História Coffe Open - Capítulo 1


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Categorias ASTRO, Stray Kids
Personagens Jinjin, Lee Felix
Visualizações 4
Palavras 860
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Open Love


A placa na porta escrita "open" daquele, entre tantos outras cafés da cidade, foi a única a qual chamou a atenção de Lee Félix. 

Talvez discreto, ele entrou com as mãos nos bolsos, procurando por um lugar para sentar, e como parecia haver muitos, ele se dirigiu até o homem que estava atrás do balcão atendendo pedidos. 

- Bom dia, eu gostaria de um mocha, por favor. - E enquanto Lee puxava sua carteira do bolso, o atendente anotava o pedido em seu computador. 

- Você gostaria de adicionar mais alguma coisa ao pedido? - Foi quando Félix levantou seu olhar, e finalmente pode o cruzar ao do atendente, fitando seus lindos olhos claros, e seus cabelos loiros escuros. 

- Você, serve? - Um riso saiu de seus lábios, quando ele percebeu o tom provocativo de sua própria fala, e sorriu ao outro. - Um pedaço de bolo também, se for possível. 

- Claro. - O homem riu, e tirou uma notinha, lhe entregando o cupom de retirada, algo do qual Félix achava desnecessário, e estúpido, afinal, ele próprio iria recolher, já que apenas ele estava trabalhando. - Seu nome? 

- Lee Félix. - Ditou simples, e claro. - Mas pode me chamar apenas de Félix, o "Lee" fica muito formal. - Talvez ficasse formal demais, e talvez o australiano gostasse de coisas formais, mas não era hora para ser formal, afinal, ele só queria poder tomar um mocha, comendo um pedaço de bolo, em paz, sem o estresse estressante que era sua casa, ou sua faculdade, ou sua família, seu grupo de amigos... Resumindo, Félix queria descansar de sua própria vida um pouco, e ali era o lugar perfeito.

- Seu pedido deu R$ 25,50. - Após Lee lhe entregar o dinheiro, o atendente sorriu, e se virou para preparar o mocha. 

Os longos 10 minutos que Félix ficou em pé, encarando as pessoas passarem pela porta de vidro do local, sem perceber que aquilo era vidro, e que poderia ter alguém dentro, o fez rir sozinho, enquanto o tempo passava lento. E isso era bom. Ele estava sem pressa para algo, ou qualquer coisa. 

- É engraçado, né? - A voz do homem que atendia seus pedidos, soou do outro lado do balcão, e ele assentiu, se virando para o mesmo. - Seu pedido. - Félix sorriu, e sentou na bancada que tinha ali, quase grudada com o balcão de pedidos. 

Era tão bom parar para descansar, e só tomar um café, sozinho, ou com alguém, e fazia muito tempo que Lee não aproveitava algo como a paz, ou o silêncio, a calma, ou qualquer coisa que o relacionasse a tranquilidade.

Ele estava tão concentrado nos goles quentes da bebida, que depois de uns quinze minutos pode notar que em seu guardanapo, havia um nome escrito, juntamente de um telefone.

"Park JinWoo"

Por que ele sentia que aquele podia ser, e tinha certeza que era, o homem que o atendeu.

Para confirmar suas suspeitas, ele guardou o guardanapo no bolso, e fez sinal para que o outro fosse até onde ele estava.

- Park JinWoo, por que tão clichê? - O menino, que obviamente era mais novo, apoiou sua cabeça, na palma das mãos, e sorriu para o outro, com um sorriso que esbanjava calma, algo que ele nunca foi.

- Colocar o número e o telefone em um guardanapo, é tão clichê assim? - Félix apenas concordou. 

- E se eu não tivesse visto, e tivesse usado o papel? - Suas indagações eram ótimas, ótimas até demais.

- Falando nele, você o guardou? - O moreno assentiu, e apontou para o próprio bolso rindo. - Desculpa ser clichê, é de prache meu. - JinWoo deu de ombros e observou mais pessoas de arrumando na frente do grande vidro, achando que ninguém estava vendo, quando todo mundo estava rindo na parte de dentro. 

- Tudo bem. - Lee sorriu fraco, e observou os vidros também, rindo, junto com o resto das pessoas que ali estavam. - É sempre assim?

-  Sempre. - Park revirou os olhos, e cruzou os braços na bancada, deitando sua cabeça ali, e voltando a fitar o vidro. - As vezes eu sinto que aqui o clima é monótono demais. Eu sinto que tudo é muito igual, e muito calmo...

- Eu queria que tudo pra mim fosse muito igual, e muito calmo... Mas onde eu moro é um caos. - Aquele sorriso...

E pareceu se passar horas até que realmente eles tivessem percebido que havia passado horas, e muitas, aliás. 

- Eu preciso fechar o café. - JinWoo fez bico, e Félix riu, se levantando da banqueta a qual estava, e indo em direção a porta, devagar. 

- O café abre amanhã? - Será que ele voltaria, ou eram apenas perguntas sem respostas que teria?

- Depende, você vai aparecer por aqui? - E Park fez sinal para que ele não esquecesse do guardanapo guardado, e não mandasse a calça pra lavar com o telefone do mesmo ali. 

- Talvez... - O mais novo mordeu o lábio inferior, e soltou as mãos da porta, indo na direção de JinWoo, e segurando seu rostinho lindo. - Se eu puder ganhar meu primeiro pedido com o mocha... 


Notas Finais


Eu amei.
É isto.
XoXo.


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