História Close to you - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Abo Universe, Alfa, Beta, Jeon Jungkook, Kim Taehyung, Lemon, Min Yoongi, Ômega, Park Jimin, Romance, Suga, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 182
Palavras 1.284
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, me desculpem pela demora D:

Espero que gostem do capítulo, mas já vou avisando que eu fiquei meio triste em escrevê-lo... Enfim, conversem comigo HAHAHAHA, gosto de saber o que estão achando <3<3<3

Capítulo 5 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction Close to you - Capítulo 5 - Capítulo V

Capítulo V

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...

Augusto dos Anjos

Já havia se passado uma semana desde o término do meu cio e eu estava cada dia mais furioso. Com quem? Comigo, com Jimin, com o médico que tinha o mandado lá em casa - que por acaso fui descobrir ser seu pai, com Somin por ser tão fofa e por eu não conseguir odiá-la como os outros daquela maldita família e até com Taehyung, que não tinha feito nada.

Normalmente as pessoas ficam mais calmas depois do cio, pois seus corpos estão mais relaxados e saciados, mas, bom, definitivamente esse não era o meu caso. Acordar com Jimin ao meu lado uma semana atrás foi desesperador e constrangedor, tanto que a minha reação foi me trancar no banheiro e gritar para ele ir embora. Bem adulto, eu sei.

- Você realmente o mandou pra fora enquanto se escondia no banheiro? – perguntou Taehyung pela décima vez apenas hoje.

- Sim, mandei! Dá para parar de rir da minha cara agora? – perguntei quase avançando no pescoço do meu amigo, que mantinha um sorriso desacreditado na cara.

- Desculpa, mas é difícil de acreditar nisso, ainda mais porque você é apaixonado por ele. – falou ele enquanto fazia uma cara marota. – Você ainda não me contou os detalhes... – continuou ele passando a língua pelos dentes. Nojento. Pervertido. Credo.

- E nem vou falar, seu pervertido, nojento, sem noção... – repeti em voz alta enquanto batia em sua cabeça diversas vezes.

- Calma, CALMA HYUNG! NÃO BRINCO MAIS! – gritou ele enquanto ria do meu nervosismo, fazendo com que metade do refeitório olhasse em nossa direção.

- Quando fiasco. – reclamei. Eu sabia que estava sendo chato, mas eu estava virado em uma grande confusão nesses últimos dias. Eu não sabia se eu me arrependia de ter passado o cio com Jimin, se me arrependia de ter o mandado embora daquele jeito ou se eu me odiava um pouco mais por ele não ter tentado falar comigo depois daquilo.

- Hyung, você já parou para pensar que você nunca realmente deixou o Jimin chegar perto de você antes do cio? – falou Taehyung como quem não quer nada.

- Ficou louco? E ele veio alguma vez tentar falar comigo? – indaguei com todo o resto de paciência que eu ainda tinha.

- Ok, ok... – ele terminou o assunto, me deixando em paz pelo resto do almoço.

...

Ok, admito que Taehyung me deixou em paz, mas a pergunta que ele me fez continua martelando a minha cabeça diversas vezes, me deixando inclusive com uma chata dor de cabeça. Eu sei que sou chato, mas será que eu realmente assumi uma posição tão protetora assim comigo mesmo?

Fui para o estágio com essa dúvida ainda na cabeça e não pude deixar de ficar desapontado quando Somin foi para casa com uma amiguinha. Mesmo não querendo eu estava cada dia mais dependente de Jimin e vê-lo na escolinha era o mais próximo que eu podia chegar dele no momento.

Fiquei pensando até o fim do trabalho, quando finalmente decidi que tentaria falar com ele no dia seguinte. Jin e Namjoon hyung me levaram para casa alegando que estava muito tarde para um ômega fofo como eu andar sozinho e eu fiz uma careta enquanto aceitava. Afinal eu morria de medo todas as noites ao voltar caminhando para casa e eu realmente não estava afim de ficar sozinho para pensar besteiras como eu sempre faço.

...

Na manhã seguinte eu acordei no horário normal, tomei meu café e fui para a aula como se nada tivesse acontecido e como se nada estivesse para acontecer. A verdade era que eu tinha acordado muito mal, com um sentimento terrível que eu não conseguia explicar. Após o terceiro período eu resolvi que aquilo tinha a ver com o meu nervosismo de tentar falar com o Jimin no almoço e que aquelas sensações eram apenas o meu corpo me pregando peças como sempre.

Como as minhas aulas não são sempre com Taehyung eu o encontrei me esperando do lado de fora do prédio na hora do almoço. Ele estava com um sorriso pequeno nos lábios e uma expressão sonhadora do rosto. Apesar de minha curiosidade eu sabia que não valia a pena pressioná-lo a me contar o que estava acontecendo, ele viria a mim quando estivesse pronto.

Fomos andando calmamente até o refeitório e as sensações ruins não me abandonaram por nenhum segundo. Era um frio no peito muito estranho e uma dorzinha estranha no coração, uma pequena falta de ar e um sentimento de tristeza que não dava para entender. Tae percebeu meu estado e eu tentei explicar o que tinha, mas ele também não sabia o que poderia ser.

- Devo estar ficando gripado. – eu disse logo que chegamos à nossa mesa para finalmente comer.

- Já toma algum remédio então, porque você fica um saco doente. – reclamou Taehyung. Eu normalmente bateria nele, mas eu não sentia vontade nem disso.

Enquanto eu procurava algum remédio na mochila eu percebi uma movimentação estranha do meu lado e logo alguém estava sentado com a gente – o que era estranho já que ninguém nunca sentava com a gente.

- Que milagre é esse Jungkook? – perguntou Taehyung sem esconder o sorrisinho por ter o mais novo ali.

- Jimin faltou de novo e eu não agüento mais ficar sozinho hyung. – exclamou o mais novo ficando extremamente fofo – para um alfa, claro.

- Ele está doente? – perguntou o meu amigo.

- Quem dera, está ajudando no cio de uma menina da administração. – disse ele inocentemente.

Agora eu entendia as sensações terríveis no meu corpo, e parece que saber o que o alfa estava fazendo me deixou pior do que eu já estava. O choque foi tão grande que eu simplesmente saí correndo para o banheiro mais próximo e vomitei tudo o que tinha comido nas últimas horas. Fiquei ali perto da privada por algum tempo, incapaz de me mexer. Estava frio e eu não conseguia mover um dedo.

- Está tudo bem hyung. – exclamou Tae enquanto acariciava os meus cabelos. Eu mal havia notado a presença dele no banheiro até aquele momento. – Me ajude a carregá-lo Kookie. – pediu ele para o alfa que me olhava confuso.

- O que ele tem hyung? – perguntou ele enquanto me pegava no colo e me tirava do banheiro.

- O que ele tem? Porque não pergunta para o idiota do seu amigo? – respondeu Taehyung irritado. – Ele acha que o Yoongi quis essa maldita ligação? Ele não tem nenhuma vergonha na cara?

- Espera, ligação? – Jungkook me apertou nos seus braços e eu quase dormi, mesmo que nós estivéssemos ainda a caminho de algum lugar que eu não conseguia reconhecer por estar com os olhos fechados, lutando conta a vontade de vomitar novamente.

- Jimin não te contou? – nesse momento o beta já estava quase gritando. – que cara idiota, meu Deus! – exclamou ele.

- Não, eu notei que ele estava estranho, mas ele não me disse nada. – respondeu o alfa seco. – Não vai adiantar levá-lo até a enfermaria se ele está passando mal por causa de uma ligação. Vamos para casa, lá nós mesmos cuidamos dele.

- Tem certeza? – meu amigo parecia tenso com a minha situação, e eu não conseguia nem ao mesmo acalmá-lo.

- Eu sou quase um médico formado, esqueceu? – disse o mais novo enquanto me deitava em um banco de carro que assumi ser seu pelo cheiro.

Logo não ouvi mais nada do que falavam, pois o cansaço que eu sentia ficou insuportável e eu apaguei, me sentindo finalmente livre daquela dor terrível no peito.

 



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