História Closer - Capítulo 16


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amelex, Lexmar, Marlex
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Palavras 3.628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeiramente fora Temer, segundamente mil desculpas Hahahahha mas tá aí atualizadissima
Minha rotina vai dar uma mudada agora, galera, então eu terei mais tempo pra escrever e por em dia.
Me perdoem e não desistam de mim, é isto.


Youth - Daughter
Footloose - Kenny Loggins
Sangue do Paraguai - Baleia
With you - Chris Brow
Não existe amor em SP - Criolo


Divertam- se, crianças.

Capítulo 16 - Youth


Marina 


             

                 "I've been working so hard
                   I'm punching my card
                   8 hours for what?
                   Oh, tell me what i got
                    I've got this feeling
                   That time's just holding me down
                    I'll hit the ceiling or else i'll tear up this town..."


Sigo Alex e vou andando ao seu lado na calçada, a garota parece saber exatamente o que está fazendo e onde está indo. 

- Licença. - Ela diz e logo em seguida pega na minha mão. - A gente precisa parecer normal e não duas pessoas tensas prestes a invadir um prédio. - Ela diz após me olhar e talvez não ter entendido minha cara de "o que cê tá fazendo?" 

- E qual seu plano pra entrarmos? Quer dizer, você tem um plano né? - Olho para ela desconfiada e ela apenas me lança um sorriso travesso e um olhar de quem está prestes a aprontar. 

- Você não confia mesmo em mim né Marina? 

- É claro que eu confio sua boba, mas como já te falei, ser presa não é algo que esteja na minha lista de coisas pra fazer antes de completar 30 anos. 

- Quantos anos você tem? 

- Quanto você acha que eu tenho? - Pergunto em tom desafiador. 

- Hum, não sei, uns 23? - Ela responde meio que perguntando e eu solto uma risada. 

- Não conto, vai ter que descobrir, eu descobri a sua

- Você é muito stalker Marina, me assusta isso. - Ela responde e nos damos risada. 


Alex para bruscamente de andar e me puxa pra junto de ti e ela fica com os lábios próximo ao meu ouvido e eu sinto todo meu corpo ficar tenso. 

 

- Nós vamos entrar no prédio agora, tá vendo aquela porta que está do outro lado? - Ela pergunta e eu aceno com a cabeça, a porta ficava nos fundos do prédio e a rua estava bem escura, era do outro lado da calçada e apesar de Alex estar de costas para ela, ela sabia exatamente onde se encontrava. 

- Certo, nós vamos correr e entrar, eu tenho a chave que abre ela e dá acesso as escadas de emergência desativada. Entendeu? - E mais uma vez eu apenas aceno. 

- Agora um ponto importante, tem uma câmera ali próxima e quando ela virar nós vamos ter exatamente 20 segundos para abrir a porta e entrar sem sermos vistas por ela. Tudo bem pra você? - Alex sussurrava tudo em meu ouvido me fazendo mais uma vez apenas concordar com a cabeça. 

- Linda! - Ela diz e me dá um beijo estalado na bochecha me fazendo corar mais do que eu deveria e agradeço muito por estar de noite e ela não poder ver isso. 

Ela vira encarando a porta mas na verdade acho que está mesmo olhando a câmera que já começa a rodar para o outro lado. 

- Corre! - Ela diz e já dispara atravessando a rua sem olhar para os lados e eu a sigo fazendo da mesma forma.

Não está tarde da noite, mas a rua é deserta e não passa carro no momento. 
Alex começa a passar a chave na porta, eu olho a câmera e ela já começa rodar de volta para o lugar onde estamos e eu começo ficar cada vez mais apreensiva com vontade de sair correndo dali. Mas antes que eu consiga fazer qualquer coisa Alex me puxa para dentro do prédio no último segundo antes da câmera pousar onde estávamos a um segundo atrás. 

Dentro do prédio está tudo escuro, Alex pega minha mão e me puxa para junto de ti mais uma vez sussurrando em meu ouvido. 

- Até chegarmos lá em cima não podemos fazer nenhum barulho, e vamos usar o mínimo de luz possível tudo bem?

- Tá bem. Mas Alex, eu tenho medo de escuro, cadê o mínimo de Luz que podemos usar? - Eu pergunto baixinho e ela não se aguenta soltando uma risada tentando emitir o mínimo possível de som. 

- Não acredito que um mulherão que nem você tem medo do escuro. - Ela diz e mais uma vez eu agradeço muito por estar escuro e ela não me ver corando novamente. 

Alex ascende a lanterna do celular e aponta para uma escada a nossa frente. 

- São 26 andares até chegarmos ao nosso destino, está pronta? 

- Com você de guia, sempre. - Sorrimos e começamos a subir. 

A subida foi sem conversa, acho que chegamos à conclusão de que pra subir todos esse andares era melhor não gastar fôlego conversando. Eu já não estava mais aguentando minhas pernas, elas doíam muito, nunca subi tanta escada na minha vida, até que do nada Alex para bruscamente de frente pra uma porta e se vira pra mim mostrando um sorriso travesso e brilho nos olhos. 

- Pronta para conhecer o ponto alto de SP? 

- Ponto alto? Sério Alex? Tá fazendo piada depois de me fazer subir mil lances de escada. 

- A culpa não é minha se você é sedentária e nunca fugiu da polícia. 

- Ah pronto, eu tinha certeza que estava saindo com uma trombadinha, acabou de me confirmar isso, muito obrigada. - Eu digo rindo. 

- Eu nunca corri da polícia. - Ela coloca a mão no peito fingindo estar chateada. - Porém depende. - E dito isso ela abre a porta e eu me deparo com um lugar incrivelmente lindo. 

 


A vista é linda, consigo ver boa parte de São Paulo daqui de cima, na verdade acredito que posso ver a cidade toda daqui, e é realmente lindo, existe um vidro de proteção que cerca todo o espaço mas ele nada impede de enxergar a beleza do outro lado, na extensão do local existe algumas espaçadeiras para sentar, mas sentar era a última coisa que eu queria, eu caminho até o parapeito para olhar melhor e nossa como é alto, sinto Alex se aproximar atrás de mim, ela coloca as mãos ao meu redor me cercando e falando no meu ouvido

- É linda né? A vista. - eu to num gay panic tão grande que nem acenar com a cabeça eu não sou capaz. Mas ela sai de trás de mim ficando ao meu lado mas de costas pro parapeito - Apesar de linda e amar vir aqui, eu tenho medo de altura, me dá um frio na barriga, eu fico arrepiada só de pensar na queda. - Ela admite.

Eu vou controlar esse gay panic agora e começar responder a altura. 

- Eu prefiro me arrepiar por outras coisas! - Eu digo sorrindo pra ela e apesar da luz baixa eu consigo ver a garota corar e sorrir timidamente olhando pro chão. 

Alex se afasta e começa andar em direção à seu violão, eu vou morrer e não vou entender como ela aguentou subir aquele monte de escada com esse negocio nas costas, ela abre a capa tirando o instrumento de lá de dentro e começa se ajeitar na espaçadeira e então começa dedilhar algo. 


               "O peso do fardo
                 Corte cicatrizado
                 Contradição opaca
                 Vítima de uma faca esterilizada
                 Surra de mãos lavadas
                 Sangue do Paraguai
                 Arde
                 Sopra a lesão covarde
                 Xinga e transfere a culpa
                 Foge do enxame e exume o que sepulta
                 Num linguajar que insulta
                 Dentro da nossa norma culta..."


Não conheço essa música, mas Alex cantando é a coisa mais fofa que vocês podem imaginar, ela não tira os olhos do violão enquanto toca e canta, parece concentranda 


            "Embaixo ecoa a imensa voz do cume              De perto é só um frágil sussurro..." 

 

Olha pra mim e sorri tímida abaixando novamente a cabeça e eu começo a me aproximar mais e sento de frente pra garota ouvindo ela tocar mais e então ela encerra a música me encarando. 


- Algum significado? - Eu pergunto querendo saber o porque daquela música. 


- Não vamos falar de mim e sim de você, qual sua história?  


- Eu? Eu não tenho história, Alex sou só uma garota em cima de um prédio no qual entrei ilegalmente porque me permiti ir atrás das ideias de uma louca. - Ela faz uma cara de quem está confusa

- Pera ai, a louca sou eu? - Ela pergunta de um jeito tão inocente que sou obrigada a rir da situação 

- Claro que não eu jamais te chamaria assim. - Eu nego balançando a cabeça e rindo então a garota a minha frente começa a rir também. 

- Mas sério agora, aquilo que sua mãe falou hoje cedo... - Não deixo ela terminar de falar 

- Não dá ibope pra minha mãe, ela fala muita bobagem. 

- Ela parecia convencida do que falava, ela gosta desse seu namorado? 

- Como não iria gostar? Ele é de boa família, tem uma boa condição financeira, pode fazer qualquer coisa quando quiser, pra minha mãe ele é o melhor genro do mundo. E ele não é mais meu namorado. 

- Já falou isso pra ele? - Ela me pergunta e eu fico só o meme da Nazaré porque eu ainda não tinha falado com Felipe, mas depois do que aconteceu não é possível que ele ainda ache que é meu namorado. 

- Não nos falamos mais desde... - Agora é ela quem não me deixa terminar.

- Tudo bem, não precisa falar disso, não agora, relaxa. 


A garota a minha frente volta sua atenção para o violão e começa toca- lo.


                   " Ooh, little cutie
                      When you talk to me
                      I swear the whole world stops
                     You're my sweetheart
                     And I'm so glad that you're mine
                     You're a one-of-a-kind..." 

 

Bom pelo menos essa música eu conheço, mas ela me leva pra longe, bem longe, não pela música mas talvez pelo artista a qual ela pertence. 


             FLASHBACK ON 

- Você não vai usar isso Marina! 

- E você acha que é quem para me proibir? 

- Sou seu namorado também conhecido como o cara que tá pagando a viagem, mas a questão não é essa. - Ele começa se aproximar e me abraça - Eu não vou suportar ver outros caras te olhando, eu vou entrar numa briga. Você quer isso? Quer que eu entre numa briga com alguém por sua culpa? - Ele me dá um beijo na testa e continua falando - Eu me garanto mas posso acabar encontrando alguém maior que eu, é isso que você quer? Que eu me machuque por sua culpa. 

- Eu vou trocar o biquíni por um maio e colocar um short maior. - Eu respondo e faço isso porque não quero Felipe entrando em brigas, é a primeira vez que viajamos só nos dois e eu não quero estragar nada, quero tudo perfeito como havíamos combinado, eu iria me sentir horrível se a viagem acabasse numa briga por minha culpa. 


             FLASHBACK OFF 


- Marina, ei não chora. - Alex diz e sinto a garota me abraçando. 

- Eu acho que foi aí que tudo começou, Alex. 

- Eu imagino que sim, mas não chora, não foi sua culpa, você não tinha como saber. - Ela diz e me abraça mais forte 

- Eu nem percebi que estava te contando isso, simplesmente foi saindo, acho que tem muita coisa pra contar ainda mas se não se importa eu gostaria que não fosse hoje - Eu digo e a garota se afasta para me olhar melhor. 

- Não vamos mais falar então. - Ela diz e me dá uma piscadinha enquanto eu sorrio de volta e começo pegar seu violão 

- O que você está fazendo? - Ela me pergunta confusa 

- Ah pronto, acha que só você sabe tocar aqui é? Eu me arrisco também. - Eu respondo e nós duas rimos, então me concentro um pouco e começo a tocar uma das poucas musicas que aprendi. 


                 "Não existe amor em SP
                   Um labirinto místico
                   Onde os grafites gritam
                   Não dá pra descrever
                   Numa linda frase
                   De um postal tão doce
                   Cuidado com doce
                   São Paulo é um buquê
                   Buquês são flores mortas
                   Num lindo arranjo
                  Arranjo lindo feito pra você..."

 


Não olho pra Alex enquanto canto mas posso sentir seus olhos em mim e posso sentir ela se aproximando cada vez mais 

   


                     "Não existe amor em SP
                       Os bares estão cheios de almas tão vazias
                       A ganância vibra, a vaidade excita
                       Devolva minha vida e morra
                       Afogada em seu próprio mar de fel
                      Aqui ninguém vai pro céu..."

 

Eu paro de tocar com a aproximação da garota. 
Alex afasta uma mecha do meu cabelo pra trás da orelha e fala próximo de mim quase num sussurro "quem disse que não existe?" 

E dito isso a garota me dá uma última olhada em meus olhos antes de juntar nossos lábios e eu me surpreendo, afinal de contas Alex *nera hetero* mas logo me entrego, sinto sua língua pedir passagem e eu dou intensificando ainda mais o beijo, coloco um mão em sua nuca a outra em seu cabelo, ela então pega minha jaqueta e me puxa para si pra ficarmos mais próximas, seu beijo é bom e me faz querer ficar ali pra sempre, as coisas começam a esquentar um pouco mais e a jaqueta que antes ela me puxava para si agora ela tenta tirar enquanto eu desço minha mão de sua nuca para sua cintura fazendo com que nossos corpos fique ainda mais juntos e então ela desfaz o beijo me olhando e sou capaz de jurar que neste momento ela consegue enxergar através de minha alma, em seu olhar percebo luxúria, vontade e desejo. 

A garota quebra o olhar e começa apressadamente guardar seu violão de volta na capa, não estou entendendo.


- Alex, me desculpa, eu não quis.. - Ela me interrompe.

- Não fala nada, eu quis, eu quero! -  Ela termina de fechar o zíper da capa. - Vem comigo! - Ela fala pegando minha mão e me puxando e eu me permito seguir a garota nas escadas novamente. 


Agora estamos descendo, mas dessa vez descemos poucos lances de escada e então a garota abre outra porta, ela parece ter a chave de tudo aqui, parece até carcereiro eu ein. 


- O prédio tem essa suíte incrível caso alguém queira ter uma noite especial com essa vista - Ela fala apontando para uma janela de ponta a ponta de uma parte da suíte com uma vista tão incrível quanto à do terraço que estamos a minutos atrás. - Ou só curtir uma noite de ostentação com os amigos. Ela finaliza.  

- Alex eu não estou entendendo um pouco direito. 

- Eu também não, mas algo me diz que eu preciso descobrir pra não enlouquecer, mas se você quiser eu paro. - Ela me olha de um jeito tão fofo e inocente, esta tão linda que supera a vista desse prédio. 


              

Me aproximo dela devagar, não era a primeira boca que eu beijava. Me aproximo mais até ficar cara a cara. Talvez não seja a última. 
A beijo e ela retribui. Mas no momento a certeza que tenho é que esse é o beijo certo. 

               


O beijo é novamente intenso, começo sentir que Alex está se movendo mas em momento algum ela me solta então eu a deixo guiar e quando dou por mim estamos deitadas em uma cama gigante e eu vou frisar a parte da cama porque é muito grande mesmo. 
Mas voltando ao que interessa, Alex está em cima de mim e então ela para o beijo e me olha nos olhos, a garota está muito séria, acho que bateu o arrependimento. 

- Marina, eu nunca fiz isso sabe? 

- Isso o que exatamente? - Eu pergunto porque novamente estou só o meme da Nazaré pois não é possível que uma garota como essa cheia de marra e atitude nunca tenha transado antes, pensamento babaca esse meu? Com certeza, peço desculpa aos envolvidos. 

- Beijar garotas... - Ela diz fazendo beicinho e fica a coisa mais linda desse mundo. 

- Alex, você não precisa fazer nada, podemos só ficar aqui fazendo vários nada ou ir embora, ou voltarmos pro violão, entendeu? - Eu pergunto e posso ver um sorriso travesso, e em seu olhar o desejo dominar seu rosto novamente antes dela responder. 

- Entendi. - Ela responde simplesmente, e então sem perder tempo ela me puxa para o beijo novamente mas dessa vez eu a faço rolar na cama deixando a garota em baixo de mim. 


O beijo vai se intensificando mais, passo a mão no rosto de Alex para afastar seu cabelo para trás, interrompo nosso beijo e ela abre os olhos confusa.

- Sua blusa tá atrapalhando minha visão! - Eu digo e ela parecia não esperar por tal resposta. 

Começo então tirar seu moletom da Griffynoria (fala sério teremos que conversar sobre isso mais tarde, ninguém merece uma Griffynoriana) e me surpreendo ao tirar sua blusa por completo vendo que a garota está sem absolutamente nada por de baixo. 
Alex tem um corpo lindo, seu tom de pele pálido deixa claro que a muito tempo ela não toma um sol e isso me dá muitas ideias para outros momentos. Colo meu corpo no seu ficando próxima ao seu rosto e dando um beijo leve mas quando peço passagem sua boca se abre completamente para mim e nossas línguas conversam de forma incialmente sutil mas logo mudamos para algo mais intenso e urgente, dou uma mordida em seu lábio inferior e a garota em baixo de mim geme de forma baixa e aquilo me deixa mais molhada do que eu já estava. 

- Você fica ainda mais linda gemendo assim. - eu sussurro em seu ouvido e ela se encolhe e posso ver sua pele se arrepiar inteira. Deixo uma mordida leve na ponta de sua orelha e desço para seu pescoço beijando e mordendo, começo a descer meus lábios até seu seio, olho para Alex esperando alguma protesto ou esperando que ela fale para pararmos mas ela me surpreende pegando meu cabelo e puxando na direção que ela deseja e eu com o recado entendido começo a chupar seu seio e com mão começo a apertar o outro, Alex em baixo de mim solta outro gemido e começa a se mover contra meu corpo procurando uma forma de causar uma fricção entre a gente, sei o que ela quer. 

Afasto meus lábios de seu seio e começo descer por todo seu corpo deixando vários beijos e mordidas no caminho, ergo meu corpo quando percebo que a garota ainda está de calça olho para Alex e ela me encara com uma das sobrancelhas erguidas como se me desafiasse a algo, eu então começo a desabotoar sua calça e abaixar o zíper e vou puxando a calça da garota até que ela fique apenas de calcinha e preciso admitir que aquela peça íntima é a cara da Alex. Uma calcinha preta com estampas de caveira, olho para Alex sorrindo e ela tampa o rosto com as mãos, tímida. 

Me aproximo de seu ouvido

- Você tá linda, relaxa. 

Ela abaixa as mãos do rosto e me puxa para um beijo intenso e urgente, Alex começa a passar as mãos em minhas costas e puxar minha blusa pra cima, eu deixo e fico apenas de sutiã a garota então desce as mãos para minha calça e começa a desabotoar interrompo nosso beijo pra ajudar a menina e tiro minha calça ficando apenas de roupas íntimas. Volto para meu beijo com Alex dessa vez começo aperta seu seio com uma das mãos e com a outra arranho sua barriga, descendo minha mão para sua calcinha e já a sinto completamente molhada, afasto a para o lado e começo a deslizar um dedo em sua entrada e Alex geme baixinho, e eu começo a tirar sua calcinha e logo em seguido subo meu corpo em cima do seu e começo a beija- lá com urgência, Alex retribui o beijo e as coisas começam a esquentar mais, pois a garota em baixo de minha começa a rebolar mais procurando uma maneira de se aliviar, interrompo então nosso beijo e me posiciono entre suas pernas passando a língua em sua entrada, Alex prende a mão em meu cabelo e me puxa para junto de si e eu começo então chupa- lá primeiro devagar mas logo aumento meu ritmo, faço movimentos circulares em seu clitoris, Alex geme e me puxa como se quisesse mais, porém me afasto e ela me olha sem entender o que aconteceu, sorrio maliciosamente e enfio um dedo nela e começo com estocadas leves então retiro meu dedo levando até boca e lambendo sensualmente, Alex continua me olhando mas dessa vez não existe confusão em seu olhar, apenas desejo, eu então volto chupa- lá com mais vontade ainda, com mais intensidade,  Alex geme alto e puxa meu cabelo, enfio então dois dedos nela com estocadas rápidas  fortes,  enquanto isso minha língua Brinca com seu clitoris, Alex começa a gemer cada vez mais alto e eu sinto a garota arranhar meus ombro e então ela explode e eu sinto seu gosto doce, retiro meus dedos devagar mas continuou a chupando e diminuindo o ritmo até parar, quando olho para a garota ela está com os olhos fechados e um sorriso vergonhoso no rosto, sua respiração apesar de ofegante já começa a se acalmar. Me aproximo de Alex e deixo um beijo em sua testa seguido de um em seus lábios e me deito ao seu lado passando um dedo em sua barriga de leve. 

- Tá tudo bem? - Alex estava de olhos fechados e eu não conseguia ler sua expressão. Mas vi que um sorriso ia começar a se formar até que um barulho alto a fez abrir os olhos ficando séria. 

- A gente precisa ir embora. - Ela diz se levantando rapidamente.

 


Notas Finais


*nera hetero* meme (nera gay)

Espero que tenham gostado, gente eu tenho a história toda pronta, mas às vezes passar pra palavras escritas me deixa um pouco perdida, enfim, erros me avisem para que eu possa corrigir.
Caso alguma coisa não tiver fazendo sentido vem bater um papo que eu explico.

To pensando em fazer uma playlist pra fic, o que acham?

Twitter: @_babyts__
Cc: https://curiouscat.me/_Babyts__

OBS: Acho que o cap ficou muito grande, não foi minha intenção, peço desculpas.


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