História Close to you. - Capítulo 17


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Categorias The GazettE
Personagens Ruki, Uruha
Tags Kouyou, Matsumoto Takanori, Ruki, Takanori, Takashima Kouyou, Uruha, Uruki
Visualizações 54
Palavras 3.678
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus jovens gafanhotos. *suspira e sorri de forma suave* Chegamos na reta final e o próximo capítulo será o ultimo capítulo dessa estória que foi escrita em pouco mais de um ano, levando quase dois para chegar aqui, foi de fato algo essencial para que eu evoluísse como ser humano e me libertasse, estranho não é? *ri baixinho* Enfim, eu sou um ser humano muito gay, então já sabem que vem muito açúcar por ai, né?... Sem mais delongas vamos a mais um lemon!

Uma boa leitura meus pequenos! Espero que gostem!

Capítulo 17 - Seventeenth chapter: Please.


Fanfic / Fanfiction Close to you. - Capítulo 17 - Seventeenth chapter: Please.

- Eu preciso ter uma conversa muito séria com você. – Murmurei mantendo uma pose demasiadamente séria da qual não era costumeira minha, dando a entender algo grave, ao fechar a porta atrás de mim findando a frase num sussurro, virei-me e observei-o já com Thor nos braços, encarando-me com a expressão assustada.

 

- Deus... Kou... O que aconteceu? – Murmurou colocando Thor sobre o sofá, caminhando até mim, seu olhar apavorado fez-me querer rir, mas mantive-me sério.

 

- É algo que eu realmente não posso manter comigo dessa forma, eu... Realmente não posso manter essa situação por mais tempo...  – Sussurrei sério ao gesticular com as mãos no ar e o vi olhar-me confuso, o olhar marejou e ele entreabriu os lábios, voltando a fechá-los sem conseguir dizer uma só palavra.

 

- K-Kou... – Formulou após dez segundos de silêncio entre nós, encolhendo os braços contra o próprio corpo, esfregando um dos braços, como se tentasse consolar a si mesmo de uma possível decepção .

 

O Encarei percebendo que ele segurava-se para não chorar e enfiei uma das mãos no bolso do sobretudo que estava a usar, mantive minha feição séria o encarando, finalmente esboçando um sorriso ao tirar a caixa amadeirada do bolso, inclinando-me a sua frente ao dobrar um dos joelhos até o chão.

 

- Matsumoto Takanori... – Iniciei ao abrir a caixinha, virando-a para ele observando-o despencar num choro contido ao esconder os lábios com as duas mãos dando dois passos em minha direção, voltando um para trás. – Eu pensei bem e decidi que eu queria muito oficializar o que temos... Da forma correta, porque amo estar com você, amo o seu sorriso... Amo o modo como me olha e o modo como faz eu me sentir absurdamente feliz em tê-lo comigo e o modo como você sorri é força que ainda me mantém são aqui... Eu o amo... – O observei girar em torno de si mesmo ao encarar-me novamente, acabei por rir baixinho vendo-o soluçar ali completamente vulnerável a minha frente. – E gostaria de saber se você aceita namorar comigo e se possível... Passar o resto da vida ao meu lado... – Sussurrei vendo-o balançar a cabeça de forma positiva e em frenesi, ajoelhando-se a minha frente e jogando-se em meus braços de forma suave, num baque macio.

 

- E-Eu aceito, eu te amo, Kouyou... – Sussurrou apertando-me contra seu corpo soluçando ao falhar miseravelmente em conter o choro, fazendo-me abraça-lo ao rir baixinho.

 

- Amo você, Takanori... – Murmurei ao vê-lo me encarar nos olhos.– Me dê sua mão direita... – Ri baixinho ao deslizar uma das mãos por sua bochecha, amparando uma lágrima vendo-o semicerrar o olhar.

 

A mão trêmula foi esticada a mim e com a outra ele mantinha os lábios cobertos, assim que o adorno aconchegou-se sobre seu anelar e meus lábios tocaram o dorso de sua mão num selo singelo, Takanori voltou a chorar ao encarar a peça em sua mão, deixando um leve carinho sobre ela ao encarar-me novamente, me ergui do chão, segurando sua mão o puxando junto a mim, pegando-o no colo, vendo-o encolher-se contra meu corpo, apertando-me, ele tremia suavemente.

 

- Kou... Essa foi a... –Soluçou ao ajeitar-se em meu colo assim que sentei no estofado com ele em meu enlaço. – A... Coisa mais maravilhosa que aconteceu na minha vida... – Sussurrou baixinho.

 

- Você é tudo de maravilhoso que está me acontecendo na minha vida... – Acariciei seus cabelos ao senti-lo selar meu pescoço.

 

Takanori encarou-me nos olhos por longos minutos, o choro havia cessado de forma gradual e com isso as pontas de meus dedos deslizaram por seu rosto numa carícia leve, ele segurou minha mão direita encarando o anel idêntico ao seu em meu dedo, acabando por sorrir bobo ao selar o dorso de minha mão.

 

As mãos gélidas de Takanori tocaram meu rosto num carinho suave ao analisar-me com o olhar, deslizei as mãos por suas costas e seu dorso inclinou, suas palmas apertaram minhas bochechas uma contra a outra e naquele momento eu presenciei um sorriso deveras lindo antes de seus lábios tocarem os meus num selo demorado.

 

Tudo em Takanori era diferente e me despertava curiosidade... Além de me espantar qualquer sentimento vazio... Era como se sua alma fosse o encaixe perfeito para a minha, sem sobras... Sem apertos...

 

- Eu amo você... – Sussurrou voltando a selar meus lábios.

 

- Eu... – Fui interrompido por outro selo e mais outro e nossos risos baixos cortavam os estalos de seus lábios contra os meus. – Te amo muito... – Findei ao dedilhar sua cintura com certa delicadeza.

 

É engraçado o fato de termos nos conhecido num momento tão turbulento... E ao mesmo tempo de uma forma tão suave a ponto dele simplesmente encaixar-se em minha vida como o por do sol encaixa-se no horizonte num fim de tarde...

 

Seus olhos me encararam por um longo tempo, seu olhar era intenso e analisava-me de dentro para fora, mantive-me sério ao devolver o olhar em mesma intensidade... Não era algo que eu podia controlar, não precisávamos de palavras naquele momento ou talvez elas não fossem necessárias ele estava ali... Mas era nítida a saudade que eu sentia diariamente... Daquele rosto tão infantil e delicado e daquele corpo que possuía uma malícia que transbordava sensualidade...

 

Permiti-me avançar sobre seus lábios num toque macio ao mordiscar a pele de seu lábio inferior o sugando com certa volúpia, o sentir ofegar suavemente ao infiltrar os dedos em minha nunca, arranhando-a, sorri de canto ao puxar os quadris contra os meus, apertando-lhe as nádegas por cima de todo aquele tecido...

 

- Segure... – Sussurrei num selo contra seus lábios e ergui-me do sofá, tendo suas pernas envoltas em minha cintura e segui em direção ao quarto.

 

- Kouyou...– Murmurou baixinho ao sugar meu pescoço com certa intensidade, levando-me a ofegar baixo, arrepiando-me a nuca. – Você é sempre tão elegante... – Mordeu-me o maxilar ao rir baixinho e de forma travessa contra minha orelha ao notar-me completamente arrepiado.

 

-Você acha? – Sussurrei entre ofegos ao adentrar o quarto, sentindo-o abusar de meu pescoço sem nenhum pudor, bati a porta com um dos pés a fechando, caminhando em direção à cama em passos lentos.

 

Senti Takanori desfazer o laço de suas pernas em minha cintura, deslizando por meu corpo ao tocar o chão com a ponta dos pés, o encarei e ele sorriu de canto ao deslizar as mãos por meus ombros virando-me ao empurrar-me delicadamente sobre a cama fazendo-me sentar na beirada.

 

- Acho... – Sussurrou dando dois passos para trás ao encarar-me nos olhos, começando a abrir o sobretudo em minha frente, sorri de canto, inclinei-me e apoiei os cotovelos nos joelhos ao observá-lo.

 

Os dedos finos deslizaram pelo tecido pesado que media na altura de seus joelhos e ele o retirou mantendo-o caído na altura de seus cotovelos, Takanori vestia uma camisa social branca de mangas largas, seguido de um corset  de vinil preto com uma fita branca que seguia do peito até a cintura, fita esta que amarrava a peça num laço perfeito, entreabri os lábios observando-o ao descer o olhar pelo short minúsculo também de vinil e em tom negro, seguido da cinta liga de renda que adornava as coxas pálidas e tão macias...

 

- Deus... Takanori... – Sussurrei ao engolir seco vendo-o deslizar uma das mãos pela própria coxa segurando uma das tiras de sua cinta liga puxando-a fazendo-a estalar contra a pele... Remexi-me vendo-o abandonar o sobretudo no chão. – Você está divino...

 

- Você gostou? – Sussurrou num tom malicioso, fazendo-me desviar o olhar de suas coxas para seu rosto, observando os olhos azuis cintilarem ao encarar-me de cima abaixo.

 

- Eu amei... Você está tão lindo... Que pedaço de mal caminho que você é... – Sussurrei mirando cada parte daquele corpo bem esculpido e delicado, que direcionava-se a mim, os passos ritmados eram lentos e os quadris dançavam de um lado para o outro provocando-me a cada passo, enquanto aquele sorriso meio tímido desafiava-me.

 

Meus olhos percorriam aquele corpo e aquele rosto diversas vezes fazendo-o parecer estar andando em câmera lenta... A um passo de mim Takanori virou-se de costas pendendo o quadril para o lado esquerdo, o short de vinil cobria apenas metade de suas nádegas redondinhas e pálidas, suspirei ao dedilhar a cintura delgada observando-o desvencilhar-se de minhas mãos num movimento lento ao virar-se de frente novamente apoiando um dos pés entre minhas pernas tocando meu membro coberto de forma delicada com seu pé, deslizando-o ali lentamente, ofeguei encarando-o de baixo ao abrir as pernas de forma automática, deslizando uma das mãos por suas coxas expostas, apertando-as fazendo-o ofegar minimamente.

 

- Você é tão sensível...  – Afirmou fazendo-me abaixar a cabeça ao sentir meu rosto esquentar.

 

- E-Eu... – Ofeguei baixinho.

 

- Não adianta negar... – Cortou-me e retornou seu pé ao chão, erguendo meu rosto com uma das mãos deslizando-a ali, passando-a por meu pescoço, terminando por apoiar-se em meus ombros com as duas mãos, dedilhei sua cintura e observei-o ajoelhar-se na cama, de frente para mim e com meu corpo entre suas pernas. – Eu gosto, Kouyou... –Sussurrou.

 

Deslizei minhas mãos por sua cintura, sentindo as curvas suaves correrem por minhas palmas, descendo-as por suas nádegas, apertei-as entre minhas mãos sentindo-o rebolar contra elas sem nenhum pudor, vergonha ou limite, seu corpo deslizou por meu tronco, ao sentar-se sobre meu colo mantendo um rebolar suave contra meu membro, seu olhar era intenso sobre mim.

 

- Você se diverte, não é? – Sorri de canto ao colar os lábios em seu pescoço, beijando-o, sugando-o, mordendo-o, deslizei uma de minhas mãos por sua coxa esquerda massageando-a, desfrutando da textura macia que seu corpo tinha... Puxei a liga que marcava a pele soltando-a contra a mesma ouvindo-o gemer baixinho ao arranhar minha nuca.

 

- Muito... – Sussurrou entrecortado, soltando um gemido manhoso ao puxar-me pela gravata fazendo-me olhá-lo. – Gosto de tudo em você Kouyou... Da forma como me olha... Da forma como me deseja tanto quanto eu desejo você... – Apertou o nó da gravata contra meu pescoço fazendo-me entreabrir os lábios ao perder o ar suavemente. – Da forma como consigo sentir seu membro pulsar embaixo de mim toda vez que o toco... Ah... – Rebolou ao soltar um gemido longo e baixinho fazendo-me conter um gemido ao ouvi-lo de forma tão despudora.

 

As mãos pequenas retiraram meu sobretudo largando-o de lado ao escorregar as mãos pela gravata novamente puxando-a ao afrouxar o nó, retirando-a de meu pescoço ao abandoná-la no chão, Takanori ergueu o quadril novamente e minhas mãos dançaram entre suas pernas ao tocar sua ereção por cima do vinil, um gemido baixinho escapou de seus lábios fazendo-o contê-lo logo em seguida levando-o a afundar as unhas em meu peito arranhando-o, seu quadril escapou de minhas mãos e ele sorriu de canto...

 

- Deixe-me tocá-lo... – Sussurrei vendo-o controlar um ofego ao morder o canto dos lábios...

 

- Não posso ceder antes de te ver enlouquecer... – Sussurrou de forma manhosa, sua voz soou num sussurro, acabou por descer de meu colo ao ajoelhar-se entre minhas pernas, afastando-as ao tocar em meus joelhos de forma delicada.

 

- Você mal sabe que... – Vagueei ao tê-lo abrindo meu cinto e olhando-me tão intensamente.

 

- Que... ? – Incentivou ao me tocar por cima da peça íntima, apertando o local fazendo-me gemer baixinho.

 

- T-Takanori...

 

- Que...?? – Insistiu novamente ao descer minimamente a peça íntima libertando a ereção ao dedilha-la com a ponta dos dedos.

 

- Me deixa louco só da forma como... – Engoli seco ao vê-lo entreabrir os lábios, desviar o olhar de meu membro e encarar-me enquanto humedecia os lábios cheinhos com a ponta da língua.

 

- Como, Kouyou? – Deslizou a língua da base até a glande, pressionando-a no local fazendo-me contorcer o cenho ao segurar um gemido baixo.

 

- Me olha... Dessa forma... – Murmurei entre cortado vendo-o sorrir de canto ao desviar o olhar suavemente.

 

Takanori fechou os olhos e acabou por sorver meu membro por completo e de uma vez fazendo-me pender a cabeça para trás deixando escapar um gemido alto, levando-me a segurar seus cabelos com o máximo de cuidado que eu poderia ter naquele momento, evitando puxá-los... Seu rosto subia e descia em movimentos sugestivos, o barulho da sucção ecoava alto e eu enlouquecia perdido nas sensações e no olhar que encarava-me de baixo, fui pressionado contra o céu de sua boca com certa intensidade, mordi o canto dos lábios numa tentativa falha de segurar o gemido e apertei seus fios entre meus dedos ouvindo-o gemer baixinho ao engolir-me novamente...

 

- T-Taka-Ah... – Murmurei entre os gemidos, puxando seus fios de forma mais suave fazendo-o abandonar meu membro ao selar a glande, encarando-me de baixo, fazendo-me pulsar.

 

Daquela maneira eu não conseguiria me conter... Eu estava louco por ele... Eu queria tocá-lo... Senti-lo...

 

Observei-o se levantar, não dei tempo para que ele pensasse e o puxei para meu colo vendo-o rir baixinho ao enlaçar meu pescoço, sentando-se sobre meu membro, segurei-o pelas costas, deitando-o na cama ao debruçar-me sobre ele, infiltrando o rosto em seu pescoço, mordendo-o ouvindo-o gemer baixinho enquanto eu desenlaçava a fita de seu corset com uma das mãos, as pernas de Takanori enlaçaram meus quadris apertando-me contra ele, levando-me a ofegar contra seu pescoço em meio as mordidas... Livrei-o daquele corset, abrindo sua camisa ao morder seu peito alvo vendo e sentindo ele contorcer-se sobre meus toques, toquei a barra de seu shorts e o encarei de baixo vendo-o com uma feição contorcida o peito subia e descia freneticamente, ao notar meu olhar sobre ele, o mesmo cobriu o rosto com as mãos ao soltar um gemido baixinho quando toquei-lhe as coxas, mordendo e sugando a parte interna das mesmas, marcando-as num tom arroxeado quase que instantaneamente devido a palidez de sua pele.

 

- K-Kou... – Gemeu baixinho num chamar suave.

 

- Hm? – Murmurei ao deslizar os dentes pela carne alva puxando-a entredentes, parando apenas para encará-lo.

 

Suas pernas desceram de meus ombros e um risinho baixo ecoou de seus lábios, deslizei as mãos pelo cós de seu shorts vendo-o erguer o quadril levando-me a retirá-lo de seu corpo... Takanori não usava roupa íntima... Arrepiei-me completamente a espinha e o vi virar-se lentamente ficando de quatro na cama, completamente exposto...  A tira de sua cinta liga marcava o meio de cada um dos lados de suas nádegas, inclinei-me suavemente para trás apenas para olhar o corpo tão exposto de Takanori , o rosto do mesmo alcançou o colchão e um gemido baixinho pairou por meus ouvidos, as nádegas balançavam de um lado para o outro, fazendo a barra de sua camisa escorregar para o meio de suas costas, distanciei uma das palmas, diferindo um tapa contra as nádegas ouvindo-o soltar um grito contido contra o colchão.

 

- D-De novo... Faz de novo... – Suplicou inclinando o quadril em minha direção vendo-o manter os joelhos no colchão e os pés se erguerem suavemente. – Bate, Kou... – Gemeu.

 

Senti meu corpo queimar e meu membro pulsar de forma dolorida levando-me a ofegar ao vê-lo naquele estado tão pedinte tão envolto em luxúria... Era tão gostoso vê-lo daquela forma, meu coração batia acelerado na vontade de fundi-lo a meu corpo, na vontade de abusar daquele corpo que era só meu... Da mesma forma que o meu era só dele...

 

- Não sabia que gostava... – Sussurrei e acabei por morder o canto dos lábios num meio sorriso escondido, diferi outro tapa, seguido por mais um e outro em sequencia, vendo-o soltar um riso grogue no meio de gemidos longos e manhosos, ouvindo o mesmo puxar golfadas de ar, seguindo ao enterrar o rosto no colchão.

 

Observei as nádegas completamente avermelhadas com as marcas de minhas palmas e segui por suas costas, arranhando e mordendo, marcando o local sem pudor algum, eu queria marca-lo como meu... Definitivamente, desci as mãos por suas coxas até tocar em seu membro, massageando num movimento lento de vai e vem ao vê-lo impulsionar os quadris contra o meu virando a cabeça para o lado ao afundar as unhas no colchão, arrastando-as pelo mesmo...

 

Parei o que estava a fazer e fui seguido por aqueles olhos azuis completamente nublados, terminei de retirar a camisa, jogando-a num canto qualquer observando-o  virar-se na cama ao brincar com as próprias coxas, puxando a liga fazendo-a estalar contra sua pele, prendendo meu olhar em si enquanto eu livrava-me de minha calça e minha peça íntima, seu olhar pairou sobre meu membro devorando-o despudoramente com o olhar, peguei o frasco de lubrificante e a camisinha que pairavam sobre o criado mudo e segui para a cama vendo-o abrir as pernas, fechando-as em seguida...

 

- Kou...

 

- Hm? – Sussurrei o olhando de canto.

 

-Você é muito lindo... – Murmurou enquanto eu abria a camisinha vestindo-a em meu membro com certo desespero, fazendo-me sorrir de canto levemente tímido ao olhar-lhe de relance vendo-o rir baixinho.

 

- Não tanto quanto você... – Sussurrei. – Você é o próprio pecado de tão lindo e tão gostoso... – Ponderei ao segurar-lhe pelo quadril arrastando-o pelo colchão para mais perto ao vê-lo ofegar baixinho num meio sorriso enquanto uma de suas pernas esticaram-se e seu pé desenhou uma linha imaginária em meu peito antes de apoiar a perna em meu ombro, suas mãos pairavam por seu baixo ventre, dançando sobre o abdome repleto de marcas...

 

Posicionei-me entre suas pernas, despejando o liquido viscoso sobre meu membro, tocando sua entrada com a ponta dos dedos de forma delicada, depositando o produto ali, direcionei-me ao penetra-lo de forma suave vendo-o segurar um gemido dolorido.

 

- C-Continua... – Sussurrou ao esticar o pescoço para cima, semicerrando o olhar.

 

Desci suas pernas de meus ombros acabando por debruçar sobre seu corpo, beijando e mordendo de forma suave cada parte de seu pescoço e peito, enterrando-me naquele corpo suavemente, parando assim que encontrei-me completamente dentro de si, suas pernas enlaçaram meus quadris e as mãos deslizaram por minhas costas num carinho tremulo... encarei-o  ao analisar aquela feição suave observando-o variar o olhar entre meus olhos e meus lábios, aquele olhar era tudo o que eu queria... Para o resto da minha vida, ele... Definitivamente era meu paraíso e provavelmente não tinha dimensão disso, nossas respirações descompassadas chocavam-se entre si, acabei por colar nossos lábios beijando-o ao enroscar nossas línguas de forma suave o ouvindo soltar um gemido baixinho quando movi-me em seu interior num movimento lento de vai e vem, alternando o ritmo ao aumentar a velocidade, quebrando o ósculo num gemido baixo que mesclou-se ao seu, as unhas curtas fincavam-se em minhas costas, descendo de meus ombros até o início de minhas nádegas, arrepiei-me ao ofegar baixinho, contra seu ouvindo, sentindo a pele de seu pescoço arrepiar-se completamente.

 

- Ahn... T-Takanori... Como você é apertado...  – Murmurei em meio aos gemidos sentindo-o afundar novamente as unhas em minhas costas.

 

- Kou... A-hn... G-Gostoso...  – Exalou manhoso e desconexo ao deslizar as mãos por minha nuca, infiltrando-as em meus cabelos apertando-os entrededos. – M-Mais... Hmmn...  – Gemeu com o rosto na curva de meu pescoço ao fincar os dentes em meus ombros deslizando as pernas suavemente por minhas nádegas, apertando-as contra seu corpo.

 

Aumentei a velocidade, estocando-o sem pudor algum, o calor no quarto havia aumentado, palavras desconexas e luxuriosas escorriam de nossas bocas como uma sinfonia depravada, mesclando-se com risos maliciosos, pedidos languidos para que eu continuasse e gemidos longos de puro êxtase, Takanori ondulava os quadris sobre meu membro e eu perdia meu resto de sanidade a cada segundo.

 

- AAh... K-Kou... Isso... Faz de novo, faz... Por favor, amor... - Numa estocada certeira atingi o ponto sensível dele vendo-o arquear a coluna abaixo de mim, agarrando-se em meus cabelos de forma desesperada, descendo as mãos novamente por minhas costas, arranhando-as de forma intensa fazendo-me arrepiar completamente ao soltar um gemido dolorido e longo.

 

Arremeti-me novamente contra seu corpo, acertando o mesmo ponto sentindo-o desfazer-se entre nossos corpos chamando por meu nome numa voz que derretia-se e perdia-se num gemido sensual, seu interior contorceu-se a minha volta, fazendo-me perder a cabeça ao desfazer-me em seguida, em seu interior...

 

Mantive os movimentos lentos ainda estocando-me contra seu corpo até cessar gradualmente os movimentos, retirando-me lentamente de seu interior, ouvindo-o ofegar, cedi ao pender em direção a seu corpo, apoiando o rosto em seu peito suavemente, suas mãos tocaram meus cabelos num carinho leve e eu o encarei, as respirações chocaram-se e aquele olhar apaixonado que recebi era mais do que eu merecia...

 

- Takanori... – Sussurrei baixinho e capturei seus lábios num selo suave.- Eu amo você... – Encarei cada canto de seu rosto e o vi sorrir timidamente ao enlaçar meu pescoço, acariciando minha nuca levemente... – E amo tudo o que compõe... - Suspirei ao tentar regularizar minha respiração. – Deus... Você é o meu pedaço de paraíso... E o meu caminho particular da perdição... – Sussurrei vendo-o morder o lábio inferior.

 

- Eu te amo, Kou e eu... – Murmurou e eu o cortei ao colar nossos lábios, capturando aqueles lábios cheinhos em mordidas lentas, fazendo com que nossas línguas dançassem num ritmo suave.

 

Naquela noite nada me importava e se o mundo acabasse... Eu agradeceria por meu fim ser ao lado dele, eu finalmente me sentia feliz, eu havia me encontrado e ele havia me mostrado que eu não estava sozinho... Que eu não precisava lidar sozinho com tudo... E que acima de tudo eu poderia amar novamente, ele me mostrou da forma mais bonita e mais singela possível, que feridas se curam... Cicatrizam... Aqueles olhos azuis e aquela doçura descomunal haviam erguido uma mão para mim e sem saber, me tirou de um abismo sem tamanho... Quando eu estava com Takanori o mundo girava devagar... O tempo parava e só existia ele... E uma interminável trilha sonora imaginaria que regia cada segundo de carinho compartilhado e cada troca intensa de olhar que tínhamos...

 

Naquela noite eu dormi com Takanori em meu peito, abraçado a mim, eu demorei a pegar no sono naquela noite... Porque perdi-me ao contemplar o rosto suave que ressoava sobre meu peito... Não resisti em acariciar seus cabelos, retirando-os de seu rosto, ele assemelhava-se a alguma divindade... Tão suave... Soava tão inocente... E dali em diante eu estava disposto a protegê-lo de toda a maldade que o mundo poderia proporcionar... Ele havia me ensinado a viver novamente... 

 


Notas Finais


Enfim, desculpem qualquer erro de português presente nesta estória!

Elogios e criticas construtivas são muito bem vindas, comentem!

Espero que tenham gostado, até o próximo hn?!

Kisses of malice.

11/08/18 - 04:26


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