História Cola - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu estou escrevendo esse capitulo nú com uma pessoa ao lado, e...
A imaginação é de vocês.

Capítulo 2 - Banheira americana


Eram duas da tarde e eu estava falando bo telefone:

-Se eu gosto das idéias dele? Eu simplesmente as despreso! Qualquer coisa que saia da bica daquele otário é uma ideia subversiva a mim. Falava com um cigarro na mão.

-Mas Ray ele é um dos autores mais respeitado da década!

-não importa quem é o filha da puta mais otário do seculo! Quem manda aqui sou eu. Eu trabalho com livros, não sei onde tava com a cabeça quando escolhi literatura agora minha vida é resumida em letras, letras...

A campainha estava tocando e eu fui atender ainda com o cigarro na mão:

-não esperava vê você aqui.

-Acho que não esperava que eu vinhesse aqui rastejando igual a uma cadela velha implorando por um ultimo carinho.

-Você veio implorando por um último carinho meu? Ele ficou em silencio, me olhava com um meio sorriso de boca fechada enquanto eu ficava ligeiramente editado, ele deixou seu pênis marcando a causa, com certeza colocou uma vadia pra chupa-lo enquanto dirigia.

-Eu quero pegar seu pênis por fora da causa, Jim. E quais quero apertalo com força! Ele olhou pra trás e soriu.

-Então vem! Assim eu fiz, comecei a beijar ele chupando forte seus lábios e depois mordendo, eu esfregava muito minhas mãos lá enquanto ele apertava meu pescoço meu coração parecia bombear fogo.

-Eu quero entrar em você! Falou Jim penetrando o dedo por cima de minhas causas em direção ao meu reto.

-você pode cuidar de mim agora mesmo! Ele foi de leve passando a mão no meu corpo enquanto eu esperava algo acontecer, ele botou a mao no meu zíper e ficou abrindo e fechando e isso me deixava cada vez mais excitado enfim abaixou minha causa e eu fiquei vendo ele lá em baixo, eu via ele como um escravo agora, quero ele como um pedaço de carne. Eu estava só de cueca e ele começou a me chupar por cima da cueca até que eu mesmo sem aguentar de tanto tesão resguei aquilo e jogui fora, quando fiz isso ele olhou pra min perplexo enquanto eu sorria. Eu estava só de camisa e ele ainda de roupa me levantou e me jogou na cama, começou a chupar meus mamilos e isso me fazia tremer de prazer, enfim tirou seu pinto pra fora e bruscamente me levantou e sem serimonia enfiaou aquilo dentro de mim, eu senti muita dor e pedi pra ele parar um pouco mais ele não parou e eu tive de suportar, ele levantava as minhas pernas enquanto eu via suas expressões de prazer me chamando de "my baby" eu comecei a me masturbar intensamente logo depois que a dor passou. Ele entrava e saia com muita força até que gozou gritando o nome da esposa dele:

-Anyyyyyy..ohhh!! Ele saiu de mim e deitou-se em meu lado e eu me sentei sem nem uma reação. Acendia um cigarro, ele me olhava, o cilencio pairava até que foi interropido: 

-Babaca! Falei me levantando e indo pro banheiro, ele me acompanhou depois, enchi a banheira que é um a banheira americana e entrei ele também entrou MS sem ser convidado.

-Você nem ao menos gozou Ray, oque está havendo?

-Você precisa ser melhor que isso, precisa me manter em exataze me beijar, me molhar deixar que eu o arranhe e enfim desfrutar nós dois de uma bela transa. Mas Você não é grande coisa, já tive melhores. Ele olhou se aproximando de mim com seus lábios roxos de tanto eu sugar botou a mão no meu pescoço, olhou para os lados botou a navalha na sua mão e me perguntou: 

-Oque você quer que eu faça?

Peguei a mão dele e comecei a fazer cortes na minha perna e na dele até que a agua ficou vermelha de sangue e da fraqueza de nossos corpos nús e sucubidos.

-E agora? Ele me perguntou.

-Vá pro inferno Jim. Falei me levantando e indo embora.




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