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História Club 57 - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olá! Está história é, em parte, baseada na telenovela "Club 57" criada por Catharina Ledoboer e adaptada por mim para o universo de Carrossel, já que, eu a achei bastante interessante.

Capítulo 1 - Chapter one


Após terminarem um trabalho de história que foi passado pelo professor Nicolas e ao qual as duas meninas passaram muito tempo pesquisando e fazendo, as amigas já se encontravam cansadas. 

Acompanhou a garota até a porta, enquanto tentava convencê-la a não ir embora, porém, aquilo estava sendo em vão, pois, ela teria que ir de qualquer forma.

— Tem certeza? Por que não dorme aqui, Verô? — Perguntou, falando o apelido da mesma, insistindo pela última vez e vendo a amiga negar em seguida. Não que não quisesse, mas, ela tinha um compromisso.  

— Amanhã meus pais não estarão em casa e temos aulas cedo... Mas, se quiser, sábado posso vir passar o dia aqui! Já estou indo, até mais, amiga! — A loira disse e se despediram uma da outra, enquanto sorriam. As duas se conheciam desde os seis anos, quando ambas foram estudar no colégio Mundial, uma das principais escolas da cidade e que há anos foi construída. 

Voltou para o quarto, já que eram dez e meia da noite. Observou pela última vez a caixa de mensagens e logo deixou o celular de lado, indo em direção ao banheiro e tomando um banho tanto quanto demorado. Em seguida, trocou sua roupa afim de deitar e dormir, o que, infelizmente não aconteceu. 

Após muito tempo de pequenos cochilos e pensamentos sobre diversas coisas que aconteceram mais cedo, retirou a coberta de seu corpo e observou os dois irmãos dormindo tranquilamente nas duas outras camas que haviam no quarto, que apesar de ser pequeno, davam para os três ficarem alí e mesmo que os pais prometessem uma reforma desde quando ela tinha doze anos, sabia que isto nunca aconteceria. 

Desceu as escadas tentando fazer o mínimo barulho possível, afim de observar mais de perto as diversas invenções de seu avô, mas, acabou não se dando conta de que o seu irmão mais velho estava atrás de si, pois os passos que a garota havia dado, tinham acordado ele. 

Seus pais saíram há uma reunião de negócios, deixando os mesmos sobre supervisão de Paulo por mais ou menos uma semana, já que, aquela era uma oportunidade de emprego que não poderiam perder de maneira alguma. Necessitavam de dinheiro e nada poderia passar naquela hora.  

— O que você faz aqui, Rubén? Imagina se o vovô nos pega colocando as mãos nas coisas dele! — Falou, tentando não parecer nenhum pouco trêmula, mas, possuía medo de que fôssem pegos. 

— Eu? Só vim até aqui porque você me acordou... — Falou, coçando os olhos e bocejando logo em seguida, olhando para o relógio e em seguida observando a chuva que caía do lado de fora — São duas e meia, Eva, está caindo o mundo lá fora e você quer ver as invenções de nosso avô? 

— Não é apenas isso, irmão. Tenho certeza que o toque de uma musiquinha ouvida hoje cedo por mim veio daqui! — Disse convencente, enquanto via o outro bater de leve em sua cabeça, totalmente incrédulo com o que a irmã dizia. 

— Por favor, deixe de coisa! Você tem uma imaginação e tanto... Sabia que você poderia ser escritora de ficção científica? Tenho um trabalho de biologia para depois de amanhã e se não conseguir dormir bem pelo menos três dias antes dessa apresentação, não sei o que faço, irei me ferrar! — Se sentou em uma das inúmeras poltronas velhas e empoeiradas do local, espirrando logo em seguida — Credo! Deviam limpar esse lugar com urgência... 

— Observe isto — Apontou para uma das inúmeras coisas velhas do local, típicas dos anos cinquenta e sessenta, sendo esta, uma televisão construída e possuía consigo diversos materiais recicláveis e que lhe era bastante interessante. 

— Um aparelho de tevê antiguissimo? — Perguntou, levantando do local, passando as mãos pelos cabelos negros, os quais estavam dessarumados e arqueando as sobrancelhas. 

A Guerra mais nova, tratou-se de liga-la, sintonizando a mesma com o seu celular, fazendo assim com que uma imagem em preto e branco fosse logo aparecendo, mostrando uma moça bem bonita e de cabelos loiros, dançando em volta de vários bailarinos e tocando a música que a mais nova ouvira algumas horas atrás...

— Essa é a música! — Diz, logo fazendo com que o outro chegasse mais próximo, ainda achando tudo aquilo uma baboseira total. — Foi o que ouvi!

— E o que tem de tão maravilhoso nesta coisa? — Ouviram uma trovoada e logo em seguida um raio atinge a antena do aparelho, que é ativada e acaba fazendo com que os dois desaparecessem dali.



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