História Cloud Nine, interativa - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Sobrenatural, Vagas Abertas
Visualizações 23
Palavras 405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fillerzinho proceis e pra divulgar c9

Espero que gostem ^^

Capítulo 2 - 00.01.: Súplicas ignoradas


O RELÓGIO MARCAVA EXATAS 3 HORAS DA MADRUGADA quando Emily Tate saiu de seu trabalho na lanchonete local completamente exausta. Vestindo um jeans velho e seu moletom preto de sempre, a garota que havia cortado recentemente seus cabelos castanhos na altura do ombro, se abraçava tentando se esquentar enquanto andava contra o vento. Faltando poucos dias para o final da primavera, aquela noite estava especialmente fria para a jovem de 17 anos, não que a mesma fosse alguém resistente ao frio.

Perdida em seus próprios pensamentos, a Tate sonhava com o dia em que teria apenas simples e mundanas preocupações de jovens da sua idade. Abandonada por sua mãe aos 10 anos de idade, Emily fora deixada aos cuidados de seu despreocupado, alcoólatra e inútil pai que não era uma ameaça alguma contanto que tivesse uma cerveja bem gelada em mãos, se obrigando a amadurecer mais cedo o possível, a garota logo começou a trabalhar, começando com tarefas informais dadas por seus vizinhos até completar a idade mínima para ser contratada em um trabalho de meio período, não demorou muito para que a mesma fosse contratada pelo adorável casal que gerenciava uma das únicas lanchonetes da cidade.

Se agarrando ainda mais a seu moletom quando uma rajada de vento frio se chocou contra seu corpo, a morena parou por um segundo e olhou ao redor. Alguma coisa estava errada. Voltando a caminhar e se forçando a esquecer o sentimento estranho e incômodo que estava crescendo em sua espinha, pela primeira vez em sete anos a garota desejou com todas as suas forças chegar rapidamente em sua casa, onde ela encontraria seu progenitor totalmente apagado na frente da televisão após ter passado o dia inteiro bebendo, como sempre.

Desejando que aquilo tudo não se passasse apenas fruto de sua fértil imaginação, sua mente logo entrou em estado de alerta ao ouvir passos atrás de si, se virando de maneira reprentina, esperando surpreender quem a seguia, a garota se decepcionou ao não encontrar ninguém atrás de si, resolvendo apertar o passo para chegar mais rápido em sua casa que já dava para ser vista no final da rua, a Tate nem teve tempo de correr, e muito menos lutar, quando alguém a agarrou por trás e injetou um líquido em seu pescoço a fazendo apagar.

E fora quando o relógio marcou as três e meia da madrugada, que Emily Tate desapareceu sem deixar nenhum rastro para trás.



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