História Clichê da vida real. - Capítulo 1


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Categorias Turisas
Personagens Jussi Wickstrom, Mathias "Warlord" Nygard, Olli Vanska, Personagens Originais
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Palavras 1.330
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Fanfic / Fanfiction Clichê da vida real. - Capítulo 1 - Capítulo Único.

-Você só pode estar louco. -Becky anda de um lado para o outro, totalmente incrédula com o que acabara de ouvir.

-Por que é tão difícil aceitar? -Nygård rir da amiga depois de ter aberto seu coração a ela.

-Por que você é você e eu sou sou eu. -Rebate a garota ainda assustada com tudo que acabara de lhe ser confessionado.

-Becky, me escuta, eu me apaixonei por você, não há nada de errado nisto. -Mathias a segura levemente pelos ombros, apenas para que sua amiga histérica pare de andar de um lado para o outro e preste atenção nele.

-Mas Warlord, somos tão completamente diferentes. -Becky retira as mãos do homem de si e volta a andar histérica, o que faz Mathias rir.

-Por que está fazendo tempestade em copo d'água? Não sei no seu planeta, mas no meu as pessoas se apaixonam. Se meus sentimentos por você não é reciproco basta me dizer, eu irei entender. -Nygård se senta sobre a pedra em frente ao penhasco, em quanto espera que Becky se acalme um pouco.

-Não é isto, é só que.... é tão novo para mim, eu jamais suspeitaria disto. -A moça senta ao lado de Warlord e contempla por alguns segundos a vista previlegiada que ambos tem dali de cima antes de voltar sua atenção para o rosto perfeito do amigo.

-Sem nenhuma pressão, mas eu gostaria que dissesse alguma coisa, nem que seja um fora, é melhor do que ficar na expectativa de algo que nunca vai acontecer. -Mathias olha para a moça ao seu lado e lhe dar um sorriso.

-Você tem certeza disto? -Questiona Becky ainda incrédula.

-Você respira? -Indaga Warlord.

-Isto é loucura. -Becky coça a cabeça, um claro sinal que está nervosa.

-É eu sei, jamais achei que isto aconteceria. Te olhava apenas como minha amiga, mas nestes últimos meses acabamos nos vendo com mais frequência e foi inevitável não se apaixonar por você, Becky. -Mathias passa a mão sobre seu cabelo para tirar do rosto, gesto que sempre deixa Becky babando por ele, mesmo que ele não saiba disto.

-Você sabe que sou a pior pessoa do mundo para você se apaixonar. -Becky pega um pedrinha e joga em direção ao penhasco.

-Eu conheço seus defeitos e seus medos. Acredite, passei muito tempo analisando meus sentimentos por você e percebi que estou disposto a lhe ajudar a superar seus traumas, se você quiser, óbvio. -Nygård segura a mão esquerda de Becky e deposita um beijo e logo solta a mão dela.

-Meus relacionamentos anteriores foram horríveis, não conseguimos ficar mais no mesmo ambiente, não quero que isto aconteça conosco. -Becky mantém sua concentração em uma folha seca que acabara de cair sobre seus pés.

-Pensei nisto também, mas escolhi arricar do que nunca tentar e me arrepender amargamente e sempre ter a dúvida de como teria sido tudo. -Mathias respira fundo e relaxa um pouco, como se estivesse retirado um peso de seus ombros.

-Você não devia ter se declarado. -Becky está claramente nervosa, suas mãos tremem levemente.

-Olha Becky, eu irei respeitar sua escolha, mas peço que pense primeiro, com calma. Quando tiver certeza de sua reposta, me procura e diga-me, seja qual for tua resposta. -Nygård deposita um beijo no topo da cabeça de Becky e em seguida ajeita seu casaco e segue em direção a sua casa.

  A espera pela resposta não foi como Warlord esperasse que fosse, a expectativa aumentava cada vez mais e a angústia por ainda não ter recebido nenhum sinal sequer também aumentava.

   Um mês se passara desde que se declarou a Becky e nem ao menos um sinal de vida ela deu. Mathias já sabia o que aquilo significara, ela não correspondia aos seus sentimentos e preferiu o silêncio do que dar as caras e lhe dar um fora. Ele não conseguia saber qual maneira de levar um fora era mais doloroso, ser ignorado ou verbalmente. Mas de qualquer forma, Warlord entendeu tudo, não esperava que fosse assim, mas a vida não para por causa de um coração partido. 

Amanha mesmo ele tem que pegar um avião em direção a Espanha, a banda em que faz parte tocará no sábado e no domingo em duas cidades diferentes no país e ele precisa estar descansado e preparado para arrasar nos shows.

    Depois de guardar tudo que era necessário em sua mala, como tintas vermelha e preta e as roupas de caracterização, o rapaz vai até a sacada de sua casa, retira um maço de cigarros do bolso da jaqueta e um isqueiro do outro bolso. Ele pega um cigarro e coloca sobre a boca e guarda o maço novamente em seu bolso, acende o isqueiro e se aproxima do cigarro. Segundos depois, solta a fumaça pelo canto da boca. 

 Becky e Mathias se conheceram atráves d amizade entre suas mães, mas não eram de muito contato um com outro, até que Becky se muda tenporiamente para a rua de trás da casa de Mathias. Sua mãe pediu que fosse até a casa da moça e ajudasse com a mudança e logo uma amizade se iniciou e os laços foram ficando mais fortes até chegar no ponto do Warlord se apaixonar pela moça. Mas isto não importa mais, Nygård sabe que não terá uma vida amorosa com Becky e que provalvemente a amizade de ambos agora vai ficar comprometida depois da declaração.

 Mathias apaga seu cigarro no chão e volta para dentro da sua casa.

  Seu amigo de longa data e também guitarrista do Turisas, Jussi, percebeu que o vocalista estava cabisbaixo e o interrogou e como sempre com suas sábias palavras de reflexão ajudou Mathias a ficae um tanto menos deprimido. Logo Olli se junta a dupla e agora o trio começa a saborear cervejas espanholas, seguindo a tradição de sempre experimentar a cerveja do país que iram tocar. É um hobbie da banda, mas também é uma boa desculpa para tomar alguns goles.

     Logo depois de toda paramentanção, contando com a tintura sobre o rosto e os braços, a banda sobe ao palco e contagia todos os fãs com suas músicas mitológicas e  guerreiras. 

    Mathias estava ao lado de Jussi cantando o refrão de Rasputin quando reconhece um rosto no meio de toda multidão. Becky está na plateia. Involuntariamente ele abre um sorriso e passa a ter mais energia ainda em cima do palco, afinal ela não teria viajado isto tudo para dar um fora nele, certo? Bom, Warlord espera que sim.

Assim que termina o show e agradece pela presença dos fãs, Mathias vai ao encontro de Becky que sem se importar com o corpo suado do finlândes o abraça forte e é retribuida.

-Não quero pressão sobre o outro, vamos caminhar com calma sobre isto, se algo desagradar ao outro teremos que ser sinceros imediatamente. E o respeito tem que se manter durante todo o relacionamento e se chegar a não dar certo, não podemos sair odiando um ao outro, tudo bem para você? -Becky dispara a falar sem desgrudar do abraço de Nygård.

-Por mim estar ótimo. Não posso prometer que seremos 100% felizes durante todo o relacionamento e nem posso garantir que não haverá desentendimentos, mas garanto que darei o meu melhor possível para te fazer sorrir sempre que possível e que mesmo depois de uma discursão, por mais tola que seja, eu ainda estarei apaixonado por você, Becky. -Mathias finaliza com um beijo de tirar o fôlego de qualquer um.

-Então vamos viver o presente, sem pressão pelo futuro, veremos no que isto pode dar certo. - Encerra Becky sorrindo com o rosto próximo ao rosto de Warlord.

-E sem o clichê de foram felizes para sempre. -Gargalha Matjias enlaçando a cintura de Bekcy.

-Não estamos em um conto encantado, estamos na vida real, aonde não tem um final feliz para sempre, mas que possamos tentar pelo menos chegar perto. -Becky volta a atacar os lábios de Nygård sem se importar com as pessoas encarando aquela cena.



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