História Código de Conduta - Capítulo 1


Escrita por:

Visualizações 48
Palavras 3.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


essa é a primeira vez que me arrisco em um yaoi e não poderia escolher um casal diferente do que eu amo juntos Goku e Vegeta. confesso que sou completamente inexperiente quando o assunto é lemon e yaoi. amo ler mas realmente nunca tive a experiencia de escrever. essa ideia já tem um bom tempo amadurecendo em minha mente e acredito que finalmente está pronta pra criar asas e voar...
sinceramente espero que gostem.

boa leitura a todos (repostada)

Capítulo 1 - Uma noite de alivio


Mais um dia tinha chego ao fim, e mais um caso encerrado finalmente. Aquele caso em particular tinha mexido com seus nervos. De todos os departamentos que podia ser o agente especial o colocaram na homicídios... talvez fosse a sua seriedade ou talvez sua obssessividade pelo trabalho, odiava coisas inacabadas, então era a escolha perfeita. O cara obsessivo, controlador exigente e solitário

—Mas que merda eu to pensando? – Vegeta voltando do devaneio murmurou consigo.

Do bolso do paletó preto ele retirara o maço de cigarros e puxou um palito do mesmo, o levando aos lábios. A gravata preta é mais uma vez alinhada, e sua mesa fora conferida mais uma vez antes de deixar sua sala e seguir para fora do complexo que trabalhava.

—Isso ainda vai te matar!– uma garota de cabelos longos azuis disse ao puxar o cigarro dos seus lábios.

—Talvez eu queria isso sabia? – Vegeta rosnou pegando o cigarro e o levando novamente aos lábios. Ele arqueou a cabeça para trás deixando fluir a nuvem branca de fumaça.

Os olhos azuis ainda estavam sobre o homem de terno preto que fumava alheio no pátio externo do edifício.

—Quer uma carona Bulma? – ele fala finalmente a olhando

—Humm, acho que não. Hoje vou sair com o Raditz

A sobrancelha do cara de terno arqueia e ele dá um sorriso debochado.

—tá eu sei o que vai dizer, ele é um sem noção, um cretino e um babaca, mas não ligo...é apenas sexo...e sexo é vida baby ele fode gostoso e isso é o que importa– Ela respondera rindo e encolhendo levemente os ombros – deveria fazer mais disso, talvez seu mal humor diminuísse.

—Rwnnr. Eu faço sexo, só não preciso ser tão...tão escandaloso quanto a minha vida intima para os outros – ele retaliara.

Bulma formou então um sorriso maroto nos lábios. Ela o analisou o homem moreno de cabelos de chamas com uma careta zangada ao seu lado.

—Ah para Vegeta, tá na cara que isso é abstinência. Seu mal humor está tão notório que ninguém quer ficar perto de você... nem um parceiro...

—Quem disse que eu preciso de parceiro? Já disse que eu trabalho sozinho.

—Tá... tá... tanto faz. Mas me escuta. Tente relaxar hoje, vai a um clube, pegue uma linda garota e foda como se não houvesse amanhã...— Bulma fala sério

—Cara, eu realmente não queria estar tendo essa conversa com você agora...porque tem que ser tão estranha? Eu hein – Vegeta fala irritado e constrangido jogando a bituca do cigarro no chão pisando na mesma

—Eu só digo verdades – Bulma fala rindo

—Então mantenha elas dentro da sua boca e só fale quando te pedirem Bulma

—Vegeta...Vegeta... o insensato. Não está mais aqui quem falou, mas se precisar, minha sala já sabe onde não é mesmo? – Bulma fala tranquila. Ela melhor do que ninguém, conhecia o temperamento de Vegeta. cinco anos trabalhando juntos no mesmo departamento.

Bulma era a legista do departamento de homicídios do FBI. Desde do primeiro dia que teve que trabalhar com Vegeta ela se deparou com esse temperamento agressivo do colega. Vegeta sempre era muito reservado quando o assunto era sua vida particular. Bulma achava tudo monótono, até suas redes sociais eram sem graça. Vegeta nunca estava com ninguém e nunca fazia nada errado. Era o cara certinho das regras. O tempo fez Bulma se adaptar ao temperamento ligeiramente explosivo do moreno e extremamente calculista.

Bulma não entendia...Vegeta era um cara bonito e muito atraente, mesmo com seu mal humor deveria ter milhares de mulheres se jogando aos seus pés. Ele tinha um porte atlético e bem forte até. Já o viu somente de calças e podia jurar que teria um orgasmo só de olha-lo, mas ele nunca...absolutamente nunca nem se quer a cantou, diferente dos outros agentes.

 

                                       ♦

 

Vegeta vai até o estacionamento e pega o seu carro refazendo o mesmo caminho que sempre fazia todos os dias.

Ele não era o cara certinho...ele não era careta e muito menos estava estressado por falta de sexo...ou será que estava? Afinal qual foi a última vez que realmente havia estado com alguém que não fosse os malditos do escritório e os cadáveres? A mente começa a calcular novamente. Talvez a escandalosa azul tivesse razão, não seria de um todo mal sair. Era sábado à noite, ele era um cara livre e desimpedido e talvez um pouco, só um pouquinho de diversão não fosse de todo mal. Mass assim que para frente a um semáforo pondera novamente. O que pensariam se vissem, Vegeta perdido nos prazeres da carne? Definidamente iam achar que ele era um igual a todos e logo teria os vermes achando que poderiam ser “amigos” dele e Vegeta não queria amigos. Ele era só, e gostava do seu silencio da sua rotina e da sua solidão...gostava mesmo? Talvez sua sanidade estava ficando um pouco perturbada com o excesso da solidão.

“Dane-se, eu não vou a clube algum e muito menos pegar uma vadia qualquer só para massagear o ego. Eu não preciso disso agora” pensou consigo, fazer sexo para ele se resumia em satisfatório e nada demais.  “Porque essa maldita compulsão em fuder?” Pensara novamente

O celular toca e ele atende à ligação pelo sensor do carro.

—Vegeta falando – ele diz

—Vegeta, e aí cara...eu achei algo que você realmente vai gostar – fala a voz masculina

—O que você quer Bills? desembucha logo...

—Então...tem um novo clube e é bem afastado. Música boa umas chicas guapas e bebida boa amigo...

—Passo – Vegeta rosnou

—Eu sabia que ele não iria me deve 50 pratas, cara é o Vegeta... ele é o senhor certinho, sai dessa hohoho – fala outra voz ao fundo

—Rwnnr, Whiss seu filho da puta, agora deu para ganhar dinheiro as minhas custas? – ele dissera zangado passando os dedos entre os fios negros o bagunçando

—Prova que eu estou errado Veggie... o clube é bom – Whiss fala com um voz mansa visivelmente bebendo algo

—Não me chama assim, já falei – Vegeta fala zangado — tá que seja porra, me manda a localização dessa bosta. Vou em casa e encontro vocês ai.

Ele pode ouvir os risos de Bills e WHiss ao fundo antes de encerra a maldita localização.

Ele ia fazer isso mesmo? Está tão desesperado a ponto de cair numa chantagem tão barata assim?

Aas mãos nervosas batem contra o votante

—Maldição Vegeta...que porra se tá fazendo – ele rosna.

Estacionado seu carro na garagem de sua casa ele sobe direto ao chuveiro. Precisava de uma ducha rápido.

 

                                                  ♦ 

O carro sai novamente de sua garagem, mas estava desconfortável. Era tão acostumado com seus ternos que usar aquilo definitivamente o deixava ainda mais irritado do que de costume. Jeans não era seu estilo.

A jornada foi demorada até chegar ao tal clube. Ele estacionou o carro e logo entrou no local. O celular reage a pressão dos dedos. Ele estava meio impaciente. Onde estava os malditos bastardos?

O celular vibra e confirma o local que os colegas de longa data estavam. Vegeta os conhecia desde a faculdade. Não eram seus grandes amigos, mas pelo menos dividiam certas coisas em comum, coisas que, Vegeta não transparecia no seu dia a dia. 

Ele caminha até o bar e chamando o barman pede um drink.

—Ele realmente veio... o que achoou do lugar? – Whiss perguntou se juntou ao amigo

—Escandaloso...não tem nada de discreto como falaram – Vegeta fala irritado

—Ah deixa disso...o que você espera de um clube gay? Não é um clube político amigo – bills fala

—é veggie...aproveite a noite...— Whiss fala dando uma piscadela, e Vegeta cora levemente com aquilo. Adiava demonstrações públicas de afeto, de qualquer tipo.

Eles pegam os drinks e vão para a pista de dança. Vegeta olhava tudo a sua volta. Estava desconfortável com aquilo. Porque simplesmente não conseguia se soltar? Era um inferno mesmo...droga de personalidade. Alguns rapazes até interessante ao seu olhar se aproximaram do moreno, mas após algumas poucas trocas de palavras ele os dispensava. Aquilo não fazia sentido. Ele não estava atrás de um maldito relacionamento, era só uma foda e qual era o problema? Porque sertão exigente? Talvez o vício em trabalho estava o prejudicando em comportamentos sociais reais.

                                                    

                                                 ♦

Aquele clima definidamente não estava favorável. Ele precisava tomar um ar.

Ele segue até uma espécie de sacada externa do clube as mãos nervosas correm os cabelos negros. A mão vai ao bolso tirando o maço de cigarros...aquilo estava definitivamente um “o”

Talvez fosse melhor voltar dali para casa. Os lábios libertam a fumaça branca e repete o ato até finalmente o cigarro acabar. As mãos pousavam agora cruzadas sobre o parapeito da varanda. Ele olhava ao longe se perguntando ainda o que fazia ali.

—Tudo isso é tédio? Não acredito que num lugar como esse alguém pode ainda ser tão mal-humorado ——uma voz irritantemente alegre e jovial fala em suas costas.

Vegeta se volta e fica frente a um homem alto, forte, os cabelos pontiagudos e rebeldes. O sorriso era quase travesso em seus lábios e segurava um copo de bebida em sua mão direita.

Os orbes ônix se encontraram.

—Não é muito da sua conta, não é?  — Vegeta cerra os dentes e cruza os braços se encostando no batente.

—Tem razão – diz o alto se aproximando de Vegeta – mas é perceptível a sua necessidade de controlar tudo – ele fala repousando seu copo sobre o batente ao lado de Vegeta. O mesmo estreita ainda mais os olhos. – E eu adoraria ver você sem controle – fala o mais alto prendo Vegeta contra a marquise. Uma mão de cada lado. As respirações se chocavam com a proximidade...o hálito quente de whisky e canela invadem o nariz de Vegeta. Sentiu sua respiração pesar por alguns instantes.

—E sua presunção é tão grande a ponto de achar que seria capaz de me descontrolar? – Vegeta fala com um sorriso arrogante

—Não é presunção, é talento natural –o mais alto fala ao pé do ouvido do menor mordendo levemente o lóbulo da orelha dele.

Vegeta inconsciente morde o lábio inferior com aquele contato quente contra a sua pele. Ele tinha que recuperar o controle, mas odiava admitir que aquele homem estava começando a despertar algo adormecido no meio de suas pernas e esse jogo começou a ficar divertido.

—Acho que é apenas convencido.... isso realmente funciona com os outros caras? – Vegeta pergunta encarando o maior

A lábios do maior se aproxima de Vegeta e roça nos seus lábios de forma provocante. Vegeta engole em seco. O calor definitivamente estava se apoderando do seu corpo. O maior, cola ainda mais seu corpo e Vegeta podia sentir a dureza do maior se evidenciando. As mãos dele apoiam sua cintura com força e os lábios roçam até o ouvido de Vegeta novamente.

—Talvez eu seja um pouco convencido..., mas a única coisa que quero essa noite e te ouvir gemer

As mãos do maior cravam em cheio na bunda do menor apertando com força e puxando contra os seus quadris. Vegeta ansiou pelo contado dos lábios naquele instante e não querendo mais fazer jogos deixou sua mão invadir a nuca do maior e puxando contra a sua boca. O maior se surpreendeu com a atitude de Vegeta.

 

O beijo era agressivo e intenso. Vegeta sentia seu corpo arder como a muito tempo não sentia.

—Vamos sair daqui – fala o maior ao interromper o beijo

Vegeta consente sem pensar duas vezes. Era a primeira vez em muito tempo que realmente se sentia atraído e sedento como estava naquele instante.

O maior leva os dois para a sua casa. Eles não perderam muito tempo ao entrar na casa. Aas roupas foram ficando pelo caminho e a escada era um grande obstáculo naquele momento que nenhum dos dois estavam dispostos a enfrentar. A urgência era maior, a sede e o tesão estavam embalando ambos. 

—Q-qual... o... s-seu... nome – o jovem moreno pergunta em meio a arfadas ao separar os lábios tirando a blusa do menor

—V-Vegeta – ele respondeu

— O meu... é.... Goku – ele responde desabotoando suas calças.

Os lábios de Goku percorrem o pescoço de Vegeta mordendo e chupando cada centímetro e voltando a boca enquanto as mãos ajudavam a tirar o restante das roupas. A língua corria pelo pescoço e descia pelo peito nu de Vegeta ambos no tapete da sala. A língua traça uma rota até o rijo membro de Vegeta. Goku deixa a língua subir da base até a ponta e depois chupa o membro fazendo Vegeta gemer com a intensidade. Goku acariciava seu membro enquanto chupava Vegeta e via o menor tremer-se de prazer agarrando seus cabelos. As mãos grandes e fortes de Goku apertavam as coxas de Vegeta as marcando. Então vira o menor de costas subindo por cima dele e enquanto mordia a orelha de Vegeta posicionava seu membro o penetrando com urgência.

Vegeta agarra-se no tapete gritando e gemendo pela força e pelo tamanho. O maior não tinha dó nenhuma, muito pelo contrário, era rude e selvagem no ato.

Ele mordia e beijava as costas nuas de Vegeta enquanto começou a acariciar o membro de Vegeta o estimulando enquanto o fudia com força.

O menor gemia intensamente e Goku não deixava por menos... estava adorando o corpo do moreno que acabou de conhecer. O encaixe dos dois eram perfeitos e os corpos suavam.

Com um gemido gutural Goku atinge o ápice sentindo em sua mão Vegeta também se derramar. Eles estavam lado a lado arfando e se olhando.

Agora um pouco mais calmos eles sobem para o quarto e pouco depois recomeçam tudo outra vez. Goku era insaciável e Vegeta estava adorando a noite. Já fazia muito tempo que não sentia um prazer como aquele que o Goku estava o proporcionando. Após totalmente exausto eles dormem.

 

                                              ♦ 

O relógio despertou muito cedo como sempre. Goku se levantou e olhou Vegeta dormindo completamente apagado na cama. Seu corpo tinha vários chupões, mas o de Goku não ficava para trás naquele momento. Ele vai até o chuveiro e após uma ducha coloca uma calça de malha e uma camiseta regata. Seus fones e celular o acompanham, bem como a arma no coldre em sua perna. O sol ainda não havia despontado totalmente quando ele sai para correr como sempre fazia. Para Goku não era novidade o que acabou de fazer. Aproveitava a vida sem hesitações, era jovem e bem atraente e aproveitava isso ao seu favor, mesmo que para muitos o certo era manter certas mascaras sociais, Goku não tinha muito disso. Ele era discreto claro, sua vida intima não interessava necessariamente a ninguém, porém não era o tipo de cara que negava sua opção sexual. Era muito seguro do que gostava e do que não gostava.

 

                                              ♦ 

Vegeta acordou com o sol quente incomodando sua vista....” maldito álcool” pensou ao sentir sua cabeça pesar. Demorou até se recompor na cama e perceber que o seu companheiro da noite anterior não estava na cama. Aquilo era estranho. Ele olha para o lado e ve uma toalha sobre o criado, então vai direto ao chuveiro e toma um banho tirando todo o cheiro de bebida e sexo do seu corpo. Então sai enrolado na toalha. Suas roupas estavam em cima do sofá do quarto. Então vestiu. Definitivamente o maldito o fez perder o controle. Ele dá um curto sorriso de lado e ao terminar de se vestir desce as escadas. Quando chega no andar inferior topa com Goku recém-chegado. O corpo completamente encharcado de suor os músculos totalmente evidenciados naquele instante. ele dá um sorriso a Vegeta

—Hei! Bom dia... café? — fala animosamente

Vegeta consente. Não era do seu feitio dormir com alguém a noite toda e muito menos ficar até o café, mas a maldita cabeça carregada de álcool precisava do forte liquido negro e amargo.

Goku programa a cafeteira e se aproxima de Vegeta, esse recua levemente, mas os braços do maior o traz um pouco mais perto e morde os lábios do menor com um sorriso sacana.

—Já volto. Vou tomar um banho – ele anuncia – fique à vontade.

Ele sobe rapidamente as escadas e Vegeta senta—se ao balcão da ilha e após alguns minutos ouve o alarme da cafeteira e se levanta colocando uma imensa xicara de café. Ele apreciava o aroma e o saber bebericando o liquido quente. Ele torna ao balcão. Pouco tempo depois Goku surge na cozinha usando apenas uma bermuda. Ele coloca uma xicara de café e prepara algo

—Humm fode bem e ainda cozinha? – Vegeta fala rindo

Goku apenas ri e serve os dois. Eles tomam o café e quando Vegeta pensava em falar algo o maldito celular dava-se a vibrar o interrompendo. Goku apoio o cotovelo no balcão e a cabeça sobre a mão o olhando digitar rapidamente no celular. Vegeta então se volta a Goku

—Bela casa – ele fala displicente. Na verdade, já estava incomodado de ficar ali. Era estranho esse contato.

—Pois é. Acabei de comprar

—humm você não é daqui? – pediu Vegeta curioso sobre o jovem

—Humm, não. Sou do sul da Califórnia na verdade.

—E veio parar em Washington? Escolha interessante – Vegeta fala

—Não foi muito uma escolha...foi mais uma necessidade de trabalho digamos assim – Goku fala se levantando do balcão ao ouvir o celular tocando na sala. Ele atende à ligação e após trocar algumas palavras ele se volta a Vegeta.

—Foi mal – fala em meio sorriso sem jeito— vou ter que sair agora. Alguns problemas pra resolver no escritório

—Não... tudo bem, eu já estava meio de saída

—Eu queria te ver de novo – Goku fala

—Acho melhor não – Vegeta fala meio impaciente

—Bom... tudo bem, se mudar de ideia sabe onde me encontrar – Goku fala com um sorriso ao ver a hesitação de Vegeta. Goku era muito bom em traçar perfis. Na verdade, era sua especialidade. E foi justamente por isso que recebeu uma transferência para a capital. Para se juntar a melhor equipe da divisão de homicídios de Washington DC

Vegeta sai e Goku sobe para se trocar. Tinha que conversar com seu novo chefe que o interrompeu em meio ao final de semana. Provavelmente trabalho de extrema urgência.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...