar os meus poderes! E é por isso...”

“Que precisamos matar o Marcelo.” O soldado preferido completou. O capitão bateu palmas.

“Matar o Marcelo, aos poucos, até ele sentir na pele tudo o que eu senti com o seu nascimento.”

A dor. A perda. O sofrimento.

Cristiano e Marcelo não perdiam por esperarem. A vingança do capitão chegaria.


Notas Finais


OMG! E aí, bonitas, o que o capitão é? Ou melhor, quem ele é? Já que ele não é o Messi haha. E essa Vene? Neymar apareça, por favor ;-;
Eu acho muito linda essa amizade do menino Couto e do Marcelo, colocando apelido dos outros hahaha
Próximo capítulo vem repleto de aventuras e emoções. Vocês estão curiosas? Comentem o que acharam e conversem comigo, juro que a tia é legalzinha e às vezes manda spoilerzinhos.

VEM NOVIDADE THIALISSON POR AÍ. E Krodriguez também!!

Thats all, see y'all later.


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