História Close Love - Capítulo 21


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem xo

Capítulo 21 - Chapter XX


Eles entraram no quarto.

Vee andou até a cama e sentou-se, totalmente vestida. Ele estava prestes a fazer o mesmo, mas ela o deteve com um balançar da cabeça. — Ainda não — murmurou e viu-o parar em resposta.

— Quero que você tire a roupa — disse ela baixinho e esperou para ver o que aconteceria.

Para surpresa e crescente excitação dela, ele fez o que Vee pediu, tirando a camiseta com um movimento suavemente controlado. Ela respirou fundo, com a visão do corpo forte seminu fazendo com que os músculos internos dela se contraíssem de desejo. Observando-a com um meio sorriso divertido, ele abriu o zíper da calça jeans e baixou-a até o chão, dando um passo gracioso para o lado. A ereção dele agora estava coberta apenas pela cueca e Vee se sentiu mais molhada ainda.

— Ok — disse ele em tom suave. — E agora?

O coração de Vee batia descontrolado dentro do peito. — Deite-se na cama — disse ela, esperando que não soasse tão nervosa quanto se sentia.

Ele sorriu e obedeceu, deitando-se de costas e colocando as mãos atrás da cabeça.

Vee se levantou e começou a tirar a roupa, vendo o volume na cueca dele crescendo ainda mais enquanto ela tirava a calça jeans e desabotoava a camisa. Ainda de sutiã e calcinha, ela se sentou sobre os quadris dele. Subitamente, ele não parecia mais estar levando as coisas na brincadeira. O corpo inteiro de Justin ficou tenso quando ela pressionou o sexo contra a ereção dele, com apenas duas camadas de tecido no caminho.

Vee sorriu triunfalmente e colocou as mãos sobre o peito dele, sentindo os músculos poderosos sob os dedos. O jogo que encenava era incrivelmente perigoso, mas ela não conseguiu evitar a excitação devido ao controle que exercia sobre o amante normalmente dominante. Correndo as mãos pelo peito dele, Vee se inclinou para a frente e tocou no mamilo masculino com a língua, adorando a forma como o pênis saltou sobre ela com aquela ação simples.

— Dê-me as suas mãos — sussurrou ela, com os cabelos encostando de leve no peito nu. Ele estendeu as mãos, mas ela o interceptou, agarrando-lhe os pulsos. Ele ergueu as sobrancelhas surpreso, mas deixou que ela o detivesse, observando as ações dela com o olhar âmbar tenso.

Ela entrelaçou os dedos nos dele e pressionou as mãos no travesseiro acima da cabeça de Justin, apesar de as mãos pequenas não serem capaz de conter a força do krinar nem mesmo por um segundo. Os olhos dourados queimaram com lascívia, mas ele não resistiu, deixando-a segurá-lo por enquanto. Ela se aproximou e beijou o pescoço dele, que arqueou o corpo sob ela com um gemido alto. Saboreando a resposta dele, ela arranhou a área ligeiramente com os dentes, sendo recompensada com um rosnado baixo. Erguendo-se um pouco, ela repetiu a ação no outro lado do pescoço dele. O corpo de Justin praticamente vibrava com a tensão e ela ponderou quanto tempo mais ele permitiria que o provocasse daquele jeito. Ainda segurando-lhe as mãos, ela o beijou nos lábios, enfiando a língua devagar na boca de Justin. Ele a beijou de volta com uma agressão quase fora de controle e Vee chupou a língua dele de leve, fazendo com arqueasse o corpo sob ela.

Deixando a boca, ela lambeu o pescoço dele novamente, concentrando-se no músculo tenso que descia até o ombro, e ele gemeu como se estivesse sentindo dor.

Adorando o poder recém-descoberto, Vee lambeu o lado do pescoço e a orelha, mordendo de leve o lóbulo. Os quadris dele se ergueram em resposta, mas o tecido das roupas íntimas estava no caminho da penetração. Ela gemeu, sentindo a calcinha encharcada quando ele esfregou a ereção contra o clitóris dela.

— Fique com os braços para cima — sussurrou ela, finalmente soltando as mãos dele.

Ele ficou e Vee notou o esforço que teve que fazer para não tocá-la ao ver gotas de suor acumulando-se na testa dele. Ela desceu pelo corpo de Justin, lambendo e beijando cada centímetro de pele até chegar ao abdômen rígido. Os músculos tremeram em expectativa e ela sorriu excitada, apertando gentilmente os testículos dele por cima da cueca, enquanto os lábios seguiam a trilha escura de pelos que desapareciam sob a roupa. Ele gemeu, dizendo o nome dela com voz rouca, e Vee colocou os dedos na cintura da cueca, puxando-a lentamente para baixo. Quando ele ergueu os quadris para ajudá-la, o pênis subiu, rígido e com a cabeça brilhante.

Vee engoliu em seco devido ao nervosismo e à excitação, imaginando o que aconteceria se ele perdesse o controle. Se ela conseguisse enlouquecê-lo da mesma forma como ele a fazia sentir.

Segurando o pênis com uma mão, ela abaixou a cabeça e lentamente lambeu a parte de baixo dos testículos, que estavam firmemente contraídos contra o corpo com excitação extrema. Ele gemeu, arqueando o corpo, e o pênis saltou na mão dela. Ela o largou e usou as duas mãos para segurar os testículos. Ao mesmo tempo, colocou os lábios em volta da cabeça do pênis e moveu-se para colocá-lo dentro da boca, parando apenas quando ele chegou à garganta. Ela sentiu o gosto salgado e os músculos internos se contraíram de excitação. Com o corpo vibrando devido à tensão, ele soltou um grunhido baixo, erguendo os quadris em uma exigência silenciosa para colocar o pênis mais fundo na boca de Vee. Mas ela resistiu, movendo os lábios para cima e para baixo em um ritmo torturante.

Naquele momento, ele perdeu o controle.

Antes mesmo que ela percebesse o que estava acontecendo, ele a jogara de costas, rasgara a calcinha e introduzira o pênis em uma investida rápida. Vee gritou em choque, enterrando as unhas nos braços dele quando ele a penetrou até o fundo, sem dar a ela tempo algum para se ajustar ao tamanho dele. Ela estava completamente molhada, mas não importava, e os músculos internos tremeram em uma tentativa desesperada de acomodar a invasão. Houve dor, mas também prazer, quando os quadris dele bateram contra ela em um ritmo impiedoso. Ela gritou — de agonia, de êxtase, não sabia direito o motivo — e sentiu-o inchar ainda mais, tornando-se impossivelmente mais duro e grosso. Um segundo depois, ele gozou, jogando a cabeça para trás com um grito e pressionando os quadris contra ela. Vee gritou frustrada, com o próprio orgasmo a poucos segundos da explosão. Ele enterrou os dentes no ombro dela e o mundo inteiro explodiu com a onda súbita de êxtase aquecido correndo pelas veias.

Como sempre, aquilo não foi suficiente para ele. O gosto do sangue de Vee o deixou frenético e o pênis enrijeceu novamente dentro dela antes mesmo que as pulsações diminuíssem. Vee não conseguia mais pensar, com a droga da saliva dele transformando-lhe o corpo em um puro instrumento de prazer, a pele insuportavelmente sensível e as entranhas queimando de desejo líquido.

Ele a penetrou de forma implacável e ela gritou com a tensão excruciante até chegar ao clímax, uma vez após a outra, em uma cascata sem fim de picos e vales de orgasmos. A noite se transformou em uma maratona incansável de sexo e sangue.

Finalmente exausta perto do amanhecer, Vee dormiu, com o corpo ainda unido ao dele e a mente totalmente vazia.

 

 • • •

 

Vee acordou no dia seguinte ao sentir uma mão brincando gentilmente com os cabelos dela.

Surpresa, ela abriu um pouco os olhos e viu Justin sentado na beirada da cama, parecendo estranhamente preocupado.

— O q-que você está fazendo aqui? — resmungou ela sonolenta, piscando em uma tentativa de focalizar o olhar.

— Como está se sentindo? — perguntou ele baixinho, tirando um cacho de cabelos que caíra sobre o olho dela.

— Ahm... — Vee tentou pensar. Mexendo-se um pouco, ela notou vários lugares doloridos, bem como uma dor extrema entre as coxas.

Obviamente não satisfeito com a resposta dela, Justin puxou a coberta, expondo o corpo nu.

Com a mente ainda embaralhada, Vee seguiu o olhar dele, que estudou lentamente os hematomas leves que cobriam-lhe os seios e o torso, muitos no formato de dedos.

O rosto dele ficou sombrio por causa da culpa e ele soltou um grunhido. — Vee, eu sinto muito por isso... Nunca deveria ter deixado você agir daquele jeito na noite passada. Eu normalmente consigo me controlar, pois sei o quanto você é pequena e frágil. Mas perdi completamente a cabeça na noite passada... Não queria machucá-la desse jeito... Por favor, acredite em mim...

Vee assentiu, ainda tentando entender o que acontecera. A única coisa de que conseguia se lembrar era do sexo selvagem, misturado com a onda de êxtase provocada pela mordida dele.

Ele acariciou gentilmente a pele macia do ombro dela. — Eu realmente sinto muito por isso tudo — murmurou ele. — Você é tão delicada... Eu nunca deveria ter perdido o controle daquele jeito. Farei com que você se sinta melhor, prometo...

Os eventos da noite anterior lentamente voltaram à lembrança de Vee. A mão dela se fechou em um punho ao se lembrar do que a levara a provocá-lo daquela forma e a sensação do anel no dedo foi reconfortante.

Ela podia estar dolorida naquela manhã, mas também tinha esperanças de que o pequeno dispositivo tivesse funcionado como prometido. Não havia garantia alguma, é claro, mas a proximidade do dedo dela com a palma da mão de Justin na noite anterior deveria ter sido suficiente para acessar os projetos necessários. Agora, só precisava entregar o anel a John e, para isso, precisava que Justin a deixasse em paz.

— Não tem problema — resmungou ela, tentando pensar em algo apropriado para dizer. Ele estava obviamente sentindo-se culpado por ter deixado alguns hematomas no corpo dela. Ela achava aquilo uma atitude hipócrita, essa preocupação extrema com o bem-estar físico dela, já que claramente não tinha problema algum em causar dores emocionais ao virar a vida inteira de Vee de cabeça para baixo. Por outro lado, as dores físicas poderiam interferir com a vida sexual deles e ele provavelmente não queria que isso acontecesse.

— Vou buscar uma coisa para você, ok? — disse ele e desapareceu do quarto com velocidade inumana.

Vee enterrou a cabeça no travesseiro enquanto esperava o retorno dele, pensando desesperadamente em uma maneira de levar as informações depressa para John. Ela ainda precisava fazer os trabalhos da universidade e talvez pudesse dizer a Justin que precisava buscar alguns livros na biblioteca.

Ele voltou um minuto depois, carregando o dispositivo familiar com que a "brilhara" e mais alguma coisa que ela nunca vira antes. O segundo objeto parecia um estojo de batom, mas era feito de um material estranho.

— Ahm, eu estou bem, de verdade. Não há necessidade alguma de usar isso — disse Vee rapidamente, sem querer que ele colocasse nenhum outro dispositivo de rastreamento nela. Como não sabia do que se tratava, o próximo lote de nanotecnologia no corpo dela poderia muito bem transmitir todos os seus pensamentos para ele. E, com certeza, Vee não queria que isso acontecesse.

— Há necessidade, sim — disse ele, obviamente surpreso com a relutância dela. — Você está machucada e posso curá-la. Por que não?

Realmente, por que não? Ela não tinha uma boa resposta e continuar protestando poderia deixa-lo desconfiado. Ser pega tão perto do fim da missão seria uma burrice e, afinal de contas, ela já tinha os dispositivos de rastreamento inseridos na palma das mãos. Que diferença fariam mais alguns?

Portanto, ela deu de ombros em resposta, deixando-o fazer o que queria.

Ele ativou o dispositivo de "brilho" e passou a luz vermelha morna sobre os hematomas.

Vendo aquilo funcionar pela segunda vez ainda foi algo incrível, com as marcas na pele desaparecendo como se nunca tivessem existido. Ele foi muito metódico, inspecionando cada centímetro da pele de Vee e ela corou ao ver o corpo nu receber tanta atenção em plena luz do dia.

Quando terminou, ele pegou o dispositivo em formato de tubo e aproximou-o das coxas dela.

— O que você vai fazer com isso? — perguntou ela, olhando para o objeto com desconfiança. Havia apenas um lugar no corpo dela que ainda não fora curado e a luz vermelha do dispositivo não conseguia alcançá-lo. Ela esperava que o pequeno tubo não fosse colocado onde parecia que seria.

Justin suspirou e disse: — É algo que usamos para ferimentos internos profundos. Quando é preciso curar vários órgãos antes que seja possível curar a camada externa da pele. Eu sei que é um exagero para o que você tem, mas é a única coisa que tenho no apartamento que pode alcançar os ferimentos internos e ajudá-la com a dor.

Então ele seria colocado lá dentro. Vee corou ainda mais. A coisa tinha o tamanhoaproximado de um tampão e a ideia de ter um dispositivo médico como aquele inserido em plena luz do dia era constrangedora.

— É sério? — perguntou ele incrédulo. — Depois da noite passada, você fica corada com isso?

Vee se recusou a olhar para ele. — Termine logo com isso — resmungou ela, deitando-se novamente e escondendo o rosto no travesseiro.

Ele deu uma risada suave e fez o que ela pediu, deslizando o pequeno dispositivo para dentro da abertura inchada e dolorida. Ele entrou com facilidade e Vee não sentiu nada por alguns segundos, até que começou o formigamento.

— Ele dá uma sensação estranha — reclamou ela, ainda escondida no travesseiro.

— E deveria. Isso significa que está funcionando.

O formigamento continuou por alguns minutos e parou. Ela não sentia mais dor, o que era bom, mas a sensação de ter o objeto estranho dentro dela era desconcertante.

— Já deve ter terminado — disse Justin, colocando os dedos longos dentro dela e retirando o tubo. — É isso aí, terminou. Você pode parar de se esconder agora.

— Ok, obrigada — murmurou Vee, ainda recusando-se a olhar nos olhos dele. — Acho que vou tomar um banho agora.

Ele riu e beijou o ombro exposto dela. — Vá em frente. Tenho que resolver algumas coisa e ficarei fora o dia inteiro. O jantar provavelmente será tarde, portanto, coma um almoço reforçado.

Em seguida, ele saiu do quarto, finalmente deixando Vee sozinha para continuar com o restante do plano.


Notas Finais


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•Adaptação do romance de Anna Zaires.


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