História Código PF: 124 - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook)
Tags Bts, Código Pf: 124, Comedia, Jeon Jungkook, Médico, Romance
Visualizações 426
Palavras 6.085
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou aqui com o último capítulo dessa fluffy gostosinha com o Doutor paranóico mais gostoso já visto. Espero que tenham gostado dessa história e curtido bastante esse enredo.

Foi algo totalmente diferente pra mim! Eu amei! Cada capítulo foi escrito carinhosamente e peço que dêem muito amor. Como havia dito, PF foi uma ideia maluca da minha cabeça e até hoje não entendo como saiu isso tudo.

Muito obrigada leitores! Amo vocês!

Deixem seus comentários, ficarei feliz em ler!

Boa leitura❤

Capítulo 3 - Jungkook vs TaeHyung.


Fanfic / Fanfiction Código PF: 124 - Capítulo 3 - Jungkook vs TaeHyung.

Algumas semanas depois…

Preciso de uma ajudinha. Espero que sejam sinceros e me respondam. Quando se é incrivelmente bonito e tem um charme encantador, seguido de um corpo atlético de tirar o fôlego e, a cada lugar que você vai, ter diversas mulheres te olhando, mas você não poder retribuir por que é casado, o que deve se fazer? Eu, sinceramente, não sei. Talvez, se eu abrir um buraco e enfiar a minha cara dentro, funcione? Não pensem que eu queira ficar olhando para elas, mas, às vezes, é bom dar uma conferida para ver se estamos nos saindo bem.

Praticar uma flertada e, assim, quando chegar em casa, repetir ‘tudinho com minha gostosinha cheia do seu charme. Sim, eu amo demais minha esposa, desejo ela a todo instante, porém, acontece que meu instinto masculino fica me cutucando, e eu acabo tendo que brigar com meu próprio subconsciente, para não fazer nada que eu não iria gostar caso ela — minha esposa — fizesse. Por isso, eu me controlo. Só que, às vezes, é um pouco dificultoso pelo fato de ter tanta mulher dentro do hospital. Parece mais um tipo de desfile de moda, onde todas apresentam seus decotes extravagantes e mostram suas pernas.

Qual é? Isso é um hospital. Não um cabaré! Tem pai de família aqui e um quase grávido também. Parem com isso!

Caso queiram saber, eu me encontro nessa situação neste exato momento, andando pelos corredores, com o prontuário do paciente em mãos, estou cercado por milhares de enfermeiras exibidas com seus sorrisos maléficos, enquanto eu ando — tentando demonstrar tranquilidade — por cada uma delas, focando meu olhar em cada letrinha descrita no papel. Isso é muito idiota, né? Eu sei. Não deveria estar me sentindo incomodado desse jeito, mas eu me preocupo com essas coisas e ainda mais com as opiniões da minha esposa.

Bella não gostaria de saber que eu sou o “doutor atirado” que retribui os olhares alheios, assim como eu não gostaria de saber que ela é a “chef exibida” que faz pratos especiais para os homens bonitos que entram em seu restaurante. Dá pra notar meu desespero? Eu ‘tô quase desmaiando de tanto nervoso.

Mantive meus olhos na pasta, apesar de querer dar uma olhadinha, assim… Bem de leve. Apressei um pouco meus passos e agradeci mentalmente quando cheguei na porta referente ao paciente que eu estava cuidando naquele dia. Respiro fundo, aliviado.

Uma coisa muito idiotamente idiota sobre mim: é que eu não consigo disfarçar quando estou nervoso. Parece que a qualquer momento vou ter um ataque e cair durinho no chão. Patético, eu sei! Mas, ser ‘bonitão como eu sou não significa que vou ficar jogando ‘asinhas por aí, sendo que eu já tenho um caminhão em casa.

Dando duas batidas na porta, minha entrada é concedida pela mãe do garotinho, esta me analisa de cima a baixo, e eu percebo seu olhar cair diretamente no meu abdômen levemente marcado pela camisa preta social que estou usando. Eu gelo, coro, engulo em seco. Ela, simplesmente, não consegue disfarçar quando morde seus lábios, e eu pigarreio, fazendo-a parar de ser tão jogada.

Eu tenho uma aliança, vou esfregá-la na sua cara sua… Sua… Sua mulher sem educação!

── Bom dia! ── Esboço um sorriso mínimo. Esse é um dos momentos, em que eu imagino que meus olhos estejam arregalados, e eu esteja parecendo um coelho aterrorizado com muito medo das mulheres à minha volta. E é exatamente isso. Elas parecem que saíram do Resident Evil somente para me atacar com suas secadas descaradas.

Faço referência e, mesmo que ela esteja parada feito uma ‘barata tonta na porta, eu mesmo tomo a iniciativa de entrar no quarto para ver meu paciente. Não sou obrigado a ser educado quando as pessoas não fazem o que deve ser feito, por isso, eu tomei a liberdade de mostrar que estava ali para fazer somente meu trabalho e não me atracar com ela dentro do quarto, enquanto seu filho dormia.

E só de propósito — porque sei que mesmo de costas, ela ainda está me secando — passo minha mão que contém a aliança dourada nos cabelos da minha nuca, como se estivesse assanhando meus cabelos. Ela, por sua vez, fecha a porta com certa força que até mesmo me assustou um pouco.

Funcionou! Sempre funciona.

── Bom dia! ── Responde, seca, ficando ao meu lado. Sinto seu olhar fulminante sobre mim e tenho de conter a enorme vontade de rolar no chão e gargalhar até amanhã. Aliás, não tenho tempo para isso.

Saio de perto dela, mantendo uma distância segura, chegando mais perto do garotinho que, agora, dorme tranquilamente. A noite foi bem agitada, ele sofreu uma hemorragia interna, causada por um pequeno tumor na barriga da criança, que o impedia de ter uma vida normal, e as complicações durante a cirurgia nos fizeram quase perdê-lo, porém, com muito esforço e dedicação, conseguimos trazê-lo de volta, mas seu estado, ainda assim, é completamente delicado.

Confiro seus batimentos cardíacos, assim como a pressão. Sinto sua pulsação e, por fim, checo se os curativos estão bem feitos e já foram trocados, assim como eu recomendei hoje mais cedo. Ele aparenta estar bem! Para o meu alívio e de toda equipe, conseguimos salvar esta vida e trazer alegria a sua família, o pai do garoto não conteve suas lágrimas de agradecimento por saber que o filho estaria bem, olhando deste ponto, acho sua esposa uma mal caráter por se jogar descaradamente para cima do médico.

Depois de concluir que seu estado estava estável, escrevo na sua pasta as predicações e cuidados que os enfermeiros devem ter com esse caso em relação a tudo e deixei claro que, quando o garoto acordar, é bom que o alimente. Não sabemos se ele conseguirá se alimentar diretamente, mas estamos tendo todo o cuidado necessário.

── Doutor… ── Ouço um sussurro e retiro meus olhos da pasta, encantado com o pequeno na minha frente. Oh, ele tinha acordado, isso é excelente! Que profissão maravilhosa essa minha, senti orgulho de mim mesmo. Seu sorrisinho sapeca encheu meus olhos de alegria, ele estava recobrando sua consciência.

── Pequeno Byun, não se esforce tanto, hum? Você foi um guerreiro. ── Sorri, animado, ele parecia estar tão bem que não pude deixar de me contagiar com aquela criança. Mal posso esperar para ter meus pequenos frutos correndo pelo duplex e me fazendo perder os cabelos — ou ter vários brancos em vez de pretos.

O garoto assentiu, sua mãozinha pequena segurou o estetoscópio que estava rodeando meu pescoço. Seu sorrisinho contagiava.

── Você quer um desses? ── Ele concorda com a cabeça, seus olhos brilham ao reparar no objeto que retiro do meu corpo e coloco delicadamente no seu. ── Vejamos se o Doutor Byun não está elegante! Seja bem-vindo ao nosso hospital e espero que seja bem melhor do que eu! ── Brinco, como se ele realmente fosse um médico, arrancando uma risada sua. Ele está eufórico, estendendo sua mão — que segura o objeto — e pressionado contra meuGostosinha:─ Como estou de saúde? ── indago ao perceber que ele fazia o mesmo que eu anteriormente, conferindo as batidas do meu coração e super animado com essa sensação. Acabei de descobrir que, quando tiver um filho, quero que ele seja médico como eu.

── Ele quer muito ser médico, Dr. Jeon. ── A voz de sua mãe soa, e eu a encaro assentindo, estava tão atônito com o gesto simples — mas de grande significado para a criança — que acabei esquecendo que sua mãe é uma jogada.

── Você será um grande médico! ── Fiz continência, ouvindo sua risadinha ── Pode ficar com esse pra você. ── Lancei uma piscadela e me levantei, chegando próximo de sua mãe para lhe dar o laudo sobre o estado atual da criança ── Como ele já acordou e vejo que não tem nenhuma sequela, estaremos deixando-o pelos próximos dias em observação e, em menos de uma semana, acredito que estarei lhe dando alta. ── Expliquei, sem olhá-la diretamente, encaixei a prancheta na cama do garoto e sorri ao perceber que este brincava com o estetoscópio que havia lhe dado.

── Tudo bem, doutor, obrigada! Gostaria de convidá-lo para o aniversário dele, o que me diz? ── Sorri, animada, o que me deixa surpreso. Claro que eu adoraria participar desse momento, mas minha incredulidade foi maior por saber que sua mãe não desistia de querer me ter por perto.

Aí vai minha facada final.

── Claro! Minha esposa ficará muito feliz de conhecer o Byun. ── Exibo meu sorriso sacana de um coelhinho para lá de provador. Eu sou terrível, admito!

Não queiram imaginar a expressão forçada da mãe do garoto. Ela me olha de um jeito tão mortal que eu preciso pedir licença, depois do que disse, para sair daquele quarto antes que ela solte um raio infravermelho e me mate com suas faíscas. É sério, essas mulheres não se enxergam e eu fico surpreso com cada proposta incidente que insistem em me lançar.

Qual é, só tenho olhos para minha gostosinha…

Ao sair do quarto e voltar para o corredor, sinto meu celular vibrar no bolso indicando uma mensagem. Não demoro a pegar e meu sorriso é grande ao ver o que está escrito.

Gostosinha:

“Código PF: 124”

Sim, lembram do código que criamos? Ele consiste em uma cláusula muito importante e seus termos devem ser minuciosamente lidos e obedecidos, então, na parte que diz: “devemos nos pegar em qualquer lugar”, minha lindíssima esposa levou isso extremamente a sério.

Do que eu estou falando? Hahaha.

Abro a porta do meu escritório, vendo sua silhueta muito bem marcada pela camisa social azul, com alguns botões abertos, dando-me a visão dos seus seios fartos e deixando a mostra o sutiã preto. Sua saia é bege, marcando suas coxas grossas e seu sorriso, bom, definiria no mais safado que puder imaginar. Ela está me deixando um pouquinho safado. Minha esposa fez questão de se vestir como uma secretária, para me causar muito tesão e fazer dela a pessoa mais feliz desse mundo, por me ter e, claro, por estar no lugar certo, no momento certo.

É isso que estão pensando. Meu sonho vai se realizar.

── Que surpresa, amor. ── Tranco a porta, após perceber que eu ainda estava segurando a maçaneta, arrumo meu jaleco e esboço um sorrisinho malicioso, apreciando cada detalhe do corpo da mulher a minha frente, que para todos os casos e os não-casos: ela é toda minha.

── Você estava ocupado? ── Bella está sentada na minha mesa, com as pernas abertas, deixando-me reparar na sua peça íntima na minha cor preferida, enquanto morde seus lábios, provocando-me ainda mais.

── Apenas fui olhar um paciente, o que acha de nos ocuparmos… Agora? ── Fiquei entre suas pernas, mantendo o contato visual, agarrei suas coxas e deixei um selinho demorado nos seus lábios. Eu estava muito excitado, por isso, não ia perder meu tempo controlando-me ou provocando ela de qualquer forma, eu só queria pegá-la naquele momento e mostrar o maridão gostoso que eu sou.

── Pensa rápido, Jeonnie! ── Sua frase manhosa, arrastada e muito, muito safada, me fez entender o que ela estava referindo-se. Segurei minha esposa nos meus braços, quando ela entrelaçou suas pernas na minha cintura. Derrubei tudo que estava em cima da mesa e, de prontidão, coloquei-a em cima, nessa altura já estávamos nos beijando loucamente.

E claro, não podemos esquecer de pôr o código em prática, da maneira mais prazerosa possível.

Só vem, filhão!

×

Abri a porta do meu consultório, saindo com minha gostosinha ao encalço. Depois de tudo que fizemos naquela sala, eu esperava muito que ninguém tivesse ouvido algo, porém, minhas esperanças foram para o ralo, quando todos os olhares dos pacientes e da minha secretária ‘chatione virem sobre nós, entregando que fomos pegos nos flagra.

Perdi meu emprego…

Foi a primeira coisa que pensei. Contudo, tive minha respiração regulada, quando, surpreendentemente, Bella abriu um sorriso e segurou minha mão. Sabe, ela fez isso tão naturalmente que eu percebi que ninguém tinha nada a ver com isso. E eu sou um ótimo médico, faço um excelente trabalho, eles que deveriam entender que eu quase não tenho vida para me dedicar a profissão. O que custa dar uma animada de vez em quando? Eu sei, o lugar não foi apropriado, mas quem liga? Eu não. Gostei muito do que fiz com minha esposa e sabe de algo? Dane-se todo mundo que tiver ouvido. É sinal de que ‘tô mandando bem.

Espero que TaeHyung saiba disso, também! Já ele nunca chegará no meu nível.

Certo, eu já estou exagerando.

── Vai pra casa hoje? ── Sou puxado pela mais baixa, rumando à saída do hospital. Bella fez isso sem se importar, trajando sua elegância de mulher do doutor e fazendo todas revirarem os olhos de inveja. Essa é minha esposa! Meus cabelos deviam estar um tanto assanhados, ou vai ver eu estava marcado demais, por isso os olhares eram mais na minha direção, né?

── Claro que vou. Preciso de um banho e… dos seus beijos também ── Sussurrei a última parte no seu ouvido, deixando uma mordida no lóbulo. Nos abraçamos na entrada do hospital, recebendo mais olhares estranhos.

── Receberá quantos quiser. ── Sorriu, deixando um selar no meu pescoço. Essa é exatamente a parte que fico muito arrepiado e ri baixinho, é, ela causa muitos efeitos em mim. ── Algum pedido para o jantar?

Uma coisa que devemos notar, assim, bem notado: Eu tenho uma esposa muito carinhosa. Sério, ela sempre foi assim. Lembro dos tempos da faculdade, que eu ficava cansado, e ela tinha toda paciência comigo, me mimava e sempre fazia chocolate quente para mim. Entendem por que eu quero tanto dar um filho à ela? Tudo bem que isso deveria ser ao contrário, mas creio que ela deseja o mesmo. Tenho certeza que essa criança vai receber muito amor, de ambos, por mais que eu esteja na parte de “pai atrapalhado”, no entanto, eu vou amar muito meu pequeno fruto.

Fruto desse amor adolescente.

── Me surpreenda, chef gostosinha. ── Murmuro rente aos seus lábios, vendo-a sorrir abertamente, estávamos escorados no seu carro. Bella era prensada por mim sobre o automóvel, e, assim, trocamos algumas carícias. Beijei-a sem me importar com ninguém que passe por ali e — discretamente — afago seu bumbum. Ela deixa um selar na minha boca, separando-nos, e a mesma deu a volta, acenando, e entrando no carro.

Fiquei ali parado — feito estátua —, olhando diretamente para seu carro, até que sumisse da minha vista e dobrasse a rua. Percebi estar tempo demais na mesma posição quando senti o vento gelado bater contra meu rosto, acordando-me dos devaneios.

Sinto-me triste algumas vezes, queria ter mais tempo para ficar com ela, porém, entendo que meu trabalho é uma parte importante de mim. Então, essa junção de pediatria Bella e, futuramente, um bebê = os amores da minha vida.

É, sou um cara completo — quase —, mas posso me considerar muito feliz. Tenho uma vida boa! Ânimo, Jeon.

Entrei novamente no hospital e coloquei um sorriso descarado na cara, indicando que eu não sabia sobre o que tinha rolado na minha sala e disse a minha secretária que poderia mandar o primeiro paciente da tarde entrar.

×

── Fiquei sabendo que barulhos estranhos foram ouvidos da sua sala hoje, é verdade? ── O tom irônico, seguido do sorriso malicioso, invadiu a minha sala, enquanto eu terminava de arrumar minha mesa — já que ela estava literalmente bagunçada pela diversão de mais cedo — e aguardava minhas coisas para ir pra casa. Eu preciso comer e agarrar minha mulher, dá licença, Dr. TaeHyung.

── Boatos falsos, meu amigo, ou não. Sabe como é, não dá para segurar quando a vontade vem. ── Respondi, insinuativo, mostrando que não era somente ele que arrancava suspiros da mulherada. Eu tenho meus encantos.

── Bella esteve aqui? ── Notei sua curiosidade, ele sempre ficava assim quando se tratava dela. Eu só espero que ele não tente mais nada para o seu lado.

── Veio me ver, por quê? ── Olhei-o rapidamente, TaeHyung negou como se não fosse nada e enfiou as mãos por dentro do bolso do jaleco

── Queria tê-la visto... ── confessou, e eu arregalei os olhos, ele ia falar merda, eu sentia isso. ── Saudades das nossas conversas… Ela já te falou o quanto que eu beijo bem?

── Ah, seu… ── Fechei as mãos em punho, pronto para me aproximar e acertar essa sua cara polida.

── Calma, Jeon, foi brincadeira. Mas, não se esqueça que somos amigos. ── Isso mesmo, para minha sorte — ou melhor dizendo, azar —, eles já eram amigos antes dela me conhecer, inclusive, Bella já o beijou em uma festa quando teve ele como acompanhante na formatura do colégio. Eu sei, não falei sobre isso antes, porque não tem tanta importância no presente, tipo, agora, mas eu ainda quero bater nele.

── Não foi, eu sei disso. Cara, qual é? Ela já fez sua escolha, por que insistir nisso? É para me deixar fulo? ── Revelei minha irritação, isso já estava sendo chato demais. Sempre que ele dava em cima dela, me fazia querer matá-lo e não nos deixava em paz. E o pior de tudo: nunca explicava o motivo.

── Em partes, sim. ── Não ‘tô dizendo? Ele brinca com minha paciência ── Foi mal, é que não posso evitar já ter amado sua esposa para caramba, e que ela ainda se sente atraída por mim, mas não fica assim, ela te ama. ── Cínico; ele estava querendo levar um soco no meio dessa cara que deve ser cheia de cirurgia plástica, quem garante que ele é mesmo tão bonito assim? Acho que exagerei, ele não tem nenhum ponto que demonstre isso. Que raiva, ele é literalmente bonito! Esse ogro cagão.

── Olha, não vou discutir contigo! Prefiro ir pra minha casa que é melhor. ── Ignorei sua presença inútil na minha sala, pegando minha mochila — Bella comprou uma nova, e, muito melhor, como havia dito —, colocando-a no meu ombro e levei o celular na mão, assim que cheguei próximo a ele, o encarei com a sobrancelha arqueada.

── Tudo bem, não está aqui quem falou. ── Levantou os braços em rendição, riu e se afastou para que eu saísse. Assim fiz, fechei a porta e antes que eu pudesse dar as costas a ele, TaeHyung segurou meu ombro.

── O que é? ── Esforço-me para não me descontrolar e fazer algo, ele mantém sua expressão esnobe.

── Até mais, Dr Jeon. ── Fiquei sem entender o modo como falou, mas, ao olhar e notar que estávamos cercados de pessoas que estavam por ali, percebi que ele mantinha sua pose de médico bondoso — estupidamente bonito e educado —, na frente das pessoas.

── Ah! Até. ── Exclamo, adornando um sorriso falso nos lábios e saindo daquele lugar o quanto antes.

Resolvi ignorar toda essa conversa — briga — desnecessária que eu tive com TaeHyung, afinal, não ia fazer efeito ou sentido algum na minha vida mesmo. O melhor foi sair como se aquilo não tivesse ocorrido e dirigir até minha casa. Eu estaria com a Bella; não ele. Sou quem desfruto do seu amor e carinho; não ele. Sou eu quem ela procurar aninhar seu corpo nas noites frias; não ele. E é de mim que ela quer ter um filho; não dele. E, claro, sem esquecer que é comigo que ela está casada, e não, com ele.

Parece meio tosco essas minhas competições com o TaeHyung, mas é a única maneira de mostrá-lo que tudo isso é desnecessário, e ele não vai conseguir nada. Talvez, seja apenas minha raiva ou ódio no final das contas. Entretanto, não posso esquecer que ele ainda continua sendo meu amigo. Sim, formamos uma boa amizade quando não estamos disputando a minha mulher — ou ele, no caso —, sabemos fazer nosso trabalho da melhor maneira e, às vezes, já saímos para beber um cafezinho na cantina do hospital; é inegável essa rivalidade, porém, é aceitável que ocorra isso quando os dois são extremamente bonitos.

Parando para pensar, somos aqueles arrancam suspiros por onde passam. Isso é o que mais temos em comum: uma beleza fora do normal. Aí, seria até um motivo para nos darmos melhor, mas quem sabe isso não aconteça futuramente, não é mesmo?

Após estacionar o carro, sentindo o cheirinho bom de comida fresquinha, adentro minha casa com um sorrisão no rosto. Percebi que tocava uma música lenta e baixinha no fundo, e me admirei do climinha romântico que ela estava tentando causar para nós dois. E eu, um incrível idiota brigão, deveria ter, pelo menos, comprado um buquê de rosas, mas aí, lembrei de que ela prefere meu corpo e não flores.

É bem melhor desse jeito!

Deixei que ela ficasse na cozinha e, sem chamar atenção ou fazer barulho, subi as escadas, indo diretamente ao nosso quarto. Retirei toda aquela roupa do dia cansativo que eu tive e corri ao banheiro para tomar um banho. Quando liguei a ducha e me enfiei debaixo, relembrei o momento em que estive do quarto daquele garotinho, ver seus olhinhos brilhando foi uma emoção tão grande para mim, sentir sua admiração me deixou sem ar. Por mais que reclame da minha profissão por conta da distância a qual preciso me manter, certamente ela é incrível, pois me proporciona momentos únicos na vida, como esse que acabei de passar.

Sequei todo meu corpo, vestindo uma cueca limpa e uma bermuda, coloquei também uma camisa frouxa. Era bom estar em casa, no meio do ambiente agradável e limpinho, cheirando a rosas. Bella sempre usou os melhores perfumes e eles ficam espalhados por cada cantinho da casa. Com os cabelos molhados, todo perfumado, desci ao seu encontro na cozinha. Ela vestia um vestido preto, marcando cada curva do seu corpo, ele tinha alças e era bem curto também. Ela já estava me esperando.

── Que visão privilegiada. ── Admirei-a completamente, escorado na parede, enquanto ela desliga o fogão e me olha por cima dos ombros.

── Chegou há muito tempo? ── Seus olhos encontraram os meus, e percebo o quanto ela está deslumbrante.

── O suficiente pra ver você assim… ── Chego mais perto, capturando seus lábios com um beijo sensual ── Maravilhosa. ── Ela sorri com nossos lábios colados e envolve seus braços no meu pescoço, fazendo-me dependente de todos os seus detalhes novamente.

Iniciamos uma dancinha lenta, calma e tranquila ao som da música romântica que estava tocando. Parecíamos estar em outro mundo, nos beijamos como um casal apaixonado no primeiro baile de formatura. Talvez, pensem que eu estou a dizer — ou pensar — “TaeHyung você perdeu”. Sim, eu quero muito dizer isso, mas digamos que ele teve seu momento, sorriu e provou dos lábios da Bella.

Mas, agora, ela é minha esposa. Estará comigo para sempre e esse é o meu momento. O nosso momento juntos, e que estarei me esforçando para que se repita diversas vezes.

── Como foi seu dia? ── ela pergunta em um intervalo que damos para respirar — algo extremamente difícil — e me olha com ternura e acaricia minha nuca.

── Foi bom, tenho um paciente que me adora, ele me deixou emocionado. ── Sorri, encantado, e ela me acompanhou, Bella sabia bem do meu amor por essa profissão.

── Você é encantador, amor! Eu fico feliz. ── Deu-me um beijo na bochecha, este me fez fechar os olhos, aproveitando.

── E o seu? Alguma novidade no restaurante? ── Peguei sua mão, girando-a no ar. Voltamos a ficar juntos.

── Muita entrega, correria e alguns pratos novos deram errado, mas, no fim, tudo correu bem. TaeHyung almoçou lá hoje. ── Esbugalhei os olhos, sentindo meu sangue ferver. Qual é, esse cara não dá um tempo?

── Por que ele foi lá? Existem tantos restaurantes por aí! Amor, eu, sinceramente, não entendo nada do que ele faz. Ficar sempre em cima de você, como se eu não existisse. ── Falei, descontente, desviando meu olhar do seu. Com certeza, estava vermelho de irritação.

── Ele queria conversar comigo, sobre nossa época de adolescentes, foi divertido! Ele diz que está orgulhoso por eu ter encontrado alguém legal e que me ama. TaeHyung é como um irmão mais velho, seu ciumento! ── Mordeu minha bochecha, porém, permaneci carrancudo.

── Ele parece uma pessoa muito bacana, você falando assim, mas não, ele não é, amor. ── Abracei ela com força ── Ele vive querendo tirar você de mim. ── Envergonhado; bicudo e raivoso, afundei o rosto no seu pescoço. Ela riu. Até minha esposa deve me achar um paranoico.

── Você sabe que ele não vai conseguir… ── disse baixinho, se afastou de mim, me deixando com uma expressão duvidosa.

── Amor, desculpa, eu…

── Quero te mostrar o quanto eu te amo, vem comigo? ── Ela estende sua mão, sorrindo, e eu, todo bobão, a puxo e beijo seus lábios novamente.

Eu sabia de que maneira ela queria mostrar e estava louco por isso.

×

Vocês devem estar achando que somos um casal tarado, não é? Mas, vejamos: Eu sou um médico renomado e ela uma chef cinco estrelas, dona de um dos restaurantes mais famosos de Seul, então, se analisarmos um pouco melhor, vão perceber que falta tempo para que estejamos juntos. E, outra, com essa ideia do código PF: 124, surgiu uma necessidade imensa de estarmos sempre “fazendo amor” em qualquer lugar. Ou seja, meio que nos tornamos desesperados para ter um filho, e eu pretendo continuar com nossas diversões depois que ela engravidar. Quem sabe, dessa forma, encomendados um segundo, não?

Quê?

Eu já disse que estou ficando louco? Devo ter comido muito pão de queijo, hoje de manhã, ou o café da Bella estava tão gostoso que eu acabei ficando ‘sem noção das idéias. É sério! Não acredito que já estou pensando no próximo filho, sendo que nem tivemos o primeiro ainda.

E, bom, estamos aguardando. Já se foram duas semanas desde a última vez que estivemos juntinhos, que, no caso, foi o período fértil dela, quando aproveitamos bastante. E olha, muita coisa mudou muito de lá pra cá.

Tudo bem, talvez estejamos muito safados com toda essa pegação. Mas, por que eu acho que ela não me quer muito por perto?

Bella desistiu de ter filhos e, pior, de estar casada comigo?

Pode parecer maluco o que eu estou falando, mas coisas estranhas aconteceram. Encontrei meu perfume — preferido — jogado na lata de lixo do banheiro, fiquei ‘encucado, porque em hipótese alguma eu faria isso. Até aí, está tudo bem. Perguntei à Bella o motivo daquilo estar ali, e sabe o que ela me disse? Que simplesmente enjoou do cheiro daquele perfume, pois ele estava lhe dando náuseas, e ela quase vomitou.

Como eu fiquei? Minha cara, de maneira alguma, pode ser descrita. Se ela enjoa do perfume da pessoa que ama, então, certamente ela enjoou da pessoa também, certo?

Não queria estar pensando nisso, mas fiquei preocupado. Vai ver ela resolveu…

Não! Dar uma chance pro TaeHyung, não! Nem pensar! Não posso permitir isso.

Cabisbaixo, mas charmoso com minha roupa colada: uma calça jeans rasgada no joelho, uma blusa preta gola alta e uma xadrez de botão na cor preta e amarela. E, nos pés, um par de sapatos pretos novinhos. Eu sou um charme só!

Bella não me elogiou hoje, ela estava apressada para ir não sei aonde, apenas me deu um ‘tchauzinho com um sorriso sapeca. Não recebi beijo molhadinho, também. O que ‘tá rolando com minha mulher?

Que não esteja o que eu estou pensando… ou eu mato o TaeHyung.

Ai que cabeça a minha!

Caminhei — desfilei — em direção à minha sala, recebendo os olhares felinos das mães dos pacientes na sala de espera e, também, da minha secretária que ficou babando, como sempre. Todavia, ela ficou mais retraída depois do que fiz no meu consultório.

Nunca vou esquecer disso!

Cumprimentei a todos com um “bom dia”, fazendo uma leve reverência em seguida. Entrei na minha sala, colocando o jaleco que estava pendurado. Sentei na minha cadeira, pegando a ficha que Sun Han já deveria ter deixado — sim, ela está fazendo isso antes que eu chegue. Evitando contato comigo —, olhando o prontuário dos pacientes que teria durante o dia, fora os exames daqueles que estavam internados. Inclusive, lembrei de que preciso verificar os últimos exames do Byunlembra do meu paciente favorito? —, e também lembrei que estão com o TaeHyung. Ele precisou ficar responsável junto comigo, pois o caso era bem delicado.

Levantei, rapidamente, com algumas fichas na mão e saí da sala. Novamente, meu conflito interno me atinge. Olhar ou não? Quer saber, estou muito preocupado com meu trabalho e principalmente com a minha esposa, por isso, não quero ficar nessa confusão hoje. Passo a mão por meus fios. É, estou bem tenso.

Meus passos são rápidos e, quando me dou por mim, já estou em frente a porta da sala do Dr. Kim. Paro por um instante, relendo as últimas linhas que me perdi, justamente porque estava pensando demais e resolvi abrir a porta sem bater — já que ele não estaria atendendo seus pacientes ainda —, assim resolvi não usar muito da minha educação com ele.

Quando levantei a cabeça para falar algo, tomei um baita susto. Quer dizer, foi susto isso? Digam pra mim que a cafeína está fazendo mal para o meu cérebro, e eu não estou vendo minha esposa, sentada na maca e com o TaeHyung em sua frente, fazendo algo que eu não sei. Meus olhos esbugalharam-se, a garganta travou e fiquei imóvel, reparando na pior cena da minha vida. Não, não pode ser!

Por quê, amor?

── Jeoonie. ── Sorriso encantador. Bella estava radiante, usava um vestido bege comportado, caindo no joelho, e seus cabelos estavam muito bem arrumados, exatamente como ela saiu de casa. Então, essa arrumação toda foi para ver “meu melhor” amigo? Mas que…

── Não! ── Gritei. Ela me olhou assustada, já TaeHyung franziu o cenho, talvez se perguntando o que tinha acontecido comigo. ── Puxa vida, Bella! ── Pela primeira vez, depois de dez anos juntos, eu a chamei por seu nome. Eu poderia descrever meus sentimentos como “raivosos”? Cara, eu nem sei o que fazer, acho que vou chorar.

── Jeon? O que aconteceu? ── Seu olhar perdido demonstrou que ela não entendia o que se passava comigo, eu pensei que estivesse bem claro que a peguei muito próxima do meu amigo e sabe-se lá o que ele tentaria fazer.

── Como pode fazer isso comigo? ── Joguei as pastas no chão com força ── Você sabe que ele é um aproveitador e ainda fica… assim… é… ── Me enrolei ao falar, estava desacreditado, perdido.

Andei de um lado pro outro, confuso, agitado em meio essa situação. Olhando por outro ângulo, deveria estar sendo cômico: os dois parados encarando meu surto. Bato a porta com força em uma das minhas passadas rápidas de um lado para o outro naquela sala, eu estava surtando.

── É tanto tempo juntos! Qual é… o que… eu sei, ele é bonito, mas… aish! ── Puxei meus fios com raiva, sem saber mais o que dizer, minha cabeça estava um caos.

Sabe o que os dois fizeram? Riram. Isso mesmo, você não leu errado. Eles estavam gargalhando da minha cara, enquanto eu, sofria pela cena vista.

── Jeonnie que ciúmes besta! ── disse entre risadas, minha esposa estava me achando um palhaço, só pode. Por um instante, desejei estar dormindo na sala de jogos.

── Parem de rir! Olha essa cena que eu acabei de ver, não se envergonham disso? ── esbravejei, impaciente, parando para encarar TaeHyung que se mantinha normal. ‘Esse roubador de mulher alheia!

── Jeon, eu tô grávida!

── Não me venham com desculpas, eu já vi tudo e… espera! G-grávida…? ── E foi então que meu queixo foi ao chão de tão aberta que ficou minha boca. Espera, não pode ser… A minha esposa, a Bella, gostosinha… G-grávida?

Eu vou ser pai?!

── Estava me sentindo mal nos últimos dias… pedi ajuda ao Tae, e ele disse que me consultaria. Fiz o exame e deu positivo. ── Seu sorriso era tão doce e lindo que, por um momento, eu desejei me bater por pensar um absurdo desses da minha mulher.

Ela estava encolhida na maca, desviou o olhar pra barriguinha levemente saliente, colocando as duas mãos ali, sorrindo lindamente.

Meu coração acelerou. Meu cérebro parou de funcionar e minha mente escureceu.

Senti o gelado das minhas mãos e cambaleei, me segurando na parede. O que ‘tá rolando comigo?

── Você está bem? ── Gritou. TaeHyung correu para me segurar e eu desviei. Ele insistiu e abracei-o pelos ombros, eu estava passando muito mal.

── Eu vou ser pai… alguém me bate! ── Depois disso, só obtive sua risada e um “boa sorte, eu te avisei”, apagando completamente nos braços de TaeHyung, é deu errado dessa vez.

Não faço ideia de quanto tempo apaguei, mas, quando acordei, estava deitado na maca e TaeHyung retirava o aparelho de pressão do meu braço, guardando tudo em uma caixinha pequena.

── O que houve? ── Sentei, coçando os olhos e tentando lembrar do que tinha acontecido para que eu estivesse naquele estado.

── Bella contou sobre a gravidez e sua pressão baixou, e, como você é dramático, acabou desmaiando também. ── Respondeu, simplista, dando de ombros.

── E onde ela está? ── perguntei ao perceber que só estava nós dois na sua sala, ou seja, nenhum sinal da minha mulher.

── Te esperando na sua sala ── afirmou, guardou suas coisas e me encarou ── Peça desculpas a ela, você ofendeu sua esposa, seu idiota. ── Deu um tapa na minha cabeça e eu levei a mão ao local, massageando.

── Qual é? ── Reclamei, rechonchudo.

── Não sei o que está fazendo aqui ainda. ── Seu olhar mortal me fez assentir e levantar, mas, antes de sair, ele segurou meu braço ── Tome esse remédio também e… Parabéns, papai! ── Sorriu ladino, irônico.

Retribui seu sorriso, ainda sem acreditar no que estava acontecendo. Peguei água no bebedouro que havia no corredor e caminhei até minha sala. No caminho, se passou muita coisa por minha cabeça, por exemplo: O que falar a ela? ‘Tá na cara que eu preciso me desculpar e que, com certeza, ela está com muita raiva de mim. Puxa, não deveria ter agido assim.

Coço minha cabeça e respiro fundo ao segurar a maçaneta da porta e, ao fim, abro, entrando no cômodo. Ela está sentada na minha mesa — como de costume — e nossos olhares se cruzam por um instante. Percebi sua preocupação, talvez, ela só esteja chateada.

── Você está melhor? ── ela quem falou primeiro, encarando-me com preocupação. Eu deveria dizer algo, ela está grávida, pode fazer mal ao bebê.

Idiota!

── Estou… ── Não chora, cara! Ah, quer saber, acho que vou desmaiar de novo. Andei em sua direção, com a cabeça baixa e sem saber o que falar. Senti seu olhar atento, e, quando estava perto o suficiente, segurei sua cintura com as duas mãos e encarei seus olhos ── Desculpa pelo que disse, amor. Não foi a intenção… por favor, não fique chateada comigo, ou, se ficar, me diz o que eu posso fazer pra tentar mudar isso. ── Falei manhosinho, mostrando meu olhar de coelhinho fofo e irresistível.

── Tudo bem, você só se precipitou e teve uma crise de ciúmes desajeitada. ── Ela pausou, acariciou minha franja e riu. ── Eu te desculpo. ── Sorri contente e deixei um beijinho nos seus lábios, ela fechou os olhos aproveitando.

── Estou feliz pela notícia. ── Levei minhas mãos a sua barriga, deixando um afago. Sorrimos juntos, essa sensação é tão inexplicável e boa que eu quis chorar muito, porém, me contive em sorrir feito um bobão. ── Quando foi? ── Me referi do momento em que foi feito, já que tentamos várias vezes.

── Naquele dia na cozinha… fiquei assustada quando Tae disse que já são quase dois meses e meio de gestação, e eu não havia sequer sentido nada. Se não fosse pelo seu perfume, não descobriria tão cedo. ── Riu baixinho, acariciou meu rosto e nos beijamos.

Eu sabia que tinha ido com tudo!


── Nossa! Amor, eu ‘tô feliz demais. Te amo, gostosinha ── falei contra seus lábios ── Estamos grávidos. ── Sorri dando-lhe um beijo demorado e gostoso.

── Parabéns para nós! ── Comemorou, abraçando-me forte ── E, sobre o que você disse que faria, sabe, caso eu estivesse chateada, bem... Eu estou e quero algo. ── Sabia que ela iria se aproveitar, mas estou tão feliz que não ligo pra esse detalhe. ── O que acha de um stripper pra mim? Sabe como os hormônios ficam na gravidez e… ‘tô louquinha pra gente se divertir aqui de novo. ── Sorriu sapeca, mordendo os lábios para me provocar.

Me afastei, mantendo nossos olhares fixos, tranquei a porta do meu consultório e sorri da forma mais maliciosa possível.

Jungkook 1 vs TaeHyung 0

É, parece que o código PF funcionou, e minha gostosinha adorou.


Notas Finais


Jungkook é a pessoa mais ciumenta que conheço, mas no final deu certo e eles estão grávidos. Não vou prometer, mas talvez eu traga um bônus com o nascimento do bebê deles. Me digam caso queiram?

Bom, amores, foi isso! Obrigada novamente por cada favorito e comentário.

Quero agradecer a @Minshookgi pela betagem; @Hemmera pela capa e banner.

Quero desejar toda felicidade a @DeePBlooD e espero que goste do presente.

Indicação: Titanic II: https://www.spiritfanfiction.com/historia/titanic-ii-kim-taehyung-13632718

EM BREVE TEM 3SHOT DO YOONGI!

Beijos, amo vcs❤


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