História Clichê - Capítulo 12


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Categorias Sensational Feeling 9 (SF9)
Personagens Inseong, Rowoon
Tags Inseong, Roseong, Roseong É Vida, Rowoon, Seongkwoo, Sf9, Shortfic
Visualizações 126
Palavras 846
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não ia deixar vocês 1 mês inteiro sem atualização! Só peço que agora tenham um pouquinho de paciência, pois minhas provas começam dia 16/11 e aí vai complicar a minha vida kdnsjsnbsbs por mais que eu já tenha passado de ano sem notas vermelhas (como sempre foi), deus me defenderay tirar alguma abaixo de 8,0. Então peço que esperem um pouco pela minha volta definitiva, juro que vou tentar postar antes, mas não garanto que o próximo capítulo vá ficar pronto e vá ser postado antes do dia 24/11. Amo muito todos vocês, meus anjinhos leitores (os fantasminhas também, viu?)! ♡♡

Capítulo 12 - XI


Inseong ainda amaldiçoava o mais novo por tê-lo feito gastar ⅔ da mesada que seus pais enviavam pelo correio todo mês. Queria estragar aquela beleza presente em seu rosto angelical com seus próprios punhos. Claro, com delicadeza.

No portão da escola, seguindo para a sala de aula, o ruivo pôde sentir uma mão grande e firme segurar a sua, entrelaçando os dedos nos seus. Virou-se, levemente surpreso, e fitou aqueles olhos amendoados e que transmitiam certa tranquilidade.

— Você tem sorte, Seokwoo, muita sorte — murmurou entre os dentes.

— Bom dia para você também! Eu estou ótimo, obrigado por perguntar — sorriu, recebendo em seguida um olhar que poderia ser considerado mortal da parte de Inseong e o sorriso se desfez gradativamente. — Aish, pare com isso e venha cá — abraçou o mais velho, afundando o rosto em seu pescoço.

Inseong estava surpreso, os olhos arregalados revelavam isso facilmente; porém, um sorriso bobo tomou conta de seus lábios rosados e maltratados, e também podia-se dizer que este estava no mundo da Lua. O cheiro de Rowoon era tão agradável, céus! Suas mãos subiram para as costas do moreno, assim, tornando o abraço completo. Estava tão imerso naquele momento, com a brisa indo contra ele, o sol nascendo de forma discreta e alguns pássaros cantando em algum lugar não muito distante, que até esquecera do porquê estava tão irritado com Seokwoo.

— Prometo que, da próxima vez, eu pago — sussurrou ao pé do ouvido de Inseong e, no pescoço do mesmo, deixou um pequeno selar com seus lábios. Tal ato deixou o ruivo arrepiado até em lugares que ele nem sabia ser possível de acontecer. Desfez o abraço e entrelaçou seus dedos nos de Inseong novamente; e assim seguiram até a sala de aula, onde sentaram-se lado a lado.

Depois de seis aulas com 50 minutos cada, já estavam esgotados e com fome. As aulas de português sugavam suas energias e toda a vontade de existir que há dentro de seus corpos. A professora Jiwon era uma senhora de 53 anos, com cabelos brancos, um óculos torto no rosto flácido e que explicava a matéria de forma maçante, assim, tornando a aula uma das menos desejadas de toda a semana.

Para melhorar o dia, como se este já não estivesse ruim o bastante, a chuva atingiu em cheio Inseong e Seokwoo enquanto esses seguiam para casa do moreno — cuja não estavam tão longe assim, já era meio caminho andado. O mais novo então segurou a mão do ruivo com mais força, colocou o capuz e correu.

Aish! Espere! — dizia agoniado enquanto fazia o mesmo que Rowoon e tropeçava em seus próprios pés.

— Vamos acabar pegando um resfriado desse jeito! Ande logo! — levantou a voz para que a frase soasse audível, já que a chuva estava apertando e seu barulho estava ficando cada vez mais alto.

Virando uma esquina e outra, chegaram na casa de Seokwoo. No dia anterior, haviam combinado de ficar na residência do mais novo para que pudessem sair à tarde, quem sabe ir no parque que acabara de chegar em Daegu. O mais velho até havia colocado algumas roupas na mochila para que não usasse a mesma que havia utilizado mais cedo.

— Deixe sua mochila no meu quarto, amarelinho, e depois venha para a cozinha. Vamos fazer algo para comer — disse, desentrelaçando seus dedos, enquanto fechava a porta atrás de si e jogava suas coisas em um canto qualquer da sala.

Inseong fez o que o moreno pediu e seguiu para a cozinha. Estavam molhados da cabeça aos pés, as mãos geladas e os fios rebeldes grudados na testa. E, por incrível que pareça, Seokwoo ainda estava lindo.

— Tome — lhe ofereceu uma toalha. — Não podemos fazer a comida nesse estado — sorriu.

— Posso lhe fazer uma pergunta? — o ruivo indagou enquanto secava seu cabelo de tom escarlate.

— Já fez, trouxa.

Ha Ha, que belo senso de humor você tem — acabaram rindo. — Estou falando sério.

— Sabe que pode.

— Eu tenho medo de que não seja uma pergunta muito adequada, mas... por que mora nessa casa sozinho? Onde estão seus pais? — pôde sentir o olhar surpreso de Rowoon sobre si, mas que, logo em seguida, se desfez em uma risada baixinha.

— Eles moram em Busan. Quando viemos visitar Daegu, eu pedi para ficar e eles deixaram — foi até à porta da lavanderia e jogou a toalha em um lugar qualquer. — E você? Mora sozinho por quê?

— Eu apenas disse para meus pais que queria me mudar ao completar 18 anos, então eles compraram aquele apartamento para mim no meu aniversário — suspirou e largou a toalha no mesmo lugar que Seokwoo. — Eles moram no centro da cidade e vêm me visitar de vez em quando.

Oh, sim — pegou uma garrafa d’água na geladeira. — Vamos comer o quê? — apoiou as mãos sobre a bancada.

— E eu é que sei?

— Não tem nada aqui, só lámen.

— Pode parar. Vamos sair para comer. E você paga — sorriu sacana e o moreno apenas concordou rindo baixo.


Notas Finais


esse tá grandinho pra compensar, porém bem merda


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