História Clássicos. - Capítulo 3


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Caminah, Camren, Laurinah, Norminah
Visualizações 15
Palavras 1.667
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 2. Reencontro


CLÁSSICO.


CAPÍTULO 2. REENCONTRO.


“Em última análise, amem-se os nossos desejos,. Não o objeto desses desejos”


LONDRES.


P. V. CAMILA CABELLO.


— Lou.. — vi pelo canto dos olhos Dinah se aproximar a pobre garota. E a menina sorriu em minha direção e na de Lauren, seus olhos verdes brilhavam, me deixando completamente encantada.  — Me perdoem por isso.

— Não há o que se preocupar, professora Hansen — Lauren adiantou-se e sorriu amigável para elas.

— Senhorita Cabello-Jauregui — pareceu reconhecer Lauren que ainda estava sorrindo de maneira simpática em sua direção, mantive-me quieta observando a cena a minha frente. Mais ao longe pude observar Normani pegando em suas mãos os pedidos das garotas, vi também Dinah tentar de alguma forma levar Louise para longe nós estávamos.

— Por que você também não me deixa andar de pijamas? Eu adoro pijamas! — as mãozinhas a garota de agitaram ao lado do seu corpo em forma de ansiedade, fazendo um sorriso contido aparecer em meus lábios.

— Porque uma mocinha como você deve se portar de maneira elegante, Camila e eu somos só umas malucas — Lauren tentou convencer a garotinha, Dinah parecia aliviada.

— Mas… Tudo bem — mudou logo de assunto voltando para Normani que agora segurava os sorvetes de maneira apreensiva.

— Me perdoem por isso, de verdade — distanciou-se de onde estávamos e voltou-se para quem ela estava acompanhada, ainda de canto de olhos pude vê-la repreender a pobre garotinha que estava com todo o seu rosto sujo de sorvete.

— Ela é gostosa — Lauren piscou em minha direção e eu apenas lhe balancei a cabeça.

Pude reparar melhor na forma na qual a loira estava vestida, os saltos altos vermelho dava um contraste perfeito com sua saia de pano muito bem modelado em suas curvas, e coxas completamente saradas, a camisa branca dentro da saia, com os três últimos botões abertos lhe davam um ar mais sexy, como se aquela roupa toda não lhe ficasse extremamente chamativa, um singelo colar de ouro com uma bonequinha como pingente, os cabelos amarrados em um coque frouxo, os óculos bem colocado sobre seus olhos dava seu charme a parte.

— Suspirou… desviou o olhar… E aí Camila como está? — Lucy sentou ao lado de Lauren que sorriu em direção a nossa meia irmã. Revirei o olhar e encarei Lucy de maneira repreensiva.

— Bem — respondi simples. — Cadê a Verônica com meus casos?

— Estou aqui, meu amor — antes que eu pudesse dizer algo a morena sentou-se ao meu lado depositando uma pilha de papel a minha frente.

— Revisou todos os casos? — a morena assentiu.

— A empresa está limpa, nada sobre a denúncia.

— Vocês vieram aqui pra ficar falando de trabalho! Qual é o problema de vocês duas? — Lucy olhou brava em nossa direção.

— Nós não vamos falar de trabalho, irritadinha — Verônica sorriu em direção a esposa que apenas revirou os olhos e abraçou os ombros de Lauren que se encontrava debruçada sobre a mesa.

— Meus pais como estão? — Verônica perguntou, encarando Lauren e eu.

— Bem, Tay e Chris tem dado muito trabalho a eles… — sorri em direção a garota.

— E as mamães? — Lauren perguntou.

— Clara está amando o novo projeto da construtora — Verônica depositou a garrafa de água que estava bebendo e mirou Lauren. — E Sinu está trabalhando para o FBI, como sempre.

— Sem se arriscar? — perguntei.

— Quando a mamãe não se arrisca? — agora fora Lucy quem falou e riu logo em seguida garantindo também nossa risada.

Acontece que éramos quatro irmãs — tirando Taylor e Christopher.

Lucy e Verônica foram adotadas por Clara e Sinu — assim que elas se casaram, — quando ainda eram novinhas.

Lauren e eu éramos as únicas filhas de sangue.

Meu pai, Alejandro Cabello conheceu minha mãe Sinueh Estrabão na faculdade, eles namoraram por anos e casaram-se quando se descobriram grávidos de mim.

Eles eram felizes, na realidade nós éramos a família perfeita, eles realmente se amavam, não da forma que um casal deve se amar, mas eles tinham respeito um pelo o outro é um carinho imenso, era notório  até nos dias de hoje.

Alguns anos de casamento, meu pai conheceu Mike Jauregui, chefe em um dos hospital na qual ele trabalhava, se apaixonaram à primeira vista e logo trataram de viver um com o outro.

Por anos o senhor Jauregui freqüentou minha casa juntamente com sua esposa Clara, fazendo outro reboliço todo, mamãe se apaixonou pela esposa do chefe do meu pai, e quando todos descobriram onde estavam se metendo logo trataram de resolver sendo minha mãe Sinueh Cabello casou-se com Clara Jauregui.

Basicamente eles fizeram uma troca de casais, meus pais eram gays — nunca tive vergonha alguma de afirmar isso —, tanto a mamãe quando o papai, e só descobriram ou então foram dispersados para isso quando conheceram seus parceiros, que eles dizem serem os amores das suas vidas.

Verônica e eu havíamos nos formado junta em direito, Lucy era uma psiquiatra recém formada e apaixonada por aquilo que fazia, e Lauren era a mais nova, e sempre nos demos bem, Lucy e Verônica eram casadas a três anos.

E essa era minha família, o que mais me importava em toda minha vida. Ah, e tinha Ally Brooke a namorada da Lauren.

— Baixinha — Vero comprimentou nossa cunhada quando a viu sentar-se ao lado de Lauren.

— Velcronica, olá cunhadinhas — mandou um beijo no ar para Lucy e eu. — Oi meu amor.

— Oi bebê — Lauren sorriu bobamente para a namorada, esse era o casal mais novo 183.

— Nojo! — Verônica mais uma vezes provocou a garota.

— Para amor! — Lucy pediu colocando suas mãos sobre a de Verônica que apenas revirou os olhos.

Essas eram minhas amigas, e irmãs.

— Aquela sentada lá do outro lado não é a Dinah? — Vero perguntou enquanto se esquivava toda para ver a loira do outro lado da sorveteria.

— Sim, minha professora de clássicos — Lauren olhou em direção da mesa da professora, me fazendo revirar os olhos Verônica com toda certeza não se pouparia em me zuar sobre algo que tentei esconder de Lauren.

— Hum, Camila e Dinah tem uma bela história — riu.

— Cala a boca Verônica! — falou simples.

— É aquela…? — Lucy sorriu sugestiva para a esposa.

— Sim — balancei a cabeça.

— E a Normani, hmmm, frequentando os mesmo lugares ein!


**


P. V. DINAH JANE.


— Suas alunas? — Normani perguntou ao limpar o rosto de Louise, que parecia bem alheia ao que estavamos conversando.

— Lauren é, as outras não tenho a menor ideia de quem são — disse olhei de canto de olhos em direção a mesa onde minha aluna se encontrava. E vi ela agora acompanhada de mais três mulheres, todas eram muito bonitas.

Em especial a moça que encontrava-se vestida com um pijama rosa e a touca de um unicórnio.

— Josh e a esposa como estão? — Normani era muito amiga de Josh assim como eu, nós conhecemos na faculdade.

A negra costumava dançar todos os meus feitos músicas, criamos uma amizade simples, sem cobrança apenas éramos felizes ao estar uma ao lado da outra, sem uma bela história de amizade como nos livros, ela fora minha escolha como madrinha da minha filha, e também era muito amiga de Josh.

— Creio que chegam para o natal — observei sua expressão.

— Vai ser bom para Lou, ela sente a falta dele — Normani acrescentou.

— Pois é — depositei meu sorvete sobre a mesa, e me aproximei um pouco mais de Normani. — Olha disfarçadamente para a mesa da minha aluna, não é Camila Cabello e Verônica Cabello do direito?

Vi Normani se ajustar na cadeira e então olhar em direção a mesa na qual minha aluna estava sentada com mais um bom tanto de garotas. E entre elas estavam Camila Cabello, Verônica e Lúcia Cabello-Jauregui.

— E a Lucy está ali também? — olhou para mim e então sorriu daquela maneira sacana quando iria aprontar alguma coisa.

— Uau, Camila Cabello quanto tempo não a vemos, não é mesmo? Está mais gostosa, e os peitos parece que cresceram também — revirei os olhos ao comentário na qual Normani fizera da nossa antiga colega de faculdade. — A última vez que nos vimos quando foi? Hummm, quando nós três transamos juntas!

— Normani! — grunhi e me mexi incomodada na cadeira, como podia ela ainda se lembrar daquilo, e ainda mais na frente da minha filha?

— Você fez isso, e teve um também “ahnn Cabello! Isso, isso! Que deusa.” — Normani riu de maneira escandolosa me fazendo revirar os olhos novamente. Péssima coisa para se dividir com uma amiga que sempre que possível vai se lembrar dessa “vergonha”.

— Cale a boca! — pedi, verificando se Louise não estava prestando atenção na nossa conversa. E ela se divertia com algo que passava na TV, enquanto se lambuzava complemente com seu sorvete.

— Qual é, foi uma boa aventura, não foi? — encarei Normani que insistir nesse assunto.

Havia sido uma noite e tanto regada de tanto sexo — e eu tenho que admitir fora a melhor noite de toda a minha vida —, que ao menos poderia me esquecer, os lábios ágeis e macios de Camila por todo meu corpo, sua mão explorando cada espaço vago do meu corpo, seus dedos dedilhando-me como se fosse o instrumento na qual ela tinha maior intimidade, a intensidade do seu olhar sobre o meu enquanto ela me levava a dimensões na qual eu jamais imaginei que existisse e que fosse possível ir.

Conseguia me lembrar da sua posição sobre seu corpo, cavalgando, enquanto roçava nosso sexo um ao outro, em movimentos lentos, seu corpo todo arqueado, seus cabelos caindo por suas costas completamente bagunçado, enquanto minhas mãos agarravam com vontade seus seios medianos e regidos.

— DJ? DJ? DINAH!! — olhei assustada em direção a minha amiga.

— O que? — perguntei.

— Louise quer ir ao parque, eu vou levá-la e que tal você aproveitar e ir conversar com nossa advogada? — rumou em direção a saída.

— Não! — pedi quando a vi se aproximar com minha filha da mesa de Camila e Verônica.





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