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História Cold Little Heart- SwanQueen - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoas, decidi publicar essa história de apenas 2 capítulos, era para ser somente 1 mas vou dividir.

Quero deixar claro, que esse primeiro capítulo foi exatamente o que aconteceu comigo. Ainda vou editar se ver que faltou algo importante, então o primeiro capítulo a realidade, e o segundo eu vou transcrever de um sonho que tive.

Eu acho que só sentiu um amor assim vai poder compreender bem essa narrativa, desfrutem!
O primeiro cap é mais chatinho pois envolve outras pessoas.


ps: não sei de quem é a imagem central (Emma e Regina), peguei no google e montei uma capa com ela. Se souberem me avisem para dar os créditos.

Capítulo 1 - Capítulo 1 - o amor não compreendido


Fanfic / Fanfiction Cold Little Heart- SwanQueen - Capítulo 1 - Capítulo 1 - o amor não compreendido

 

Pov Emma

Hoje eu vou relatar a vocês um pouquinho da minha história com a Regina, a mulher mais incrível que eu poderia ter conhecido. 

Eu a conheci quando estava no último ano do ensino médio, e não, ela não era minha professora como muitos de vocês devem estar imaginando. Ela dava aulas no colégio em que estudava, mas somente para o ensino fundamental. Eu a conheci através de uma professora que é minha amiga, ela nos apresentou num evento que o colégio estava fazendo. Naquele tempo jamais havia passado pela minha cabeça estar, ficar e casar com uma mulher. Eu fui criada em um ambiente muito religioso, e não tinha conhecimento desse universo lgbtq+. De qualquer forma, hoje relatando tudo isso, compreendo que meu amor por ela foi instantâneo. Eu me apaixonei assim que a vi, mas como vocês podem imaginar, demorei muito tempo para notar isso. Sempre que podíamos conversávamos uma com a outra e era tudo muito simples e fácil. Regina era uma mulher incrível, independente, aventureira e amava conhecer coisas novas. Eu logo me identifiquei com ela e quis saber mais sobre essa mulher que havia me conquistado, eu a admirava tanto.

 

Como estava no último ano do ensino médio, eu ajudava meus colegas para a nossa festa da formatura e, foi aí, vendendo algumas rifas para professores que ela me passou seu número após comprar as rifas. Eu fiquei muito feliz, e logo quando cheguei em casa mandei mensagem para ela agradecendo por ajudar a nossa turma. Sempre que podia eu comentava suas coisas nas redes sociais, as vezes ela respondia, as vezes não. 

Em novembro de dois mil e dezesseis, conheci um rapaz e começamos a conversar, ficamos um bom tempo assim até que tivemos nosso primeiro encontro, tivemos uma conexão legal inicialmente e eu me sentia pronta para ir além, e foi naquele dia mesmo dentro do carro dele que perdi a virgindade, e não, não foi tão legal mas também não me arrependo. Killian era um cara carismático, ele foi meu acompanhante na formatura, ele me apresentou para sua mãe e avó, e todos nos demos bem. Contudo, em momento algum o apresentei para minha família, não me sentia confortável e, eu e minha mãe tampouco éramos muito próximas, aquelas do tipo que contam tudo uma para outra e são melhores amigas. Fiquei dois meses, quase três, com ele. Eu não sentia que o amava e também achava que ele me traía, mas foi com ele, vendo uma foto de Regina no Facebook que percebi meu coração acelerar, sem motivo aparente, até ele dizer “que mulher linda, quem é?” , eu disse que era uma professora que havia conhecido no meu antigo colégio, e que sim, ela era maravilhosa. Foi naquele dia que entendi que não podia sustentar um relacionamento com Killian sem amá-lo, sem sentir por ele, o que Regina me fazia sentir por ela. Quando voltei para casa depois de terminar com ele, entrei em contato com a minha amiga por que lembrei de uma conversa que tivemos no segundo ano do ensino médio.

“Nós estávamos conversando sobre homossexualidade, eu, a Ruby e Gus. Eu, assim como August, dizíamos que se um dia tivéssemos filhos gays, até poderíamos respeitar, mas jamais aceitar. Então, Ruby olhou para mim de forma indignada, e me disse a seguinte frase. “Quando você se apaixonar por alguém de verdade, eu espero que seja uma mulher, e você sinta o peso de suas palavras, o medo de não poder contar com a sua família, então, aí você conversa comigo e vê se não vai aceitar seu filho.”. Foi no ano seguinte, no terceiro ano, que conheci a Regina, me apaixonei assim que a vi, apenas não tinha conhecimento desse sentimento.

 

Eu estava realmente muito ferrada, as palavras da Ruby ecoavam em minha mente como mantra, e eu sabia que havia chegado a hora de contar a ela sobre isso. Ela riu da minha cara, não me julgou, mas também fez pouco caso daquilo, pensou que fosse um delírio meu. Isso era final de janeiro de dois mil e dezessete, em março me mudei com uma prima, Elsa, para Portland, ficava há uma hora de Storybrooke. Eu juro para vocês que depois que assumi para mim mesma que amava a Regina, as coisas ficaram horríveis. Eu não conseguia falar com ninguém sobre esse sentimento, eu me odiava por amá-la. Eu delirava, não trabalhava e nem fazia nada de util, eu comecei a assistir séries sem parar durante a madrugada e dormir o dia todo, tudo para não ter que pensar nela, eu não comia, não dormia bem, não fazia absolutamente nada além de vagar.

 

Sempre que eu voltava para Storybrooke visitar minha família, eu tentava passar na frente da casa da Regina, fosse caminhando ou pedalando, geralmente eu conseguia vê-la. Ela sempre me cumprimentava, me abraçava e dava um beijo no rosto, perguntava por onde eu andava e o como estava, mas nada mais do que cinco ou dez minutos da sua atenção. Eu sempre saía satisfeita e feliz por tê-la visto. Mas, cada vez que aquilo acontecia, eu não reparava no quanto dano me fazia. 

Eu esqueci de comentar com vocês que o pai da Regina é radiologista no Hospital e ele trabalha com meu padrasto no mesmo plantão, e a Regina é formada em Geografia, Administração e mais um monte de “coisarada”, ela deu aula num curso técnico de Meio ambiente para a minha mãe há uns cinco anos atrás.

Mas, voltando ao que estava contando. Foi muito fácil ter assuntos com ela, foi muito fácil me apaixonar por ela, ela é incrível. Eu ainda tinha contato com a professora, Lilith, a que me apresentou para Regina, então, eu sempre sabia quando eles iam para Portland fazer uma visitar aos museus com os alunos, e sempre a Regina estava junto. Qualquer oportunidade que eu visse para estar perto dela, eu agarrava. 

Agora chegamos em uma das partes mais importantes, em maio de dois mil e dezessete eu falei para Regina o que sentia. Hoje eu faria isso totalmente diferente de como fiz, mas vocês vão ter que me perdoar, porque eu nunca estive apaixonada antes e eu nunca soube muito bem como expressar meus sentimentos. 

 

Eu já estava farta, eu não conseguia mais viver com esse sentimento, eu comecei a me exercitar em casa mesmo e a fazer um curso como Designer Gráfico e Marketing e Propaganda, tudo para tentar espairecer e tentar esquecê-la. Mas, nada dava certo. Então, em abril, após completar dezoito anos, comecei a cogitar a possibilidade de me abrir para Regina, não que eu pensasse que ela pudesse me corresponder, mas só para aliviar aquilo que estava preso na minha garganta. Ela é quatorze anos mais velha que eu, com certeza muito mais experiente para poder me dar algumas dicas e ser compreensiva. Depois de muito pensar, em maio, cheguei a conclusão de que faria isso mesmo, falaria tudo para ela, sei que fiz da forma errada, mas não me arrependo. 

Como tinha ganhado um celular novo de aniversário, ele veio com um chip e, esse chip coloquei no meu celular antigo, fiz um WhatsApp, coloquei uma foto qualquer que dizia algo sobre os olhos castanhos dela e enfim enviei a tal mensagem no anonimato. 

Eu não tenho mais o print da conversa inicial com ela, então não lembro exatamente o que falei, mas foi algo assim: 

 

“Oi, tudo bem?” 23h01

“Oi, tudo bem sim. Com quem estou falando?” 23h03

“Eu prefiro não me identificar por enquanto. Eu só quero expor o que sinto. Não precisa saber quem sou.”23h04

“Eu to muito insegura quanto as coisas que tenho para te falar, mas você precisa saber que, faz tempo que venho nutrindo sentimentos por você, e não aguento mais ficar com isso guardado. Eu nunca pensei que algum dia me interessaria por uma mulher da forma que me interessei por você. É a primeira vez que sinto algo por uma mulher e isso é assustador. Eu não espero nada de você, mas eu precisava falar.” 23h29

“Entendi que não ia se identificar. Difícil conversar assim...” 23h45

Outro dia. Sim gente, eu desliguei o celular antigo e só fui criar coragem para continuar no outro dia. 

“Isso é mais difícil do que pensei... olha, eu tenho medo que depois você não seja mais a mesmo comigo.” 20h49

E ela queria me testar, só pode, porque enquanto eu não respondi quem era, ela não me respondeu de volta. 

“Emma.” 22h17

“Oi, só agora tive tempo para escrever. Você é Emma, ex aluna do Storybrooke High School? Certo?” 22h56 

“Não sei o que fez você pensar que eu poderia corresponder. Também não esperava algo nesse sentido... Mas precisa lidar melhor com esse sentimento, pois não é recíproco. Você é jovem e bonita!” 22h59

“Fique tranquila! Você deve estar passando por um momento de transição, precisa focar nos estudos e acreditar em algo bom e próspero para a sua vida.” 23h00 .

E foi assim que eu nunca mais consegui olhar para ela novamente. Eu parei de ir atrás das coisas que ela postava, parei de ir para Storybrooke com frequência, parei de tentar esbarrar com ela pelas ruas e pelos lugares que eu sabia que ela gostava, e, quando eu a via na rua, fingia não ver. Porque por mais que ela tenha dito para eu “ficar tranquila” em relação a não mudar seu tratamento comigo, eu mudei. Eu fiquei mais arisca e antissocial. Eu não consegui não chorar todas as vezes que pensava nela e nesse sentimento grandioso que habitava em mim, eu só queria morrer e não me sentir mais assim. Eu estava seriamente pensando em suicidar-se. Eu não aguentava mais toda a aquele carga emocional, então meu refúgio apareceu quando voltei a conversar com uma amiga de infância, que há muito não via. 

Eu estava em Storybrooke e minha prima Anna, que estudava no mesmo colégio que eu estudei, me convidou para ir numa festa que estava tendo lá, com muita luta ela conseguiu me convencer. Lá fiquei perambulando sozinha, pois Anna seria uma das alunas a se apresentar. Até que Belle, uma menina que conheci as quatro/cinco anos de idade apareceu, nós já havíamos conversado por Facebook algumas poucas vezes. Ela me fez companhia e conversamos sobre várias coisas, até tocar no nome de Regina, e eu saber que ela dava aulas para Belle. Ela perguntou se eu conhecia essa professora e disse que sim, falamos mais algumas coisas, até ela me chamar para cumprimentar os meus antigos professores, eu iria, mas quando vi Regina junto a eles, paralisei. 

Me neguei, e disse que não estava afim de falar com a tal professora. Belle me fez muitas perguntas do porquê, ficou inventando mil e uma teorias, até chegou a falar que se o problema era tão grave assim, era porque eu tinha feito algo muito foda. Então ela veio com outras das suas teorias “Por acaso você ficou com o ex namorado dela, por isso eles terminaram?” , eu comecei a rir e falei 

Antes fosse isso, Belle, eu não estaria tão fodida assim”. Eu prometi a Belle que lhe contaria assim que o evento acabasse. E o fiz, Belle me deu tanto apoio durante anos, nunca me julgou e sempre me dava sábios conselhos. 

Eu continuei ignorando a presença de Regina na minha vida durante todos os dias daquele ano de dois mil e dezessete. Eu só não entendo porquê ela não me deixava em paz... Como disse a vocês, deixei de fuxicar a vida dela nas redes sociais, mas ela, começou a me marcar em uns post sobre viagens, curtiu minha foto, comentava minhas publicações, eu nunca pude entender aquilo. Ela queria me deixar louca? Ela nunca fez antes nenhuma dessas coisas, por que de repente minhas publicações pareceu lhe interessar? 

Ok, mas eu não resisti por muito tempo, em Outubro, Belle me ajudou a escolher um presente para dar de aniversário a ela. Eu sei, eu fiquei louca, uma hora quero distância e na outra to comprando presente para ela. Decidi por encomendar uma caneca e pôr “Profª Regina - Geografia” . Belle queria me matar, porque ela iria entregar para Regina, tendo em conta que ela era professora dela. Depois de entregue, eu vi que ela postou no Facebook agradecendo em geral aos alunos pela festa de aniversário surpresa e junto das fotos estava a caneca que dei. Eu fiquei muito puta, porque dava a entender que um daqueles alunos deu a ela. E, bem, eu só recebi um agradecimento depois de muito tempo.

Mas, foi no final de dezembro daquele ano que minha surpresa veio, estávamos no mesmo ônibus indo para uma viagem em comum no outro estado. Era uma viagem da turma da minha prima Anna para festejar a formatura dela e, ela e a professora Lilith me chamaram, até havia passado pela minha cabeça que Regina poderia ir, mas como era para alunos do terceiro ano da minha prima, pensei que ela não fosse porque ela não dá aulas para essa turma. Ledo engano! 

Foi tudo muito estranho porque eu, sempre muito comunicativa, quase não falava nada. Eu até troquei meia dúzia de palavras, fui me soltando aos poucos e me acostumando com sua presença. Logo após seis horas de viagens chegamos ao Resort onde passaríamos três dias. 

Eu sempre estava trocando mensagens com Belle, e lhe atualizando de tudo. Principalmente quando o assunto era a mulher me tirava a paz. Assim que chegamos, nem duas horas depois, a professora Lilith já teve que sair resolver problemas de seus alunos, antes de ir me pediu para fazer companhia para Regina porque ela tava com o pé machucado. Eu o fiz, ficamos sentada lado a lado de frente para a enorme piscina, ela até tentou puxar assunto perguntando algumas coisas, e eu me sentia idiota por não me comportar como ela, como se nada tivesse acontecido. Entre poucas troca de palavras, ela pediu para eu ligar para a professora Lilith trazer o celular dela que estava no quarto do hotel, Lili logo me retornou dizendo que não estava achando. 

Falei para Regina que eu ia la buscar para que ela não precisasse se esforçar e porque eu tinha visto onde ela guardou. Porém, por descuido, acabei deixando meu celular com ela e quando voltei, não tenho certeza se já havia lido a mensagem que Belle me enviou ou se ela viu. Isso é uma incógnita que perdura até os dias de hoje, mas se ela de fato olhou, soube que eu falava dela para Belle. 

O dia passou normal, até chegar o jantar. Na mesa estava eu, Regina, Lilith e a vice-diretora do Colégio, Ingrid. Elas estavam falando sobre um assunto qualquer que eu não prestava atenção, até ouvir de Lilith “Mas será que existe isso mesmo de aluno se apaixonar por professores? Deve ser um amor platônico né?” . Senti o ar se fazendo escasso e minhas bochechas queimarem, tenho certeza que estava vermelha. Eu olhei rapidamente para Regina, que me olhou de volta, e baixei a cabeça. Ouvi Ingrid responder “Claro que sim, o próprio Gold, Milla era aluna dele, e eles estão casados até hoje, tem dois filhos”.  O senhor Gold é o diretor do colégio, e aquilo de que a mulher dele era sua ex aluna foi novo pra mim, eu não sabia. Depois disso desconfio que Regina tenha comentado com Lilith sobre meus sentimentos para com ela. Os dois dias seguintes foram mais tranquilos, passamos algum tempo juntas e Ingrid sempre estava a tirar fotos nossas, tenho guardada até hoje essas fotos e tudo o que diz respeito a Regina, todos os comentários, todas as respostas, todas as curtidas, tenho todos os prints. 

Em maio de dois mil e dezoito, eu fui me despedir dela. Eu estava num momento difícil, sabe? Tudo dando errado, no amor, nos estudos, na vida... Surgiu a oportunidade de eu ir morar na Europa mais precisamente na Escócia. Eu precisava disso, porque de forma alguma eu conseguia esquecê-la, sem contar também a infelicidade que eu tive de perder a minha vaga, o dia da inscrição, na Universidade de Toronto. Eu estava muito desanimada de tudo. 

Eu fui na casa dela, exatamente, eu fui no portão da casa um dia antes de ir embora. Eu disse que estava ali para dar tchau porque estava indo para a Escócia e não tinha previsão de retorno. Ela ficou feliz por mim, claro, me disse coisas das quais não lembro exatamente. Mas me perguntou com quem eu ia, se eu conhecia essas pessoas, disse pra mim tomar cuidado e que estava torcendo muito por mim. 

Eu quase chorei ali, bem na frente dela, quase disse a verdade sobre eu estar indo, a parte de que estava triste por ter perdido minha inscrição na universidade ela soube, mas do resto não. Então ela me abraçou e disse que tudo ia dar certo. Juro que eu posso sentir esse abraço até hoje quando penso, lembro de ter lhe abraçado forte e inalar o perfume de seu cabelo, e deixar um beijo meio torto em seu rosto. Foi a última vez que a vi. 

O tempo foi passando e eu tentei me adaptar a vida escocês, era tudo muito diferente. Passei vários apertos e perrengues aqui por conta de pessoas que eu acreditava serem minha família e não foram. Então, me afastei completamente deles, fiz novas amizades e quase já não lembrava da existência de Regina, pra falar a verdade, não tinha tempo para pensar nela. Como eu pensei estar curada desse amor, em maio... já repararam que as coisas na minha vida acontecem em maio? O que é que esse mês de número cinco tem comigo?  Enfim, em maio de dois mil e dezenove eu conheci Graham, ele um caro muito bom e amoroso, começamos a nos relacionar e a coisa fluiu. Uns meses depois precisei me mudar, e ele me ofereceu para ir para a casa dele, ele disse que ia conversar com a mãe e o padrasto e se eles aceitassem eu podia ir para la. E eu fui, só para deixar claro, aqui dificilmente alguém tem casa própria, então todos pagam aluguel. Eu decidi por ir para a casa do Graham mas com a condição de que cada um teria seu quarto, pois se o relacionamento não desse certo eu ainda teria minha privacidade. 

Ele realmente foi meu primeiro namorado, eu e a mãe dele nos dávamos super bem, ela era muito divertida e querida. Depois de quase um ano de relacionamento, Graham decidiu que já deu. E eu entendo ele, não é fácil lidar com meus demônios, e eu não vou entrar em detalhes do porquê não deu certo sendo ele um rapaz maravilhoso, eu sou a culpada. Quero tentar resumir ao máximo para vocês os fatos... 

De qualquer forma, leiam os fatos seguintes... 

Sabe esses abaixo-assinados? Então, eu estava divulgando um caso sobre assassinato e pedia justiça, então enviei para vários dos meus contatos no Facebook. Intencional ou não, enviei para Regina. Em seguida ela me respondeu assinado”. No dia seguinte, logo após Graham me dizer que “Eu casei, já deu, Regina me enviou “Oi, tudo bem?” Eu quase caí da minha moto quando vi isso. Vocês podem entender a magnitude disso, não é? 

Não pára por aí, nós conversamos muito sobre mim e como eu estava, ela se limitava a falar dela e perguntar sobre mim, como estava, com quem morava, como eu cheguei em tal lugar e bla bla bla... Eu contei a ela literalmente tudo o que me aconteceu aqui, até do meu relacionamento com Graham, ainda mais, pedi conselhos a ela, porque eu não queria que meu ex namorado ficasse magoado comigo. Eu falei que me sentia mal pelo término, mas não pela relação em si, e sim porque senti que não dei meu melhor a ele, porque não o amava como ele merecia. 

Ela me deu conselhos e algumas dicas. E durante aquele mês de junho de dois mil e vinte todo foi assim, ela me mandava algumas coisas, eu mandava alguns memes sobre viagens para ela e fomos nos reaproximando. 


Notas Finais


Gente, esses fatos são reais. Porém, eu mudei nome de cidades e tal, os fatos cronológicos são exatamente assim, pode ser que tenha esquecido de mencionar uma coisa ou outra. Me digam o que pensam, espero seu Feedback.

E sem discussões, a história será narrada só pelo ponto de vista da Emma, até porque eu posso saber o que a pessoa do outro lado sente em relação a tudo isso, SE É QUE SENTE, convenhamos né, se é amor platônico não deve sentir nada.
Bjsss


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