História Cold Blooded - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Naruto, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Spy
Visualizações 150
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 18 - Êxtase


Nem todo mundo sabe como mexer com o meu corpo

Sabe como me fazer querer

Cara, você não perde o pique

Você tem uma coisa que me deixa sem equilíbrio

Baby, você é um desafio, vamos explorar o seu talento

[...]

Ooh na na, qual é o meu nome?

Ooh na na, qual é o meu nome?

 

 

Se você fosse me perguntar qual foi a melhor experiência que eu tive com o Sasuke sensei, eu lhe garanto que seria essa que eu vou lhes contar agora.

Depois que testes comportamentais sobre nossa fidelidade à organização foram encerrados, eu me pegava dormindo e acordando todos os dias ao lado de Sasuke, e de fato, talvez avançassemos em uma velocidade rápida e que era só nossa.

Eu não estava fazendo missões e nem o Sasuke, apenas investigamos o caso do Orochimaru, reviramos os registros, procurávamos pistas do que ele queria e se ele estivesse vivo, de onde encontrá-lo.

Fiz uma tarde de filme com as meninas só para mantê-las informadas sobre meu atual status de relacionamento, e ter o prazer delas jogarem na minha cara que já esperavam isso.

Então uma semana se passou e as lembranças da Saint Cross pareciam tão distantes, apesar de ter Karin, Tenten e Neji ainda por perto.

Acordei em uma manhã de sábado com um pouco de preguiça, me remexi nos lençóis e Sasuke sensei não estava na cama. Me levantei, me espreguicei e vi um papel do lado de Sasuke.

“Me encontre na área de treinamento 25B”.

A área de treinamento restrita? Por que ele queria me treinar em interrogatório e mentira? Será que eu não havia ido bem no teste que Hiashi havia aplicado? Eu sou uma exímia mentirosa e mesmo assim disse a verdade sobre todas as coisas, eu não tinha o que esconder.

Me arrumei e segui para a área B, uma área que ficava no quinto andar da academia e era completamente deserta com exceção de um ou outro funcionário, torturando, interrogando ou treinando.

Cheguei a sala 25 e abri a porta e , céus, lá estava Sasuke com as mãos encaixadas, sem camisa, com todo o corpo suado, socando contra um saco de pancadas no canto da sala.

- Por que este saco está aqui? - perguntei.

- Trouxe para matar o tempo enquanto te esperava - ele respondeu ainda concentrado no saco.

Está me esperando há muito tempo?

Sasuke chutou o saco com força e a corda que o prendia ao gancho rasgou, o saco bateu contra a parede e caiu no chão.

Sim - ele respondeu e voltou-se para mim com um sorriso travesso nos lábios.

Um arrepio correu minha espinha, seja o que for, ele estava planejando algo.

Por que me chamou aqui? - perguntei.

Quero fazer um treinamento com você - Sasuke falou - resistência a tortura.

Já treinamos isso - respondi.

Treinamento nunca é demais - ele deu de ombros.

Ok - respondi e fechei a porta da sala - o que quer eu faça?

Tire a roupa - ele respondeu e eu apenas arqueei a sobrancelha, ele queria mesmo treinar, de qualquer forma não seria a primeira vez que ele me torturava em um treinamento e nem a primeira vez que ele me via nua.

Tirei a roupa e fiquei apenas de calcinha, Sasuke apontou para uma área na sala que haviam duas pilastras.

Ele pôs uma venda em mim, prendeu meus braços para cima e minhas pernas de forma que eu formasse um perfeito X na pilastra.

Seria mais fácil ter uma cruz de Santo André aqui - comentei.

Humn, vai sugerir isso à Kakashi? - Sasuke falou enquanto buscava o carrinho onde ficavam os instrumentos de tortura, ouvi as rodinhas vindo.

Eu não - respondi.

Muito menos eu - disse soltando uma risada anasalada - vamos começar.

- Sim.

- A informação que você não pode dizer, Sakura, é o meu nome.

- Seu nome? - perguntei confusa.

- Sim você não pode falar “ Sasuke” sob circunstância nenhuma - Ele falou sério.

- Tudo bem - respondi.

Então a sala ficou silenciosa, eu não ouvia nem mais os passos de Sasuke, então senti sua mão em meu seio esquerdo, seus dentes mordendo meu pescoço e em minha bunda sua excitação pressionando.

Mordi o lábio pra abafar o gemido que saiu.

E não pude negar que a primeira palavra que veio a minha língua foi seu nome.

- Qual o meu nome, Sakura? - ele perguntou e eu não respondi, foquei em controlar minha respiração.

Os lábios de Sasuke desceram uma trilha de beijos e mordidas pelas minhas costas e alcançaram minha bunda fazendo o mesmo.

Seus dedos percorreram minha vulva por debaixo da calcinha lubrificando seus dedos, para logo entrarem lentamente no meu ânus.

Eu encolhi o corpo por reflexo e mordi os lábios, contendo o gemido que seria mais alto do que eu queria, Sasuke pôs a mão sobre meu diafragma e continuou deslizando os dedos pra dentro de mim, agr em pé mordiscou meu pescoço.

Qual é o meu nome, Sakura? - o fato é que seu nome estava na ponta da minha língua e eu queria muito gemê-lo. Ao invés disso eu apenas apertei mais os lábios e grunhi.

Ouvi Sasuke mexer na mesinha de metal com os objetos de tortura e substituir seus dedos por algo gelado e maior.

Eu gemi, todo o tempo enquanto ele esteve dentro de mim e principalmente depois que pôs aquilo, provavelmente um plug anal, onde ele tinha conseguido aquilo?

Então ele voltou pra estar de frente pra mim, me beijou com seu corpo próximo ao meu com roupa, apenas sem camisa, o aperto do seu peito no meu era tão sexy que me fez suspirar entre seus lábios.

Ele tesceu lambidas, mordidas e chupões, meu corpo ficaria completamente marcado depois daquilo, mas eu não me importa.

Então ele chegou a minha vulva, beijou os grandes lábios pouco antes de perguntar novamente.

- Qual o meu nome, Sakura? - Minha mente formou seu nome como com desejo, uma vontade de gemer e chamar por ele me invadiu quando ele precisou e massageou o meu clitóris com a língua.

Eu estava nas nuvens, ele movimentou a língua enquanto usava um dedo para me penetrar e o gemido alto saiu dos meus lábios antes que eu pudesse conter.

Grunhi em aprovação conforme sentia a proximidade do meu orgasmo e quando Sasuke aumentou a velocidade dos movimentos tanto dos dedos como da língua, foi impossível conter o que se seguiu quando atingi meu orgasmo.

- Sasuke-kun - o gemido manhoso saiu da minha boca.

Sasuke lambeu toda a extensão da minha vulva e se pôs em pé na minha frente, tirou a venda e eu descobri que amava o seu sorriso sacana.

- Você acabou de perder e passar informação para o inimigo - ele falou - você estaria morta agora, mas ao invés disso eu só vou puni-la.

- Como? - sussurrei e descobri que estava ofegante.

Ele mordeu meu pescoço e mordeu minha orelha, então se afastou com aquele sorriso que eu amava e mexeu nos instrumentos de tortura.

- São novos? - perguntei sobre a mesa de metal dos objetos de tortura que normalmente abrigam facas, socos ingleses e alicates, agora tinham chicotes, algemas, óleos e algumas coisas que prefiro guardar pra mim.

- Andei fazendo umas comprinhas - ele respondeu pegando um vibrador e colocando em minha vagina, mordi o lábio forte assim que ele fez, mas não consegui segurar os gemidos quando ele ligou o aparelho.

Então ele se voltou pras minhas costas e me penetrou pelo traseiro lentamente e eu não sabia o que dizer naquela hora, com certeza minha mente estava alucinando.

Fechei os olhos e senti o mundo rodar, ele mordeu meu pescoço novamente antes de começar a se movimentar, eu estava no céu.

A sensação de tê lo dentro de mim, se movimentando, gemendo e suspirando no meu ouvido, suas mãos em minha cintura movimentando meus quadris e meus gemidos que ecoavam pela sala, era tão bom e só nosso.

- Sasuke-kun - me peguei gemendo alto seu nome.

- Saky…

Ele saiu de dentro de mim, me deixando frustrada.

- Vai me torturar mais? - minha voz saiu manhosa.

Agora ele estava a minha frente, com aquele sorriso sacana e a respiração ofegante, retirando o vibrador.

- Hoje não - ele respondeu. Seu corpo agora nu, ainda estava duro e bem vivo a minha frente. Então por que raios ele havia parado?

Ele desamarrou minhas pernas e meus braços, eu estava prestes a me jogar nele quando ele segurou meus ombros.

- Deite-se - ordenou, um arrepio correu minha espinha e eu imediatamente obedeci.

Então ele se deitou sobre mim em um típico papai e mamãe e me penetrou, seus lábios buscaram minha boca em um beijo e ele voltou a se movimentar.

Suas mãos correram por meus braços e entrelaçou seus dedos com os meus. Meus gemidos abafados por seus lábios, eu automaticamente cruzei as pernas em torno de sua cintura.

Seus lábios soltaram os meus e gemidos invadiram a sala, seus lábios percorreram meu pescoço e cada suspiro e grunhido que atingia meu ouvido me deixava mais perto do orgasmo.

Senti um calafrio me atingir até a intimidade, meu corpo todo arrepiou, senti os espasmos e gozei da melhor maneira possível.

Mais duas estocadas e senti Sasuke se despejar dentro de mim, seus olhos encontraram os meus, nossas respirações ofegantes.

- Eu te amo - ele falou me pegando de surpresa, eu sorri.

- Eu também te amo.

Ele sorriu, o tipo de sorriso que aquece o coração.

Passamos o resto do dia transando naquela sala.


Notas Finais


Obrigada por lerem meus bombons de açúcar, espero que tenham gostado.


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