História Club Pervert 3 temporada - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Ep. 2


Fanfic / Fanfiction Club Pervert 3 temporada - Capítulo 15 - Ep. 2

{Yuno Vans}

 Sinto uma enorme dor de cabeça, parece que a mesma ira explodir a qualquer momento. Dou um pulo da cama e fico de encontro com o chão. Olho em volta e noto que estou numa sala um pouco esverdeada. Estranho.

Olho ao redor da sala, nela tem a maca em qual estava deitada, tem alguns aparelhos que estavam grudados e cravados em minha pele e por ultimo uma poltrona branca ao lado da maca.

Bem, isso deveria ser um hospital, eu acho... Noto que ao lado da minha cama tem um relatório, deve ser o meu.

Pego o relatório e o verifico...

 

Xx Relatório xX

Nome da paciente: Yuno Vans.

Doenças: Nenhuma.

Visitas: Nenhuma a 6 meses.

Estado: Coma, mais está viva.

Tempo que esta no hospital: 10 anos.

 

Assusto-me com o tempo em que fiquei adormecida, dez anos desligada do mundo. Agora me pergunto por que ninguém veio me visitar em 6 meses? Será que desistiram de mim? 

Como será que está todo mundo... Olho-me para mim e noto que estou com a roupa branca de hospital, notei que ela está um pouco rasgada, mas ainda é uma roupa.

Tento me lembrar do que aconteceu... Sim eu troquei de vida com a Eeni, será que ela ainda está viva?

Bem, isso eu mesma saberei. Alevanto-me do chão no qual estava caída e limpo minha roupa. Tento caminhar até a porta, mas no caminho eu perco o equilíbrio e caio novamente no chão.

Yuno: Merda! – Digo e tento novamente me alevantar.

Consigo me encontrar de pé novamente. Olho para os lados e no canto da sala vejo o tal demônio que me acordou a primeira vez... O tal de Onuy.

Yuno: Posso lhe chamar de X6? – Pergunto amigavelmente.

Onuy: Tanto faz. – Diz pouco ligando para mim.

Yuno: Que bom X6. – Digo e vou até a porta.

Tropecei novamente, mas continuei firme. Consigo sair daquela sala estranha, noto que o hospital inteiro está vazio. O que será que aconteceu?

Começo a caminhar pelos enormes corredores, alguns tinham sangue no chão, mas não liguei e continuei caminhando. Chegava a ser assustador, somente eu num hospital que parecia vazio.

 Sinto uma enorme dor na cabeça e quase tombo no chão. Vou até a recepção do hospital e me assusto com a bagunça que aquele local estava.

Tinha até alguns corpos de humanos atirados no chão. Conferi para ver se estavam vivos, mas nenhum estava. Quase choro de pavor daquele lugar.

Continuo meu caminho solitário, somente com um demônio me seguindo pelas sombras. Vou para fora do hospital e quase me matado abrindo a grande porta de ferro que havia ali.

Yuno: ... – As palavras não saiam da minha boca.

A cidade estava incrivelmente idêntica a antes, não havia mudado nada. Estava pensando em voltar para a casa de minhas irmãs, mas primeiro terei que dar um jeito de arrumar roupas novas.

Olho ao redor e noto que tem uma loja bem estranha e velha na esquina da onde eu estou. Vou rapidamente até a loja e entro na mesma. A loja em si era linda, toda detalhada com objetos antigos. Vejo que no fundo da sala tem uma senhora bem velinha, vou até ela.

Yuno: Colinçensa? – Digo com a voz um pouco falha, ela me olha assustada.

Yuno: Minha senhora, não teria algumas roupas para me dar? E que eu acabei de sair do hospital e não tenho roupas? – Digo sincera. Não iria mentir.

Senhora: Sim, eu tenho algumas roupas velhas de minha filha. E pode me chamar de Day. – Diz e entra rapidamente para a loja.

Eu somente me sendo no chão ao lado do balcão e ali eu fico esperando. Depois de uns minutos a senhora Day chega e me entrega uma calça de moletom, uma blusa, casaco e uma botinha todos eram camuflados do exercito.

Yuno: Muito obrigada minha senhora! Eu posso me vestir ali? – Pergunto apontando para um pequeno banheiro que havia no local.

Day: Claro que pode minha filha. – Diz sorrindo e me ajuda a alevantar-me.

Vou até o pequeno banheiro e ali troco minhas roupas. As roupas que a dona Day me deu, serviram perfeitamente em mim e eu fiquei bastante estilosa com essas roupas.

Olho-me no enorme espelho que tinha no banheiro e vejo que meu cabelo está grande e eu estou quase desconhecida. Não pareço mais àquela garota que vivia colorindo o cabelo para parecer um arco-íris.

Saio do banheiro e encontro a dona Day com duas canecas de café, ela me entrega uma e se senta no banco que tinha e eu faço o mesmo.

Day: Qual seu nome querida? – Pergunta me olhando curiosa e com um pouco de pena.

Yuno: Meu nome é Yuno senhora. – Respondo e tomo um gole do meu delicioso café.

Day: Lindo nome! Qual é sua raça? – Pergunta tomando um gole do seu café.

Quase me engasgo com o meu café e a olho curiosa e bastante surpresa.

Yuno: Como assim raça? – Pergunto a fazendo me olhar estranho.

Day: Minha filha você não sabe? Toda a cidade sabe! – Diz segurando minha mão.

Yuno: Dona Day, eu fiquei em coma no hospital por 10 anos e somente agora eu acordei. – Digo um pouco chateada.

Day: Meu deus minha filha... Você tem sorte de sobreviver dentro daquele hospital.  – Diz suspirando aliviada.

Depois de muita conversa, notei que estava caindo um temporal.

Yuno: Que merda! – Praguejo e vejo outro trovão brilhar no céu.

Day: Minha querida... Se quiser pode passar a noite aqui... Não é bom ficar na rua essa hora da noite, ainda mais chovendo. – Diz fazendo carinho nas minhas costas.

Yuno: Eu aceito sim dona day... – Falo e a vejo montar minha cama.

Day: Quer que eu fique aqui com você? – Pergunta carinhosa.

Yuno: Não se preocupe dona day! Pode descansar tranqüila. – Digo e me deito em minha cama.

Day: Boa Noite querida! – Diz me dando um beijo na testa.

Yuno: Boa noite mãe... Desculpe-me... – Digo um pouco corada.

Day: Pode me chamar de mãe querida! – Diz e me arruma na cama.

Logo a senhora Day vai para seu quarto. Nossa eu perdi muita coisa mesmo... Eu não sabia dessa coisa de bomba nuclear e agora todos os humanos têm poderes e são de alguma raça.

A dona Day disse que ela é uma fada e sentiu muito afeto por mim quando me viu. Ela falou que se der amanhã ela iria descobrir minha raça.

Será que minhas irmãs também são de alguma raça... Como será que estão meus pequenos? Será que a Sthepany cumpriu sua promessa?

Eu acho que não irei de cara para a casa das minhas irmãs... Se elas não sentiram minha falta nesses 6 meses, eu irei ficar um tempo fora do ar...

Eu pedirei para a dona Day me esconder na sua casa e me ajudar a treinar meus poderes, se eu os tiver é claro.

Bem... Depois de pensar tanto, chegou a me dar um soninho tão bom... Pego rapidamente no sono...

Pois como eu sempre digo...

Amanhã será um longo dia...


Notas Finais


Feito por quem nada mais, nada menos: @CyborgX6


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