História Códigos do passado - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Guerra, Luta, Romance, Terror
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Palavras 1.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Magia, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 1 - Grande fuga e o bandido da cidade


Fanfic / Fanfiction Códigos do passado - Capítulo 1 - Grande fuga e o bandido da cidade

    O vento forte e quente de janeiro mostra que ao horizonte a tempestade rugi de fúria a algumas milhas da Costa de Havim, uma cidade grandiosa e muito popular no país de Bandit.

O enorme veleiro balança no porto, aos poucos os soldados saem em marcha para terra firme, logo após desse o prisioneiro, com correntes pelo pescoço, mãos e pés, ele cambaleia de tantas correntes presas a si, os outros soldados apontam seus mosquetes para o alvo que por sua vez é o assassino a sua frente .

O pelotão o coloca em uma carroça bem preso e começam a subir a cidade,

Que está em silêncio total, o galope dos cavalos é a única coisa que se ouve na cidade.

— Cadê todo mundo ? — Um novato que guarda a frente perguntou.

— Antes de nós chegarmos o rei ordenou a todos que não sai sem de suas casas até que ele fosse executado — Fala outro ao seu lado apontando para o indivíduo na carroça a trás deles.

Eles andam a alguns metros a frente da carroça e acabam não percebendo que ela avia parado de repente, o tiro de uma bacamarte, o estouro disperta os dois soldados a frente, eles se viram rapidamente e o susto que levam foi com um soco no estômago, todos os soldados estavam mortos, o cheiro de sangue fresco se levantava junto com a pequena brisa, logo a alguns quilômetros o tempestade se aproxima descarregando sua temida fúria espalhando deu temido rugido pela cidade silenciosa.

O assassino aparece andando calmamente por cima dos cadáveres de soldados, ele não está mais preso, a corrente pende em seu pescoço, então ele percebe a presença dos dois soldados a alguns metros dele, ele usa uma calça amarronzada e uma camiseta de um marrom claro manchado de sangue, seu cabelo é de um preto, os olhos são de uma cor de mel Viscoso.

— Ahhh parece que sobraram alguns "petiscos" para mim — Fala ele passando sua língua amarelada em seus lábios, mas quando ele dá seu primeiro passo o alarme dispersa pela cidade silenciosa, a tempestade chega a costa e aos poucos a chuva cobre a cidade.

O assassino eleva seus olhos para a nuvem negra acima deles e fecha seus olhos para sentir as milhares de gotas caindo em si.

— Vou dar uma chance, não costumo ser piedoso mas dessa vez passa — Fala ele dando as costas para os dois — Foi um prazer conhecer vocês — Fala ele dando uma piscadela em seguida ele dá um salto e voa por cima das casas a sentido norte onde fica o castelo, os dois soldados ficão a sós.

Longe dali o "bandido" mais temido da cidade está a espreita, segurando uma gareta, uma arma proibida no país por causar um grande estrago, só o alto nível do exército tem a permissão de usar, e somente se necessário e em guerras, a gareta é similar a um mosquete mas seu cano é mais fino e mais comprido, sua potência é cinco vezes mais que o mosquete, o projetil e de um cobre roliço que faz uma ponta afiada. O bandido ouve os tiros e o tumulto causado pelo assassino.

— Parece que temos um tumulto na "minha" cidade — Afirma ele apontando a gareta para onde estão os barulhos dos tiros, ele observa o assassino dizimando com facilidade o pelotão.

( Parece que temos um peixinho aqui )

Ele carrega a enorme arma e aponta para o indivíduo que está no meio de sua luta contra o pelotão.

( Vamos ver de que calibre você é )

De repente um tiro se destaca dos outros mosquetes e ele percebe e se desvia de todos mas o tiro da gareta o acerta de raspão em seu rosto, ele rápidamente mata todos do pelotão, enquanto isso o bandido carrega a gareta com um pequeno sorriso.

( Parece que eu o subestimei )

O bandido volta para seu alvo e quando percebe o assassino está apontando uma bacamarte para ele e atira, o bandido pensa rápido e se esquiva do tiro. O tiro da bacamarte acerta a gareta danificado-a, ele se vê deitado as gargalhadas ao lado da sua arma que está em pedaços, de tanta gargalhadas ele acaba ficando sem ar, mas volta a si com um sorriso no rosto.

( Gostei desse cara, acho que vou dar as boas vindas )

Ele se levanta e sai do telhado de sua casa, então entra e pega suas duas espadas, coloca seu macacão negro e sai correndo em meio a chuva.

No meio da pequena guerra entre os cinco últimos soldados do pelotão e o assassino, que segura uma espada de um oficial que por sua vez deve estar morto, em pé no meio da estrada na chuva segurando a espada de um fio molhada de sangue misturado a água da chuva que goteja no chão.

— Se renda agora senão nos vamos mata-lo — anuncia o soldado a frente do indivíduo.

— mata-lo ? — pergunta ele sem sintido —Eu acabei de matar mais de dez pelotão inteiro e vocês vem querer me impedir — fala ele quase não acreditando — eu não quero vocês, estou atrás de outra pessoa então sugiro que saiam da minha frente.

O pelotão não o obedece e continuam no mesmo lugar, em poucos minutos o assassino está cercado de todos os lados, ele observa a todos de um lado para o outro.

— EU CHEGUEI — sua voz ecoa pela rua abaixo devido ao seu berro, o bandido se encontra em cima do telhado de uma casa.

O assassino logo abre um sorriso medonho ao vê-lo, com um simples salto o bandido pousa a sua frente.

— Eu estava te esperando — Fala o assassino com um pequeno sorriso— Meu nome é Zack é um prazer conhecê-lo— se apresenta o assassino por nome de Zack.

— O prazer é todo meu, meu nome é Phenom Hadish mas todos me chamam de Phen — Se apresenta Phen o temido bandido, quando os soldados ouvem o nome "Phen" começam a murmurar, Phen da uma breve olhada para trás e os ignora se voltando para Zack.

— Então, Zack né ? — Pergunta ele e Zack confirmar com a cabeça — hoje mais cedo você destruiu a minha gareta, você tem noção de quanto eu paguei nela, ela era personalizada e você a destruiu — fala Phen meio sério.

— isso não é da minha conta, era o único geito de fazer você sair do ninho — Fala Zack levantando lentamente sua espada manchada de sangue na direção de Phen.

— Ei não aponte essa porcaria em minha direção, isso significa que você está me desafiando sabia ? — pergunta Phen levando sua mão direita a espada que pende em suas costas.

— Sim eu sei, o meu objetivo é esse — fala ele serrando seu ponho em torno do cabo da espada, a junta de seus dedos tornam-se esbranquiçadas.

— Gosto de desafios e eu aceito.

                 Continua …



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