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História Claro Como a Noite. - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


ATENÇAO!

Não se assustem por não ter narrado o fora de Minhyuk... Faz parte da história, apenas lembre deste fora, que mais tarde contarei detalhadamente e farei vocês até sentirem o gostinho do ódio do Min.☺️

Boa quarentena e leitura.

Capítulo 9 - Atrevido.


~ Shin Hoseok

 Se passaram exatos três meses, depois do fora destruidor que levei, a propósito... não tinha esquecido.
 A consulta de Minhyuk era a última, então saí rua a fora chorando e tragando a maconha no escuro.
 Depois disso começei a tomar antidepressivos. Ele era tão belo, bonito e delicado. Adoro isso em um homem, mesmo que seja difícil encontrar. Usava roupas tão sensuais. Depois que começou a comer bem, virou um Deus grego, o corpo fazia meus pelos levantarem.
 Era uma noite de sexta-feira na primavera, estava na farmácia comprando mais remédios, então volto, caminhando até meu carro mas antes tive a ideia de fumar só um pouco.
 Típico final de semana, os carros passavam com frequência por não haver vagas, foi um desses motivos que estacionei o meu longe do centro da cidade.
 Ouço um apito de polícia chegar aos ouvidos.
 — Me desculpe senhor polícial mas estou sóbrio e... — me virei.
 Era um homem fardado, os lábios grossos e sexy, deixo o cachimbo cair dá mão estalando na calçada acinzentada. Era delicado, usava um óculos redondo de ferro preto.
 Quando solto o cachimbo sem querer, ele puxa uma pistola imediatamente tendo a sensação de perigo. Meu suspensório começou a ficar desconfortável e a gravata borboleta fez-me sem o ar que precisava.
 — Mãos no carro, sabe que maconha é uma droga ilícita. — diz desligando o motor, ágil, já botando os sapatos lustroso para fora do camburão.
 Coloco as mãos na lataria quente, ele ia me tocar, realmente me tocar. Seu corpo era lindo seu rosto tinha delineados delicados. O cabelo bem arrumado e aparado.
 Áh! Tentei me controlar para não ter uma ereção.
 Suas mãos passam dando batidinhas, coloca a mão em minha bunda, checando os bolsos, mordo meu lábio escondido, abaixando a cabeça e apertando os olhos com força.
 Então ele encontra um pacote com as ervas.
 — Vou ter que te levar pra delegacia. — sinto algemas rodearem minha mão e não reclamo, pelo contrário, rezava para isso. Não queria parecer tão atrevido assim, mas é quase impossível, me seguro ao máximo!
 Ele abre o porta-malas, me joga no espaço.
 — Estou em serviço. — olha para o céu estrelado dá primavera agradável.
 — Me desculpe senhor polícial, vou tentar não fumar mais. — digo molhando os lábios lentamente e seu olhar se desvia para minha língua.
 Um sorriso amarelo sai da boca.
 — Todos falam isso. — ele mostra o distintivo brilhante tirando-o do bolso. — Investigador, agora cala a boca, não deveria nem fazer este tipo de serviço, urgh!
 Chae Hyungwon, leio.
 O homem de meus sonhos, além de bonito era inteligente. Fecha-me deixando no escuro do camburão.
 Estou apaixonado. Escondo meu rosto de felicidade.
 Ouço o walkie-talkie.
 — Parei para pegar um elemento bem vestido, já estou indo, mesmo que isso não, seja minha função... Espero ganhar para isso — solta o botão rosnando.
 — Entendido e vai sonhando. — fala uma pessoa na outra linha.
 Passamos na casa do investigador, que pega uma lanterna de luz negra, mas nem parecia dar atenção para mim. Então voltamos para o destino.
 Ele começa a dirigir, pega a rodovia no sul. Para em um formigueiro de políciais, aproximadamente quatro camburoes estacionados e luzes brilhando de seus faróis avermelhados.
 Um homem de cabelo marrom, caminha até a janela de Hyungwon.
 — Ainda não achamos o corpo senhor, mas tem muito pouco sangue seco no chão, pegamos as larvas da mosca e  levaremos para a análise, faz... — ele olha ao redor e se aproxima do vidro do carro. — Um mês que o crime foi cometido, nenhuma pegada, parece que o assassino escolheu o dia para matar, foi quando começou as chuvas consecutivas, um morador de rua viu o sangue e nos avisou.
 — Droga. — abre a porta do carro e desce rapidamente. — Leve ele daqui. — se referia a mim. — Aproveite e avise o delegado Jun da situação.
 O menor afirma com a cabeça.
 Então sou levado. Só resta minhas lembranças da boca avermelhada e carnuda.
 Investidores querem, crimes...
 Eu quero sua atenção, será que... Posso me tornar um desses?

HYUNGWON ON

As fitas amarelas estavam rodeando três árvores em um círculo. O sangue seco à cem metros a frente estava espalhado, a maioria foi absolvido pelo solo, só tinham gotas avermelhadas e bem claras nas folhas que foram menos atingidas pela chuva forte que se estendera por quatro dias na primavera úmida.
 Agacho tentando procurar pegadas.
 O espaço era muito apertado entre as árvores.
Pego a luz negra e ilumino o local, via mais algumas gotas de sangue pequenas. E digitais.
 Tiro a pequena câmera do bolso e bato algumas fotos.
  Não tinha sinais de arrastamento muito menos o corpo, tiro o gravador de voz:
 — Há quantidade vdd digitais, porém pertence a apenas uma pessoa, os respingos de sangue são quase desprezíveis.
 Caminho mais um pouco.
 A escuridão era infinita apenas pela luz da pequena lanterna. Vejo alguns bois em uma pastagem pequena.
— Ei! Encontrei última coisa.
 Onde tem bois, há uma casa de fazendeiros.
 Eu e mais três policiais invadimos a pastagem escura, caminhamos vários metros e vimos uma construção pequena na escuridão, a lua a iluminava fracamente.
 Faço sinal para os ofíciais se aproximarem.
 — Pisem onde piso, okay? — pergunto.
 — Sim senhor.
 A casa parecia abandonada, invado com um chute na porta podre a fazendo abrir.
 Quem quer que morasse aqui já tinha ido embora a anos. O piso estava muito empoeirado, sem pegadas. Não havia sinal de arrombamento nas janelas e nem nas portas, além da minha.
 — O assassino não entrou aqui. — digo, analisando.
 Caminho mais um pouco e vejo uma madeira tampando o que parecia um poço, também muito velho.
 Faço sinal para os policiais pararem.
 Tiro-as e o cheiro saí dali.
 — Ugr! — fasto quando o cheiro de podridão invade meu nariz. — É o corpo, encontramos! — tampo minhas vias nasais com um lenço de bolso e tiro foto da vítima em composição a um mês.
 — Tire-o daqui, leve para autópsia, mande fazer a análise o mais rápido possível.
 — O corpo está com a fase de decomposição muito avançada, o encontramos no poço perto de uma casa de pequeno porte abandonada.
 Quem é que fosse que cometeu essa atrocidade tinha vários parafusos faltantes e frouxos.
 — Isole a área. —  oloco a mão na cabeça nervoso. — Investigações difíceis são as que mais demoram e as pistas que conseguimos foram. — Conto nos dedos. — Porra quase nada.
 — Complicado. — suspira um oficial atrás de mim, já tirando a fita amarelada e passando entre as árvores mais próximas.
 — Não, não, a casa não está sob a análise. — digo quando caminha até lá. — Não tem nada de novo aí, se tivesse o pó deixaria bem explícito, assassinos não voam sobre o chão.
 O cara andou por vários metros. Para chegar até o poço, poderia ter estudado o local para conseguir achar isso. Escolheu o dia e a hora, o clima. Me pego pensando.
 Olho o chão sem pegada diferente e gravo novamente.
 — A vítima foi carregada, não há marcas de arrastamento no chão.
 — Fez um ótimo trabalho hoje Hyungwon. — diz um.
 Afirmo insatisfeito.
 — Tudo para o laboratório, okay? — mando.
 Depois de mais Investigações que não levaram a nada, fui ao centro de investigações de carona com outro oficial, onde só ouvia registros de crimes sendo passados, venda de drogas, menores de idade bebendo, dois camburoes de minha equipe tiverem que prender um ladrão que estourou um dos caixas do banco mais afastado da cidade no rádio da polícia grudado no carro. Eu seguia com companhia ao meu destino.
 Desci, entrei no prédio, peguei o elevador do subsolo, fui de supetão na porta de vidro.
 Mais de dez balcões distribuídos em duas filas, os investigadores cuidavam de seus afazeres enquanto eu já terminava o meu. Sento no computador em um dos balcões de cor prateada e azul claro, vou a cadeira de rodinhas preta e começo a revisar minhas fotografias.
 — Tem um pendrive vazio Hyungwon? — O cara do balcão do lado me pergunto, jogo um de minha gaveta no ar, o mesmo pega.

Logo após, sou chamado até a sala separada que pertencia ao delegado.  Caminho até o carpete e vejo conversando sério com o rapaz que tinha prendido.
 — O que ele está fazendo aqui?
 — Adivinha? É psiquiatra.
 — Hm. — olho. — Não. — digo de uma vez.
Me encosto na mesa do delegado olhando o homem musculoso a minha frente, arrumando sem efeito a gravata borboleta e checando a camisa social branca bem passada.
 — Não o que Hyungwon?
 — Não vai ajudar, nem oficial é e estava fumando maconha.
 — O crime que você está investigando, pode ser um psicopata agindo.
 Sorrio e olho para as algemas.
 — Se tivermos assassinatos em série pode sim ser. Mas se passou um mês e não tivemos nada ainda. — Analiso o óbvio.
 — E se for. — o elemento diz entrando na conversa.
 Desencosto da mesa larga.
 — Eu não te dei permissão pra falar. — Digo com os olhos arregalados. — Você deu informação confidencial para isto daqui. — aponto. — Um psiquiatra idiota e bem vestido.
 — Sabe muito pouco. — fala.
 — Você está mostrando sinais de insegurança Hyungwon, está com medo de não conseguir desvendar o caso? — diz o outro.
 — Cala a sua boca. — digo nervoso e aponto para a porta mandando ir embora.
 Mas não se moveu.
 Perto o botão do microfone na mesa do delegado e digo olhando entre a parede de vidro que separava a sala:
 — Por favor temos um elemento em assunto confidencial, algum oficial venha buscá-lo, prenda-o algemado junto com a maçaneta da porta.
 Foi isso que aconteceu.
 — Pare com suas paranóias. — diz tirando a caneta de cima de papeladas.
 — Hm. — murmuro e sento na cadeira cruzando as pernas, tiro as fotos do bolso e jogo na mesa.
 Ele olha uma de cada vez e digo:
 — Estou esperando a análise o mais rápido possível, se não, não posso me mexer neste caso.
 — Não vai conseguir tirar muita coisa desse corpo. — avisa.
 — Eu sei. — respondo inseguro. — Também vou atrás de informações em câmeras de segurança.
 — Precisa de um parceiro?
 Sorrio.
 — Nunca precisei, não vai ser hoje que vou precisar. Mas muito obrigado pela oferta delegado Jun. Aliás. — continuo e curvo o corpo na cadeira onde estava sentado. — Não deixe a mídia saber disso, vai ser uma vergonha se não conseguirmos achar esse louco que jogou o cara no poço, somos a melhor equipe de investigação do país, além disso eles atrapalham demais.
 Me devolve as fotos e saio da sala, me olhando em concordância.
 — Estou fazendo o que posso para despistar. — encosta na cadeira. — Pode soltar Hoseok? — Jun era loiro e tinha um olhar intenso, sua franja sempre repartida ao meio.
 — Quem? — pergunto
 — O elemento. — diz e sorri me jogando a chave da algema.
 — Ah... — pego.
 O telefone toca e o ouço atender.
 — Fala... Sim, é normal essa hora, já vou enviar o registro para o computador número cinco... É, dê autorização para mídia já está praticamente resolvido.
 Saio.
 Arrumo meu balcão.
 Solto o pulso largo de Hoseok do ferro e quardo-a.
 — Pode me levar pra casa?
 — Vai andando, já está bem grandinho para ter medo de escuro. — digo e olho seus ombros largos.
 — Não, é que, sua casa fica perto de meu carro, sabe mais no centro da cidade... — ele coloca a mão na nuca envergonhado
 — Ah é? — levanto as sobrancelhas.
 Ele afirma com a cabeça um pouco baixa.
 — Tá. — digo.
 Pego-o sorrindo escondido e arrumando o suspensório.



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