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História Classic l noart. - Capítulo 1


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Notas do Autor


vou postar fotinhos aleatórias que estão somente existindo no meu celular💕

Capítulo 1 - A primeira carta.


Fanfic / Fanfiction Classic l noart. - Capítulo 1 - A primeira carta.


Urrea.


— Acha que isso vai dar certo? — Josh questiona, observando atentamente eu fechar o envelope.


— Não. — Dou de ombros, fitando o armário da loira de meus sonhos pela quinquagésima vez. — Eu tenho certeza que vai dar tudo errado, e vou ser chacota do time do futebol para o resto da minha vida acadêmica. — Eu digo, ajeitando o cabelo.


— VOCÊ FEZ UMA MÚSICA! — Sabina grita, rendendo alguns olhares dos de mais, me fazendo suspirar. — Seja mais confiante. — Ela sussurra, dando um leve soco em meu ombro direito.


— Shiv. — Faço um sinal para a minha melhor amiga, que assente, caminhando em direção a Sina, Any e Joalin, que conversavam em frente ao armário da cacheada.


— Corre, caralho. — Josh sussurra para mim, que corro até o armário da loira, colocando a carta entre os espaços vagos.


— Pronto. — Sussurro para mim mesmo, fazendo um joinha para Shivani, que assente com um sorriso satisfeito.


— Agora é só esperar o resultado. — Josh diz, se aproximando de mim.


— Sim, eles vão zoar meu cabelo ou a minha voz escrota? — Pergunto a Josh, que revira os olhos, me arrastando pelos corredores.


— Não teria essas perguntas se falasse com ela. — Ele dá de ombros, enquanto caminhamos para o refeitório. — Minha irmã é legal, não sei porque tem tanto medo de falar com ela. — Ele diz, enroscando o braço em meu pescoço.


— Ela deve me achar um esquisito anti social. — Digo, e ele ri, negando.


— Ela não te acha isso aí só porque quando vocês se falaram, você foi muito estranho. — Ele diz, como se estivesse lá.


— Tá falando do açaí? — Pergunto, e ele assente, rindo alto.


A uns três meses atrás, eu estava vagando pela escola, esperando Sabina e Shivani saírem da aula de física. Alguns garotos do time me encontraram, e me chamaram de "viadinho" entre outras coisas. Eles despejaram dois copos de açaí na minha cabeça.


Ela viu, me ajudou a limpar meu cabelo, e eu fiquei muito nervoso.


Eu saí correndo.


Josh ri, sempre que lembra.


— Pare de rir de mim. — Eu digo, e ele ri ainda mais alto.


— Como consegue ficar tão nervoso perto dela? É só uma garota. — Ele diz, e eu o empurro.


— É a garota. — Eu digo, e ele ri ainda mais alto, atraindo alguns olhares.


— Você é tão idiota. — Ele diz, empurrando meu rosto.


— Você namora a Any! Como não consegue me entender? — Pergunto, pegando uma bandeja. 


— Por que o nosso amor é normal? — Ele ironiza, e eu solto um riso falso.


Deinert.


— Calma aí! Tenho que pegar o livro de geografia! — Digo a Any e Joalin, que estão de frescura no corredor.


— Vamos lá, CDF, eu quero ver o meu namorado. — Joalin reclama, fazendo Any revirar os olhos.


Eu abro meu armário, deixando algo cair.


— Yeah, Mailey Bay! — Any comemora, com uma expressão de nojo. — Recebe cartas agora, é? — Any pergunta, pegando a coisa que caiu.


— Yeah, Solim Roares. — Bailey diz, se aproximando da gente.


— Hey, Bays. — Eu digo, arrancando a carta das mãos de Any. 


— Hey, Si. — Ele sorri, abraçando Joalin de lado. — Vamos? — Pergunta, e a loira assente.


— É de quem? — Any pergunta, e eu dou de ombros, rasgando o envelope.


— "Woo, girl you're shining"

(Ooh, garota você está brilhando)

"Like a 5th Avenue diamond"

(Como um diamante da 5ª Avenida)

"And they don't make you like they used to"

(E já não te fazem como antigamente)


Eu sorrio.


— "You're never going out of style"

(Você nunca vai sair de moda)


 Não diz mesmo de quem é? — Any pergunta, lixando suas unhas.


— Não, mas espero que não seja uma pegadinha. — Eu digo, colocando a carta na minha mochila.


— É tão brega, já existem celulares. — Any diz, enquanto caminhamos para a sala de aula, e eu sorrio.


É tão a cara da Any.


Ela não suporta caras melosos, e muito apegados.


Por isso ela e o Josh combinam.


— Eu tenho que responder? — Pergunto a minha melhor amiga, que dá de ombros, me encarando.


— Primeiro se pergunte o que ele ou ela quis dizer com essas palavras. É um poema? Será palavras aleatórias? Por que não assinou o nome? Vai me raptar? — Ela me bombardeia de perguntas, e eu opto por rir.


— Tudo bem, Moany, prometo pensar em todas essas coisas antes de responder. — Se é que tenho que responder.



Notas Finais


Eu não sei se gostei, tô num impasse

o que eu estou fazendo acordada essa hora é o que eu estou me perguntando

- Gabi🍓


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