História Clover Knigth - Imagenes. - Capítulo 26


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Categorias Black Clover
Personagens Asta, Charmy Papittoson, Finral Roulacase, Gauch Adlai, Gordon Agrippa, Luck Voltia, Magna Swing, Noelle Silva, Personagens Originais, Vanessa Enoteca, Yami Sukehiro, Yuno
Tags Boy X Leitor, Girl X Leitor, Imagines, Leitor, Leitor X Personagem, Personagem, Personagens Originais, Reader Female, Reader Male, X Reader
Visualizações 45
Palavras 3.627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente vocês sabia que hoje é aniversário dele?... então, eu tava lendo mangá aí tem a página de apresentação do personagem, descobri que hoje é aniversário do Luck então vamo comemorar com um capítulo só pra esse bebê, olha que lindo e amorzinho ele é.

Capítulo 26 - Luck - a mana sabe o que faz P2


Fanfic / Fanfiction Clover Knigth - Imagenes. - Capítulo 26 - Luck - a mana sabe o que faz P2

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O dia havia raiado e [Nome] nfelizmente  tebe de deixar Luck ir em sua missão, ele estava tão animado que a lhe fez ficar feliz por sua realização e mima-lo so um pouquinho com elegios e abraços como o loiro tanto amava. 

Agora ela estava tendo um dia normal e corrido no seu trabalho, pessoas alegres vindo trocar e comprar para e doces, pessoas irritada aparecendo, pessoas reclamonas, lugar sendo sujo e sendo limpo toda hora, cavaleiros magicos sem noção alguma de humidade chegando, velhos pervertidos, mulheres do burgo que acham moças da realeza… só mais um dia comum na padaria da falecida mulher que ela respeitosamente chamava de " tia ". 

Varias copias da padeira andavam de um lado para o outro, derrepente gritos de susto foram ouvidos do lado de fora e todos la dentro acabaram envolvidos, antes que uma cópia mágica fosse inconscientemente dar uma olhada também [Nome] apagou todos os seus sentidos e sentiu-se mole a única coisa que ela se lembrou naquela manhã foi de estar atendendo no caixa com seu grimorio grosso e de aspecto velho e metálico aberto ao seu lado como sempre até ser envolta por uma luz branca, ao olhar as próprias mãos se viu confusa e então era como se não estivesse mais lá. Durou segundos e foi assustador.

『••♧••』

[Nome] acordou e imaginou ter desmaiado, mais como? poderia ela ter se alimentado mal hoje? Não. Olhou em volta e viu o que acontecia, sua mente perturbada e pesada não conseguia processar. Várias pessoas estavam lutando, tentando... atacá-la?

Aquilo parecia um sonho estranho mas ainda assim ela sentia, ela sentia a mana de todas aquelas pessoas de forma vívida, os ataques mágicos serem repelidos por sua magia quente e mole com feitiços de ataque e toda a energia da batalha.

Ela via aquelas pessoas sendo machucada mais não sentia estar fazendo parte daquilo, não de verdade, poderia de alguma forma estar ali em corpo (ao menos era o que parecia) mas se sentia uma mera expectadora do massacre.

 Sentada em um espaço vazio e frio ela encarava aquelas sensações com total perplexidade enquanto via flashs antigos que nunca fizeram parte de sua vida, ao menos não dessa vida e sentia coisas de um passado que não era seu. A cabeça doia e ela suava frio.

Sentimentos carregado de amor, dor, ódio, e arrependimento. [Nome] tentava ver mais claramente a imagem dessas pessoas desconhecidas e estranhas e de um acontecimento que lhe enchia de medo, pesar, tristeza e raiva como quem tenta se lembrar de um sonho aleatório ao acordar; com muita concentração.

No meio daquilo tudo ela chegou a ter impressão de ter visto a si mesma segurando a mão de alguém em meio ao caus e fogo; isso a deixou ainda mais assustada, uma voz ecoava por todo o local escuro, ou seria pela sua cabeça? Ela não tinha certeza. 

Lhe mandavam se calar, ficar quieta, desaparecer logo. [Nome] chegou a se sentir prestes a enlouquecer com tantos sentimentos complicados e esmagadores vindo a tona todos de uma vez, ela quis desaparecer. Morrer.

A padeira se deixou ficar ali e esperou sem esperanças, então ela sentiu aquela mana imensa entrar em seu campo sensorial extensívo atrevidamente como sempre fazia e de uma forma violenta e forte, ela sentiu isso tão claramente como a luz do dia mesmo que a mana estivesse ainda bem longe. [Nome] se levantou assustada em um pulo. Ela ri sem graça e se achando idiota bate no próprio rosto procurando acordar e focar.

Isso era um sinal. Ele ainda estava lá, ele estava lutando então ela também tinha de lutar, aquela era a mana dele e ela nunca iria a confundir. Luck com certeza ficaria decepcionado com ela se desistisse assim tão fácil, e isso era que [Nome] menos queria no mundo.

A moça tentou se concentrar no meio daquela escuridão, ganhar espaço, gritar, usar magia mais tudo que ela conseguiu foi ganhar atenção de quem possuía seu corpo. Ela nem se quer sentiu ou percebeu quando se viu frente a frente com uma cópia de si mesma, era realmente muito parecida no entanto tinha uma pele estranhamente clara, olhos amarelados e cabelos esbranquiçados. A figura também tinham um olhar de espanto consigo, um que aos poucos foi suavizando, então ela deu um estranho sorriso e uma lagrima intrusa escorreu em sua bochecha palida.

[Nome] deu um passo para trás recuando a sua outra versão riu. Ela tinha orelhas pontudas.

A padeira olhou mais uma vez para o que estava acontecendo e foi propositalmente nocalteada.

A elfa olhava com curiosidade para a humana a contendo em baico de si, depois de longos segundos analisando finamente quebrou aquele silêncio pesado, dizendo curiosamente:

— Isso é interessante. — a sua frase foi vaga e [Nome] percebeu como suas vozes também soavam parecidas.

— O que? — a humana perguntou cheia de dúvidas. Todo o ódio que a sua copia de orelhas pontudas emanava havia simplesmente sumido.

— Essa mana. Você a reconhece bem, não é? — ela disse bem intuitiva e a humana jovem estreitou os olhos decidindo não dar a informação, temendo por Luck, ela não sabia qual era a situação.

— Isso não importa pra você.

— Não seja rude. — a elfa riu.

[Nome] se sentia mais consciente de tudo a sua volta, era como se aquela cópia, quem ela assumiu que estivesse a controlando houvesse apenas lhe concedido isso. Não mais sendo sufocada [Nome] teve a total visão de seu corpo caido e machucado se levantando de uma vez e saindo em direção a onde ela tanto queria chegar com forte e quente bater de asas de um feitiço aparentemente seu, mas o qual ela nunca se lembrou de ter apreendido. Ainda assim, mesmo consciente e livre ela não conseguiu ter controle sobre si.

[Nome] podia ver o que acontecia porém não compreendia. A elfa acabou parando por perto de um conflito que acontecia no mundo real e dentro do que a padeira assumiu ser sua própria mente ela se pegou lado a lado com aquela outra eu, sentada agora em baixo de uma árvore sob a grama e envolta por algumas flores, um belo lugar no meio da escuridão. 

Tudo enquanto as duas observavam uma luta furiosa acontecer a metros dali.

[Nome] não entendia, Luck estava lutando contra os próprio companheiros de esquadrão (os quais ela reconheceu pelo manto) se bem que agora mais de perto ela sentia que aquela não era a mana dele, não de verdade. A dele estava encoberta sendo sufocada e soterrada por uma energia poderosa e muito similar. Ela só percebia isso graças a sua maravilhosa sensibilidade. O que infernos era aquilo? - ela pensou.

— Aquilo é Rufel e não, e não, você não pode para-lo. — a elfa pareçeu ler seus pensamentos ao responder-la acertiva, era quase o que ela queria saber. 

— Assim como o seu corpo é meu, o corpo do seu amigo já é dele. — a frase a encheu ainda mais de dúvidas, eles estavam sendo possuídos ou algo similar? Esse tipo de magia não era proibido? Quem havia realizado? Isso estava relacionado ao grupo terrorista que vinha atacado o reino? Possivelmente. Mais uma vez ela temeu por Luck, ele havia se enfiado naquela covil horas atrás.

— Sim, você acertou. — a elfa fez aquilo de ler pensamentos mais uma vez. — Quando tudo acabar nem você nem seu amigo vão existir. — seu tom foi quase pesaroso.

— O que… o que você quer dizer com deixar de existir? — [Nome] começou com um sussuro e logo estava vociferando alterada; estava parada, sentada no chão de longe observando impotente os outros combateram contra seu amado companheiro possuído sem fazer nada para para-lo.

— Você sente que não pode contra essa magia... por que você quer tanto ir pra lá? — a elfa abraçou os joelhos ainda curiosa.

— Não é da sua conta! — a padeira brigou com sua cópia que não havia ficado tempo suficiente no forno. Se ela podia saber seus pensamentos por que perguntar tanta baboseira?

— Eu receio que seja. — ela respodeu claramente rescostando a cabeça na árvore. — Você quer trazer seu amigo de volta. Eu sinto isso. Mas se você chegar a fazer isso o meu vai ter de ir embora, e eu não posso aceitar isso. Esperei séculos para poder reencontrar com Rufel, nos prometemos isso um ao outro a anos atrás... — explicou. [Nome] teve contato com as memorias da elfa, tinha suspeitas de que havia visto essa pessoa em algum momento e se sentiu triste derrepente.

Um pouco egoista também por colocar suas vontades acima de alguem que já havia sofrido tantas coisas ruins. Ela se sentiu um pouco podre, o sentimento so durou até que a jovem se lembrasse de como já havia se deixado por baixo de vontades alheias tantas vezes; ela merecia a própria felicidade, e não podia entrega-la tão facilmente mesmo que isso fosse egoísmo. 

Tinha pouco menos de um ano que ela havia conhecido Luck e sido realmente alegre e feliz de verdade pela primeira vez em anos, era até estranho pensar em como essa felicidade e completude habia chegando de maneira inesperada; Luck também estava muito melhor do que quanto ela o havia conhecido, não era mais aquele cara quebrado e meio distorcido, de alguma forma os dois juntos tinham se concertado e ajudado um ao outro a tapar seus buracos na alma. A padeira sentia que não podia abrir mão de tudo o que fora conquistado.

— Eu não posso perder o Luck agora. Eu acabei de conhecê-lo de verdade. — a humana se opôs em resistência; num ataque de fúria [Nome] se descontrolou partindo para cima da elfa, a imobilizado no vazio colocando seu corpo sob o dela prendendo seus quadris e braços.

O ser branco encarava o olhar desesperado da humana antônima, uma lagrima acompanhada foi derramada quente sobre sua bochecha pálida. Externamente a elfa que estava no espaço real sentiu os fluídos sentimentais e quentes, cheios de amor se derramarem sobre as suas bochechas.

Lá, no espaço escuro a elfa surpreendeu a humana com um sorriso, sorriu de verdade, feliz. Algumas lágrimas também rolaram em sua face mais uma vez e por fora, o corpo ocupado por duas almas intensas e cheias de sentimentos chorou de soluçar com um sorriso sincerro nos labios. 

Com conformidade a elfa perguntou:

— Vem cá, ele ainda é um idiota? — sem entender muito bem o que estava acontecendo [Nome] deixou seus lábios esbolsar um pequeno sorriso também, ela sabia que aquela elfa a entendia, de alguma forma era como se elas compatilhassem algo. Talvez um passado distante ou um amor, elas se conheciam e sabiam disso.

— É, ele é um idiota bem grande mais também é perfeito pra min. Eu o quero muito bem. — [Nome] admitiu se lembrando de uma das muitas vezes que Luck havia se destruído em uma luta suicida apenas por diversão e havia quase a matado de preocupações. — Agora o que você quer dizer com isso?… — a humana se levantou dando espaço para sua outra eu se sentar.

— Meu amigo está naquele corpo. — ela apontou para Luck e levou a mão até o peito olhando para a humana. — Rufel… ele… ele é alguém muito importante pra min, eu o amo de todo o coração, tanto que não me importo com toda essa situação, eu apenas despertei na esperança de ficar ao seu lado por mais algum tempo. Só que muitas coisas aconteceram enquanto eu e ele não estavamos aqui… bem… se a mana decidiu que mesmo depois de quinhentos anos e certo que ainda devemos estar juntos eu posso descansar em paz, nosso amor senore esteve vivo, é nisso que eu acredito. A mana sempre sabe o que faz. Nossa mãe é amorosa e complacente.

[Nome] olhava para elfa em totatal estado de confusão, e essa apenas riu do grau de distúrbio da humana, ela não ela veloz o suficiente para acompanhar toda a conversa astaral sobre o ciclo de reencarnação natural, do poder de duas almas ligadas pela energia de sua mãe e da própria e esplendorosa mana, no entanto ainda assim tinha uma grande força de vontade consigo.

— Não se preocupe tanto... Eu... Você me convenceu agora Eu quero te ajudar. — a elfa elaçou seus dedos aos da humana, ela ja havia tomado a sua decisão.

— Aquela pessoa que controla o seu amigo é muito preciosa pra min, nós conseguimos ter ótimos momentos juntos, eu queria apenas que eles pudessem ter durado mais. Queria tanto que acho que não consigo tirar isso de você, nosso momento já se foi e o de vocês esta longe de acabar. Descuple pelo incômodo.

— Agora... — a versão da padeira que tinha orelhas pontudas e pele clara ligou sua testa na dela, então assim a humana se vou diante de uma confortável luz cegante. — Vamos lá! Mas antes você precisa de força para protege-lo. — o corpo sentado finalmente se moveu, a saia da mulher com duas consciências balançava loucamente com o vento e a última coisa que ela viu foi um raio cortando os ceus escuros atingindo Rufel em cheio e cegando todos ao redor fom sua claridade maciça.

『••♧••』

Derrepente surpreendendo aos touros negros mais uma presensa mágica assombrosas entrou no campo de batalha, até poucos instantes atrás sua presença estava camuflada e suprimida mais agora ela com sua presença cheia de magia  esmagava a presença doa humanos enquanto em silêncio analisava toda a situação; ela era como um anjo sujo, suas asas mágicas feitas de cera batiam com força a mantendo acima do chão enquanto seu vestido corria com o vento furioso.

O elfo possuindo o corpo de Luck arregalou seus olhos e sorriu esquecendo de tudo, gritando com a voz embargada o nome da mulher, ele estava tão emocionado que queria correr até sua companheira e ficar em seus braços aproveitando toda sua essência mais uma vez. Restaurar e renovar por mais vários anos o trato dos dois amantes de vidas. Rufel deixou por alguns segundos esses sentimentos camuflarem o grande ódio de seu coração e por isso vacilou.

— Ferrou, merda. Outro elfo... — Magna cuspiu temeroso dando um passo para a trás.

— Oe o que você pensa está fazendo, Lufuru idiota? — a elfa híbrida gritou em plenos pulmões nada contente. Depois de séculos separados a primeira coisa que ele procurava fazer era destruir e matar humanos? Idiota... 

Não demorou muito para que ambos começassem a discutir e lutar a elfa conseguia muito bem estar a altura da magia  de luz e vento extremamente rápida de Rufel, ainda que só utilizasse magia de defesa pois a alma da humana inconscientemente estava a impedindo de utilizar magia ofensiva por puro medo de machucar o corpo de seu companheiro Luck. 

Rufel podia ser rápido mas se ela o acertasse com um feitiço para imobilizar ele estaria perdido e tudo o que lhe restaria era escutar tudo o que ela tinha a dizer para convencê-lo. 

— Eles estão… brigando?

— Você não entende, não é? — Rufel perguntou incrédulo com a voz alterada, ele havia se deixado capturar por ela. A elfa o prendia de cabeça para baixo com sua magia prendendo seus membros com cera mole e quente; o rapaz loiro estava com os olhos no mesmo nivel dos seus, aqueles olhos azuis eram mesmo bonitos e remetiam aos do seu amor, no entanto aquele homem era outra pessoa.

— Você que não entendee, Ru… você tem de devolver esse cara para as pessoas que são preciosas pra ele! A menina do meu corpo... Ela... Ela quer esse garoto de volta pra ela e eu decidi que vou ajudar então por favor... apenas confie no meu julgamento. — a elfa suplicou chorosa. Ela fechou seus olhos jogando a mascara de desaprovação do olhar expondo a sua infelicidade, aquele não era Rufel. Não podia ser.

— Não podemos dizer que eu não tentei. — ela falou para si mesma com certa tristeza, aquela mágica proibida havia corrompido as almas de todos aqueles que eram preciosos para si?

— Você está deixando que esses humanos te manipulam mais uma vez e pede que eu entenda?! Você deixou essas relações humanas patéticas superaram a magia de reencarnação, eu nunca pensei em algo assim vindo de você, eu achei que com a gente seria diferente, isso é dececionante. — ele refutou descontente explodindo todo o seu poder ofensivo para se livrar da resistente e agonizante prisão de cera. O ato inesperado fez a elfa soltar o aperto e perder a concentração.

— Mas é diferente com a gente! Como você não vê, Rufel?

Rufel então estava de pé a encarando sem muita expressão. A elfa aos poucos desceu, eles estavam a uma distância de aproximadamente quinze passos, grimorios abertos e prontos, no entanto ninguém atacou ou se moveu.

 Vanessa impediu Magna de interferir, os dois se encontravam observando com a guarda alta e tentando compreender a situação atentos ao risco que existia de serem atacados a qualquer momento.

— Você que me decepcionar por não entender. — a elfa deu um passo a frente levando as mãos ao peito e olhando firmemente para o outro elfo. 

— ...A mana ela nos deu outra chance com eles… você acha que isso tudo é coincidência? — em suas maos surgiram dois gomos de cera e ela os moldava juntando e separadando para no final os juntar e abraçar  a essa metafóra palpável.

Rufel não deu ouvidos e apenas atacou cego pela raiva.

 A elfa balançou a cabeça em negação e lutou ao lado dos humanos equilibrando o grupo dos dois ou ao menos tentando, a alma da humana como antes ainda interferira, não conseguia atacar e isso prejudicava as duas que não podiam fazer nada além de defender. 

Sem grandes ataques ofensivos Rufel pôde virar a situação muito facil ao seu favor; e mesmo assim os humanos ali estavam realmente dispostos a se arriscar, a elfa achou isso valoroso e apreciou tais laços humanos.

『••♧••』

— É verdade! — a padeira ajudou Vanessa a se levantar e a cobriu com um feitiço de cura corporal enquanto concordava com ela. — Luck é irritante e nunca paga pelo o que come pu se quer pede para isso mais mesmo assim ele e importante pra min! — ela declarou cheia de fé.

— Você vai devolve-lo!!

Quando o Rufel ergueu o caveleiro dos touros que lutava para recuperar seu companheiro possuído e falou que a alma do rela dono do corpo não existia mais a elfa sentiu-se desesperar, era a humana deixando-do se levar. Baixinho ela amaldiçoou sua companheira de corpo e pediu que ela se acalmasse de maneira grosseira, elas nao tinham tempo, a cada segundo as almas doa humanos eram mais e mais destruídas.

— Rufel… esse garoto ele ainda está aí ele está chorando! Ele está vendo, pare de força tudo isso e venha comigo. — a elfa pediu encarecidamente ainda apoiando Vanessa e estendendo uma das mãos.

— Ela… ela está certa! Eu… todos nós vamos recuperar o Luck de volta, agora que ele teve a chance de fazer laços bons com pessoas importante. Ele custou entender que existem pessoas que o amam de verdade pessoas com quem ele pode contar eu não vou deixar que tire isso dele! Não vou! — a alma humana interviu e discursou com intensidade temendo por Luck.

— Cala a boca humana! Traga ela de volta! — o elfo segurou a gola do vestido da humana a erguendo do chão, ele javia preso Magna com correntes elétricas e com uma velocidade absurda havia arrancando a híbrida do chão.

— Ela me deu o comando, está chateada com você. — a padeira disse com dificuldades tentando manter o olhar focado em Luck.

— Você vai devolve-la pra min. — ele exigiu cético e desaperado chacoalhando a mulher humana.

— Você que tem de devolver o corpo desse garoto, Rufel. — foi a vez da elfa brava e com o olhar estreito falar. Tão rápido quanto ela apareceu a humana tomou o comandando:

— Eu não sei o que aconteceu no passado… de alguma forma eu senti tudo, eu seu que foi horrível. Por todos os humano eu peço desculpas mas… Isso não resolve nada. Isso não leva a lugar algum. Apenas a mais ódio. — seu discurso não resultou em muita coisa, aquilo não etava adiantando, o elfo que possuia Luck iria mata-la, [Nome] com toda sua coragem olhou no fundo de seus olhos azuis e viu lágrimas escorrendo como não vira a muito tempo. A padeira apenas assentiu silenciosamente e tentou o tocar.

Nesse mesmo momento um outro cavaleiro apareceu,  sua magia era estranha e ele tambem era um touro negro. 

A partir dai mais uma luta começou e eles finalmente conseguiram cooperando juntos imobilizar o elfo, com a epada de magia demoniaca do cavaleiro que recentemente havia chegado e com seus proprios corpos. 

A híbrida elfa que ajudava os cavaleiros vendo que seu amado estava desnorteado confuso preso em suas correntes de ódio geradas pela reencarnação e que todos esses sentimentos estavam lhe submetendo a um suicídio em prol de um vingança fantasiosa se sentou no chão destruído e colocou a cabeça de Luck em sua colo, tocando-a em específicas regiões de pressão atuando com sua magia na tentativa de retardar ou parar totalmente aquela reação magica natural ao seu próprio desespero. 

Ela sentia-se impotente com medo de perde-lo e não tinha a minima ideia de como as coisas iriam se desenrolar, ambas as mulheres ocupando aquele corpo dependendo do rumo que as coisas tomassem podiam estar prestes a se auto destruír de uma forma ou de outra também.


Notas Finais


eu fiquei confusa com a parte do Mangá e a parte do anime porque tem uma divergência com o nome do elfo que possuía o Luck. Não sei pq o anime tá diferente do Mangá, eu comecei escrevendo com o nome do Mangá mas depois que eu vi o Episódio de hoje eu resolvi mudar porque eu achei ele Lufuru nome meio estranho e preferi Rufel. Sla gostei.

Desculpas pelos meus erros de grafia to morta de sono e sou sonsa.
Semana que vem tem a conclusão diaso e capítulo do langris❤❤


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