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História Coastline | Drarry - Capítulo 7


Escrita por: camellialupin

Notas do Autor


Hellooooooo, minhas estrelinhas mais brilhantes do céu! Como estão?

Eu to muito animada com esse capítulo porque eu o amo e to feliz demais em vê-los duas vezes por semana! 🥺🥺🥺🥺

Perguntinha importante: se eu criasse um servidor no discord pra batermos um papo vocês entrariam? Eu nem sei como funcionaria direito, então qualquer ideia é bem vinda kkkkkk

E um suuuuper aviso:

Eu postei fic nova, só que agora é Larry. Se chama A Verdade por Trás da Máscara e eu to muito nervosa com essa história kkkk se vocês poderem ir lá e ver o que acham e me contar como foi, eu vou ficar feliz demais!

Mesmo que você não shipp larry, a história não precisa saber de nada pra ler kkkkk

Agora, bora pro capítulo que ele é fofo demais (e um pouco melancólico, mas eu acho que essa é a definição perfeita de Coastline - fofo e melancólico).

Boa leituraaaaaa ❤️

Capítulo 7 - A aurora mais serena


Harry, que bom vê-lo, que bom vê-lo! Entre, entre! Canino, não pule, ah, tá, cachorro babão, vai então - Hagrid abriu a porta, deixando um Harry sorridente entrar. Canino pulou em seu colo, lambendo o rosto do rapaz. - Confesso que tomei um susto quando recebi sua coruja. Muito bonita ela, Harry, muito bonita! Vamos, sente, sente! Chá? 


Harry concordou com a cabeça e se sentou à mesa, Canino apoiando a cabeça em seu colo, a baba molhando sua calça de uniforme. Harry sorriu ao ver o cachorro fechar os olhos ao receber o carinho atrás das orelhas. 


— Mond é diferente mesmo - comentou se referindo à coruja. As penas pretas e olhos amarelos de Mond se destacavam entre as demais corujas. Lembrava Edwiges, com suas bicadas carinhosas e olhos espertos. - Desculpe não ter vindo antes, Hagrid. 


Hagrid sorriu, mexendo na chaleira. Pegou um prato com biscoitos e os ofereceu à Harry, que gentilmente os negou. 


— Oh, meus horários estão bem loucos agora, com a nova disposição das turmas. Temos mais turmas do que jamais tivemos e ainda assim a escola parece meio vazia - a voz melancólica começou a tomar conta de Hagrid, que logo se virou para o fogo e balançou a cabeça. - Estou tão feliz de ver a escola funcionando de novo. Esse lugar não é o mesmo todo vazio. 


Harry concordou com a cabeça, aproveitando que Hagrid colocava a chaleira no fogo para olhar a casa do amigo com mais atenção. Era o mesmo que se lembrava, a mesma bagunça de papéis e cobertores, o mesmo sentimento de casa e pertencimento. 


No canto direito, perto da cama, havia uma estante aberta abarrotada de livros. Antigamente, Harry recordava, aquele armário permanecia sempre fechado. Harry reconheceu alguns livros de escola. Feitiços do primeiro ano, poções do terceiro, transfiguração do segundo. Pareciam muito velhos, talvez com mais de cinquenta anos de idade. 


O coração de Harry apertou. 


— Como a diretora está conseguindo conciliar toda essa diferença de idade? - perguntou em vez de comentar sobre os livros, fingindo não tê-los visto. - Confesso que só prestei atenção que seríamos um oitavo ano separado. 


Todos que voltaram da guerra, agora com mais idade do que deveriam ter ao se formarem, foram postos na mesma sala, com as quatro casas juntas. Menos poções, onde a sala era relativamente menor e a precisão da matéria exigia uma atenção especial do professor. 


— Os alunos foram divididos por conhecimento e não mais por idade. É uma loucura! Alunos de 13 anos no primeiro ano, principalmente aqueles que deveriam ter entrado quando, você sabe, a escola estava tomada - Hagrid parecia mais animado ao retirar a chaleira do fogo e servir o chá. Sentou-se à frente de Harry, o olhar bondoso e sorridente como sempre. - Aqueles que estudaram em casa estão no segundo, outros conseguiram passar direto para o terceiro. Vai demorar um bom tempo até normalizarem tudo. 


Harry concordou com a cabeça enquanto tomava seu chá. Era forte e com muito gosto de planta selvagem. Harry amava. 


— Mas chega de falar disso. Me conte como está sendo seu último ano. E a sua viagem! Por onde andou?


Harry se lembra do dia que conheceu Hagrid. Estava confuso e com medo por todas as cartas estranhas que não paravam de chegar, deixando seu tio ainda mais descontrolado. Ficou deitado no chão, no cantinho, ouvindo o mar revolto bater contra o rochedo, a tempestade sendo seu único convidado em uma festa de aniversário muito solitária. 


Feliz Aniversário, Harry, disse a si mesmo, desenhando um bolo na poeira do assoalho. À meia noite - ou o que Harry acredita ter sido meia noite - ele assoprou as velinhas fictícias e pediu por um milagre. Para que ele pudesse sair de lá, que ele pudesse ter uma vida. De qualquer maneira, não importava como. 


Ele desejou que alguém o amasse. 


Um minuto depois, Hagrid derrubou a porta, seu tamanho assustador escondendo o coração mais carinhoso que já conheceu. Retirou o bolo de aniversário mais amassado de todo o mundo e, ainda sim, o melhor. 


Harry sorriu carinhosamente. 


— Você recebeu as minhas cartas? Com as fotos? Eu visitei o Castelo Bruxo e você não acreditaria em todos os animais fantásticos que conheci - os olhos de Hagrid brilharam enquanto concordava com a cabeça. - Prometo que vou te levar lá um dia. Eu já tinha conversado com a diretora de lá e nas férias nós visitamos, o que acha?


Hagrid engasgou com o chá. Desatou a falar sobre todos os animais que Harry havia relatado e na experiência incrível que seria visitá-los. Talvez até criar um ou outro, quem sabe. 


— Desde que não sejam dragões. Ou aranhas gigantes - Harry comentou divertido o sorriso de Hagrid tão grande quanto seus músculos. 


Hagrid parecia o mesmo de sete anos atrás. Os olhos talvez um pouco mais cansados, sim, e havia uma cicatriz ou outra em suas mãos e rosto. A guerra deixa marcas. 


Mas Harry podia ver o mesmo gigante desconhecido que derrubou a porta, lhe deu um bolo de aniversário e fez um rabo de porco surgir na bunda de Duda com seu guarda-chuva rosa. 


— Estou feliz em te ver, Harry. Você parece bem. 


— Eu estou. Sei que sumi, mas...


Hagrid balançou uma das mãos. 


— Bobagem, Harry! Você, mais do que ninguém, merecia um descanso. Eu fico feliz que tenha voltado. 


Harry olhou para o chá pela metade e traçou pequenos padrões na caneca retorcida. 


— Eu também estou. 


Eles ficaram em silêncio por alguns instantes. Harry percebeu que Hagrid queria lhe perguntar algo. Por isso, esperou. 


— E eu tenho visto você com o menino Malfoy nos jardins de manhã - o professor comentou como quem não quer nada, mas a ansiedade consumia seus olhos. - E soube que é a dupla dele em poções. 


— A fofoca é rápida aqui - brincou. - Sim, eu estou. Resolvi deixar aquelas brigas para trás. Somos adultos agora. 


Hagrid pousou sua caneca do tamanho da cabeça de Harry na mesa. Seu sorriso bondoso e suas palavras preocupadas faziam Harry se sentir uma criança pequena sendo acolhida nos braços do pai. 


— E você tem certeza disso, Harry? Algumas coisas não podem ser superadas. Ele pensa o mesmo que você?


— Bom, ninguém se atacou até agora. Não tivemos brigas nem discussões. Ele também mudou, Hagrid. A guerra mudou a todos nós. Ele só tinha dezesseis anos. Era só um garoto. Nós dois éramos. 


O meio-gigante o observou por mais alguns instantes antes de encher seu caneco com mais chá. 


— Sim, vocês eram. São novos tempos, Harry. Se você está dando uma chance, então eu concordo com você. 


Harry suspirou aliviado, uma pressão saindo de seu coração. Não que ele faça as coisas esperando alguma aprovação, mas ter apoio tornava seu dia mais feliz. 


— Eu sei que eu sumi e voltei muito diferente e que...


Harry - Hagrid o interrompeu, seus olhos ainda mais penetrantes e sérios. Ele colocou uma de suas mãos na de Harry, cobrindo metade de seu antebraço. - Você está exatamente como eu imaginei que aquele garotinho que eu tirei do meio do nada estaria. Você era tão pequeno! Nem passava da minha coxa - Hagrid riu saudoso. - Mas eu sabia que você seria grande, Harry, muito grande. Você não é forte por ser o garoto-que-sobreviveu ou o Eleito. Mas por ter um coração muito puro. 


Harry desviou o olhar ao sentir as bochechas pegarem fogo. Ele concordou com a cabeça e sorriu de leve. Hagrid voltou a se encostar na cadeira, respeitando o momento do rapaz. 


— Eu já te apresentei o Lewe? Eu não deveria estar andando com ele, mas aprendi com um amigo meu uma ou duas coisas sobre animais - brincou, fazendo Hagrid rir. 


Era bom estar em casa. 





——





Na segunda-feira, Harry estava ansioso para a aula de DCAT. Com Voldemort morto, a maldição em cima do cargo se foi e Harry esperava que eles pudessem ter professores melhores dessa vez. 


O único que realmente gostou foi Lupin. 


A Sra. Davies era uma boa professora. Uma auror de, aproximadamente, 45 anos, com anos de experiência em combater as Artes Trevas. Tinha uma didática que, apesar de não ser como Remus, conseguia passar algum ensinamento para a turma. 


— Bom dia, classe. Vamos estudar o feitiço do Patrono hoje. Alguém aqui já sabe lançá-lo?


Harry endireitou a postura vendo os alunos da Armada de Dumbledore levantarem as mãos. Orgulho preencheu seu peito. 


Harry notou, porém, que ninguém da sonserina o fez. Ao olhar para Draco, no fundo da sala com cadeiras vazias o circulando, percebeu o loiro focado mesa. 


— É muito mais do que eu esperava! Como vocês aprenderam? - perguntou a professora curiosa. 


A voz de Neville atraiu a atenção de Harry novamente. 


— Foi o Harry, senhora. Ele montou um grupo de estudos no quinto ano e nos ensinou. 


A sra. Davies levantou as sobrancelhas definitivamente surpresa. Todos os olhares voltaram para Harry, que, discretamente, se certificou que Draco também o encarava. 


— Você ensinou o feitiço do Patrono aos 15 anos?


Harry mexeu os ombros. 


— Bem, sim. 


— E você aprendeu com...?


— Treze, senhora. O professor Lupin me ensinou. 


A professora concordou com a cabeça, apesar de Harry não saber o porquê. Ela se apoiou na mesa atrás de si e cruzou os braços. 


— Tudo bem, realmente impressionante. Não poderíamos esperar menos do grandioso Harry Potter, não é mesmo? Você se importaria de nos mostrar seu patrono?


Harry a encarou por alguns segundos. Sentiu a indignação de Hermione, que estava sentada à sua frente. 


A sra. Davies é uma boa professora, mas parecia amarga demais e Harry não sabia se ela o amava ou o odiava. 


Ela sempre soltava um ou outro comentário que o fazia se sentir desconfortável, trazendo de volta toda a estigma que ele era apenas um nome, uma marca. O garoto-que-sobreviveu, o Eleito. Como se todo o resto que compõe quem ele é fosse dispensável e indesejado. 


— Eu mostro, professora - disse, porém. A sra. Davies compartilha a visão da maior parte do mundo bruxo. E Harry aprendeu que simplesmente não se importava com o que eles achavam ou não, mesmo sendo incômodo. 


Foi por isso que eu fugi, pensa. Mas continuou calado. 


Harry se levanta e fecha os olhos por alguns instantes, puxando em sua memória seus momentos mais felizes. 


Ele escolhe a que normalmente usa. 


Ao se concentrar, escuta a voz de sua mãe ao fundo cantando uma doce melodia. 



Dorme, meu pequeno

Não vale a pena despertar



Harry se sentia voando, os braços quentes de Lily o protegendo de todo mal. A voz calma e baixinha entrava em sua mente, circulando seu cérebro em ondas infinitas. 



Eu vou sair

Por aí afora

Atrás da aurora

Mais serena



Harry sentia a calma, a paz e o cuidado de Lily. Ela continuou cantarolando, embalando o filho. Harry se sentia em um barco, indo gentilmente de um lado para o outro. 



Ele já dormiu, lírio?



Era a voz de James. Harry sente um beijo na testa e uma risadinha. 



Vamos, campeão, vamos dormir



E Harry finalmente descansa, o cheiro e o calor dos dois o embalando no mais profundo sono. 


Harry não sabe se é real ou não. Parecia ser. A imprecisão da cena visual por não conseguir distingui-los por muito tempo, o motivava a pensar assim. Era apenas vozes e sentimentos fortes e profundos. A certeza daquele amor. 


A felicidade expande seu peito. Começa como uma bolinha no coração e vai se alastrando, criando raízes, tapando os buracos no meio do caminho. Era inevitável que ela seguisse o caminho até seu braço, a varinha tremendo pelo acúmulo de poder. 


— Expecto Patronum - sussurrou, a magia finalmente ganhando liberdade. 


Ele abriu os olhos quando o brilho ultrapassou suas pálpebras.  


Um cervo maior que ele iluminava o local. Alguns alunos, aqueles que não tinham visto o patrono de Harry ainda, o olhavam assombrados. 


O cervo, dotado de uma consciência quase própria, correu pela sala. 


Exibido, Harry pensou ao ver o animal parando perto de Draco e o cumprimentou abaixando a cabeça um pouco. Exibido e dedo duro


Harry corou fortemente, mas, para sua sorte, o patrono seguiu seu caminho antes de desaparecer em uma explosão sutil de fumaça. 


— Impressionante! Um patrono corporeo dessa maneira! Vamos, vamos direto para a prática e eu explico a teoria durante. Quero ver quem mais sabe lançar um desses. Em duplas, vamos - a professora parecia animada. 


Harry, ainda de pé, só pegou sua mochila e andou até o fim da sala. Apesar de toda a escola saber sobre a trégua recente dos dois, ainda parece surpreendente - principalmente para os que não estavam na sala de poções com eles - que Harry Potter e Draco Malfoy fossem uma dupla. Por livre e espontânea vontade. 


Harry sorriu para Draco e, ao abrir a boca para falar, o loiro revirou os olhos, escondendo um sorrisinho. 


— Eu sei o que você vai falar. Oi. Sim, pode se sentar. 


Harry suspirou. 


— Na verdade, vamos praticar. Precisamos ficar em pé. 


Draco concordou com a cabeça. Harry viu um sorriso ali. 






A professora explicava, mas Harry não prestou atenção. Estava muito ocupado focado no rosto pálido e levemente contorcido de Draco. Ficou assim desde o momento que ele ouviu "o feitiço do Patrono é muito cobrado nas provas finais".


— Vamos lá, treinem! É praticamente impossível alguém conseguir um patrono na primeira vez. Quem já sabe lançar, por favor ajude os outros... - a voz de Davies oscilava de volume à medida que andava pela sala. 


Draco? - Harry chamou devagar. - Vamos tentar?


Draco concordou, derrotado demais até para negar. 


Me ensine - sussurrou. Harry quase perdeu as palavras, que se misturaram na confusão barulhenta dos outros alunos. 


Sempre - respondeu. - Você precisa pensar na sua lembrança mais feliz. Aquela que te motiva, que dá um calorzinho bem aqui - colocou a mão no coração -, e te faz ter certeza de ser amado. Tem que ser feliz mesmo. Eu já tentei conjurar com a memória da primeira vez que voei em uma vassoura e não deu certo. E eu estava bem feliz ali. 


Draco concordou com a cabeça, mas permaneceu em silêncio. 


— Quando pensar, sinta essa felicidade caminhando por suas veias até a varinha. Se estiver pronto, diga o feitiço. Mas a professora tem razão, ninguém consegue de primeira. 


Draco concordou de novo. 


Ele tentou. 


Uma, duas, três vezes. Quinze. 


Não saía nem mesmo um vaporzinho esbranquiçado. Ao final da aula, ele parecia ainda pior. 


— Não se preocupe, é assim mesmo - Harry o consolou, mas Draco parecia preocupado da mesma maneira. 


Ele foi embora assim que o sinal tocou, sem nem mesmo se despedir. Quando Harry esperava por Rony e Hermione na porta, escutou Justino Finch- Fletchley rindo. 


Você viu ele tentando? Nunca vai conseguir, é patético. 


Poderia ser apenas uma brincadeira inocente com o amigo, que também ria. Mas Harry sabia, com a olhada que recebeu dos dois, que eles falavam de Draco. 


— Vamos, gente - começou a andar ao ver Mione e Ron. - Temos transfiguração agora. 


Draco permaneceu no seu canto isolado o dia todo, em todas as aulas que tinham em conjunto. Infelizmente, tinham alguns momentos que se separavam. Não compartilhavam nenhuma das eletivas. 


Harry se arrepende todos os dias por ter escolhido Adivinhação e estava tarde demais para trocar a matéria. Pelo menos a professora Trelawney parou de persegui-lo com o agouro de morte. 


Teoricamente, ela acertou. Ele realmente morreu. Uma parte de sua alma, a de Voldemort, jamais voltará. 


Ainda assim, era uma chatice. Harry olhava para a bola de cristal e tentava ver seu futuro nela, qualquer coisa que não fosse fumaça branca densa e sem definição. 


Em sua mente, ainda via o rosto retorcido de Draco. 


Decepção


Draco parecia decepcionado consigo, como se tentasse a todo custo conjurar o patrono e não conseguisse. Como se aquela não fosse a primeira vez. 


Ao fundo, Harry escutava a voz doce de sua mãe. Ele esperava que a resposta estivesse ali, no meio dos versos. 


Infelizmente, assim como a bola de cristal, a música não mostrava o futuro. 



Eu vou sair por aí afora

Atrás da aurora mais serena

Durma, meu pequeno, não vale a pena despertar




Notas Finais


O que acharam? 🥺

Eu confesso que amo demaaaaais esse capítulo! Tudo nele me encanta e eu tenho tanto orgulho dele! A descrição da memória do Harry é algo que eu mais tenho orgulho de ter escrito!

Os versos que citei são da música Acalanto - Chico Buarque

E teremos muuuito Hagrid nessa fic, porque ele é um ícone injustiçado e quero dar tudo o que ele merece aqui!

O Draco não conseguindo fazer o patrono )))): teremos mais cenas de patrono mais pra frente! ❤️

E pra mim Hogwarts ta uma confusão de idades por causa do pessoal que não frequentou a escola ou frequentou e não aprendeu nada kkkk

E também eu não sei se o Harry largou Adivinhação nos livros e eu acho que o Draco estava nessa matéria também, mas vamos fingir que não, ok coleguinhas? Kkkk

Espero mesmo que tenham gostado! Essa fic é meu xodó e meu orgulho! Obrigada a todo mundo que ta acompanhando e comentando também! Não deixem de me falar o que estão achando ❤️

E, se quiserem, me sigam lá no twitter e no instagram (eu posto um monte de resenha la) pra batermos um papo também! É camellialupin em tudo!

Obrigada mesmo, gente!

Amo vocês, se cuidem e até o próximo capítulo ❤️


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