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História Cleber - Capítulo 1


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Notas do Autor


Minha primeira aberração, aceito criticas e dicas para melhorar. Essa estoria não esta pronta, mas quem sabe eu termine (ou não).

Capítulo 1 - Cleber: Phantom Job


Cleber

  Cleber acorda em uma manha fria e cheia e vários ventos batiam na janela que ele deixara fechada. E ele estará na cama deitado.

- Cleber, acordar temos uma estória a contar – Cleber com um piscar de olhos levantou-se confuso e perguntando o que estava a acontecer. – Cleber, temo que você ainda não entende, mas estamos contando uma estória sobre você.

- Sobre mim? Por quê?

- Simples, acabou a verba para os editores e os escritores se recusam a fazer uma estória nova.

- Então eu sou o protagonista? Estranho eu diria. Por sinal é sobre o que?

- É sobre... Faça qualquer coisa para entreter o leitor.

- Sem problemas.

- Então Cleber, o que irás fazer?

- Vou fazer café, tomar banho e ir ao trabalho.

- Que coisa chata. Cleber, ninguém lhe contou que você só precisa encher lingüiça até termos verba novamente para publicarmos algo descente?

 Cleber ouve e sem poder responder, pois o narrador foi embora, ele decidiu seguir a rotina padrão do dia a dia. Foi à cozinha preparar algo, porém ele estava confuso com o que iria comer na manhã, afinal ele teria uma reunião que convenientemente caiu nesse dia que iria mudar sua vida (ou não). Cleber tremia como se estivesse em um terremoto, soava como se estivesse em um tsunami, ficava indo de um lado para o outro como se estivesse em um furacão e por fim, tava com uma cara de depravado.

- Eu já sei o que irei fazer para a minha refeição matinal – então Cleber pegou um ovo e o jogou em uma frigideira com tudo assim quebrando ele e fazendo um ovo frito.

- Cleber, às vezes o que eu lhe digo é o melhor para se fazer, mesmo que a estória seja sobre você, eu sei como ajudar.

- Eu aceitaria se você não quisesse comandar o que eu irei fazer da minha vida, afinal sou um ser humano, tenho minhas próprias vontades.

- Você é apenas um punhal de palavras amontoadas, fingido ser alguém para o leitor, e eu por saber disso tenho vantagens, entendeu? Inferior.

- Ta, vou trabalhar, pois não posso me atrasar com besteira. O dia de hoje vai ser uma maravilha.

 Cleber sai de sua casa esperando ser mais um dia comum, mas algo lhe chamou atenção e ele disse “nossa”, era uma barraca de limonada!

- Isso nem é tão grandes coisas, tenho mais do que me preocupar.

- Cleber, aquelas crianças precisam de seu dinheiro inutilizado para comprar doces, vai deixar elas passando fome? Que tipo de monstro é você afinal?

- Certo, vou comprar apenas um copo, tudo bem? Não vai começar a me acusar.

- Cleber tu, é muito fácil de manipular, qualquer coisa que as pessoas falam tu vai acreditar?

- Então eu vou fazer o que? Se eu não ligo pras crianças tu me incrimina, se eu vou me importar tu me incrimina, o que eu faço? Afinal és tu que passa a informação para o leitor, você pode fazê-lo achar que sou a pior pessoa do mundo.

- Cleber, é você que decide, afinal tu és o protagonista!

 Cleber estufa o peito e vai andando pela rua ignorando a barraca de limonada. Um pouco babaca de sua parte e muito orgulho próprio (Cara chato). Após ignorar a pobres crianças Cleber se vê na porta de sua empresa, seus olhos brilhavam, pois um dia qualquer havia, quer dize um dia “especial” havia chegado, mas, convenhamos ninguém liga para o que Cleber tem a propor para nós oferecer.

- Cleber! Chegou atrasado. – disse o porteiro bigodudo – Se apresa para chegar à sala de reuniões.

- Atrasado?! Mas há quanto tempo?

- Não importa, apenas vá.

 Cleber sai em dispara por sua ficha para marcar horário, após chegar ao elevador. Após uns minutos (um minuto e vinte e seis segundos). Cleber chega à sala de reuniões, todos olharam para ele com um olhar mortal (também conhecido como “você esta demitido”). Cleber logo se senta ao lado de Jeremias e Noresme.

- Bem Cleber, esta atrasado há meia hora, tem como se explicar? – Sua chefa era uma mulher aterrorizante e elegante, sem falar do seu forte perfume. Cleber estava com um medo gigantesco de falar besteira na frente dela, afinal ele queria uma promoção, típica de cara que trabalha em escritório.

- Bem... – Cleber não conseguia dizer uma palavra, afinal estava pensando se iria mentir ou não.

- Cleber, tu quer essa promoção? Então não diga que você acordou tarde ou demorou em pensar, apenas minta.

- Mas se eu mentir, eu não terei minha promoção

- Eu sou você por acaso? Se ferra ai, você é o protagonista, não eu.

- Cleber, com quem você esta falando? – Havia perguntado a chefa, afinal só Cleber sabe da minha existência, logo ele pareceu um maluco na frente de todos.

- É que eu encontrei uma... Caixa! Na rua e ela tinha... Um filhote de cachorro! – Devo admitir, não pensei que ele iria mentir tão mal.

- Serio? – A mulher estava com uma cara de cansada, era como se ela já soubesse o que ele iria inventar para justificar a demora.


Notas Finais


Eu escrevi essa joça sem parar para ler, por isso ta cheio de erros de português, e coisas confusas e mal contadas. Caso tenha lido isso, meus mil perdões.


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