História Coffee - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Suga
Tags Imagine Bts, Imagine Suga, Suga
Visualizações 172
Palavras 2.716
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galerinha do mal, tudo bom com vocês ? Comigo, ta tudo louco. Eu terminei de escrever essa historia de madrugada, então não sei se está boa. Provavelmente não está, mas qualquer coisa eu reescrevo quando tiver acordada o suficiente para ler tudo certinho.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capitulo Único


A manhã gelada e branca, características de um inverno rigoroso que chegou aqui em Seoul. As arvores já não tem mais folhas e meu armário não tem mais café. Coloco o moletom mais quentinho que tenho, um de cor rosa claro com um ramén desenhado, e um casaco grosso branco por cima, nada combinando com a calça de tecido grosso bege e a bota de frio preta. Tô nem aí, quero café e a loja de conveniência é aqui perto mesmo. A rua está tão branquinha, quase não tem transito, no parquinho da esquina de casa tem crianças brincando com bonecos e guerra de neve. Minhas mãos estão geladas, esqueci as luvas. Junto as duas em frente ao meu rosto e sopro, e esfrego-as, tentando esquentar. Chego na loja, o sininho soa. Até que enfim calor, a caminhada de 3 minutos foi o suficiente para me fazer suspirar de alivio com qualquer contato quente. Cumprimento o balconista, Lee Minho, ele sorri para mim, sempre achei que tinha uma queda por mim, mas no momento só quero meu café. Vou até o terceiro corredor, pego uma cestinha e meu amado café, compro mistura para cappuccino e chocolate, quem sabe algo mais doce caia bem à noite? Continuo colocando itens na minha cesta, afinal já saí de casa mesmo, não quero encarar esse frio desnecessariamente. Olho para perto da entrada da loja, e sinto minhas pernas falharem.

Vejo alguém mais alto que eu, de touca, todo de preto pagando no balcão, meu coração acelera. Por favor não seja ele, não ia aguentar, ele não olha para mim, e sai. Deixo o ar escapar, nem percebi que estava segurando a respiração. Sigo até Minho, entramos em uma conversa sobre o clima e percebo ele corando. Me compadeço dele, afinal sei o que estar apaixonado por quem não se pode ter. Eu já estou por antecedência, pois ainda faltam 3 meses para voltar a empresa e ser obrigado a encará-lo todos os dias. Finalmente saio do estabelecimento, me arrependo na hora, o frio parece pior. Eu deveria ter pego um cachecol e luvas, já que agora as sacolas não me deixavam esquentar as mãos, e meu rosto estava congelando. Resolvo dar uma corridinha até em casa, que é virando algumas casas virando a esquina, quando vejo uma aglomeração de gente, gritando e alguém vem na minha direção. É ele. Entro em um beco sem saída, deixo as sacolas no chão, me escondo e espero. Quando ele passa, eu o puxo com força para mim e me jogo com ele atrás das latas de lixo. Acabo acertando a cabeça na parede e sinto um filete de sangue escorrer pela testa, seguro um gemido de dor e tampo a boca dele para que ele não grite. As pessoas passam pelo beco sem nem olhar, estamos nos encarando, ele está assustado e pálido, a touca quase cobre seus olhos, mas eu o reconheceria em qualquer lugar. Sorrio de leve quando o barulho de passos já não é mais audível. O solto, pego minhas compras e volto a andar em direção a minha casa, o deixando lá no chão.

O sangue começa a congelar no meu rosto, quando chego na porta da minha casa. Vejo meu reflexo pela janela ao lado da porta, estou ridícula e machucada. Vejo alguém se aproximar de mim pelas costas, me viro pronto para gritar, mas alguém tampa minha boca. É ele. Fecho a cara na hora, e ele me solta. Pega minhas compras com uma mão só, gira a chave que já tinha colocado na porta e vai entrando. Mal-educado. Ele coloca as sacolas na cozinha, as vezes eu ainda esqueço que ele conhece essa casa tão bem quanto eu. Fecho a porta e espero ver o que ele quer. Ele vai em direção aos banheiros e volta com a minha caixa de primeiros socorros.

-Você prefere sentada ou em pé mesmo? – Ele me pergunta apontando para o sofá e abrindo a caixa, pegando logo a gaze.

-Prefiro você longe de mim, vá embora. – Ele não pode chegar aqui e tentar cuidar de mim. Não depois do que ele fez. Ele suspira.

-Vai pela força mesmo. – Ele vem na minha direção, ele está sem touca, quando ele tirou? Sinto ser puxada pelo braço até o sofá, onde ele me empurra com força para sentar. Tento levantar, mas ele me segura e já vai levantando minha franja para limpar o sangue quase congelado. – Corte foi pequeno, só um curativo dá certo. E pare de fazer bico, você sabe como isso me deixa.

-Não estou fazendo... ai, seu cachorro isso arde, não é só gaze, seu coiso. E é senhorita para você, seu energúmeno. – Começo a xingá-lo enquanto ele ri. Filho da mãe. Isso arde muito, para que eu comprei isso? Resolvo ficar quieta para tudo acabar logo e eu poder ficar sozinha. Ele finaliza o curativo e me dá um beijo no local.

Que porra foi isso? Ele parece ter percebido que foi estranho porque corou.

-Desculpe, eu não devia.... Temos que conversar.

-Não temos nada para conversar, Suga. Você gosta de vadias e eu não sou uma, fui burra de me declarar, você me disse coisas horríveis e ganhei 4 meses de “férias” para me recompor, porque segundo o PD-nim eu estou estressada e sobrecarregada. Sei que ele não fez isso sozinho. Agora, por favor vá embora, já agradeceu o salvamento fazendo o curativo, então me deixe sozinha. Não quero ser obrigada a te ver antes da minha folga acabar. – Levanto em direção a porta, decidido a enxotá-lo da minha vida de vez. Cacete, ele me puxa e me empurra de costas para a porta. Perto. Muito perto. Sinto sua respiração e o cheiro do shampoo dele. Minhas pernas falham e ele me sustenta com os braços, me apertando ainda mais. Vou morrer.

-Você vai me escutar sim. Querendo ou não. – Seus olhos brilham me desafiando, seus lábios estão entreabertos, seu hálito cheira a menta, culpa das balas que ele sempre carrega consigo. Meu coração me denuncia, se ele não sente como está acelerado é porque é mais tapado do que eu pensava.

-Tudo bem, mas me larga. – Tento empurrá-lo, sem sucesso. Ele me pressiona ainda mais contra seu corpo e a porta não me deixa afastar. Sinto todo o seu corpo colado ao meu e me excito com isso. Viro o rosto, corada e nervosa.

-Não, princesa. Quero você assim, e me olhe, por favor. – Ele pede manso, tem malicia na sua voz. Volto a olhá-lo. – Isso, muito bom. Primeiro quero me desculpar por tudo o que eu disse. Eu exagerei e fali tudo da boca para fora. Você não é inútil e burra, eu admiro você. – Arregalo os olhos, não creio no que ouço. – Isso mesmo, eu menti. Eu sempre te achei linda e talentosa, queria ter a sua força de vontade e me espelho em você para crescer no grupo. Não sei quando eu me vi apaixonado por você, te stalkeando nas redes sociais quando saia e eu não estava junto, quando sonhei com você e comecei a ter pensamentos impuros e atrevidos. Quando comecei a me tocar imaginando você em cima de mim, cavalgando e gemendo meu nome. Quando quis cuidar de você a todo momento e ser o seu apoio. Me fiz de louco quando ouvi sua declaração. Tive medo de tudo ser descoberto e nós dois nos machucarmos. De machucar você. Nós erámos melhores amigos, me senti errado em te querer assim, mas eu sou perdidamente apaixonado por você. Eu estou tão louco para beijar sua boca, princesa, não sei se aguento.

- E-eu n-não sei... – Eu não acredito no que estou ouvindo. Ele me ama? – Yoongi, o que?

-Isso mesmo que você entendeu. Eu te amo. – Ele fecha os olhos e eu não me aguento, acho que a pancada foi forte demais e eu estou delirando, mas que se dane.

Ataco seus lábios com fome, com força, com desespero. Ele responde na mesma hora, o selinho machuca os lábios e logo se torna insuficiente. Precisamos de mais. Ele pede passagem com a língua, eu entreabro a boca e logo seu gosto se faz presente. O gosto de menta e café me fazer gemer. Ele morde meu lábio inferior com força, eu solto um grito abafado. Estou tão excitada que dói. Esse homem mexe comigo de uma forma que nunca imaginei existir, minha intimidade lateja sob as camadas de roupa. Ele começa a me despir, tirando meu casaco branco, ri da minha blusa, mostro o dedo do meio para ele. Ele ri, e me abraça, enterrando o rosto no meu pescoço, beijando suavemente e senti uma pontada onde ele tinha beijado, o cretino me mordeu. Gritei com o susto, ele riu e passou a língua onde a marca dos seus dentes estava.

Voltamos a nos encarar, ele é tão lindo. Amo seus olhos escuros e profundo que escondem tanta dor, só nós sabemos a dores um do outro, temos essa ligação por olhar e essa tensão sexual gritante. Mordo os lábios, passo as mãos pelo seu pescoço de leve, indo para a nuca e puxando seus cabelos com força para trás.

-Chega, princesa. – Ele puxa meu moletom para cima me deixando nua da cintura para cima. – Gostosa, sempre quis marcar essa sua pele de todos os tons de vermelho, sabia amor? – Puta que pariu, pulei em seu colo, beijando com todo tesão e amor reprimido em mim. Ele segura minhas coxas, retribuindo o beijo, estou tonta, tudo está tão intenso que o desejo é palpável.

Ele nos leva até o meu quarto, mas não me põe na cama. Sinto o tapete felpudo nas minhas costas, quanto ele tira o blusão de frio que usa e a calça ficando nu, o abdômen magro sem muita definição me parece tentador. Observo ele engatinhar até mim, ficando com rosto escondido no meu pescoço, ele geme baixinho.

-Quero que seja inesquecível. Tente não gritar muito, ok? – Ele aperta meus seios, rodeando o polegar nos mamilos, enquanto morde com força meu ombro. Grito de dor e prazer. – Ora, baby, seja uma boa garota e obedeça. Não queremos que os vizinhos ouçam, não é mesmo?

Ele continua com as mordidas e chupões pela minha clavícula, enquanto uma mão massageia meus seios e a outra desce e adentra minha calça. Meus gemidos são altos, sei disso. Tem séculos que não sinto essa febre, nem esses toques, e sendo Yoongi quem faz só torna ainda mais quente e delicioso. Ele pára de me marcar e tira minha calça, estou sem calcinha. Viro o rosto com vergonha, mas por pouco tempo, um calor me invade e grito de prazer quando sua língua encosta no interior da minha coxa e sobe em direção a minha vagina, onde ele chega sugando, lambendo e chupando como se fosse um beijo indecente, que ele não pode deixar escapar nenhuma gota de saliva, ele morde meu clitóris e eu grito mais alto ainda.

-Achei que era mais discreta, amor. Vamos ver até onde você aguenta. – Ele diz isso me encarando e desce a boca novamente, e usa os dedos junto, enfiando dois de uma vez. Sinto ele esfregar de leve meu ponto G e arfo. Reviro os olhos e ele pára. – Olhe para mim, princesa, não ouse me tirar esse prazer. Sonhei com isso durante muitas noites para você me ignorar assim.

E volta me chupar, estou sensível, ele usa uma mão para me masturbar e a outra vai no meu mamilo e belisca, acabo gemendo manhosa, ele ri e a vibração era o que faltava e me desmancho em sua boca. Ele suga tudo e sorri, subindo e me beijando. Meu gosto parece incrível, porque tudo o que está nele me deixa em êxtase. Sua mão boba está me excitando de novo, beliscando meus mamilos e a outra alisando minha barriga, o que faz meu baixo ventre se contrair de antecipação. Quero senti-lo, dar prazer. Tento empurrá-lo para subir em cima dele, mas ele me segura com uma das mãos.

-Não, meu amor. Hoje eu irei amar você, dar tudo de mim a você, já basta.

Não entendo e inclino a cabeça confusa, ele segura seu membro e entra de uma vez. Tudo dói, já fazem anos que não transo com alguém, ele fica parado enquanto a dor não passa. Parece que voltei a ser virgem, lagrimas ameaçam escorrer.  Ele me beija, um beijo quente e calmo, suas mãos fazem um carinho nos meus seios e ele as desce até minha bunda, me segurando e me puxando para seu colo, começando a estocar fundo. Sua respiração em meu rosto, a expressão de prazer só me excitava ainda mais. Ele não sabe pegar leve.

-Vamos, meu bem, se abra para mim. Quero te sentir mais perto. – Relaxei e senti ele acelerar os movimentos, me fazendo gemer mais alto. Ele grunhia baixinho. – Porra, tão apertada.

Ele revirou os olhos. Resolvi me mexer junto, rebolando os quadris de leve, ele mordeu meu ombro. Arranhei suas costas, as dores da mordida com o prazer me deixavam com a visão nublada. Só quero mais. Ele saiu de mim de uma vez, só para voltar ainda mais forte.

-Você fica tão linda debaixo de mim, tão perfeita. – Ele falava e ria, meu corpo estava febril, mas não estava com frio. Tudo nesse homem me deixa com calor. Ele acelerava e quando eu sentia os tremores do clímax, ele diminuía. Me torturando.

Era sem pressa, angustiante, não tinha noção de tempo e espaço. Ele me beija, chupa minha língua, me fazia gemer engasgado de tanto prazer. Desci as mãos para sua bunda e apertei, seu gemido saiu como um riso rouco no meu ouvido.

-Quero te comer de quatro, princesa. Vira para mim. – Me joguei de rosto no tapete, não deu tempo de arrumar meus braços. – Tão empinada para mim, meu amor. Assim eu não resisto. – Ele me deu um tapa na coxa, e me penetrou fundo. Uivei, meu Deus, ele vai me matar assim. As estocadas eram lentas e profundas. Eu não suportei.

Gozei. Intenso e suado. Ele continuou, os tapas eram fortes e eu ainda sensível pelo orgasmo apenas gemia, se for sempre assim vou morrer, mas morrer feliz. Eu sorria, virei o rosto na direção dele. Minha bunda empinada, meu rosto rente ao chão meus braços não tinham força para me apoiar. Ele estava suado, a pele branca tinha vergões vermelhos que eu fiz com minhas unhas, na próxima farei com os dentes. Ele me dá mais um tapa, e me encara.

-Você está tão molhada, é tão gostosa. É maravilhoso estar dentro de você. – Ele me vira de frente sem sair de dentro de mim e eu coloco minhas pernas ao seu redor, apertando sua cintura. Ele desce uma mão até minha buceta e me estimula. Estou ficando dolorida, mas o tesão é tão grande que sinto mais um orgasmo chegando. – Vamos, baby. Me dê mais um.

Explodo mais uma vez, a visão fica turva, mas ainda posso ouvi-lo gemer alto e se derramar dentro de mim. Eu mordi seu ombro, nem percebi quando fiz isso. Minhas unhas fincadas em seus braços. O solto devagar, e ele desaba em cima de mim, enterra o rosto no vão entre meus seios. Ele é tão lindo.

-Acho que não levanto mais hoje. – Ele levanta o rosto, e sorri. Sorriso esse que me faz ter taquicardia.

-Acho que nem devemos levantar. – Ele morde meu pescoço de leve. – Sabe, princesa, eu ia fazer isso quando você voltasse para empresa, mas não aguento mais. Aquilo lá está um terror, os outros membros tentam se virar sem você, mas sempre perdem o horário, o substituto se demitiu porque não aguentou o tranco, tudo está uma bagunça. Precisamos da nossa manager, e estamos perdidos sem você. Me desculpa ter falado tudo aquilo, e...

-Cala a boca, Suga. Está tudo bem. Eu ligo para o PD-nim amanhã e vejo se posso voltar. – Ele sobe o corpo e me beija. Faz um carinho no meu cabelo, e me abraça. Eu não se vivo sem esse dorminhoco.

-Estou com sono e acho que vou dormir aqui mesmo, no tapete e com você. Espero que não ligue. – Eu o abraço de volta, me aninhando com ele. Só queria comprar café e deu nisso. – Mas antes... Aceita namorar comigo, amor?


Notas Finais


Está aceitável? Me digam se gostaram ou não, criticas construtivas são sempre bem vindas.


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