História Clé - The 9 Keys - Capítulo 3


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags 3in, Changlix, Minsung, Woochan
Visualizações 135
Palavras 4.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vokteeeeeeei

Capítulo 3 - Quando estamos a sós...


((Jisung))

- Han ou você larga essa coisa ou eu avanço pra cima de você! Eu não confio em você com essas coisas! Larga isso e para de apontar para mim! – não sei o que é mais engraçado, a galera rindo aqui comigo dos surtos do Hyun ou o Hyun surtado se escondendo debaixo da mesa de escritório daquela sala. 

Eram 10:00 da manhã e todos nós já estávamos acordados e curtindo nosso novo quartel que tomamos a força dos membros de um corpo de polícia, uma galera bem desatenta também, afinal quem deixa um prédio desses vazio? Enfim, eu só sei que agora adeus ferro velho, adeus terreno onde só tínhamos o ônibus para dormir, adeus terreno de estacionamento úmido e cheio de poeira e olá salas de escritórios quentinhas e confortáveis com uma vista do alto dos prédios.

Essa sala onde estamos agora é de escritório e estamos usando como nossa sala de bagunça, colocamos as caixas com armas aqui e deixamos tudo arrumadinho na parede. Arredamos as mesas e eu estava sentado em cima de uma delas agora. Junto comigo estavam o Hyun que não para de gritar para que eu largue a arma, o Felix brincando com as pistolas e o Seung que estava fazendo um grande nada igual a mim.

O restante eu não tinha ideia de onde estava, mas aproveitando que estamos a sós aqui, eu queria compartilhar um pensamento que tem me incomodado um pouco. – Aqui estamos sozinhos no prédio e seguros, certo? Mas como vamos sair? Não podemos sair pela entrada.

- Não, por isso que vamos sair por uma segunda via que passa do estacionamento por dentro do departamento vizinho, é fácil de se perder, mas é uma entrada segura – Seungmin encosta na pilastra da sala. – Mexer com armas, não pensei que a gente chegaria nesse ponto.

Nossos sorrisos cresceram. – Eu e o Minho quase fomos incinerados – digo. – Não vou sair desarmado de novo, sabemos o que aquelas pessoas querem de nós e não vamos deixar barato.

- As coisas mudaram – Felix chama a atenção para ele. – Bom, vamos transformar esse andar em um belo lar permanente, aqui tem de tudo até máquinas de besteiras que é só dar um tiro no painel e nem precisa de moeda – rimos, que jeito fácil de fazer as coisas. – Changbin deve estar vendo se tem alguma coisa nos andares abaixo, quem vai com ele ajudar?

- Eu vou – me ofereço. – Você ajuda o Minho com as salas e as coisas do carro – dou um cutucão no peito do meu melhor amigo e sorrio, ele sorri também e me segue para fora da sala. Mas antes, ele se vira e olha para o Hyun e o Minnie.

- Sem putaria!

- Como se isso valesse para nós – responderam juntos e como patada é tapa na cara dado, a gente se mandou dali. Os corredores daqui não era ruins, estavam escuros, mas as luzes seriam restauradas quando Chan reiniciasse o sistema de energia.

Fazia um tempo que Felix e eu não conversávamos. – Você é o mais agitado nisso tudo Hannie, incrível como mudou tanto – sorriu para mim. – Está mais maluco que eu.

- Não sou mais um bebê de 18 anos e nem um confuso aos 21 – sorri. – Agora são quase 22 e uma vontade nova. Acho que escolhas novas têm esse efeito. Agora você não mudou nada.

Ele riu. – Isso é verdade, ainda sou meio temperamental.

- Meio?

- Certo, muito temperamental. Mas ainda sou seu melhor amigo – ele ergue a mão e eu sorri e segurei ela. Bons tempos quando era apenas eu e ele. Quando nossos caminhos se separaram ao fim do corredor, eu antes dei pedi um pequeno favorzinho. 

- Quando terminarem, Hyun, Jeong e Seung vão pegar almoço e Chan e Woo estarão vendo os cabos de luz lá fora. Então não terá muita gente nesse andar – enquanto eu vou falando, esse loiro me dava um sorriso sem vergonha. – Diz para o Minho me encontrar em uma das salas lá em cima que eu falo para o Changbin ir para a sala onde você escolheu ser o quarto de vocês.

Como podem ver, um acordo bem justo, as duas salas eram a prova de som, olha que gênio eu sou. – Combinado, te vejo depois – ele dá um soquinho no meu ombro e vai para o andar de cima e eu para o andar debaixo. Como estava uma escuridão sem cabimento, eu sendo um desastrado acabei tropeçando em alguma coisa e no meio disse ainda bati a cabeça em algum cano, e como se não fosse o bastante ainda tropecei DE NOVO e caí de costas no chão. 

- Ai... essa doeu... – resmunguei sem nem tentar me levantar, como se eu conseguisse... só sei que uma sombra apareceu em cima de mim e eu olhei para cima para ver meu amigo Bin com mãos na cintura e um sorriso debochado no rosto.

- Caiu igual uma jaca em dia de colheita – riu e cruzou os braços. – Não cansa de ser azarado não?

Olhei para ele com tédio. – Vai ficar me zoando ou vai me ajudar? Acho que desloquei um osso...

- Ai meu Deus – ele me ajuda a levantar e no final conclui que eu desloquei algum osso mesmo. Meus quadris já eram junto com uma parte das minhas costas. Assim que eu me endireitei eu já ouvi meus ossos mandarem os últimos abraços. – Credo, parece velho de 70 anos se alongando.

- Engraçadinho – resmungo e mesmo com dor, eu desço até os pés e volto para me curvar para trás. – Pelo amor se não tiver, coloque uma luz nesse corredor antes que mais alguém morra nessas escadas!

- Tipo você?

- Só não te bato porque namora meu melhor amigo – digo na cara do baixinho.

- E eu te ajudo porque é namorado do meu – somos muito debochados um com o outro, mas no final a gente ria e se ajudava no final como se nada tivesse acontecido. – Vamos trabalhar.

Jogou uma lanterna na minha cara e depois que eu quase derrubei, que eu acendi. Esse lugar era uma bagunça total, mas olhando pelo lado bom... – Isso é areia? – olhei para a areia branca que tinha no chão, ao menos parecia areia, pois não tinha cheiro de terra, mas também não tinha cheiro.

- Sei lá, isopor talvez? – ele se agacha do meu lado.

- Isopor desse tamanho? Tudo bem né – dei os ombros e mergulhei as mãos ali no meio e encontrei uma coisa interessante... e era vermelha, minha cor favorita! – Gostei dela... – olhei em transe para a arma lindamente pintada de vermelho.

- Devem ter mais destas – Changbin procura/mergulha/desaparece no meio do mar de bolinhas e isopor e quando volta à superfície, ele volta com um catálogo. – Spas12, nada mau – sorriu e achou mais delas. – Temos nove, perfeito.

- Como sabe que tem nove? – olhei curioso. 

- Porque diz na ficha de entrega – ele me mostra o catálogo e sai com a roupa nova coberta de isopor, ficou engraçado. – Vamos achar as nove e dar ao pessoal, elas foram alteradas para longo e curto alcance, podemos usar. Anda, vasculha aí – ele nem espera! Simplesmente me empurra e eu caio em cima da pilha de isopor.

Eu não enxergava nada, era eu e meu tato, no final, além da minha, achei mais três. Com muito descontento, eu saio e deixo as quatro armas junto com as demais cinco que ele tinha achado nas outras pilhas de isopor. Ficamos encarando elas até um de nós quebrar o silêncio. – Bom, podemos subir agora.

- Sobre isso – digo e ele para pra me olhar. – Disse ao Felix que pediria para você subir, ele quer te mostrar o quarto.

- Uhum, certo então. Até o almoço – sorriu e subiu as escadas, pelo menos desta vez eu estava com lanterna e não terei ossos deslocado desta vez. Mas ainda bati a caneca em um cano. – Para de surrar o que ainda é bom no seu cérebro!

- Vai se fuder! – me segurei para não fazer ele tropeçar também, mas me segurei e fui para o andar de cima. Minho não gostava de altura, disso eu sabia, mas ele disse que não se importaria de ficar em um quarto alto e mais, era apenas um pouco longo dos outros, uma vez que as salas são bem separadas. Peguei as escadas que tinham vista para todo o andar, não eram escadas de serviço, e me encontrei com ele na porta de onde tínhamos combinado, aquele moletom laranja ficou realmente bem nele, Hyun tem mesmo bom gosto.

- Você e o Changbin têm uma forma tão delicada de se comunicar – ele riu sem se desencostar da parede. Como estava escuro, eu tive que puxar ele para onde tinha luz.

- Somos amigos que vivem se alfinetando, igual você e o Felix.

Ele riu. – Felix e eu não ficamos assim, nos damos bem como irmão mais velho e mais novo – ele pareceu bem convincente, aí lembrei que nunca vi os dois discutindo. Era verídico, enquanto eu e o Changbin as vezes conseguíamos ser mais infantis que crianças de 8 anos, eu era pior com o Hyunjin, mas não vem ao caso.

- Oh? Grandes amigos então? – mandei um olhar para ver se ele reagia, ele manteve o sorriso.

- A gente conversa bastante.

- Hum... entendi – eu já ia descer, mas ele segura meu pulso e me arrasta para trás de novo. Minhas costas colam em seu peito e seus braços passam pelo meu tronco, ele não queria mesmo me deixar sair. Seu rosto ficou rente ao meu pescoço e eu só ouvi os risos baixos e nasalados dele.

- Eu estava apenas brincando, sim somos grandes amigos assim como somos um time, mas sabe que eu só tenho jeitos com você – provocador e manipulador, esse garoto ainda me faz querer bater nele um dia.

- Faz isso de novo e eu soco seus dentes de coelho – era uma ameaça, mas meu tom era debochado como o dele. Me virei e sem que ele tivesse qualquer equilíbrio, eu passei meus braços no pescoço dele e o puxei comigo. Minhas costas bateram contra a parede e nossos rostos ficaram a uma distância perfeita. 

- Sempre recusa minhas investidas quando estamos com os outros – disse como um sussurro.

Eu sorri. – Quando estamos sozinhos tudo muda, agora fica quieto e só me beija.

- Com todo o prazer – se tinha uma coisa que eu gostava e que com certeza o Minho também gostava, era quando éramos diretos. Sem cortesia, sem desculpa, quando a gente queria se beijar, era só ir para um canto e se deixar levar pela vontade como estava sendo agora. Os lábios dele estavam com gosto de chá gelado, sua língua pede passagem por entre meus lábios que já estavam abertos, apenas esperando.

Minhas mãos vagam por suas costas até chegar na nuca e apertar com cuidado os fios castanhos acinzentados dali. As mãos dele não ficavam quietas também, desciam da minha cintura até a parte da bunda e apertava ali, como forma de devolver, eu tirei uma das mãos de sua nuca e desci para dedar ao longo de seu tronco através do blusão fino que ele usava.

Esse nosso beijo afoito era uma troca de saliva intensa, Minho maltratava minha boca e eu gemia em resposta, estava quase para sentir um pequeno atrito entre nossas virilhas, mas eu e ele sabíamos que se fizéssemos algo agora antes do almoço, Chan iria nos matar. Por isso nos separamos e juntamos nossas testas em seguida. – A noite continuamos, achei um quarto bem interessante neste andar... – sorri.

- A prova de som? – chutou e acertou, eu assenti e ele sorriu. – Melhor um sofá que um colhão velho ou chão de concreto sujo – deixou um beijo na minha testa e outro nos meus lábios. – Mal posso esperar para o anoitecer.

- Idem – beijei o pescoço dele por diversão. – Eu estou com fome, pelo cheiro acho que os meninos chegaram.

- Vamos descer – Minho e eu estávamos no pé da escada quando as luzes dos andares acenderam, luz, doce luz que não me deixa tropeçar e nem bater a cabeça em canos soltos. Como a sala principal onde a gente se reunia ficava ao lado da que eu estava com os meninos mais cedo, eu já encontrei os demais lá. Uma mesa cheia de comida e com um cheiro ótimo.

- Esses lábios inchados é sinal de pegação! – Hyun não perdia a chance nunca, credo.

- Dar uns amassos faz parte do namoro, oras! – me defendi e Minho ao invés de me ajudar, ficou rindo. Dei uma cotovelada nele por isso.

- Calma! – riu um pouco. – Você não me engana Hyun, você se faz se sonso quando faz o mesmo – aponta e o besta se faz de sonso. 

Hyun coloca a mão no peito e se faz de ofendido. – Eu não faço nada de impuro! Olha esses dois nenéns, acha que eu faria algo com eles? – apertou as bochechas do Innie e do Minnie, nesse momento houve duas reações, o Innie que riu de nervoso e deixou e o Minnie que só faltou arrancar a mão dele que estava na sua bochecha.

- Faz isso de novo e tu vai ver – rosna e Hyun se afasta um pouco, mas ainda fica abraçado nele e cheirando o pescoço do Minnie, que revira os olhos. – Eu mereço uma coisa dessas...

- Amamos seu cheiro Minnie – Innie se junta ao Hyune fica com o nariz enterrado no pescoço dele. E já que o trio maravilha estava ocupado, Minho e eu já começamos a nos servir.

- Opa, o cheiro disso está ótimo – Felix e Changbin chegam sem sequer dar a chance de ser o que tinha, simplesmente pegaram as porções e foram colocando e comendo. – Ora? Chan e Woo ainda não voltaram?

Nós cinco negamos. – Pensei que eles já estivesse aqui – Minho diz. Mas aonde aqueles dois foram?

...

((Chan))

- Só ligar esse, mais esse e esse... 

- Chan estamos atrasados, os meninos já já chegam com o almoço.

- Eu sei Woo, estou quase terminando aqui – não nada de legal em ficar pendurado de caneca para baixo em um painel de fusíveis, mas era o que eu tinha que fazer. Já tinha ligado as chaves e só faltava arrumar os fios. – Perfeito! Pode abaixar a alavanca amor! 

Ele assente e puxa o metal pesado para baixo, as luzes daquela sala deixaram tudo melhor já que aqui era quase o fim do mundo. Agora eu tinha que descer daqui.

- Posso saber como pretende descer daí?

- Então, eu pensei em como subir e esqueci de como eu ia descer – vi ele bater na testa e ficar bem debaixo de mim. – Não quero te machucar! Sabe que sou um pouco pesado!

- Deixa de ser mole, desce logo daí que eu te pego – parei de pensar nas chances de nós dois nos quebrarmos no chão e quase não soltei os tubos, mas meus braços estavam cansados e eu mal sentia meus ouvidos mais, por isso eu rezei e me soltei. 

Por sorte meus pés ficaram no chão e Woo me segurou antes que eu quebrasse elas. Suspirei aliviado. – E não é que eu desci? – ri e ele riu também.

- Eu devia começar a te dar uns puxões de orelha sempre que pensa nessas coisas malucas – riu e só então eu me dei conta de que ele estava segurando minha cintura. Era um aperto confortável ao eu ver...

- Bem, você disse para irmos almoçar – jogo a cabeça para trás na tentativa de fazer ele me soltar, mas nem eu mesmo queria sair dali. Havia uma coisa em Woojin que eu gostava de apreciar quando estávamos sozinhos, a forma como seu sorriso fica crescendo em seu rosto sempre que olha para mim. Às vezes fico constrangido ao ver a diferença de tamanho entre nossas mãos.

Agora que eu tinha ele apertando minha cintura eu vi isso ainda mais quando coloquei a minha mão por cima da dele. Era uma combinação bela, eu era um vampiro pálido e ele um ursinho macio de abraçar, a vida é engraçada não acham? – As crianças estão bem quietas lá em cima, já que estamos apenas você e eu aqui embaixo e isolados... onde ninguém pode ouvir... – quanto mais eu ouvia a voz bela e delicada dele ou meu ouvido, sentia suas mãos me apertarem agora em um abraço onde ele deitava o rosto em meu ombro. – Faz tempo que não temos algo assim, Channie...

- Faz mesmo, não é, hyung? – sorri de lado e levei o rosto para trás de propósito para selar com os lábios dele. Eu sei que ele estava querendo ser fofo sobre ficar aqui sozinho comigo, mas eu já tive uma abordagem um pouco diferente. Eu não quis demorar demais, mas nem olhei meu relógio e só me afastei quando meu ar acabou.

- Eu não quis dizer desse jeito – riu nasalado. – Quer subir agora?

- Não – dei uma leve risadinha. – Já que vamos ter que madrugar para procurar aquelas pastas... eu quero aproveitar agora que está de dia e nem morto eu ando por aqui no escuro.

- Pensei que fosse corajoso.

- Corajoso sim, louco não – Woo tinha mania de ser casca grossa quando se tratava de fazer esse tipo de coisa quando não estava no clima, ele fingia tão bem, pena que não esconde quando fica mais ansioso que eu. Estávamos juntos a mais ou menos 1 anos e meio e por isso eu sabia bem o que fazer para arrancar aquela casca.

- Ah não! Isso não! – riu alto e tentou sair do meu aperto, mas eu segurei a cintura dele antes e o coloquei contra a parede, uma posição onde eu tive ainda mais o contato visual que eu queria, ele finalmente fica com aquele brilho nos olhos e essa foi minha chance.

- Só deixa eu me sentir mais perto – sussurrei e quando fiquei perto dos lábios dele, eu consegui o beijo que eu queria, as coisas entraram no ritmo quando senti ele corresponder. Abri os meus olhos e vi que os dele estavam fechados, aproveitando a sensação enquanto minhas mãos ficaram seus ombros e as dele finalmente subiram para as minhas costas.

Por um certo tempo era eu no controle, passe a segurar os arredores de seu rosto pelo maxilar e me deixava sentir os lábios quentinhos e finos, quando me afastei, eles estavam inchados e o brilho continuava nos olhos dele. Woo abriu um sorriso. – Eu aqui quietinho sendo o rusinho santo da família e você me vem com essa? – faz um bico pra mim.

- Santo você não tem nada e eu posso provar – me afastei um pouco.

- Não estou vendo nada! – cobriu os olhos rindo. – Tchau!

- Deixa de ser chato – ri e mantive ele colado na parede, Woo me olhava do peito para cima, onde eu tinha aberto minha jaqueta para que ele pudesse ver que eu usava apenas uma regata muito, muito solta. – Por que se faz de difícil? – ri.

- Eu falei para os meninos pegarem leve lá em cima porque logo iriamos almoçar e você vem com essa – resmunga. – Você não vale nada – riu em seguida e passa os braços pelo meu pescoço. – Mas se quer tanto que seja assim... vamos começar direito.

Agora o encurralado na parede era eu, com uma coxa grossa e forte no meio das minhas pernas, agora os lábios não eram nos meus e sim no meu pescoço, mordidas que quando eu olhava, via claramente até mesmo a mais fraca mordida na minha pele, os chupões que ele dava no meu pescoço, as marcas estavam completamente visíveis, nem mesmo a base mais branca vai conseguir cobrir isso, desvantagens de ter uma pele muito clara.

Mas meu sorriso não reduzia, tombei o pescoço para o lado e deixei que marcasse o quanto quisesse. Os beijos dele desceram pela minha clavícula e pararam quando suas mãos ergueram minha camisa, eu sentia meus mamilos endurecerem quando o ofego quente sobre eles. Seus lábios macios passavam por cima deles e sua coxa surrava de uma forma muito lenta o meio das minhas pernas.

- Uhm... – relaxei contra a parede, as mãos do Woo desceram minha jaqueta e passaram minha regata por cima da cabeça, eu não a tirei, apenas fiquei com ela nos ombros e passei os braços pelo seu pescoço e raspei suas costas apenas para ouvir ele resmunga contra o meu ouvido.

- Posso saber para onde foi toda a sua vergonha na cara? – sussurrou baixo.

- Acho que passo tempo demais com o Minho e o Felix – sorri de volta e puxei para mais perto. – Você quer mais do que eu que eu sei, aqui eu sou somente o BangChan e não um líder de uma gangue de rebeldes – mordi o lóbulo de sua orelha, é... eu gostava de provocar um pouco.

- Vamos ser rápidos antes que desconfiem da nossa demora – foi mais rápido convencer ele do que eu pensei. Quando percebi, Woojin agarrou minhas coxas e me deixou sentado em cima de um desnível ali na parede onde guardavam as coisas. Meus lábios foram tomados e minhas pernas separadas a medida que os toques ficavam mais intensos. – Seus músculos são tão gostosos de apertar...

- Essa sua carinha de anjo não engana ninguém – sorri e foi minha vez de deixar o pescoço dele marcado. – Te conheço muito bem, amor...

- Ainda bem – abriu minha jeans e puxou tudo até a altura das coxas. – Se apoiei aqui – diz e eu me levanto, me viro de costas e coloco os cotovelos apoiados naquela parte que até então eu estava deitado. Woo deitou sobre minhas costas e subiu selares pelas minhas costas até a nuca, não segurei o leve resmungo quando o arrepio passou pelo meu corpo. – Seria malvado de minha parte eu te provocar um pouco...?

- Ah... seria sim... e você sendo um anjo que é, não faria isso... – olhei por cima do ombro e dei de cara com o sorriso fofo, mas que inferno... mesmo numa situação dessas ele conseguia ser fofo. 

- Se derrete tão fácil com meu sorriso e minha voz... Channie... – seus dedos passam pelos gomos do meu abdômen. – Tenho saudades de quando éramos dongsaeng e hyung, que tal rever esses momentos? Me chame de hyung... acho fofo.

Fazia tempos que eu não chamava ele de hyung, era como uma provocação para ele e eu sabia. Ficou um pouco travado na garganta por causa dos gemidos, merda... 

- Diga Channie... – olhei por cima do ombro de novo e o vi tirar o membro para fora da calça e da cueca e deixar alinhado à mim, mas não fez nada, segurava pela base e colocava o falo perto, bem perto e as vezes tocava. 

Minhas pernas pareciam fraquejar por breves segundos, mas eu me contive. – Aah... s-só vai... por favor hyung...

Ele sorriu satisfeito, mas eu não esperava que fosse receber tudo de uma vez. Segurei o gemido estrangulado na garganta e cruzei os braços na tentativa de ter mais forças para segurar meus barulhos. Mordia a pele do meu braço, havia eco aqui e segurar tudo foi uma tortura.

- Se continuar se segurando serei mais demorado, Channie – me abraçou de novo e continuou com os beijos em meu pescoço. – Sabe o que eu gosto de ouvir – ele não estocava com força, entrava e saía devagar e em movimentos lentos que não chegavam a ir tão longe, foi uma tortura.

- M-Mais rápido hyung...! – deixei escapar, só depois que eu deixei meus gemidos e suspiros saírem que ele começou a ir mais rápido. – Yawn... hyung... assim... – eu tinha vergonha da minha própria voz, vê se pode. Meus gemidos eram estranhos por isso eu sempre escondia, mas pelo visto ele gostava de ouvir.

- Único, e sua voz fica tão fofa quando faz isso – eu era estranho, consigo ser fofo fazendo sexo, tudo bem. 

- A-Awn! W-Woo hyung...! – eu não havia sido preparado, apenas penetrado sem mais nem menos, a dor as vezes vinha e voltava, mas era sempre tão boa. Conforme tudo ficava mais rápido eu queria mais, jogava os quadris na direção dele, suas mãos grandes afastavam minhas bandas só para aprofundar ainda mais. O falo quente chegava ao fundo e eu sentia o líquido quente dentro de mim aos poucos que iam escorrendo... esse era eu entre quatro paredes.

- Manhosinho é meu líder, não? – sussurra contra a minha orelha. – Gosto tanto quando fica assim... 

- S-Só você sabe como é... – sussurrei de volta, fechei os olhos de novo quando senti a última estocada acertar bem no fundo. – Aaah... – soltei um suspiro alto. Mordi o lábio e empinei mais por reflexo. 

- Não me mate por isso... aah... – suspirou/gemeu baixo contra o meu ouvido, me abraço e me levantou dali até minhas costas baterem em seu peito. Segurou meus quadris para baixo até eu sentir acertar aquele ponto diversas vezes e se desfazer ali dentro. Eu também me desfiz na minha própria mão enquanto me tocava depois dessa bagunça.

Woo saiu de dentro de mim e eu senti seu esperma escorrer pelas minhas pernas, tive que me apoiar na parede por um tempo até recuperar o fôlego. – Vou precisa de uma calça nova se eu vestir essa – ri baixo.

- É preta, ninguém vai ver – vestiu a dele e veio para perto de mim de novo, ficou me encarando com um sorriso de urso até se inclinar e me beijar de novo. Ajeitou minha regata e colocou minha jaqueta sobre meus ombros. – Vamos almoçar.

- Sabe que eles vão perceber, não é? – vesti minha cueca e calça (mesmo eu estando sujo) e sigo ele. 

- Eles fazem pior, e essa foi rápida, outra hora a gente fica mais tempo – aquela piscadela marota e com segundas intenções diretas... bom, agora que estamos subindo com os meninos outra vez, digam bye para o Chan sem vergonha e com gemidos estranhos e não riam se os garotos me fizerem perguntas estranhas.



Notas Finais


Dps eu beto jsjsjsjs

EU AMO CHAN PASSIVO SIM SENHORES. Não me venham pedir Woo passivo que eu trabalho com Christopher passivo kakakaka

Vamos rir do Han
Vamos dar a safadeza do Minho
Vamos rir do Hyun
Vamos sorrir com HanLix ksksks (quem leu Prision sabe da relação valiosa deles/)

Bye


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