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História Cócegas na casa de praia - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Capítulo de hoje será naquele estilo podolatra/tickler/BDSM.👣

Espero que curtam bastante e tenham uma ótima leitura.

🔴🔴🔴 NOTA IMPORTANTE NA "NOTAS FINAIS DO AUTOR" 🔴🔴🔴

Capítulo 6 - Capítulo 6 - "A" de vingança


Fanfic / Fanfiction Cócegas na casa de praia - Capítulo 6 - Capítulo 6 - "A" de vingança

Narrado por Manu.

Após o episódio com a Tati e aquela parada louca debaixo do pano, resolvi jogar cartas com os meus pais e tios. Eduardo e Bruno vieram juntos, mas Anne não apareceu.

Mesmo eu sendo um pouco ridícula e fria pra fazer amizades, gostei de ter feito cócegas na Anne, ela foi uma boa vítima para e eu gostaria de fazer de novo.

- Cuidado, que Rose tá com um três de copas! - Alertou meu tio e eu analisei minhas cartas.

- Isso daí é trapaça, não vale! - Esbravejou minha tia.

Todos ficaram concentrados nas cartas sem dizer uma palavra, até que eu joguei e bloqueei uma possível jogada dos pais de Bruno, que jogavam contra nós (Eu e meu tio)

O sucesso foi logo para nós dois, vencemos a partida e continuamos a jogar até tarde. Meus olhos já estavam ardendo e pesando de sono.

- Pessoal, tá bom, vou dormir! - Levantei da cadeira.

- Manuzinha tem razão, tá tarde já e amanhã eu quero levar os garotos pra pular no trapiche! - Falou minha tia Rose.

- Sério? - Fiquei surpresa. - Nós vamos ao trapiche?

- Sim! mas para isso vocês precisam ir dormir agora.

- Ok! Até amanhã, então. - Acenei e me dirigi ao quarto.

Estava muito cansada, precisava me deitar e também ver se a Tati estava melhor. Ao entrar no quarto, Anne e Tati estavam conversando.

- Tá melhor, Tati?

- Tô sim, Manuzinha. Obrigada, eu só queria ficar longe daquele lugar! - Senti uma leve desconfiança.

- Entendo, mas que bom que você está melhor!

- Manu, você vai dormir agora? - Anne perguntou.

- Irei sim, estou muito cansada!

- Cadê os meninos? - Perguntou ela.

BAAAAAHHHFF!!!

- AAAHHH!! - Gritamos nós três juntas. Eram os idiotas dos meninos, bateram na porta de mão fechada.

- HAHAHAHA!! Viu só a cara delas, Dudu?! - Gracejou Bruno.

- Vi sim!! Parece que até era o fim do mundo!

- Vocês dois, guardem suas energias para amanhã no trapiche! Vão dormir! - Reclamei e eles assentiram ainda rindo de nós.

Nos ajeitamos para dormir e Bruno desligou a luz. Tati dormia comigo e com a Anne na cama de casal, enquanto os meninos dormiam na outra cama de casal ao lado. A noite estava fria e eu dormi com meias de cano curto e brancas. Lentamente fui fechando os olhos e adormeci... logo mais me veio uma sede e eu decidi me levantar para tomar água.

Devagarinho e sem movimentos bruscos, pus o meu pé no chão e calcei minhas sandálias, abri lentamente a porta do quarto e saí para a cozinha.

No corredor, eu me senti sendo seguida por alguém e me arrepiei todinha, sempre tive medo de assombrações. Estava tudo escuro e eu não via quase nada, além dos feiches foscos de luz da lua que clareava muito pouco o ambiente. Comecei a acelerar meus passos e de repente senti uma mão apertar minha boca com um pano.

- Mhmmp... Mhhhmmmp!! - Tentei gritar, mas meu corpo foi amolecendo e fui caindo no chão após sentir um cheiro agudo.

- Shhh shh shh!! - A voz sussurrou atrás de mim e eu apaguei.

🦶=❤

Eu acordei desorientada e meus olhos arderam ao ver a luz incandescente queimando as minhas retinas. Os objetos ao meu redor foi tomando forma e fui reconhecendo o lugar... eu estava no porão, porém não pude me mover. Eu não via ninguém.

- Mas o que...? - Mexi meus pulsos e tornozelos, mas estavam imobilizados. Isso só podia ser brincadeira do Bruno e seus desejos podolatras de fazer cócegas em meu pé. - Bruno, sei que você fez isso comigo, me solta!! - Esbravejei.

- Não é o Bruno! - A voz parecia pertencer à uma pessoa que me olhava no escuro embaixo da escada.

- Espera! Eu conheço essa voz, você é a...

Antes de eu completar a frase, a dona da voz era a Anne, que se direcionava a mim muito séria.

- Anne? Mas que droga é essa? - Olhei para as presilhas.

- Você não sabe por que está aqui?

- Não... e que coisa é essa que eu estou amarrada?

- Essa é a cadeira tickler da tortura. Esse era o objeto que estava embaixo daquele pano misterioso! - Eu me espantei.

- Certo, mas por que eu estou aqui? - Me enfureci.

- Você está muito bravinha, ultimamente! - Ela foi em direção à uma maleta em cima de uma mesinha.

- O que você quer de mim? - Ela abre a maleta e tira um Nylon, uma pena, uma escova de cabelos, gel e uma caneta permanente.

- Você usou o Bruno pra poder me usar! - Falou curta e grossa. - O Bruno te libertou na minha sessão pra você fazer cócegas em mim, mas você abusou demais e ficou insistindo em fazer mais! Agora, eu quero que você sinta na pele o mesmo!

Ok! Confesso que eu fiquei impressionada, tão impressionada quanto uma criança de oito anos quando vê um avião de perto, sendo que eu tenho quinze anos e agi assim. Anne caminhou para perto do meu corpo e mostrou a pena preta em suas mãos.

- É, Manu, você não vai querer nunca mais fazer cócegas em mim!

- Mas o seu fetiche não era receber cócegas?... eu te dei cócegas e quis dar mais! - Falei como último recurso.

- Mas você era uma desconhecida para mim, nem nos conhecemos direito. Você é prima do meu melhor amigo, sem falar que é chatinha de vez enquanto! - Fuzilei ela com os olhos. - Mas relaxa, além da vingança eu sempre quis fazer cócegas em você.

Ela pegou a peninha e passou em minha barriga provocando uma reação de risada e fúria em mim. Anne estava com um sorriso no rosto e eu me segurando para não rir.

- Pode segurar o quanto quiser, não vai adiantar!

Passou a pena nas minhas axilas e eu dei um pulinho, logo logo a pena preta ia e voltava em minhas costelas.

- Hahahaha! Hahaha... hahaha... hahaha!! - Ela guarda a pena e usa as próprias unhas para torturar minha barriga.

- Ah, você gosta disso, não é? - Falou ela sorrindo maleficamente e deslizando os dedos dentro e ao redor do meu umbigo.

- Para haha por favohohoho!

- Você pode rir alto, as parede são isoladores de som, ninguém vai conseguir te ouvir! - Continuei rindo baixo. - Não vai rir alto? Então ok! - Encostou a boca acima do umbigo e assoprou igual como fazemos com um bebê.

- HAHAHAHHAHAHA!!! ... MHHMM HAHAHAHAH!!!

Suas cócegas eram poderosas e eu pude sentir a gravidade do que eu havia me metido. Eu puxava meus membros, mas era impossível sair dali. Meus pulsos estavam presos à uma espécie de cinto com velcros e ferrolhos. Em minha cintura havia um outro cinto me prendendo e nos meus pés era um suporte de madeira, parecido com o medieval onde os presos eram punidos.

Meus pés estavam encaixados nos buracos do suporte e eu tentava puxa-los para me libertar, detalhe que eu ainda estava de meias e chinelo, do jeito que eu desmaiei.

- Vamos ser mais cruéis agora? - Anne migrou para minhas coxas e joelho.

- Não não! Faz isso comigo não! Eu imploROOOOOHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHA!!! - Ela apertava com técnica os meus joelhos e a junta das minhas coxas.

- Peça mais para parar que eu encerro. - Sorriu sarcasticamente.

- PARAHAHAHA POR FAVOOOOOOOORHAHAHAHAHAH!! NAAAAAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!! - Ela não parou. Eu sabia que não ia parar.

Passou quase três minutos de cócegas nas minhas coxinhas e joelhos. Eu já estava vermelha e não conseguia muito tempo para respirar.

- Ainda não acabei, falta uma parte e que vai ser a minha favorita! - Me provocou ficando em frente aos meus pés.

- Me solta, Anne! Eu... arff... peço desculpas... pelo que eu fiz! - Supliquei arfando.

- Humm! - Ela olhou para os meus chinelos. - Não me pareceu convincente o seu pedido! - Foi tirando os meus chinelos.

- Ei!!! Pare com isso!! Sabe que não gosto quando mostro meus pés pra alguém!!! - Mexi meus pés para ela não os torturar.

- Mas você rir quando tocam seus pés, todos estamos de prova! - Ela me olhava com os olhos cerrados, provocando uma ponta de prazer no ar.

Enfiou o indicador esquerdo no cano da minha meia pelo meu calcanhar e foi puxando-a para cima, deixando meu pezinho direito nu.

- Anne, por favor, eu vou ser legal com você! - Implorei mais ainda.

- Implore mais! - Ela retirou minha outra meia do mesmo jeito, me provocando uma cosquinha de um segundo quando puxou a meia com o indicador por dentro do cano.

- Chega! Eu não sei mais o que fazer, eu faço o que você quiser! - Tentei convencê-la.

- O que eu quiser?

- Ah... sim! Tudo tudo tudo! - Argumentei pasma.

- Certo... Eu quero que você ria bastante, se não eu vou ficar até as 04:00 da manhã só fazendo isso daqui.

- Tá! - Eu ia rir mais, era o único jeito de parar a tortura dela.

Anne pegou o gel e passou nos meus pés, senti um calafrio gigante e me contorci em resposta à temperatura do líquido. Ela esfregou as mãos espalhando o gel por todo os meus dois pés coradinhos. Em seguida, pegou o palito e começou a "rabiscar" as minhas solas rosadas.

- HAAAAAAAHAAAAAAHAAAAAAHAAAAA!!! - Contorci os meus dedos freneticamente.

- Olha só, seus dedinhos formam uma escada! o "indicador" é maiorzinho um pouco do que o dedão! - Ela admira meu pé.

- SAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHIHIHHIII!!! GHH GH GH!!! HEHEHEHHEHHEEHEHE!!!! HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!!!! - Eu fechava meus dedos na tentativa de evitar as cócegas, má era falho.

- Você está mexendo demais! - Ela pegou uma liga que tinha conectada à parte de cima do suporte de madeira e encaixou cada dedo meu em uma liga dessas. - Pronto, seus pezinhos agora não vão me dar mais trabalho.

- PARE COM ESSA... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA!!!

HEHEHEHEHEHEHEHHEHEE!!! GHH!! GH!!

- O Bruno adoraria lamber estas solinhas e esses dedos maravilhosos. - Eu olhei assustada para ela, ainda rindo. - Mas eu não vou fazer isso, ficarei só com as mãos mesmo.

Aquilo era uma pequena alegria para mim. Afinal, eu estava completamente amarrada e dominada por uma "amiga e ela não ia parar tão cedo. Entretanto, se deu o trabalho de passar todos objetos de tortura nos meus pés. Eu não parava de rir e meus dedos estavam ficando roxos por causa da circulação.

- Eu já estou à trinta e sete minutos torturando você! Pra finalizar eu vou deixar a marca! - Eu pude relaxar um pouco e balancei a cabeça pra tirar o cabelo que tava entrando em minha boca.

- O que você vai fazer? - Perguntei assustada.

- Deixar registrado este momento! - Ela vinha com a caneta.

Se posicionou para escrever e riscou em meu peito do pé: Faça; Na sola: Cosquinhas; No calcanhar: Em mim.

- HAHAHAHAHAHAHA GHH GHH GHH!!! HAHAHAHAHAH GHH HAHAHAHAHAHA... HAHAHAHAHAHA!!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!! - Ela escreveu bem devagarzinho pra aproveitar.

- Agora eu terminei a sessão!

- Graças à Deus! - Suspirei aliviada.

- Amigas? - Eu a olhei confusa.

- Amigas! - Confirmei ofegante.

Ela se aproximou de mim e colocou o mesmo pano de antes na minha boca, senti meu corpo relaxar e desmaiei.

🦶=❤

Acordei com os olhos ardendo e sem o mínimo de noção do tempo. Olhei no meu celular e eram 08:14 da manhã. Percebi que eu estava no quarto e todos à minha volta estavam dormindo, inclusive a minha torturadora Anne.

Aquilo foi um sonho? Não sei, mas eu me senti mais leve depois que acordei. Então fui à cozinha comer alguma coisa e alguém apareceu.

- Oi, Manuzinha. Bom dia! - Falou meu pai com uma cara de sono.

- Bom dia, papai. Só tem o senhor acordado?

- Sim! Os outros levantam já! - Disse ele preparando um sanduíche.

Não demorou muito para os meus primos acordarem e virem tomar café da manhã. Eu não conseguia olhar para o rosto de Anne, pois agora eu tinha receio de voltar à aquela cadeira novamente.

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Narrado por Tati:

Me tranquei no banheiro e quase tive uma crise de ansiedade. Eu choraminguei um pouco, não estava preparada para assumir meu fetiche em ser dominada e principalmente em uma cadeira de tortura. Eu sei que eu menti dizendo que não tinha fetiche nenhum, mas eu não sou corajosa o suficiente que nem o Bruno.

Passei alguns minutos no banheiro e vejo Anne sentada na cama me esperando.

- Onde estão os outros? - Perguntei secando uma lágrima do olho.

- Foram jogar cartas. Podemos conversar?

- Sim! - Confirmei insegura.

- O que aconteceu , Tati? Você literalmente surtou quando achamos o porão.

- Bom... é que... na verdade... - Suspirei fundo. - Eu sabia que aquele porão existia desde que compramos esta casa. Meus pais o usavam para guardar coisas velhas, só que por algum motivo eles não me deixaram nunca entrar lá! - Ela ergueu as sobrancelhas, surpresa. - Até que um dia eles chegaram até mim e meu pai disse: "Se você sequer abrir a porta deste porão, nós iremos embora para outra cidade recomeçar nossa vida." Minha mãe completou dizendo: "Se por um dia você for teimosa e entrar, pode até mexer nas caixas, mas não tire nunca o pano branco do lugar!"

- Uau!

- Desse dia em diante, eu nunca quis chegar perto do porão para que eu não mudasse de cidade. - Voltei a chorar e ela me acolheu em seus braços. - E também... eu tenho um fetiche em ser submissa... não conta ao Bruno e nem aos outros, por favor!! - Supliquei com os olhos marejados.

- Que isso, Tati. Você é a minha amiga e eu não vou contar a ninguém. A não ser que você tome a iniciativa e conte.

- Tem razão! Obrigada mil vezes! - A abracei.

- De nada.

Em seguida eu dormi, pois estava tarde. Alguns momentos eu acordei a noite e lembro de não ter sentido Anne nem a Manu na cama comigo, mas acho que era algo da minha cabeça. No dia seguinte, acordei radiante e feliz como sempre fui. Cheguei à cozinha e me deparei com Manu e seu pai tomando café da manhã.


Notas Finais


AVISO IMPORTANTE: Neste fim de semana não irei postar os capítulos da história, pois terei um compromisso pessoal e que irá bagunçar a história caso eu tente fazer.

Na segunda-feira estarei lançando mais dois capítulos para repor os que não serão feitos no sábado e no domingo, ok?

Espero que tenham gostado do capítulo! A Anne nos surpreende cada dia mais, não é? A Tati contou o que aconteceu naquela noite... interessante, não?

Até segunda-feira!


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