História Cold Little Heart - Capítulo 22


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Stray Kids
Personagens Cl, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seokjin (Jin), Taeyang
Tags Jin, Jisung, Lgbt, Romance
Visualizações 7
Palavras 748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Seus suspiros


Fanfic / Fanfiction Cold Little Heart - Capítulo 22 - Seus suspiros

Se passaram quase 1 semana e eu teria alto nesse mesmo dia. Antes eu teria que realizar mais alguns exames e á noite, eu estaria em casa.

 E o Sr Han e todos eles voltaram para Tóquio. Nem pude acompanhá-los até o aeroporto, mas Seokjin fez isso por mim. Sentirei saudades eternamentes deles... como sinto de mamãe, que nunca mais me ligou. Faz quase 6 meses que não escuto sua voz. Vovó Kawaki fala que ela anda com a cara emburrada e no meio da madrugada fica sentanda no tatame da cozinha, na maioria das vezes chorando. 

Seokjin me fez ficar tão bem em todos esses dias, que me ajudou a esquecer do meu filho. Decidimos que desta vez, iremos esperar mais um pouco e depois... quem sabe, possamos ser pais de verdade. 

Eu iria voltar para a faculdade na outra semana e ficarei nela. Ainda faltam 2 anos mais ou menos para que eu possa acabar. O grupinho que faço parte lá, está com muita saudade minha. Até chegaram a vir me visitar um dias desses. 

[...]


Eu havia trocado de roupa e estava esperando Seokjin, que no mesmo instante apareceu na porta.

- Podemos ir, Akemi Kim? - perguntou, dando um grande sorriso para mim.

- Claro! - exclamei, indo correndo em seguida até ele e o abracei forte. 

- Em casa tem uma grande surpresa esperando por você. - afirmou.

- Então quero poder ir embora agora! - sorri.

- Acalme-se. - pediu. - Vamos?

Concordei com um sinal e fomos embora.

Ao chegar na recepção, pude ver seu carro parado em frente. Era preto brilhante, que dava para se ver de longe. Saímos do hospital e entramos no carro. 

Quando abri a porta da frente, vi uma caixa vermelha. Com um laço branco a segurando. Seokjin se sentou e me olhou, como se estivesse dizendo "Abra, é para você!". Peguei a caixa e me sentei, a deixando no meu colo. Abri a mesma e nela tinha um colar com uma pequena pedra verde, parecia esmeralda.

- Seokjin, isso deve ter sido caro. - meus olhos brilharavam junto com a pedra. - Eu não posso..

- Você deve aceitar. - me interrompeu. - É um presente, apenas para começar essa noite.

- Então, muito obrigada! - lhe agradeço com vários beijinhos no rosto.

Ele sorriu e ligou o carro.

[...]


A lua estava gigante e havíamos chegado em casa. E entramos.

Já na sala, tinha um caminho feito de pétalas de rosas vermelhas que seguia até á cima da escada, provavelmente pararia no quarto.

- Como na nossa lua de mel, eu fui um idiota. Decidi planejar outra, aqui mesmo... na nossa casa. - me abraçou com por trás.

- Você é mesmo muito criativo. - o elogiei. - Por isso, sua mãe amava mimar você.

- Minha mãe de verdade não faria algo assim. - ficou cabisbaixo.

Me virei e coloquei meus braços envolts de seus grandes ombros.

- Seokjin... não fique assim.

- Tem razão. - concordou. - É melhor fazermos outra coisa e esquecer das pessoas lá fora... e focar apenas em nós. - me deu um selinho.

O puxei para mais perto e aprofundei o beijo ainda mais. Subimos as escadas, pisando em todas as flores que de alguma forma enfeitava a casa. Nem percebemos que estávamos no quarto e muito menos que estávamos apenas com as roupas íntimas. Me desgrudei dele e vi que a cama estava cheia de pétalas.

- Sabia que eu vi numa revista, que pétalas de rosas vermelhas na cama ajuda nessas partes mais legais de uma relação? 

- Não sabia, mas me deu uma vontade de ver isso em ação. 

Ele me levantou, deixando minhas pernas envolta de sua cintura. Em seguida, me colocou na cama.

Ficamos sentados, de frente para o outro e tirei meu sutiã devagar, em seguida o joguei o mais longe de mim.

Ele suspirou por aquilo. 

E tirei minha calcinha.

- Você é muito gostosa, Akemi! - mordeu os lábios e quase os arrancou com os próprios dentes.

O empurrei, de forma que ele ficasse deitado e eu em cima do mesmo. Mal respirei e ele me virou. 

E começou a lamber o meu seio direito, soltei um leve gemido. Sua língua circulava ele inteiramente e isso me deixava doida. Eu cravava minhas unhas em seus cabelos cada vez que ele abocanhava ainda mais.

Me sentei em seu colo, ficando em cima de seu membro já rígido e comecei rebolar devagar. 





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