História CLOKA - Amor entre o Medo (Romance Gay) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Clone, Drama, Henrique Grosse, Kayan, Romance, Romance Gay, Terror, Youtube, Youtubers
Visualizações 66
Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ATENÇÃO: Este capítulo contém cenas +18, mas como eu sei que todo mundo vai ler mesmo então foda-se.

BICHO SAI DE PERTO QUE NESSE CAPÍTULO (ATRASEI ELE) SÓ VAI TER TIRO POR TRÁS DE TIRO, prepara o coração! 💙

Vamos divulgar a fic pra todo mundo e pros meninos nas redes sociais deles:

HENRIQUE (CLONE):

Instagram: @henriquegrosse
Twitter: @clone
Youtube: youtube.com/clocraft

KAYAN:

Instagram: @_canaldoka
Twitter: @canaldoka
Youtube: youtube.com/canaldoka

GUSTAVO:

Instagram: @gustavo.canto

Fiquem agora com o capítulo inédito! Obrigado. ❤

Capítulo 4 - O perigo mora em casa


Fanfic / Fanfiction CLOKA - Amor entre o Medo (Romance Gay) - Capítulo 4 - O perigo mora em casa

— Tem certeza que quer isso? — Henrique perguntou em tom sério.

 

— Mais do que tudo. — Kayan retrucou na orelha dele e em seguida mordeu-a. Pera aí! O que foi que eu disse? Kayan pensou e parou de repente.

 

— Algum problema? — Henrique indagou ao ver que Kayan havia parado de morde-lo.

 

— Sim! E é um grande problema! — Kayan retrucou saindo de cima de Henrique, assustando ele.

 

— Que problema é esse Kayan?

 

— Eu que vou ser o passivo? — Kayan perguntou com os braços cruzados, ele estava com uma expressão no rosto de medo que ao mesmo tempo se tornava engraçada. Clone não aguentou, caiu na gargalhada pelo que o amigo estava temendo.

 

— Olha cara, acho que sim! — Clone respondeu entre risadas, estava começando a ficar vermelho. De repente parou ao ver que Kayan ainda continuava com medo. — Kayan, olha aqui pra mim! — Kayan olhou nos olhos dele enquanto Henrique pegava sua mão e acariciava. — Vai dar tudo certo. Não tem nada de mais pra você ficar tenso. Fazer sexo é algo normal, cara! Todo mundo faz, e sexo não é só prazer, sexo é amor, é paixão que arde na pele e no coração.

 

Kayan sentiu um alívio ao ouvir as palavras doces de Henrique. E o clichê de sempre aparece, Kayan estava pronto. Henrique o deitou na cama e começou a beijá-lo novamente. A energia que esses dois tinham era inexplicável. Eram beijos carinhosos que ele davam, a respiração de ambos estava acelerada. Henrique estava em cima de Kayan, os dois já estavam sem camisa. E a cada momento os beijos foram ficando mais quentes. Kayan puxou o lábio inferior de Henrique causando um estalo. Com apenas um movimento Clone girou e agora Kayan estava por cima dele.

 

— Você tem cer…? — Henrique ia perguntando até que foi interrompido.

 

— Tenho. — Kayan respondeu com uma voz doce e calma. Abriu o zíper da calça de Henrique e tirou-a junto com a cueca. O membro de Henrique estava ereto e isso causou ainda mais um sentimento forte pelo garoto.

 

Pegou no membro de Clone, em seguida trazendo até sua boca e chupando. Começou devagar, aquilo causava gemidos abafados de Henrique. Acelerou, e agora os gemidos ficaram mais altos e seu corpo estava completamente arrepiado.

 

— Kayan, eu te amo tanto. — Henrique falou ofegante e logo em seguida soltou um grito junto com um gemido.

 

— Eu também te amo. — Kayan falou parando de fazer o que estava fazendo. Começou agora a tirar sua roupa, estava agora completamente nu. Seu membro também estava ereto. É agora. Suspirou ele.

 

Henrique colocou o preservativo em seu membro. Kayan deitou-se sobre a cama, de frente. Henrique estava de pé. Foi até a bunda de Kayan e colocou seu membro aos poucos dentro dele. Kayan gemia e fazia algumas caretas mas em sua cabeça ele estava amando aquilo. Já havia entrado tudo e Henrique estava começando a acelerar. Kayan estava gemendo muito enquanto Clone metia seu membro no orifício dele, ele estava gemendo tanto que Clone teve que ir mais devagar e o beijava enquanto faziam o ato para calar os gemidos de Kayan.

Henrique parou. E tirou seu membro de dentro de Kayan, também tirou a camisinha.

 

— Eu vou gozar! — Ele falou enquanto se masturbava em cima de Kayan que também fazia o mesmo. Em poucos segundos ambos tiveram um orgasmo, um orgasmo que nenhum dos dois havia sentido antes, pelo menos sentindo não dessa forma, dessa intensidade. Havia sido um orgasmo cheio de amor e prazer. Henrique saiu de cima de Kayan deitando-se do lado dele.

 

— Isso foi tão…

 

— Fantástico! — Kayan completou. — Nunca irei me esquecer desse dia de agora em diante. — ele disse, beijando o ombro de Clone. — Você é muito importante pra mim. Eu nunca senti nada igual por alguém. Eu te amo de verdade, em todos os sentidos e em todas as direções.






 

***

 

Clone estava novamente de frente da tela de seu computador. Ele fazia algumas coisas do canal. Kayan estava sentado em um sofá que havia no quarto até que bateu seu olhar em um tabuleiro ouija que estava no quarto.

 

— Faz um tempo que a gente não joga ouija né? — Kayan comentou.

 

— Um pouco. — Clone respondeu desligando o computador.

 

— Eu quero jogar.

 

— Você? — riu. — Quem é você e o que fez com o Kayan?

 

— Não é nada, só me deu uma vontade de jogar, uma intuição dentro de mim me diz pra jogarmos.

 

— Tá bom, então vamo! — Clone disse pegando o tabuleiro e algumas velas. Foram para a sala. Prepararam tudo e por fim apagaram as luzes. — Coloca os dedos aqui Ka. “Estamos reunidos aqui hoje eu Henrique, e o Kayan e gostaríamos de saber, tem alguém aqui?”.

 

Alguns segundos se passaram até que a peça do tabuleiro se mexeu e foi até a palavra “Sim”.

 

— Quantas pessoas estão aqui nesse momento? —Agora quem perguntou foi Kayan. A peça moveu-se até o número 1.

— Essa era sua casa no passado? — Henrique perguntou. A peça foi até “Sim”. — Qual seu nome? — a peça começou a mexer formando a palavra “Pádua”.

 

— Pádua? Que nome é esse? — Kayan indagou.

 

Clone estava pensando em que pergunta fazer até que veio uma.

 

— Como você morreu?

 

— Henrique, não! Você não pode perguntar esse tipo de coisa para um espiríto, lembre-se que não estamos falando com humanos, especificamente.

 

— Droga! É verdade. Deixa eu pensar em ou… — a peça do tabuleiro começou a se mexer e estava formando algo que Pádua queria dizer, algo aterrorizante.

 

“Falar como morri não vai me trazer de volta”. Pádua falou através do ouija.

 

— Eu te falei pra não perguntar essas coisas. — Kayan repreendeu Henrique. Os dois haviam tirado as mãos da peça do tabuleiro porém a peça agora estava se movendo sozinha. O que era aquilo?

 

— HENRIQUE! QUE MERDA É ESSA?

 

— EU NÃO SEI, E-EU NÃO… ISSO NUNCA ACONTECEU ANTES.

 

O medo de ambos era tão grande que eles arrepiavam-se da cabeça aos pés. Kayan conseguiu ler uma palavra e começou a se sentir muito mal.

 

— SATÃ? ELE ESCREVEU SATÃ! — Kayan gritou entre dentes, estava apavorado. Henrique estava paralisado vendo a cena, mas pôde ler uma frase, uma frase que jamais se esqueceria, a frase mais horrorizante que viu.

 

“O perigo dorme do seu lado, o…”

 

A peça parou de mexer-se sozinha antes que Clone pudesse terminar de lê-la.

 

— Kayan? Ka você tá bem? — Henrique recebeu em resposta apenas o silêncio. Kayan estava cabisbaixo e de olhos fechados. — Pode abrir os olhos, já passou. — Tocou o ombro dele. Ao tocar Kayan levantou a cabeça em uma velocidade inexplicável e abriu seus olhos, que estavam completamente pretos, por todas as partes. Clone saltou para trás gritando.

 

“O PERIGO DORME DO SEU LADO, O PERIGO COME COM VOCÊ, O PERIGO TE PERSEGUE POR TODOS OS CANTOS, O PERIGO MORA EM CASA. SATÃ! SATÃ! SATÃ!”

 

Em uma possessão Kayan começou a gritar e falar essa frase repetidamente. Henrique estava chorando, não sabia o que fazer, o medo havia tomado conta dele. O tabuleiro voou para longe, todos os copos de vidro de Henrique caíram no chão sozinhos e quebraram fazendo um terrível e estrondoso som. As velas se apagaram. SATÃ. As luzes acenderam sozinhas e com um enorme gemido Kayan parou de falar, abaixou a cabeça e fechou os olhos.

 

Estava de volta a si mesmo. A possessão havia acabado. Aos poucos foi ficando consciente e pôde ver Henrique sentado no chão abraçado com suas pernas enquanto chorava.

 

— Aquilo foi embora de você? — ele falou entre lágrimas.

 

— Sim! — Kayan respondeu abraçando ele e chorando junto. — Foi minha culpa. Eu fui atraído a fazer isso, eu fui!

 

Kayan olhou nos olhos de Henrique e enxugou suas lágrimas de desespero.

 

— Desculpa. Desculpa ser assim. Desculpa. Eu te amo, eu te amo tanto. — Kayan disse chorando ainda mais e em seguida beijando Henrique.

 

Gustavo acabara de chegar na casa de Henrique. Não bateu apenas abriu e foi entrando de cabeça a dentro e acabou se deparando com uma cena que nem em outra vida imaginaria, Henrique e Kayan estavam entre beijos no chão da sala. Quase caiu para trás, ficou imóvel. O choque havia sido maior do que pensava. Imediatamente, sem que eles não o vissem saiu correndo dali, assustado. Porém deixou a porta bater, o que assustou ambos.

 

— HENRIQUE! Alguém nos viu. Isso é mal, muito mal! — a expressão de Henrique estava pálida, não iria aguentar essa noite nem por mais um minuto, então de repente ele cai desmaiado no chão da sala.






 


Notas Finais


Eu espero que todos estejam vivos depois deste capítulo rs 😬 O que acharam? Gostaram? Deixa sua opinião aqui nos comentários por favor, vai me fortalecer muito a continuar escrevendo. Se você gostou deixa um favorito e coloca na lista de leitura! ❤

SIGAM O INSTAGRAM DA FANFIC: @fanficcloneekayan


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...