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História Clichê Escolar - Imagine Tanjiro - Capítulo 3


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Notas do Autor


Escrevi este capítulo no meio da PROVA de inglês, então se sair um "I hate the teacher", relevem

Capítulo 3 - Incômodo


Fanfic / Fanfiction Clichê Escolar - Imagine Tanjiro - Capítulo 3 - Incômodo

Você olhava o teto enquanto arrumava sua roupa pela trigésima vez ao dia. 

Era um pequeno detalhe na saia, um outro na camisa e por fim, sempre decidia mudar de roupa. 

Sua mãe ficara surpresa quando contou que iria dar aula novamente, mas principalmente, irritada. 

Teria de cozinhar novamente para a visita, então por conta da preguiça, acabou sobrando para o seu pai cozinhar tudo no final. 

- Minha mãe sempre usa esta desculpa. - Escutou a leve discussão de seus pais. 

- Mas você tem de lavar a louça, eu sou a única que trabalha nesta casa! Os afazeres domésticos ficam contigo. - Não estava a ver a cena, mas com certeza sua mãe jogava estas palavras enquanto apontava o dedo para seu pai, que escutava quieto. 

Não era uma relação tóxica, as vezes eles discutiam sobre os afazeres domésticos mas sempre acabavam fazendo juntos e trocando carícias. 

E no começo, achou que seu gosto por garotos havia puxado de sua mãe. 

Seu pai era baixo, educado e totalmente tímido, mas principalmente, gentil. Enquanto sua mãe fora o contrário disto tudo. 

Ela é alta, fala alto, não tem sequer um vestígio de timidez e sua gentileza consistia em mandar a pessoa tomar no cú' caso deixasse ela muito aborrecida. 

E no resultado disto tudo saiu você, não era tímida, nem gentil, mas era educada e tinha o tamanho normal para sua idade. Ou talvez isto, pelo fato de que as meninas eram baixinhas demais. Fazia parecer que você tinha um metro e noventa, perto de todas as meninas de um metro e vinte na sala. 

Foi ai que conheceu Mitsuri, ela teria 1,67. Por incrível que pareça, também era considerada alta em sua classe.

- Já era para ele ter chegado. - Encarou as horas em seu celular, estava demonstrando 2 e um. - Talvez ele esteja tímido demais para entrar. 

Levantou, passando por sua mãe, que estava lavando a louça junto de seu pai, e caminhou até a porta de casa. 

Abriu, e assim se revelou a cena mais fofa que vira neste dia. 

Kamado Tanjiro estava com as bochechas avermelhadas, enquanto tentava, e falhava miseravelmente, se encorajar para bater na porta. 

- Me desculpe. - Ele repetiu quando sem querer iria bater com a mão em seu corpo. - Realmente, me desculpe. 

Começou a rir, segurando no ombro do mesmo e levando o garoto, quase o arrastando, para a sala. 

- Nossa, ele é tão fofo! - Sua mãe exclamou, jurava ter visto os olhos dela brilharem. - Podem ir para o quarto, eu e seu pai não iremos atrapalhar. 

Quarto? Mas não iria fazer as aulas na sala, como havia combinado? Com certeza sua mãe seria morta por palavras depois que o Kamado fosse embora. 

- De qualquer forma, eu estou dando aula, não me interrompem. - Lançou um olhar mortal para sua mãe, em específico. - Venha, Kamado. 

Pegou na mão do menor, enquanto o encaminhava para seu quarto. Agradeceu aos céus por ter arrumado tudo antes de vir, e agora entendia o porquê de sua mãe insistir tanto em arrumar horas antes. 

Quando chegou em seu quarto, não entendia o rosto corado de seu colega, até notar que as suas mãos estavam entrelaçadas por muito tempo. 

- Ah... Me desculpe, Kamado. - Sorriu sem mostrar os dentes, pegando sua mochila no canto do quarto, onde haviam as anotações que fizera ano passado. 

- Tanjiro. - Olhou para o mesmo, murmurando um "uh?". - Pode me chamar de Tanjiro. 

Seus olhos brilharam, ele realmente era muito fofo!

- Ok, Tanjiro. - Ele sorriu de um modo engraçado, fazendo você acabar soltando um "fofo". 











- Entendeu esta parte? - Explicava a mesma questão pela' trigésima vez, e sempre recebera a mesma resposta. - Céus, agora entendi a preocupação de sua irmã, vamos ter muitas coisas para estudar. 

- Eu estou incomodando? - Ele falou, tristonho. 

- De forma alguma, incomodando estaria caso minha mãe estivesse aqui me dando lições de moral. - Recebeu uma risada do menor. 

A risada dele ecoou por toda sua cabeça, e, por um instante pareceu gostar do som, acabou se viciando em sua risada a escutando apenas uma vez. Ele é realmente um garoto incrível. 

- Tanjiro. - Chamou seu nome, fazendo ele virar confuso para você. - Você é tão fofo, como ainda não tem uma namorada, ou um namorado?

Suas mãos acariciavam a cabeça do menor, que como resposta estava tão envergonhado quanto antes. 

- Eu não sou assim, ei, pare. - O ruivo se encontrava gaguejando, enquanto sua cabeça parecia girar conforme você ia passando as mãos por sua cabeça. 










Estava praticamente no final do dia, e Tanjiro finalmente havia entendido o porquê da resposta da questão ser aquela, mas mesmo assim, ele ainda não sabia sequer noventa por cento do que iria cair na prova. 

- Eu me pergunto o que você fica fazendo na aula, distraído provavelmente. - Suspirou, colocando um marcador aonde ele deveria estudar assim que chegasse em casa. - Certo, amanhã quero ver os resultados de nosso estudo! 

Sorriu tentando passar animação para o mesmo. 

- Obrigado, ____. - Pronunciou com timidez ao falar seu primeiro nome. 

Ele era realmente gentil, por deixar todos falarem seu primeiro nome, que no Japão era algo para apenas pessoas com intimidade. 

Então, quando ele falara seu sobrenome, quase gritou com o pobre coitado que apenas teve de se desculpar. 

- Eu te acompanho até em casa se algum bandido te parar no caminho tenho certeza que você não tem nem força para se defender. - Zombou dele, que fez uma careta e assentiu. 

Todas as pessoas que conhecia ficavam espantadas, visto que agia como um "homem deveria agir" e pegaria intimidade tão rápido com todas as pessoas.

Tanjiro sequer se incomodou com isto, muito contrário, ele disse que se acostumou com seu amigo Inosuke, que era até pior. 

E afirmou que sua timidez era apenas por nunca ter ido na casa de uma garota antes, mas ficou aliviado por ter sido você quem o atendeu. 











- Tanjiro, você mora com sua irmã? - Perguntou curiosa. 

- Não, ela já tem dezoito e começou a morar nos dormitórios da faculdade, vai pular o resto do ano no colégio por conta das notas dela. - Ele suspirou, tristonho. - Gostaria de ter a inteligência dela, mas eu sou péssimo em matemática. 

- Tanjiro, seu bobo. - Ele levantou o olhar, confuso. - Você é muito inteligente, uma nota em matemática não vai mudar isto, só tente ser mais atento nas aulas e logo pode ser até o melhor da sala. 

Sorriu, reparando como ele parou repentinamente. 

- Obrigado ____. Obrigado por ter me ajudado com as aulas, e por ter me deixado em casa. - Ficou levemente decepcionada, a conversa com ele animou você. 

Era bom escutar sua voz, ele é um garoto tão tranquilo e fofo, o melhor era sua risada. 

- Não precisa agradecer, você é um garoto incrível. - Pegou em sua cintura para aproximar seus rostos, dando um selinho na testa do menor, que ficou tão envergonhado que nenhuma palavra saiu de sua boca. - E eu já adoro ver este seu rosto com um tom avermelhado. 

Soltou Tanjiro, hesitando por leves segundos, o mesmo ficou aéreo em seu lugar. 






Então se despediram, deixando um ruivo com a mente incomodada para trás. 

Mas não apenas a mente, o incômodo também começou a dar vida no meio de suas pernas, o que fez ele suspirar pesadamente com a reação de seu corpo com os toques da maior. 


Notas Finais


Esse final, puts smdhmsbx


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