História Coffe - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Ao Café, Café, Crônica, Ela, Ele, Oneshot, Original
Visualizações 6
Palavras 378
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, Mistério, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieeee. Resolvi postar uma das minhas oneshot originais. Dependendo da resposta que eu tiver à isso, eu posso começar a postar mais oneshots minhas aqui no spirit. ~Enjoy

Capítulo 1 - He's like coffe


Fanfic / Fanfiction Coffe - Capítulo 1 - He's like coffe

Ela era uma daquelas pessoas movidas pelo café. Todos os dias, principalmente nos frios como aquele, ela entrava pela mesma porta rangedoura da cafeteria da esquina, barulhenta pela constante entrada e saída de vários fregueses, e pedia uma caneca de café para terminar a tarde e começar mais uma noite de trabalho.


Ela era alguém que acreditava que a síntese de tudo aprazível no mundo vinha do café, ou melhor, do vapor que dançava sutilmente para fora da caneca vermelha com a logo gasta da cafeteria.


Sim, a pequena nuvem transparente que saía daquele líquido fumegamte, cuja escuridão profunda era estragada pela espuma que rodopiava na superfície, chegava às narinas carregando o cheiro viciante do grão escuro e uma infinidade de sensações reconfortantemente familiares, viciante como um trago de cigarro e ao mesmo corriqueira como o vapor que escapava dos bueiros no cinza sujo da cidade.


O café por si só era extremamente bom, mais que um líquido era uma bebida que explodia em vida, calor e em uma doce amargura que, ao invés da insalubridade medíocre da água, expressava algo do sobrenatural que move às pessoas a se agarrarem à vida.


No entanto, o verdadeiro encanto do café, a verdadeira droga, o verdadeiro entorpecente causador de tais devaneios, era o vapor. Algo que hipnotizava, que fazia valer o esforço de conseguir uma caneca antes mesmo de se encostar os lábios no conteúdo.


Um café sem vapor era como um lápis mal apontado, servia, mas não era a mesma coisa.

Ela acreditava que o rapaz sentado na mesa pequena de toalha puída e quadriculada ao lado era como café.


Os cabelos e olhos profundamente escuros, como se escondessem todo um misto de sensações e de sabores que aquilo que ela tomava também escondia; a postura relaxada, mas não largada; as roupas sóbrias contrastando com o brinco nada sóbrio em sua orelha esquerda.


E quando sorria...


Quando sorria o rapaz se tornava puro vapor de café. Somente aquele gesto hipnotizante que provocava arrepios nela pagava todo o inteiro que o rapaz representava.


O objeto de sua atenção repentinamente direcionou as orbes negras em sua direção, fitando-a com as duas xícaras de café que possuia nos olhos. Ela estava determinada a, como bebericava sutilmente o conteúdo das xícaras, provar dele também.


Notas Finais


Obrigada por ler até o final! Sua opinião é importante para mim, se quiser, os comentários estão aí em baixo!
*capítulo não betado, desculpem qualquer erro ortográfico.


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