História Coincidência ou Destino - Capítulo 25


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Categorias Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange
Personagens Felps, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit, Cellbito, Cellbits, Cellps, Drama, Felipe Z, Felipe Zaghetti, Felps, Rafael Lange, Romance, Youtubers
Visualizações 102
Palavras 733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - .Sofrimento externo ou interno?


Fanfic / Fanfiction Coincidência ou Destino - Capítulo 25 - .Sofrimento externo ou interno?

(Ainda Pov Rafael) 

Tive que parar por causa de um semáforo que tinha acabado de mudar de cor, de verde para vermelho no instante que eu quase o estava passando. Que tédio! 

Eu tinha o vidro do carro aberto e estava com o cotovelo apoiado do lado de fora, com a mão na testa, bufando e apenas me estressando. E o pior é que nenhum automóvel estava passando, as estradas estavam completamente desertas, apenas eu.

Em um segundo a minha infância passou novamente pela minha mente, me fazendo soltar uma lágrima, mas logo a sequei rapidamente. Um homem qualquer vem do meu lado e tinha um ar sínico e arrepiante. 

- Você sabe onde fica o hospital? - perguntou e colocou a mão na cintura, perto do bolso da calça. 

- Desculpe. O quê? - falo confuso e tentando ser educado. 

- Porque é para lá que você vai. - falou e sacou uma arma de seu quadril. 

- CARALHO! - grito de desespero e baixo a cabeça, desviando de um primeiro tiro. 

Eu dei um empurrão no homem e tentei escapar, tentando ligar e acelerar com o carro. Mas o desespero e o medo me impediram. 

Ele esforçou-se para se levantar, mas o seu esforço não valeu a pena. O mesmo me encarou com aquele olhar aterrorizante e ergueu a sua arma mais uma vez. 

Danado, atirou novamente e dessa vez eu não consegui sair livre. A bala acertou certeira no meu olho, me fazendo urrar de uma dor extraordinariamente dolorosa pra caralho. 

Senti um líquido quente percorrer o meu rosto e assim que passei a mão, era um líquido vermelho, era sangue, era o meu sangue, o sangue que estava escorrendo do meu olho recentemente atingido. 

Olhei o cara de novo e ele apertou o gatilho para atirar mais uma vez, mas a arma aparentava já não ter mais balas. O que me salvou de mais um tremendo desastre. 

Apertei o mais que possível sobre o pedal do carro e fui prega a fundo até à casa de Brenda, minha amiga de primário. 

Ah! Mas porquê a casa de Brenda ao invés da sua, Cellbit? Primeiro, a casa dela fica mais perto e segundo, não quero chegar em casa com o olho neste estado. Iria ser uma confusão enorme e não preciso encher mais o saco à minha irmã. 

Meu olho que literalmente já não existia ardia a todo o momento, me machucando mais ainda. A angústia que estava sentindo era estrondosa e não de passagem. Aquela dor estava me matando por fora, parecia que o meu rosto ia cair naquele preciso momento. 

Podia apenas estar preocupado e concentrado naquele meu sofrimento, mas estava mais concentrado em Felipe, em minha irmã e em meus amigos que outra coisa.

Podia apenas estar preocupado e concentrado naquele homem que me tentou matar, mas estava mais concentrado em Felipe, em minha irmã e em meus amigos que outra coisa. 

Porquê? Bem... Estava aqui pensando em, se eles todos iriam me abandonar por eu ser diferente, por eu ser uma pessoa invulgar, sem um olho. Todos eles poderiam ser preconceituosos a respeito disso, isso que me estava dando medo. 

Não era nem o facto de uma pessoa querer me matar, muito menos a dor que estava sentindo que me estava dando pavor. Era o facto de poder ser rejeitado por aqueles que mais amo. 

Cheguei na casa de Brenda. Peguei uma fita que tinha na porta do carro e a coloquei sobre meu olho, estilo aquelas que alguns piratas usam e tentei me manter o mais calmo possível, mesmo com aquela agonia e aquele pensamento martelando a minha cabeça. 

Saí, fui até à porta da casa e suspirei, por fim bati três vezes na porta, pois ela não tinha campainha. O bairro onde ela morava era apenas com casas um pouco mais antigas e mal se viam crianças brincando e pulando por aí, pois quase não haviam crianças naquele lugar. 

Escuto alguns passos do lado de dentro e engulo seco, reviro os olhos(no caso, o olho), suspiro e bato o pé sem parar. Finalmente ouço o barulho do destrancar da porta. 

Com certeza tô fudido. 

Vou ficar sem ninguém. 

Já fui. 

Menos uma amiga. 

E depois menos TODO o fucking mundo. 






- OI RAF... - Brenda fala entusiasmada e de braços abertos, mas logo trava assim que os seus olhos param na fita em meu olho direito.



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