História Close Love - Capítulo 17


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Categorias Justin Bieber, Zendaya
Personagens Zendaya
Tags Ação, Alienígena, Briga, Especies, Ficção, Ficção Cientifica, Justin Bieber, Krinar, Romance, Sci-fi, Sobrenatural, Violencia, Zendaya
Visualizações 75
Palavras 1.953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem xo

Capítulo 17 - Chapter XVI


Ela viveria. Ele dissera que não a machucaria, apesar da raiva que sentia.

Justin não sabia sobre a verdadeira traição dela. Vee tivera uma sorte incrível.

A cabeça dela girava e cada músculo do corpo tremia depois que a adrenalina se fora.

Parada sob o chuveiro, ela sentiu o estômago se contorcer com uma náusea súbita. Correndo até o vaso sanitário, Vee quase não chegou a tempo e vomitou tudo o que ingerira. A mistura tóxica de álcool e terror foi demais para que o corpo aguentasse.

Mortificada, ela se ajoelhou nua em frente ao vaso sanitário, tremendo incontrolavelmente.

Dando descarga na mistura nojenta, ela usou a força restante para se arrastar até o chuveiro e ligar a água, estremecendo de alívio quando o jato quente escorreu pelo corpo gelado.

O chuveiro quente operou um milagre. Depois de alguns minutos, Vee se sentia bem o suficiente para levantar do chão. Ela ensaboou cada centímetro do corpo, removendo todos os traços da noite horrível. Ao terminar, ela se secou, vestiu um roupão felpudo e escovou os dentes duas vezes para remover o gosto desagradável da boca. Agora, estava pronta para enfrentar Justin novamente, apesar de só querer desmaiar e dormir pelas dez horas seguintes.

Ele a esperava na sala de estar, novamente olhando para algo que tinha na palma da mão.

Quando Vee entrou devagar, ele olhou para cima e acenou para que ela chegasse mais perto. Vee se aproximou cuidadosamente, ainda desconfiada.

— Tome, beba isso.

Ele pegou um copo cheio de um líquido cor de rosa da mesa ao lado e estendeu-o para ela.

— O que é isso? — perguntou ela com nervosismo patente.

— Não é veneno, pode relaxar. — Ao vê-la ainda relutante, ele acrescentou: — É só uma coisa para aliviar a tensão no fígado por causa de todas as porcarias que bebeu essa noite.

Vee corou de vergonha. Ele claramente a ouvira vomitando mais cedo. Sem nenhuma discussão, ela pegou o copo e experimentou o líquido. Parecia água ligeiramente adoçada e era maravilhosamente refrescante. Ela bebeu o restante do líquido rapidamente.

— Excelente — disse Justin. — Agora, sente-se e vamos conversar sobre as expectativas em nosso relacionamento. Especificamente, as minhas expectativas em relação ao seu comportamento.

Vee engoliu em seco nervosamente e sentou-se ao lado dele. O líquido já estava sendo absorvido pelo corpo e ela sentiu as teias de aranha desaparecendo da mente.

Ele se virou para Vee e pegou uma das mãos dela, acariciando a palma de leve. Os olhos dele estavam quase de volta ao tom âmbar normal, com apenas leves traços dos brilhos amarelos perigosos.

— Você é minha, Vee — disse ele, com o polegar acariciando a parte interna do pulso ela.

— Você passou a ser minha desde o momento em que a vi no parque naquele dia. Não divido o que é meu. Nunca. Se você sequer olhar para outro macho, homem ou krinar, farei com que se arrependa. E, se alguém encostar a mão em você, estará assinando a própria sentença de morte. Fui bem claro?

Vee assentiu, incapaz de falar por causa da mistura volátil de emoções que se acumulava no peito.

— Ótimo. Aquele garoto bonito com quem você estava dançando teve muita sorte. Se acontecer uma próxima vez, não serei tão misericordioso.

A mão livre dela se fechou em um punho sobre o sofá.

— Você agiu de forma tola hoje. Duas garotas bonitas saindo vestidas daquele jeito, várias coisas ruins poderiam ter acontecido. E beber até vomitar. Desse jeito, você acabará precisando de um transplante de fígado no futuro próximo. Seu corpo humano já é frágil e não deixarei que abuse dele dessa forma.

As unhas de Vee se enterraram na palma da mão de raiva e frustração. Receber um sermão daquele, como se ela fosse uma adolescente burra, era muito mais do que humilhante.

— Se quiser sair para dançar, eu a levarei. E chega de sair à noite com a sua amiga.

Claramente, não posso confiar em vocês duas.

Vee ficou encarando Justin com um olhar rebelde no rosto.

— E agora — disse ele em tom suave — discutiremos aquela impressão errada que você teve mais cedo... o fato de ter realmente acreditado que eu a mataria por beijar um rapaz no clube.

— Você quase matou Peter — disse Vee, procurando freneticamente uma explicação para o ataque de pânico que tivera mais cedo. — Por que está tão surpreso por eu ter me assustado?

— Peter mereceu tudo o que recebeu por tocar no que é meu. — Ele se inclinou na direção dela. — Você, por outro lado, não precisa ter medo de mim. Quando foi que machuquei você, exceto pelo dia em que perdeu a virgindade?

Era verdade. Ele nunca causara dor física nela, pelo menos, não do tipo desagradável.

Sempre tivera muito cuidado para não machucá-la com a força muito maior que tinha. É claro, ele não sabia que ela estava ajudando a Resistência.

— Vee, eu sei que somos literalmente de mundos diferentes, mas algumas coisas são universais entre as duas espécies. Dormimos juntos todas as noites, beijo e acaricio seu corpo, tenho muito prazer em fazer sexo com você... e ainda assim acha que eu poderia acabar com a sua vida assim, sem arrependimento algum?

Ele ainda poderia, sim, se descobrisse a verdadeira traição dela.

Tomando o silêncio dela como afirmativa, ele balançou a cabeça em desapontamento. — Vee, de verdade, não sou o monstro que você criou na sua mente. Eu não machucaria você. Nunca.

Em circunstância nenhuma. Você entendeu?

— Sim — sussurrou ela, reprimindo um leve bocejo. Ela se sentia completamente drenada e a exaustão tomara conta dela durante a conversa. Mesmo depois da poção restauradora que ele lhe dera, estava mais do que pronta para dormir. No dia seguinte, ela analisaria com prazer todos os aspectos, bons e ruins, das palavras dele. Mas, naquele momento, não tinha mais condições de ficar acordada.

— Muito bem — disse ele. — Vejo que você está cansada. Vamos para a cama. Você se sentirá muito melhor depois de descansar um pouco.

Vee assentiu grata e ele a pegou no colo, carregando-a para o quarto.

 

 • • •

 

Entrando nele, Justin a colocou gentilmente sobre a cama.

Cansada demais para se mexer, Vee ficou deitada observando enquanto ele tirava a roupa. O corpo dele era realmente muito bonito: só músculos cobertos com aquela pele dourada lisa. Todos os movimentos eram graciosos de uma forma inumana e cuidadosamente controlados. Pela primeira vez, Vee percebeu que ele provavelmente exercia muito esforço para controlar a força imensa que ela testemunhara mais cedo.

Ele se aproximou dela, com o pênis já rígido, e abriu o roupão que ela usava. 

— Você é tão adorável — murmurou ele, estudando o corpo dela com apreciação óbvia. Apesar da exaustão, ela sentiu os músculos internos contraindo-se em antecipação.

Ficando sobre ela, ele se abaixou e beijou a parte sensível do pescoço. Vee prendeu a respiração, esperando a onda familiar de êxtase induzido pela mordida, mas ele simplesmente continuou beijando o resto do corpo dela, tocando-a apenas com os lábios e a língua. Ela gemeu suavemente, querendo mais, mas ele continuou implacavelmente devagar, marcando cada centímetro da pele dela com a boca.

Ele chegou aos pés dela e Vee riu, sentindo os lábios dele fechando-se sobre os dedos. Em seguida, as mãos quentes dele tocaram no pé dela, massageando com uma pressão leve, mas firme, e Vee arqueou o corpo com prazer inesperado quando o polegar encontrou um ponto que enviou sensações diretamente às regiões íntimas. Subitamente, ela não sentiu mais vontade de rir quando a tensão começou a se acumular no sexo dela. Justin deu ao outro pé o mesmo tratamento e ela gritou, sentindo-se como se ele estivesse tocando diretamente no clitóris.

Ele virou o corpo dela e removeu completamente o roupão. Pegou um travesseiro e colocou-o sob os quadris dela, deixando a bunda elevada. Por algum motivo, Vee se sentiu muito vulnerável, deitada de bruços, com as costas expostas ao predador com quem dormia.

Inclinando-se sobre ela, Justin ergueu a massa escura de cabelos cacheados que repousava sobre os ombros dela, revelando o ponto macio da nuca. Abaixando a cabeça, ele a beijou de leve, com a boca quente contra a pele sensível. Ela estremeceu com a sensação e ele desceu pelas costas dela, beijando cada vértebra até chegar na altura da cintura. As mãos de Justin tocaram-lhe as nádegas, apertando ligeiramente os globos pálidos, e ela sentiu a boca dele descendo

preguiçosamente até chegar à abertura da vagina, com a língua passando pelo rego. Ela saltou, sobressaltada com a sensação nada familiar, e ele riu baixinho da reação dela. — Não se preocupe — sussurrou ele. — Deixaremos isso para outra hora.

Isso colocou um fim nas preliminares.

Ele se colocou sobre ela, com as pernas forçando as dela, abrindo-a mais. Vee soltou um gemido ao sentir a força do pênis dele penetrando-a. Apesar de estar molhada, ele parecia impossivelmente grande naquela posição e ela gemeu de leve, com os músculos contraindo-se e tentando se ajustar à intrusão. Sentindo a dificuldade de Vee, ele parou por um segundo e colocou a mão sob os quadris dela, aplicando pressão no clitóris ao mesmo tempo em que movia a pélvis em uma série de investidas curtas, lentamente penetrando mais fundo. Com o corpo muito maior sobre ela naquela posição, ela se sentiu completamente dominada, incapaz de se mover um centímetro sequer, e resmungou frustrada, perto do momento do alívio, mas sem gozar. Ele se moveu ainda mais fundo, tocando no colo do útero, e ela ficou imóvel, com cada extremidade nervosa tensa, esperando alguma coisa... prazer, dor, não importava, desde que chegasse ao orgasmo.

Ele recuou um pouco e penetrou-a novamente devagar. A tensão estava ficando insuportável e Vee começou a implorar que ele fizesse alguma coisa, que a fizesse gozar. 

— Ainda não — disse ele, movendo-se naquele ritmo lento e enlouquecedor que a mantinha em um nível de intensidade agonizante. Sempre que sentia que ela estava perto do orgasmo, ele se movia ainda mais devagar e, quando a sensação recuava um pouco, investia mais depressa. Era literalmente uma tortura e Vee percebeu que aquela era a punição pelo que acontecera mais cedo.

— Justin, por favor — implorou ela, mas ele não lhe deu ouvidos. O movimento lento do pênis entrando e saindo a deixava louca. Em qualquer outra posição, ela teria conseguido fazer alguma coisa, poderia mover os quadris de forma que acelerasse o clímax. Mas deitada naquela posição, com o corpo pesado sobre o seu, ela só podia gritar de frustração.

— Você é minha, entende isso agora? — disse ele com voz rouca, ainda mantendo aquele ritmo impiedosamente lento. — Só eu posso dar isso a você, só eu posso dar a você o que o seu corpo quer. Ninguém mais... Você entende isso agora?

— SIM! Por favor, deixe que eu...

— Deixe que você o quê? — perguntou ele com a respiração pesada, também sentindo os efeitos da tortura.

— Deixe-me gozar! Por favor!

E ele deixou. As investidas gradualmente se aceleraram, deixando-a ainda mais tensa, e os gritos de Vee ficaram mais altos... até que ela ultrapassou a barreira, com o corpo inteiro pulsando e tendo espasmos em uma liberação tão intensa que cada músculo estremeceu. O orgasmo dela fez com que ele também gozasse nas profundezas do corpo dela com um gemido rouco, com o sêmen jorrando em jatos quentes.

Vee ficou deitada, sentindo o peso do corpo dele sobre o seu. Não conseguia respirar com facilidade, mas não se importou. Ela se sentia totalmente exaurida, incapaz de se mover mesmo que pudesse. Em seguida, Justin rolou para o lado, deixando-a livre. Ela estremeceu ligeiramente ao sentir o ar frio nas costas suadas. Ele a pegou no colo e levou-a novamente para o chuveiro para um banho rápido. Finalmente, eles pegaram no sono, com Justin segurando-a possessivamente mesmo dormindo.


Notas Finais


Lembrando que esse comportamento do Justin não é saudável, em um relacionamento precisa-se de companheirismo não de alguém que irá mandar em você sem se importar com sua opinião :}
•Adaptação do romance de Anna Zaires.


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