História Clube dos Cavalheiros - Capítulo 9


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Categorias Alex Pettyfer, Cameron Dallas, Cody Christian, Harry Styles, Iwan Rheon, Justin Bieber, Tyler Posey
Personagens Alex Pettyfer, Cameron Dallas, Cody Christian, Harry Styles, Iwan Rheon, Justin Bieber, Personagens Originais, Tyler Posey
Tags Alex Pettyfer, Cameron Dallas, Cody Christian, Dramas, Harry Styles, Intrigas, Iwan Rheon, Justin Bieber, Paixões, Republicas, Segredos, Tyler Posey
Visualizações 33
Palavras 3.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só quem trouxe o capítulo no tempo certo dessa vez, haha
Não vou falar muito já que esse capítulo tem uma das revelações mais esperadas u.u
Boa leitura e desculpem os erros caso tenha, até as notas finais.

Capítulo 9 - Capítulo 9 - Ajuda


Fanfic / Fanfiction Clube dos Cavalheiros - Capítulo 9 - Capítulo 9 - Ajuda

 

 

“E quando pensei que iria cair

Você estava ali pra me estender a mão”.

 

Joana

Acordei com alguns raios de sol que atravessavam a cortina do quarto, tentei me mexer na cama, mas senti braços que rodeavam minha cintura e me prendiam na cama, então me lembrei de que estava na casa de Alex, em seu quarto para ser mais específica. Consegui olhá-lo e vi sua expressão serena, os cabelos loiros meio encaracolados lhe faziam ainda mais parecido com um anjo. Não consegui conter minha mão e toquei seu rosto, macio.

- Pensei que tivesse sonhado. – sua voz estava rouca por ter acabado de acordar, Alex ainda mantinha os olhos fechados.

- Se for sonho ele é bem real.

Pettyfer abriu seus olhos que pareciam ainda mais verdes e eu apenas sorrio com aquela bela visão que estava tendo pela manhã.

- Por que está sorrindo?

- Estou apenas admirando sua beleza matinal.

- Assim eu fico tímido.

- Você nunca foi tímido Alex.

- Claro que sim. – finge uma cara de indignação. – Vamos tomar café da manhã.

- Acho que já deve ser hora do almoço.

- Então vamos almoçar.


Após almoçarmos, eu decidi ir para a república já que havia passado a noite toda fora. Enquanto eu penteava meu cabelo, Alex beijava meu pescoço.

- Assim fica difícil terminar de pentear meus cabelos.

- Eu sei.

- Você não toma jeito.

- E como a gente fica agora? – perguntou massageando meus ombros.

- Eu vou contar para as meninas, não consigo esconder nada delas. – o olho e seguro sua mão. – Mas podemos ficar como quisermos Alex. Eu só não quero mais ficar longe de você.

- Joana, eu amo você. Os meninos talvez não aceitem muito bem, mas eu só quero ficar ao seu lado, só isso.

- O Dallas você quer dizer. – Alex faz uma careta e eu apenas sorrio. – Amo você Pettyfer.

Nos beijamos mais uma vez e eu o abraço apertado, não me importava a reação das meninas eu ficaria com Alex, nem que fosse só eu e ele contra o mundo.

Já em casa e aproveitando que estávamos todas na sala assistindo a um filme, decidi contar logo a elas.

- Meninas tem algo que eu gostaria de falar. – elas me olharam e Mag pausou o filme. – Eu não estou mais namorando o Damon, eu percebi que gosto muito de outra pessoa e vi que não valeria a pena insistir em algo tão oposto.

- O que ele fez? – Helena perguntou. – Eu conheço você sei que não foi só por isso.

- É uma história longa e complicada, eu só realmente percebi que nós dois somos muito diferentes. Vocês sabem o que eu quero pra mim e de alguma forma não era o Damon, nunca foi ele.

- Nós entendemos Joana, mas diz quem é esse cara que você está caidinha por ele. – Kira falou sorrindo.

- Alex.

- Pettyfer? – Mag perguntou.

- Sim. – respondi.

- Oh meu Deus. Desde quando? – Helena perguntou.

- Desde que entramos na universidade, nós tivemos um rolo só que com aquele acontecimento eu achei melhor não continuar. – as olhei. – Ontem o encontrei por acaso na praia e acabamos nos entendendo. E eu tinha que contar a vocês, não poderia esconder isso, me desculpem.

- Não peça desculpas. – Kira sorriu. – Não se desiste de quem ama Joana, se for recíproco ai que você deve insistir mesmo.

- Eu sei. Então vocês não são contra ao meu relacionamento com ele?

- Claro que não. Que tipo de amigas seríamos se não a apoiássemos? – Helena falou. – Agora é bom ele andar na linha ou então ele vai se arrepender amargamente de te machucar.

- Eu amo vocês. – falei as abraçando.

- Nós também te amamos. – falaram todas juntas e após isso voltamos a assistir nosso filme, então percebi que estávamos mais unidas ainda. E que isso era muito bom, afinal, se algo acontecesse precisávamos estar sempre juntas.

 

Harry

- Cody eu preciso falar com você.

Falei assim que o acompanhei em um dos corredores do campus, Cody tinha o costume de andar muito rápido. Eu estava com os nervos à flor da pele, eu precisava conversar com ele.

- Que susto Harry. – me olhou preocupado. – O que aconteceu?

- Vamos conversar na biblioteca?

- Ok.

Andamos até a biblioteca e dessa vez era eu que ia quase correndo. Ao chegarmos fomos até o final da biblioteca e nos sentamos no chão, não havia quase ninguém ali mais olhei em volta para ter certeza de que ninguém ouviria nossa conversa.

- Acho que aqui está bom.

- Styles você não matou ninguém não é?

- O quê? Claro que não.

- E por que está agindo assim?

- Assim como?

- Como se estivesse escondendo alguma coisa.

- Não estou.

- Está sim e é isso que quer me contar. – bufei. – Desembucha.

- Tudo bem. – encarei Cody. – Eu estou enlouquecendo.

- O quê?

- Isso mesmo. Estou ficando louco.

- Mas Harry, por que você acha que está enlouquecendo?

- Por causa dela.

- Dela?

- Sim. – suspirei. – Cecília.

- Ah. – o cretino sorriu. – Sério?

- Você vai ficar sorrindo de mim? Eu que pergunto sério Cody?

- Ok, calma. Eu só não entendo o porquê disso.

- Eu estou apaixonado por ela Cody. É por isso.

- Wow. – Christian me encarou sério. – Você tem certeza disso?

- Sim. É a única certeza de que tenho pela primeira vez em minha vida.

- Oh meu Deus. Eu nem sei o que dizer Harry.

- Porque não tem o que dizer. Eu preciso dela, com ela eu consigo ser somente o Harry.

- Eu nunca pensei que esse dia chegaria.

- Nem eu. O que eu faço?

- Conta pra ela ué.

- Como assim contar?

- Falar pra ela que você está apaixonado Harry.

- Mas...

- Não esconda isso. A pior coisa que você pode fazer é guardar seus sentimentos.

- E se ela me rejeitar?

- Espera aí, Harry Styles inseguro? – revirei os olhos. – Ela deve sentir algo por você Harry, se não ela nem estaria saindo com você.

- Você acha?

- Eu posso perguntar e...

- Oh não, melhor não.

- Tudo bem. – deu de ombros.

- Então devo contar que estou apaixonado por ela?

- Deve.

- Eu não sei como fazer isso Cody.

- Apenas fale.

- Ok. Obrigado mais uma vez por me ouvir.

- Disponha Styles. Agora preciso ir, tenho um trabalho pra apresentar.

- Boa sorte.

- Valeu.

Cody saiu da biblioteca me deixando sozinho naquele corredor com meus próprios pensamentos e sentimentos confusos. Pouco tempo depois também deixei a biblioteca e fui para minha última aula antes do almoço.

No almoço como todos os dias, nossa mesa estava cheia de gente que queria ter um pouco de popularidade, Dallas e Pettyfer eram os únicos que possuíam um sorriso no rosto, enquanto eu, Bieber e Posey estávamos com uma cara emburrada. Cody estava na mesa com as Athenas e vi Cecília de longe ela conversava animada com as meninas e Christian, então me lembrei do que ele havia me dito, eu tinha que contar a ela.

- Você vai não é Styles? Eu nunca gostei daquela festa. – Bieber perguntou.

- Que festa? – perguntei já que estava perdido.

- No mundo da lua? – Dallas sorriu irônico e eu revirei os olhos. – A festa que acontece todos os anos Harry, a que nossas famílias sempre tem que estar lá.

- Nem estava me lembrando disso.

- Espero que o cardápio esse ano esteja variado. – Posey falou.

- Eu acho que vai ser legal. – Alex sorriu o que fez que nós o olhássemos. – O que foi?

- Você está muito feliz hoje sabia? Logo uma segunda-feira. – Cameron o olhou desconfiado.

- Não posso Dallas?

- Opa, eu me rendo.

Dallas falou levantando as mãos o que nos fez sorrir, mas Tyler deu um pequeno sorriso. Logo Rafaela puxou conversa e eu voltei a comer, mas observando Tyler, quando terminamos deixei o refeitório ao lado dele, eu queria saber o que estava acontecendo afinal.

- Aconteceu alguma coisa?

- Por que a pergunta Styles?

- Qual é Posey? Acha que não te conheço?

- Não é nada demais. – falou dando um suspiro. – Apenas problema de família.

- Cara você sabe que se precisar de qualquer coisa estamos aqui não é? – coloquei a mão em seu ombro.

- Eu sei Styles, obrigado.

Sorrio para ele e quando nos viramos para continuar andando, Helena entra no corredor e para, ela nos encara fria e passa por nós como se nem estivéssemos ali.

- Uau, quanta frieza.

- Melhor eu ir, tenho que ir na empresa.

- Vai lá.

- Até mais.

- Tchau.

Estranho. Muito estranho. Saio do prédio e ando até meu carro e o dirijo até a república, eu precisava colocar a cabeça no lugar.

 

Cecília

Era sábado novamente e as meninas haviam ido para uma festa com suas famílias e eu estava sozinha na república, mas logo tive que sair para fazer um trabalho no apartamento de Paola que morava em um subúrbio próximo a estação ferroviária. Enquanto fazíamos o trabalho que seria somente para o mês seguinte, mas quisemos logo adiantá-lo, conversávamos sobre algumas coisas aleatórias.

Quando enfim terminamos o trabalho que vale metade da nossa nota, e precisava ir para a parada de ônibus, a chuva caía há algumas horas e ainda não havia parado. Me despedi de Paola e saí do seu apartamento e andei até a parada que não ficava muito longe do prédio dela, não havia ninguém na rua estava tudo deserto. Já na parada esperei pelo ônibus e me abracei já que estava muito frio, e eu como sempre havia me esquecido de trazer o casaco, foi quando de relance vi um homem estranho na esquina me encarando. “Calma Ceci, não é nada demais é só um homem desconhecido”. Eu tentava convencer meu cérebro que não havia perigo nenhum, mas o meu medo predominava a minha razão e o pânico já me dominava. O tal homem começou a andar devagar em minha direção com as mãos no casaco surrado, e eu fiz a única coisa que passava pela minha cabeça correr. Corri pelas ruas sem ao menos olhar para trás e quando senti meu corpo pesar por causa da chuva e pelo cansaço, decidi parar em um esconderijo que se resumia atrás de uma lixeira que ficava abaixo de uma varanda de um bar, supus. Peguei meu celular e disquei o número de Mag.

“O telefone encontra-se desligado ou fora da área de cobertura.”

- Ah vamos lá, por favor.

Eu já chorava enquanto discava os números de Helena, Joana, Kira, Wendy e Cody. Mas todos davam a mesma mensagem com a voz da mulher que parecia zombar de mim. Olhei o contato de Harry e decidi ligar para ele também e pediria para que ele avisasse as meninas já que estavam todos na mesma festa. A ligação chamou me dando um pouco de esperanças que logo foram destruídas quando a ligação caiu na caixa de mensagens.

“Oi aqui é o Styles, no momento devo estar ocupado ou talvez só não queira atender, deixe sua mensagem após o sinal.”

Não isso não podia está acontecendo comigo. O desespero já me dominava e não havia ninguém para me ajudar, olhei para os lados e percebi que não conhecia nada naquele bairro.

- Harry eu estou perdida, eu... Por favor. Me liga assim que ouvir essa mensagem, por favor.

Uma lágrima caiu bem na tela do meu celular e percebi então que havia caído bem no contato de Iwam, eu ainda tinha uma chance afinal. Disquei o número e chamou uma, duas, três, quatro e na quinta vez ouvi sua voz grogue de sono de Rheon.

- Oi?

- Iwam. – minha voz saiu desesperada. – Você pode me ajudar?

- Cecília. O que aconteceu?

- Eu me perdi, eu... Tinha um cara estranho e acho que ele estava me seguindo e eu corri, eu... Eu não sei onde estou.

- Calma, respira fundo. – tentei fazer o que ele havia pedido. – Onde você estava antes de se perder?

- No apartamento de Paola.

- No subúrbio ferroviário?

- Sim. Eu estou com medo Iwam e se ele me achar... – comecei a chorar.

- Ele não vai. Procura um ponto de referência de onde você está.

- Tem uma drogaria.

- O nome dela, consegue ver?

- Phoenix.

- Ok, eu já estou indo. Não saía daí.

- Não vou.

Uns quinze minutos se passaram que para mim foram os mais longos da minha vida, quando finalmente vi o carro de Rheon parar na rua em que eu estava escondida, ele logo saiu do carro eu corri até ele o abraçando que logo retribuiu.

- Calma. Estou aqui já.

- Me tira daqui, por favor.

- Claro, vem.

Entrei no carro e após Rheon colocar o seu casaco sobre meus ombros, ele dirigiu pelas ruas daquele bairro me levando até o seu apartamento. Após entrarmos eu fiquei parada na sala, estava toda molhada e havia molhado não só ele como sua enorme sala.

- Desculpa por ter te acordado e te molhado ainda por cima.

- Não se desculpe por isso Ceci. – sorriu. – Fez bem em ter me ligado. Vou pegar uma toalha pra você.

Iwam sumiu pelo corredor e não demorou muito a voltar com uma toalha limpa e uma muda de roupa.

- Obrigada.

- Pode usar o banheiro do meu quarto, o de hóspedes está sem água quente. Vou preparar algo quente para comermos, fique à vontade Ceci.

Sorrio o agradecendo e sigo pelo corredor entrando na suíte de Rheon e vou direto para o banheiro, deixando minha mochila em cima da pia, já no box ligo a água quente e deixo que ela me acalme, talvez meu pânico tenha sido exagerado. Após o banho me enxugo com a tolha limpa que cheirava a lavanda e visto a camiseta que Iwam havia me entregado, como ia até os joelhos acabei não vestindo a calça, peguei minha mochila e retirei uma nécessaire que continha peças íntimas para emergências e vesti uma. Após pentear meus cabelos saí do banheiro e só então reparei no quarto dele.

Era um quarto grande as paredes eram pintadas com cores vivas, em uma das estantes do quarto havia vários porta-retratos um deles com os meninos, outro com um homem e uma mulher que supus serem seus pais, e em outro que possuía a palavra irmão em letras maiúsculas e azuis, Iwam estava ao lado de um garoto igual a ele. Rheon tinha um irmão gêmeo?

- Ceci já terminou?

- Ah sim, desculpe acabei olhando suas fotos.

- Tudo bem, a sopa está pronta.

Deixo o quarto atrás de Iwam e nos dirigimos até a cozinha do apartamento, e após me sentar ele serviu um pouco de sopa para nós dois e se sentou.

- Obrigada mais uma vez. Se não fosse por você eu ainda estaria perdida ou sei lá.

- Isso agora é passado. – apertou minha mão que estava em cima da mesa. – Apenas coma, se sentirá melhor, prometo.

Sorrio e acabo por fim experimentando um pouco daquela sopa que estava deliciosa e só então percebi o quanto estava com fome.

- Não sabia que cozinhava.

- Eu tenho meus segredos.

- Assim como esse apartamento.

- Meus pais me deram quando entrei em Harvard. Venho às vezes limpar ou estudar quando a república está muito cheia.

- Às vezes precisamos de um pouco de paz.

- Sim.

Após terminar de comer e de lavar a louça, com muita insistência da minha parte, nos sentamos nos enormes sofás que havia naquela sala. E eu comecei a pensar na foto de Iwam com aquele garoto idêntico a ele.

- Se eu te perguntar algo você não fica chateado?

- Claro que não.

- Eu vi uma foto sua com um garoto igual a você, é seu irmão gêmeo não é?

- Sim. Ian.

- Ele estuda em outra cidade?

- Não, ele apenas faz um curso de administração pela internet e cuida da empresa com meu pai.

- Mas por quê?

- É uma longa história. – sorriu melancólico.

- Oh desculpe, estou me intrometendo na sua vida.

- Na verdade tudo bem. Faz tanto tempo que não falo sobre isso.

- Sobre o quê?

- O motivo de Ian não estudar mais em Harvard é também o motivo no qual nossas repúblicas são rivais.

- Deve ter sido algo bem sério.

- E foi. – Iwam pareceu se perder em pensamentos. – Ian namorava Elinor Litt desde que os dois começaram o colegial.

- Elinor?

- Melhor amiga de Helena e Kira. Os dois eram apaixonados desde que nos conhecemos em uma festa onde todas as famílias mais importantes de Boston estavam. Pode parecer mentira, mas nós todos éramos ótimos amigos e tudo isso mudou em nosso primeiro mês já na universidade.

- O que aconteceu?

- Alguns boatos começaram a surgir sobre Ian, dizendo que ele andava se encontrando com outras garotas, mas Elinor confiava muito em meu irmão que não acreditou em nenhum deles. – suspirou e olhou para a varanda. – Mas um vídeo de Ian com uma garota na cama apareceu, e se espalhou como fogo em palha seca. Elinor ficou devastada e isso culminou no término dos dois. Pouco tempo depois ela descobriu que estava grávida, de gêmeos e decidiu deixar a universidade pra depois, as meninas já não estavam mais tão próximas de nós já que tentávamos fazer com que Ian não tinha nada a ver com aquilo.

- Deve ter sido um período conturbado.

- E não chegou nem na metade. – sorriu e me encarou, em seus olhos havia tristeza. – Ninguém sabe direito o que aconteceu, mas quando Elinor estava no oitavo mês da gestação houve um engavetamento enorme e ela estava sozinha no carro em quilômetros de engarrafamento. Ela acabou tendo os bebês no local e quando enfim levaram ela para o hospital os bebês não foram com ela.

- Como assim?

- Ninguém sabe, eles não foram levados com ela e começou uma enorme busca por eles, para saber onde eles estavam só que eles simplesmente... Sumiram. Até hoje ninguém sabe o que realmente aconteceu, Elinor não soube dizer, pois desmaiou assim que deu a luz.

- Isso foi cruel, alguém deve ter sequestrado os bebês.

- A polícia supôs que sim. Elinor entrou em depressão e pouco tempo depois ela se suicidou. – havia dor em seu olhar ao lembrar. – Meu irmão ficou devastado, enlouqueceu, ele nem mesmo pôde ir ao enterro dela já que todos o culpavam por toda essa tragédia. Ian passou dois meses internado em uma clínica psiquiátrica para se tratar já que ele dizia que a via e outras coisas. Após o tratamento ele foi morar em nossa casa de campo e está lá até hoje, o vejo bem pouco, ele só trabalha e estuda, não sai de casa a não ser para andar um pouco pela propriedade.

- Eu sinto muito Iwam. Eu não sabia que esse era o motivo para toda essa rivalidade. – apertei sua mão tentando reconforta-lo.

- Depois disso quase não nos falávamos mais e Dallas inventou os trotes apenas para diversão, e como elas nunca haviam se importado, continuaram fazendo.

- Você acha que seus sobrinhos estejam vivos?

- Sim, eu tentei encontrar pistas de onde eles estivessem sabe? – assenti. – Mas é como achar uma agulha no palheiro.

- Compreendo. Deve ter sido muito difícil para todos vocês.

- E foi. – Iwam levantou e após abrir uma gaveta retirou um porta-retratos e me entregou. – Essa foto tiramos no baile do último ano do colegial, Ian e Elinor formavam um belo casal, eles se amavam.

Olhei a foto e reconheci todas as meninas e os meninos, e vi a cópia de Iwam ao lado de uma garota com cabelos morenos e ondulados, uma pele bem alva e os dois possuíam o mesmo sorriso, o sorriso de apaixonados. Me surpreendi ao reconhecê-la de um sonho que havia tido.

- Oh.

- O que foi?

- Nada, eu só... Vocês estavam tão felizes.

- Sim, era tudo mais fácil naquela época.

Passei o dedo pelo vidro no rosto de Elinor e meus pensamentos vaguearam, por que sonhei com você sem nunca tê-la visto? Não me lembro do que me dizia no sonho. Balancei a cabeça e entreguei de volta a Iwam.

- Acho que é melhor ir dormir.

- Claro. Já está tarde.

Nos levantamos e Iwam me levou até o quarto de hóspedes e me entregou um cobertor e ligou o ar-condicionado.

- Obrigada mais uma vez, por tudo.

- Eu que agradeço por ter me escutado. Boa noite Ceci. – beijou minha testa.

- Pode contar comigo se precisar. Boa noite Iwam.

Após sair e fechar a porta do quarto deitei na cama e me enrolei meus pensamentos se misturavam e senti os olhos pesarem e acabei dormindo com a pergunta que havia se formado em minha mente, por que sonhei com Elinor e o que ela me disse naquele sonho? Seria algo ligado a rivalidade? Espero me lembrar do que ela tenha me falado.

 

 


Notas Finais


Bom motivo revelado haha, bem pesado né? Mas vamos ver no que vai desenrolar isso aí.
O que vocês acham que vai acontecer quando Styles descobrir que Cecília dormiu no apartamento de Iwam? Quem acertar ganha uma balinha u.u
As meninas apoiaram #Jolex, mas será se os meninos farão o mesmo? ~suspense~
Tentarei trazer o próximo no tempo certo tá?

Capítulo 10 - Tormenta
Sinopse: No final da festa Harry ouve o recado de Cecília em sua caixa postal e fica preocupado e vai até as Athenas pra perguntar sobre e todos ficam preocupados quando não conseguem falar com ela. No dia seguinte Cecília precisa acalmar os nervos de todos, principalmente de Styles. Cameron fica descontente ao saber sobre a aproximação de Harry e Cecília. Bieber briga com Demétrius. Cody tenta defender alguns calouros e acaba brigando por isso. Wendy cuida de Cody e os dois se beijam.


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