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História Cobrina - Uma nova chance - Capítulo 23


Escrita por: isabellapequena

Capítulo 23 - Cuda dela


Fiquei alguns minutos abraçado com ela e fiz carinho em seus cabelos curtos  tudo que eu queria  que ela se senti-se protegida ela  retribuia meu abraço nada importava queria esta por ela e ela por mim nada e ninguém estava ali  eu não sei que deu em mim  fiz carinho em seu rosto trocamos olhares quando vi deui por mim fechei os olhos e ela os delas começamos a nos beija beijo suave com vontade movimentava meu rosto com dela movimento circulares de nossas linguas da necessidade clara daquele beijo , se estava ferrado quando a ajudei e abraçei e desejava comigo estava mas ainda naquele beijo e estava entregue a ele não so eu ela também tudo que mas queria que nada e niquem parece aquele beijo parecia um refugio de sua dor 

pov Karina

Estava me sentindo protegida abraçada  com ele parecia horas, que adorava estava assim me sentia , ainda mas  por ele retribuia seus carinhos e  aos poucos eu estava trocando olhares com ele não sei exatamente porque quando ele me touco  estava levemente  fechando os olhos, deixei ele encostas ,eus lábios com meus logo estava o beijando devagar lentamente retribuindo os beijo dele simplesmente estava maravilhoso o beija-lo sentir sua barba mal feita roça em meu rosto em beijo calmo e aos poucos feroz  e estava gostando dos beijos trocados, e tudo que me dizeram sobre gosta dele vinha todos lembranças tudo todos momentos com ele estava com vergonha quando ele parou levemente mordendo meus lábios, estava realmente  perdida perdidamente envolvida por ele

E agora 

De costas para ele

Agora que gostei e não paro de pensa no que aconteceu 

 

sua mão em minha nuca nos aproximou um pouco mais e de maneira singela, ele selou nossos lábios demoradamente. Não aprofundou e nem fez menção para isso, era só um toque.

Foi a minha vez de suspirar pesadamente.

— Eu não quero perder sua amizade, Cobra... — sussurrei depois que nos afastamos.

— Eu não quero te perder, pequena — ele puxou minha cintura levemente, nos unindo em um abraço.

Talvez minutos se passaram. E eu apenas o abraçava. Minha cabeça enterrada no vão de seu pescoço me permitia senti o aroma do perfume amadeirado que usava.

— Eu tenho medo. Tanto medo — confessei em um sussurro

 — Medo de que dê errado. Medo de quebrar a cara de novo. Medo de me machucar...

— Não posso te garantir que vai dar certo. Não posso prometer que não vou te machucar — sussurrou em meu ouvido. Seu hálito quente me fez arrepiar levemente

— Eu só machuco as pessoas, Karina. É da minha natureza ser o cara mau, o que não se importa... — me afastei, pronta para interrompê-lo —

Mas eu estou disposto a tentar. E se você também quiser, eu estarei aqui por você — ele sorriu genuinamente depois de alguns segundos

— Porra, Karina! — xingou alto

— Olha isso, olha as coisas que eu estou falando. Ricardo Cobreloa não fala essas coisas!

Gargalhei o acompanhando.

— Quer saber de uma coisa? — perguntei, cercando seu pescoço com meus braços

— Eu também estou disposta a tentar. E disposta a errar também — me aproximei um pouco mais. Centímetros nos separavam, e quando percebi que ele fez menção de acabar com aquela distância, eu me afastei um pouco

— Mas por enquanto — disse um pouco mais alto

— Somos só eu e você.

— Sem rótulos...

— Sem rótulos — confirmei.

Ele me guiou até a parede de uma maneira quase desesperada. Sorri com aquilo enquanto minhas mãos se apoiavam em seus ombros. Senti seus lábios nos meus, e alguns segundos depois sua língua quente invadir minha boca. Era quase desesperado. Seus dentes capturaram meu lábio inferior de uma maneira sagaz e demorada enquanto buscava pelo ar que fora perdido depois do beijo.

— Meu Deus, Cobra! — o som saiu de uma maneira engraçada já que seus dentes ainda não haviam deixado o meu lábio. Ele o soltou, assustado devido ao meu tom

— São quase meia noite — olhei o relógio na parede — Nat logo pode chega

— Preciso ir mesmo? — senti a ponta de seu nariz percorrer toda a extensão de meu pescoço, me arrepiando.

— Precisa logo ela vem  — o afastei com dificuldade.

Corri até a porta, mas, mais uma vez naquela noite, um puxão me fez voltar. Cobra me cercara em seus braços.

— Te vejo amanhã? — perguntou encarando minha boca sem pudor algum.

Apenas assenti. Seus lábios chocaram-se com os meus e antes que ele aprofundasse aquele toque, eu me afastei com relutância.

—Você realmente preciso ir — sorri — Te vejo amanhã!

Fui até a porta do Nat, a destrancando.

E com um sorriso idiota nos lábios,  vendo ele sai e de cara Nat nos supreender como soube-se que aconteceu

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